28.

📱 | Pov' Hanna Miller *˚

— Estamos indo na ponte? — questiono observando o caminho pela janela, esse caminho era família.

— Era para ser surpresa. — Vinnie fala cabisbaixo ainda focado no volante. — Reconheceu pelo caminho? — Vinnie questiona e assim estaciona no meio da ponte vazia.

— Sim, como eu poderia esquecer o caminho do lugar que mudou minha vida. — falo lembrando do dia em que vim pedir desculpas a Vinnie, e que hoje deu em estarmos juntos.

— Vem. — Vinnie fala e sai do carro, e eu o acompanho.

Eu não faço a mínima ideias do que estamos fazendo aqui, mas Vinnie parece nervoso.

— Se você for terminar oque temos, por favor, seja rápido. — falo e paramos um a frente do outro no meio da ponte.

— Então... — Vinnie fala e coça sua nuca, ele estava tão nervoso que acabei ficando nervosa também.

— Vinnie fala logo, estou ficando nervosa. — falo e minhas mãos estavam soando.

Se ele terminar oque temos aqui e agora, eu me jogo dessa ponte. Não tem porque ele terminar comigo, não aconteceu nada de mais, eu não fiz nada.

Será que ele enjoou de mim? Será que ele não gosta mais de mim? Porque ele está demorando tanto?

— Vinnie, fala logo. — falo já nervosa.

— Calma, eu nunca fiz isso na vida. — Vinnie fala nervoso e só sabe passar a mão em sua nuca. Ele suspira antes de começar a falar novamente. — Eu não queria fazer nada muito clichê, porque acho que não é muito seu estilo, e muito menos o meu.

Eu estava nervosa, até ele começar a falar, e eu entender oque ele quer dizer e fazer. AI MEU DEUS.

— Eu sei que virei sua vida de cabeça para baixo, te faço mentir para seu pai para poder me ver, correr o risco de se machucar pulando a janela só para poder estar comigo. — Vinnie começa a falar e sinto meus olhos marejarem. — Mas eu sei que você faz isso porque gosta de mim, e eu queria demonstrar de alguma forma que eu também gosto de você, ou melhor, eu amo você, e queria concretizar isso, e mostrar para o mundo em que sou totalmente seu, e sem impedimentos, fora o seu pai óbvio, o único que pode nos separar. — Vinnie fala e suspira. — Como eu não sabia o tamanho de anel que você usa, eu comprei outra coisa... — ele fala e retira uma caixinha de seu bolso.

Eu juro que vou gritar, ele vai me pedir em namoro? Meu Deus, eu vou ser a pessoa mais feliz do mundo.

— Hanna Cristin Miller. — ele fala e abre a caixinha e retira um colar de dentro, um colar lindo com um pingente de coração, com algo escrito. — Você aceita ser só minha? Porque eu já sou todo seu. — ele fala e me olha com desespero. Ele acha que eu negaria.

— Eu sempre fui sua Vinnie. — falo sorrindo e o mesmo abre um sorriso enorme e vem até mim, colocando o colar em meu pescoço, e eu viro de costa para ele poder fechar o colar. — Cadê o seu colar?

— Aqui. — ele fala e retira o colar de dentro do seu moletom. — Eu já estava usando ele desde que comprei.

— Oque tem escrito? — falo pegando o colar em meu pescoço e leio oque estava escrito. — "um beijo pode mudar vidas." — falo e meus pensamentos vão e nosso primeiro beijo.

Olho para o mesmo que estava super envergonhado em minha frente, vou em direção a ele e deixo meu rosto rente ao seu, e meus lábios a milímetros de distância.

— Eu te amo. — falo baixo rente ao seu lábio e vejo o mesmo sorrir.

— Eu te amo. — Vinnie fala no mesmo tom que o meu é rapidamente sela nosso lábios com um beijo.

Eu juro que faria de tudo por nós, de tudo para que nada nos impedisse de ficar juntos.

Vinnie segura minha cintura me suspendendo, ainda com nossos lábios colados, nos gira em meio a ponte.

E assim que separa nosso lábios, ele grita fazendo um leve ecoo na ponte.

— Eu sou o homen mais feliz do mundo. — Vinnie grita fazendo sua voz ecoar pela ponte vazia de Los Angeles. E eu sorrio em sua ação e fala.

— Eu te amo. — Vinnie fala baixo perto a mim. — Eu te amo Hanna Cristin Miller, mais que tudo nesse mundo e em qualquer outro. — Vinnie grita cada vez mais, e um sorriso enorme se fixa em meu rosto.

— Nós poderíamos ficar juntos hoje. — falo e o mesmo coloca uma de suas mãos em meu rosto. — Quer conhecer meu quarto? — falo e vejo o mesmo sorrir.

— Mas e seu pai? — ele questiona e sinto medo em sua fala.

— Ele vai sair de manhã cedo, e vai voltar tarde. — falo e vejo os olhos do loiro brilharem. — Podemos entrar de fininho e você fica no meu quarto até ele sair, e vai embora antes dele voltar.

Esse plano não pode dar errado, se der errado, minha vida acaba.

— Quer correr o risco? — Vinnie fala e eu do sorri em resposta.

˚ Corte no tempo 📱 *˚ ─

— Não faz barulho.  — eu estava dando as indicações a Vinnie antes de entrar em casa. — E não fala muito alto.

— Você fica linda dando ordem. — o mesmo fala e me deixa envergonhada. — Se toda vez que eu te elogiar você ficar vermelha, você vai virar um tomate.

— Foco Vincent. — falo tentando desviar o assunto. — fica escondido aí no jardim, eu vou entrar para ver se meu pai não está acordado.

— Não demora. — ele fala e se afasta indo até o cantinho do jardim, para se esconder.

Eu vou em direção à porta de minha casa, entrando na mesma tentando não fazer nenhum barulho possível.

Assim que entro, deixo a porta encostada, não a fecho totalmente, para ser mais fácil de abrir novamente. Vou até os degraus da escada e subo até a metade, tentando ver se a porta do quarto de meu pai está aberta.

E por sorte não está, vou até a cozinha só para conferir, e ele não estava lá.

Volto até a porta de saída da casa, e vou até o lado de fora, procuro por Vinnie, que logo sai do cantinho que estava se escondendo.

— Vem, mas em silêncio. — falo dando ordem para o mesmo.

Vinnie segura em minha mão para entrar na casa, entramos de fininho, e assim que estávamos na metade da escada, Vinnie aperta minha bunda com uma certa força.

— Aí. — falo o mais baixo possível.

— Desculpa, não resisti. — ele fala e sorri para mim, e assim continuando a subir a escada.

Puxo o mesmo para meu quarto, abrindo a porta e entrando no mesmo, e assim que eu e o loiro já estávamos dentro eu fecho a porta com cuidado, e tranco a mesma.

— Você apertou minha bunda muito forte. — falo reclamando para Vinnie. Na verdade, não doeu muito, só estou fazendo drama.

— Eu posso fazer pior se você deixar. — o mesmo fala e junta nossos corpos, e passa suas duas mãos uma em cada lado de minha bunda.

— A é? — falo o provocando com nossos lábios a milímetros de distância dos seus. — Me mostra oque você pode fazer então. — falo e vejo um sorriso nos lábios de Vinnie.

Vinnie rapidamente junta nosso lábios em um beijo intenso, minhas mãos vão em seu moletom, separo nosso beijo e tirando o moletom junto com a camisa de seu corpo.

Vinnie retira minha blusa e a joga para qualquer lado, e sorri ao perceber que estava sem sutiã. O mesmo me pega no colo e eu entrelaço meus braços em seu pescoço, voltando a beija-lo.

Assim que sinto a maciez da cama em minhas costas, Vinnie sai de cima de mim desgrudando nossos lábios.

Ele vai até a barra de minha calça a tirando de meu corpo junto com minha calcinha.

Mas eu estava em desvantagem, ele estava com suas peças de baixo, e eu estava sem nada.

Vinnie vem para cima de mim novamente, mas eu o impeço de continuar me beijando.

— Ei. — falo colocando a mão em seu peito e o mesmo me olha confuso, sorrio maliciosa para o mesmo, empurro ele para fica de pé em minha frente e eu vou até o mesmo.

Olho nos olhos, enquanto deslizo minhas mãos até sua calça moletom, assim que coloco minhas mãos na barra de sua calça, puxo a mesma para baixo junto com sua cueca, e fico de joelhos em sua frente para conseguir tirar sua calça. E assim faço, jogando suas últimas peças para longe.

Me levanto ainda olhando o mesmo, ele agarra minha cintura me colocando deitada na cama novamente.

— Tem camisinha? — Vinnie me questiona.

— Na última gaveta. — falo apontando para minha mesinha de canto.

O mesmo vai em direção a gaveta que eu havia indicado, o mesmo pega uma camisinha rasgando a embalagem com a boca, e coloca em seu membro, o mesmo vem até mim, ficando por cima.

— Lembre-se, não pode fazer barulho. — Vinnie fala e eu seguro o pescoço do mesmo quando Vinnie entra de uma vez dentro de mim, sem dó alguma, me fazendo soltar um leve gemido.

Vinnie coloca sua cabeça na curva de meu pescoço e começa a se movimentar devagar, eu mordo minha boca tentando conter qualquer gemido.

— Eu preciso de mais. — peço para o mesmo, porque ele estava indo tão devagar que era tortura.

— Você consegue ficar calada? — o mesmo me questiona e eu assinto. Menti, eu não iria conseguir ficar quieta.

O mesmo começa a aumentar a velocidade, e coloca suas mãos em minha cintura ainda com sua cabeça na curva de meu pescoço, e eu passo meus dedos no cabelo do loiro os puxando de leve.

O mesmo aumenta ainda mais a velocidade das intocadas, e eu acabo deixando escapar um gemido meramente alto, mas nem tanto.

— Hanna. — Vinnie me repreende e diminui a velocidade.

— Beby, por favor, não para. — falo e o mesmo tira sua cabeça da curva de meu pescoço, e me olha. Eu estava disposta a qualquer coisa para que ele continuasse. — No banheiro.

— Oque? — Vinnie questiona sem entender.

— Me fode no banheiro, se fechar a porta o som não sai. — falo e o mesmo sorri.

Vinnie sai de dentro de mim, o mesmo me pega no colo e vai em direção ao banheiro.

Assim que entramos Vinnie me coloca no chão e tranca a porta do banheiro.

— Vira de costas e se inclina na pia. — o mesmo fala e eu obedeço.

Vou em direção ao balcão da pia do banheiro, e me inclino ficando deitada no mesmo, Vinnie vem por trás de mim e abre minhas pernas as firmando no chão.

Eu suspiro quando ele posiciona seu membro em minha entrada, o mesmo entra devagar, oque fui torturante para mim.

O mesmo segura minha cintura com uma de suas mãos, e a outra mão livre, ele vai ao meu cabelo formando um rabo de cavalo e puxando de leve.

O mesmo começa a se movimentar dentro de mim, cada vez mais rápido, e arrancando diversos gemidos de ambos.

Os gemidos roucos de Vinnie percorriam pelo banheiro ecoando pelo local, junto aos meus gemidos. Não eram gemidos altos, mas também não eram tão baixos, eram o suficiente para que meu pai não escutasse do outro quarto.

Vinnie atinge meu ponto de prazer diversas vezes, me fazendo soltas gemidos manhosos.

Sinto um calor percorrer pelo meu corpo, Vinnie logo me puxa para fica de pé, e o mesmo sai de dentro de mim, ele me vira me fazendo ficar de frete para o mesmo.

Ele me pega no colo e me coloca contra a parede, e posiciona seu membro em minha entrada, indo de uma vez dentro de mim, e eu aperto a pele de seus ombros.

O calor volta ao meu corpo, mas Vinnie vem ao seu ápice antes de mim, e logo depois eu chego ao meu.

Vinnie inda me segurava contra a parede, e eu ainda tinha minhas mãos em seu ombro, estávamos tentando regular nosso respiração.

— Ótima forma de comemorar o nosso namoro. — falo e o mesmo sorri de minha fala.

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