• Capítulo 4 •
Sina vai receber alta hoje, não sei o que eu vou fazer, porque aqui no hospital eu posso ver ela sempre, mas quando ela sair provavelmente ela não vá me querer perto dela.
E se ela passar mal?
E se sentir dor?
Se sua pele dela ficar muito sensível, como ela vai fazer curativo?
- filho - minha mãe senta do meu lado - ela está pronta, disse que vai para casa - suspiro e assinto.
- tá bom - falo me sentindo mal
- não quer deixar ela sozinha né? - minha mãe pergunta sorrindo.
- mãe ela ainda está muito doente, e se ela se machucar? se não conseguir pedir ajuda? - Suspiro - se ela estivesse comigo eu posso ajudá-la eu sou médico eu posso cuidar dela.
- ofereça isso a ela - minha mãe sugere.
- ela não vai aceitar, ela é muito teimosa, e não está acostumada com cuidados.
- ela só precisa disso, de alguém que cuide dela, e você é essa passoa filho - suspiro.
- será que ela vai aceitar?
- tente - ela se levanta - ela está arrumando as coisa, vou atender um paciente - minha mãe sai e vou até o quarto.
Paro olhando a linda loira na minha frente arrumando as coisas dela com um pouco de dificuldade.
- oi monstrinha - falo baixo e a mesma me olha.
- oi Noah - ela da um sorriso pequeno e me aproximo
- você está melhor?
- estou sim - ela fala simples e tenta fechar a mochila - aí - solta um resmungo de dor
- deixa eu fazer para você - vou até a mochila e fecho - você tem certeza, se quiser eu dou um jeito de você ficar mais tempo aqui.
- não, eu preciso da minha casa e uma cama menos dura. - ela da um pequeno sorriso.
- tudo bem - suspiro - você já escovou os cabelos? - pergunto
- não e nem vou, não gosto, doi - ela da de ombros
- vem - pego o braço dela e a coloco sentada na minha frente - me dá a escova - ela me olha confusa e pega a escova na comoda, escovo os cabelos dela.
- Noah minha pele tá sencivel - ela resmunga, quando encosto a escova no coro cabeludo dela.
- desculpa monstrinha - beijo o ombro dela. Continuou a escovar, quando termino ela encosta no meu peito e suspira - quer que eu prenda?
- não vai doer mais - ela fala e assinto.
- Sina - chamo
- Hum - ela murmura
- não quer ficar na minha casa esses dias - ela se vira e me olha assustada - você ainda está sencivel eu posso cuidar de você - falo segurando seu rosto
- não Noah eu quero a minha casa, eu agradeço o que você fez por mim, mas eu preciso voltar para minha vida - ela fala, eu suspiro triste.
- tudo bem - falo e solto ela levantando da cama.
- Noah - ela me chama e vem até mim - não fica assim eu só preciso da minha casa - ela baixa a cabeça.
- mas monstrinha, você não pode ficar sozinha, está doente. - falo precupado
- eu sempre estou doente Noah - ela fala irritada - eu nasci com essa merda e nunca vou ficar bem de novo
- monstrinha - puxo ela para mim e abraço - mas pode melhorar muito meu bem - beijo seus cabelos.
- não posso - fala e sai do meu abraço - vou para casa - ela pega a mochila e coloca nas costas
- Sina...
- não - fala firme
- tudo bem - supiro - vou te lavar até o táxi.
Levo ela até a frente do hospital, ela entra no táxi e acena sumindo da minha visão, não quero deixar ela sozinha.
》S & N《
1 semana depois
Nunca mais vi Sina, ela não voltou do hospital e nem responde minhas mensagens nem atende minhas ligações, eu tô muito precupado, tô com medo de ter acontecido alguma coisa com ela
- Noah - Sabina bate na minha testa.
- Me deixa em paz inferno - falo irritado
- tá irritado ele - ela provoca
- Sabina deixe seu irmão em paz - meu pai fala entrando na cozinha.
- ele tá voando na maionese papai - ela resmunga.
- ele está preocupado - meu pai fala e deito minha cabeça na mesa.
- aff - ela reclama - cadê a mãe? - ela pergunta
- ela não te se sentindo bem, ela trabalhou ontem a noite inteira só chegou as 4 da manhã - me levanto e vou até o quarto dos meus pais.
- mamãe - olho e ela está deitada na cama olhando para o teto.
- oi meu bebê - ela fala e sorrir
- o que tá sentindo? - pergunto
- só dor de cabeça, seu pai já me deu remédio - ela sorrir e beijo sua testa
- Noah - escuto Sabina gritar
- que mulher chata - reclamou e minha mãe sorri.
- tem uma loira aqui atrás de você - meu corpo paralisa.
- será que é ela? - minha mãe perguta e corro até a porta.
- Monstrinha - olho para ela que está com o rosto vermelho e inchado - o que ouve? - seguro seu rosto.
- meu corpo tá doendo - fala chorosa
- meu Deus - pego ela no colo, beijo seu rosto
- tá doendo muito - ela encosta no meu peito.
- por que não foi para o hospital? - pergunto indo com ela no colo até a cozinha.
- porque eu queria você - fala manhosa e deita a cabeça no meu ombro.
- Sina? - meu pai olha para ela precupado.
- ela tá sentindo muita dor pai - falo procurando o remédio.
- aqui - meu pai me estende a cartela de remédio, dou para ela que engole sem nem água.
- vai melhorar eu prometo - acaricio o rosto dela - vai ficar bem - beijo a testa dela. - vou levar ela para o quarto - falo e meu pai assente, carrego ela até meu quarto e me sento na cama com ela ainda no meu colo.
- desculpa - ela sussurra
- por que? - olho confuso para ela
- por não ter te respondido eu não queria te atrapalhar - ela fala baixo.
- Me deixou muito precupado monstrinha - suspiro, sentido meu corpo leve.
- desculpa - ela fala
- tudo bem - acaricio a cintura dela - dorme um pouco. - falo e deito na cama colocando ela por cima de mim
- não consigo dormir a dias - ela murmurar
- só fecha os olhos - falo e ela fecha os olhos lindos devagar - eu tô aqui monstrinha - dou um pequeno sorriso.
●○●
Oi gente, cheguei bem linda (mentira eu sou bem estranha) e morta de sono, tô escrevendo esse capítulo desde 7 da manhã, mas meu professor toda hora fala uma coisa e eu volto para a aula.
Estão gostando?
Querem mais?
♡ Bibis Firra
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