𝐎𝐍𝐋𝐘 𝐎𝐍𝐄
Megan Tornell —— Ponto de Vista
San Diego, Califórnia
Eu necessito de uma inspiração. Fazia algumas horas desde que eu me encontrava ali, sentada, parada em frente ao MacBook, tentando buscar algo que me agradasse para fazer o novo capítulo da minha fanfic. Há cerca de três anos atrás, se eu falasse isso para alguém, ou melhor, para alguém que não é fã, a pessoa provavelmente riria da minha cara e me chamaria de idiota.
Gostar de escrever fanfics tem os seus altos e baixos, há muito preconceito com isso, muitas pessoas são ignorantes ao ponto de não quererem entender que o universo de uma fanfic é tão ou quase igual ao de um livro qualquer. O nosso alvo é apenas direcionado a artistas específicos, a um público específico. Não há razões para fazer chacota.
A minha pessoa, por exemplo, só escreve sobre o maior cantor da atualidade: Kim TaeHyung. Eu choro — sem dizer por onde — apenas por vê-lo performar, ou falar, ou por simplesmente se manter parado, sem mover um músculo. O Kim é um astro sul-coreano que ficou famoso no mundo inteiro por sua beleza, já que foi considerado o homem mais bonito no mundo por dois anos consecutivos e também por sua música.
Sua voz era diferente dos demais artistas, era grossa e rouca, superior a muitos cantores que já faziam sucesso. TaeHyung canta no estilo R & B, para acabar com todas as minhas forças e fortalecer o quanto eu sou sua cadelinha. Os dez anos de diferença não me importava — já que eu tinha os meus belos e recentes dezoito anos e ele vinte oito —, isso era apenas um detalhe, e, sendo sincera, homens mais velhos possuem um charme.
Eu tinha no total de, dez estórias publicadas com ele no meu perfil, uma chegou a alcançar um milhão e as outras se encontram em milhares ainda. Uma das mais famosas era Twitter, onde Ruby, a personagem principal tem uma conta NSFW e ele adora acessá-la para ficar vendo as fotos e os vídeos picantes que ela posta. Isso me deu uma grande ideia...
Minha maior necessidade era ter inspiração para uma cena de sexo que aconteceria entre ele e a minha personagem principal, da nova fanfic. Nada melhor do que ir atrás daquilo que pretendo escrever, não é? Digitei rapidamente no teclado, entrando numa conta flop do Twitter e procurei diretamente por um perfil que tinha exatamente o que eu queria.
Sempre que eu queria ou precisava me masturbar, ia direto para aquela específica conta. Mordi o lábio inferior enquanto pegava o controle da luz do meu quarto e mudava para um rosado neon. Eu estava sozinha em casa, minha mãe estava no trabalho e o meu padrasto também. Oh sim... o meu padrasto.
Mamãe o conheceu há dez anos, ele é mais novo do que ela, mas isso não os impediu de nada. Sei que eles se conheceram através de amigos em comum num barzinho, mas nunca me aprofundei muito na história. Em menos de um ano ele veio morar com a gente, pois tinha acabado de terminar sua universidade e procurava um apartamento, mamãe apenas cedeu nosso conforto e privacidade para ele.
Desde que comecei a crescer, eu sempre deixei claro que gosto de ficar no meu quarto e andar com roupas curtas, minha mãe não se importou, mas perguntou se estaria tudo bem pelo moreno. Jeon Jungkook não se importou e nem deveria, pois a casa é minha. Aos poucos fui vendo que ele era um cara legal, gostava de jogar videogame ao mesmo tempo que conseguia ser super focado no seu trabalho com engenharia mecânica.
Jeon sempre me ajudou com os deveres da escola, quando tinha trabalho que envolvesse exatas, ele fazia tudo por mim e tudo era pago com um delicioso beijo na bochecha, junto com horas na frente da televisão jogando videogames. Ele era um ótimo padrasto e eu o amava. Sim, eu o amo. Aprendi a gostar dele e a ter um carinho enorme pela sua pessoa, pois ele sempre cuidou de mim e da minha mãe, bem diferente do meu pai.
O homem que me colocou no mundo, nos abandonou quando eu tinha sete anos de idade. Se casou com outra mulher e teve outros filhos, largando eu e a minha mãe sozinhas, apenas com a nossa casa. No começo, mamãe sofreu muito e até mesmo me fez sofrer um pouco, pois de algum modo, ela me culpava pelo fato de que eles nunca quiseram ter um bebê.
Nunca me importei com isso, se não quisessem um filho, teriam usado a porra de uma camisinha. Mas eu sempre me comportei, dando a ela uma visão de boa filha e eu realmente era. Claro, na adolescência eu tive a minha fase onde fugia para ir a festas, na casa das amigas, até mesmo na casa de garotos. Fodia com alguns aqui, outros ali, mamava alguns no banheiro da escola, mas nada que me fizesse fixa.
Eu nunca tive um namorado e não pretendia ter tão cedo, o que me deixa um pouco frustrada, já que não tenho sexo frequentemente. Acredito que façam dois meses desde que eu dei pela última vez e me sinto subindo pelas parede, precisava fazer sexo, sentir o calor de alguém contra o meu corpo, suar e foder por horas, gozar e sentir minha buceta arder no dia seguinte.
Suspirei, escolhendo um vídeo que me agradasse e quando achei, eu sorri. Afastei a minha cadeira, jogando uma perna por cima do braço dela e com a outra, fiquei na pontinha do pé. Escorreguei um pouco do meu corpo, levantando a camisola transparente, cheia de detalhes de moranguinho. Pensei em colocar o fone de ouvido, mas ao notar que ainda era seis e meia, neguei sozinha. Eles chegavam somente às oito.
Antes mesmo do vídeo começar quente, eu já me sentia fervendo, pensar em Kim TaeHyung me deixava excitada, essa é a realidade de uma fanfiqueira. Me sentia atraída por um homem que sequer sabia da minha existência e se soubesse, com toda a certeza não ligaria para ela.
Puxei minha calcinha para o lado, deslizando meu dedo médio de baixo para cima, sentindo o meu líquido viscoso e quentinho. Minha pele se arrepiou e eu senti a vibração no meu clitoris, o meu corpo implorava para ser tocado e relaxado. Franzi as sobrancelhas, vendo o homem chupar a mulher de um modo lento e que parecia delicioso.
Com o indicador e o anelar, espalhei toda minha lubrificação pela minha vulva, prendendo meu botãozinho entre os dois dedos e o apertando em seguida. Soltei um gemido suave e um pouco alto, ao sentir o contato mais possessivo, embora fosse eu mesma a me causar essas sensações, nada era tão bom quanto a minha imaginação.
Meus bicos dos seios estavam rijos, então eu baixei uma alça da camisola até os meus ombros e me permiti com que um deles ficasse para fora, enquanto eu esfregava meus dedos direitos no meu clitoris, os da canhota apertada meu biquinho com um pouco mais de força que o necessário. Arqueei minhas costas, achando o meu pontinho mágico de prazer, friccionando meus dedos no local.
Cada vez mais eu me sentia molhada, com o corpo febril e com a mente ébria. Tudo em mim pegava fogo de dentro para fora. Os músculos do meu braço estavam tensos por terem que trabalhar tão intensamente, meu ventre se contraia a cada agulhada de excitação que recebia. Eu era capaz de sentir minha lubrificação escorrer entre as bandas da minha bunda, melando elas, deixando a minha entrada anal tão molhada quanto a minha intimidade.
Porra, fazer um sexo anal gostoso era tudo o que eu precisava...
Contrai minha entrada traseira ao mesmo tempo que pisquei a minha intimidade, escutei um barulho no corredor, mas eu ignorei, provavelmente não era ninguém. Cansada de ver aquele oral, optei por assistir um vídeo onde um homem comia uma menina de ladinho, sorri, franzindo as sobrancelhas, sem parar de me estimular.
Chupei meu próprio lábio inferior, molhando ele com a minha saliva, estava excitada como uma cachorra, pingando, escorrendo, apenas precisando de um pau para me foder e saciar a minha vontade. Com esse pensamento, eu gemi alto, enfiando dois dedos de uma vez dentro da minha vagina.
Arqueei as costas, fazendo o movimento de gancho e tocando o meu ponto G diversas vezes, gemendo em uníssono com o casal do vídeo. Meus sons saiam agudos e cortados, eu própria me fodia e caralho, como aquilo estava delicioso. Minha palma batia contra a minha vulva, pressionando o meu clitoris toda vez que se chocava contra ele.
Eu sentia meu pescoço suado, tal como as minhas axilas e a pele atrás dos meus joelhos. Com os sentidos torpes, vendo aquele homem foder a garota lentamente, mas colocando com força, me senti perder as forças. Estava prestes a gozar. Tirei os dedos dentro de mim, voltando a esfregar meu grelinho rosa e inchado, estava enorme, implorando para ser chupado.
Mordi o lábio inferior com força, sentindo até um pouco de sangue preencher o meu paladar. Perdendo os meus se todos, permiti com que o meu orgasmo viesse, fazendo as minhas pernas tremerem loucamente, minhas cordas vocais soltarem os mais sinceros e aliviados gemidos e a minha buceta entregar o meu leitinho.
Afastei mais as coxas, abrindo meus lábios pequenos com a canhota e passando meus dedos pelo meu gozo que escorria até meu anus. Levei eles até à boca, chupando-os deliciosamente, provando do meu próprio — e maravilhoso — sabor. Gostosa pra caralho. Se eu pudesse, passaria vinte e quatro horas me chupando.
Agradeço pela minha alimentação saudável e pelo fato de todos os dias, de manhã e à noite, Jeon Jungkook preparar suco de abacaxi. Só então eu arregalei os meus olhos e percebi uma coisa; se a minha porra é docinha, então imagina como deve ser a dele?
•••
— Eu estou exausta! — Escutei a voz da minha mãe dizer, enquanto entrava na cozinha.
A morena de cabelos médios colocou sua bolsa de marca em cima de uma das cadeiras em frente ao balcão de mármore e caminhou até mim, me dando um beijo na testa. Eu estava preparando o nosso jantar, resolvi fazer macarrão à carbonara, estava com um enorme desejo de comê-lo a dias.
Após a minha sessão terapêutica no meu quarto, deixei tudo do jeito que estava e fui tomar um banho rápido. Quando sai, tudo continuava da mesma forma, exceto pela minha porta, que antes estava entreaberta e depois se encontrava fechada. Eu não dei muita bola, provavelmente a corrente de vento fechou.
Eu optei por colocar um pijama de cetim rosa com renda branca, cujo era um conjunto formado por um top de alças finas e um short um pouco curto demais. Não liguei muito para isso, se o casal não se importasse, eu não me limitaria. A verdade é que há muita confiança na relação deles, tanta confiança que no fundo me assusta, pois não demonstravam ciúmes um do outro.
— Hm... O cheirinho está bom. — Ela sorriu — Onde está o Jungkook? — Perguntou, franzindo as sobrancelhas e caminhando até a geladeira. Mas antes que eu pudesse lhe responder, uma outra voz fez isso por mim.
— Estou aqui querida. — Nós duas viramos em sua direção, fazendo o moreno mais alto intercalar o olhar.
Ambas sorrimos. Mas eu desfiz o meu ao notar que ele estava usando apenas uma calça de moletom cinza e uma blusa preta. Os cabelos negros e recém cortados estavam úmidos, o cheiro forte de perfume invadiu os meus pulmões, entregando que ele havia acabado de tomar banho.
Como ele estava em casa e eu não o vi chegar?
— Olá meu amor, estava com saudade! — Mamãe jogou seus braços ao redor do pescoço do mais velho, que lhe soltou um sorriso e deu um selar em seus lábios.
— Eu não sabia que você estava em casa. — Comentei, desligando o fogo e me virando de frente para eles. Mamãe franziu as sobrancelhas.
— Como assim? — Ela perguntou e eu neguei, apontando para o Jungkook.
— Ele. Não sabia que ele estava em casa, não o escutei chegar.
— Cheguei faz uns vinte minutos, bati na porta do seu quarto, mas acho que você estava no banho, pois não me respondeu. — Ele falou simples, diante do olhar desconfiado da minha mãe que logo se esvaiu ao escutar a explicação.
— Ah sim... É verdade! Eu demorei bastante. — Soltei um pequeno sorriso. — O jantar está pronto, vamos comer?! — Falei, vendo o casal assentir.
Antes mesmo de começar a preparar a comida, eu coloquei a mesa, pois estava morrendo de fome e não teria paciência para colocá-la depois. Servi cada um deles, recebendo mais olhares do que o comum vindo de Jeon Jungkook, olhares que me deixavam quente e excitada.
Talvez eu tenha omitido o fato de que eu desenvolvi um certo... Desejo sexual pelo namorido da minha mãe. Desde que eu perdi a minha virgindade, eu não parei de ter sexo, era literalmente todo final de semana em alguma festa, ou então matando aula no ginásio. Quando fiz dezesseis anos, meus olhos em direção a Jeon Jungkook começaram a mudar.
Eu não o via mais tão inocentemente, como uma garotinha. De pouquinho a pouquinho, fui percebendo mais detalhes em si. Ele acordava cedo, preparava o seu delicioso suco de abacaxi e ia treinar na academia, voltava para casa e ia direto para o trabalho. Quando precisava trabalhar pela parte da manhã, ia à academia de noite.
Já o peguei chegando em casa tarde diversas vezes, suado, com a camisa nos ombros, pingando no piso de mármore branco. Os cabelos que antes estavam grandes, um pouco abaixo de seus olhos, ficaram molhados pelo suor e Jeon Jungkook fazia questão de jogá-los para trás.
Em uma daquelas noites, eu fiquei até tarde na sala, jogando no Xbox e comendo porcaria. Era sexta-feira e as minhas duas melhores amigas estavam ocupadas dando, então eu não iria para uma festa sozinha. É uma regra nossa, pois nunca sabíamos o que poderia acontecer.
Ele tinha recém chegado da academia, mas não dei muita bola, apesar de ter visto plenamente o volume entre suas pernas e algo bem grande se mover quando ele andou. Quando o moreno se virou de costas, eu percebi que ele estava sem cueca, pois a bermuda estava baixa o suficiente para mostrar a entradinha de seu bumbum cheinho.
Na minha mente eu bati umas vinte siriricas diferente pensando no pau que ele tinha, mas tudo o que consegui fazer foi perder no jogo e ter que me levantar e buscar um copo cheio de água. Bom, eu me levantei e fiquei na pia, tomando água. Quando decidi me empanturrar de salgadinho, eu não consegui alcançar o pote no armário e foi quando tudo fodeu.
Eu estava com a bunda empinada, na ponta dos pés, com uma camisola curtinha e uma calcinha enterrada entre minhas bandas, mas isso não impediu que eu sentisse a área pélvica do homem mais velho roçar no meu bumbum. Seu pau semi-ereto encaixou direitinho no meio das minhas nádegas, fazendo com que eu apertasse o mármore do armário com força, enquanto via ele esticar o braço para pegar o pote que eu queria.
Mas isso não foi tudo, porque ele impulsionou o quadril contra mim, praticamente enfiando aquele pau enorme entre a minha bunda. Ele ficou duro rapidinho, ficando entre as minhas pernas e roçando na minha intimidade. Sem mentira alguma, ele deve ter uns vinte e cinco centímetros de pau e a minha mão nem deve fechar. Eu molhei toda a minha intimidade e consequentemente a sua bermuda, mas ele não pareceu se importar.
— O-Obrigada... — Foi tudo o que eu consegui dizer, sentindo seu cheiro forte e másculo, sentindo o seu pau contra o meu botãozinho sensível.
— Estou aqui para o que precisar, bebê. — Falou rouco e baixinho no meu ouvido.
Fui capaz de sentir sua respiração contra a minha pele, tal como seus lábios e a ponta dos seus dentes avantajados rasparem na minha orelha. Ele simplesmente saiu, pegando uma garrafinha de água na geladeira e subindo novamente para o quarto. Por longos minutos eu fiquei ali, estática, repassando todas as sensações que o meu corpo sentiu.
Naquela noite eu me toquei até amanhecer, usei vibradores, alguns dildos maiores e mais grossos, usei até mesmo um meio alienígena que Valerie me deu de presente, para zoar com a minha cara, porque ela tinha esse fetiche estranho de querer foder com monstros e aliens.
Desde então, eu passei a olhá-lo como homem, desejando sentar naquela rola gorda e grande, sentir cada pedacinho dele na minha bucetinha e fazer ele gemer. É claro que isso aconteceria apenas na minha imaginação, pois eu não faria isso com a mamãe...
— Nossa filha, ficou delicioso, meus parabéns. — Minha progenitora elogiou, torcendo o pescoço — Graças a Deus amanhã é sábado e eu poderei dormir até tarde, estou morrendo de cansaço. — Ela finalizou seu prato, tomando um gole de suco.
— Descansa mamãe, pode deixar que eu limpo tudo. — Afirmei, com um sorriso no rosto, vendo Jungkook assentir também.
— Eu ajudo a Megan, ela cozinhou também, nada mais justo. — Ele passou sua destra pelos cabelos negros da mulher e ela suspirou.
— Obrigada meus amores... Vocês se importam se eu tomar aquele relaxante muscular para dormir? — Ela perguntou, franzindo as sobrancelhas e nos olhando como um cachorrinho abandonado.
— O de tarja preta? — Perguntei e ela assentiu — Não mamãe! Ele é muito forte, se você tomar, acordará só amanhã de tarde.
— Filha... — Ela me olhou apreensiva.
— Pode tomar amor. — Jungkook proferiu, fazendo com que eu o olhasse incrédula — Eu cuido dela depois, Megan, não se preocupe. Ela está cansada e com dores, o remédio vai ajudar. — Ele me olhou com as orbes negras e eu mordi a minha bochecha, com dúvida.
Jeon sustentou o seu olhar no meu, esquentando o meu interior e por alguns segundos, algo me disse que ele queria aquilo. Assim como eu também senti que queria, então lentamente, concordei com a cabeça.
— Tudo bem então mamãe. — Sorri de leve e ela fez o mesmo, porém relaxada.
— Vou subir e tomar o meu banho então. — Ela avisou e eu concordei, me levantando.
— Vai lá amor. — Escutei o homem dizer, enquanto eu recolhia os pratos e levava-os até a pia.
Entrei em meu próprio mundinho e enquanto lavava as louças sujas, cantarolando uma música do Kim em minha cabeça e mexendo os quadris sutilmente. Meus pensamentos estavam longe, na minha fanfic para ser mais exata, tinha anotado tudo o que aconteceria durante a cena de sexo e ficaria perfeita, porque depois daquele orgasmo gostoso, eu tinha ideias suficientes.
Embora eu preferisse um pau no meio das minhas pernas, ao invés das minhas mãos, eu fiz um bom trabalho. Estava relaxada, ainda que me sentisse mais quente e excitada do que nunca. Vi o mais velho colocar algumas outras louças em cima do mármore vazio na pia e eu apenas continuei enxaguando os talheres em minhas mãos.
— Quando começam as suas aulas? — Perguntou e eu o olhei brevemente por cima do ombro, vendo que ele limpava o balcão da cozinha.
— Ah, dia vinte só. — Falei simples, me lembrando que em breve minha faculdade de moda se iniciaria. — Nossa... Eu não vi mesmo você chegando hoje. — Ri nasalmente.
— Sou bem silencioso quando quero. — Sua voz rouca e mais alta evidenciou que ele estava perto.
Senti o seu corpo atrás do meu, causando uma sensação nostálgica. Seu peitoral duro batia contra os meus ombros e sua região pélvica roçava em meu bumbum. Mordi o lábio inferior, tendo aquele sentimento vigoroso invadir os meus pensamentos e o meu corpo mais uma vez. Antes que eu pudesse continuar ou que ele pudesse dizer algo, nós escutamos o chamado da minha mãe no piso superior, fazendo com que eu caísse na realidade e o afastasse de mim.
Arregalei os meus olhos, vendo o moreno excitado e desnorteado, mas antes de sair, ele apenas me olhou, travou o maxilar e bateu com a mão no balcão, me dando um pequeno susto. Fechei meus olhos com força, suspirando em alívio. Mais uma vez eu estava excitada, pingando e pulsando por um homem que eu não poderia ter. Sentir aquela rola enorme e dura roçando na minha bunda e fazendo com que meus fluidos escorressem entre as minhas coxas.
É, eu estou bem mais fodida do que eu pensava e nem mesmo é do jeito bom!
•••
Senti minha pele arrepiar diante do frio que eu sentia naquela noite. Desviei o olhar do texto em minha frente e direcionei-o até os números indicando o horário na tela do celular. Uma e vinte da manhã. Me levantei, sentindo mais uma vez um calafrio correr pela minha pele agora descoberta. Caminhei até a janela, fechando-a e notando a chuva forte que caía do lado de fora, um trovão estourou no céu, me fazendo dar um pulinho.
Aos olhos de muitas pessoas, era meio idiota uma garota de dezoito anos sentir medo de trovões e chuvas pesadas, mas eu possuía esse sentimento por causa de um trauma. Quando eu era criança, brincando no parque junto com minha prima e algumas outras crianças que estavam ali, começou a chover bastante e um raio estourou bem próximo de um carro que estava estacionado em frente a um mercadinho.
Depois daquele dia eu nunca mais consegui gostar de dias chuvosos e sinto pavor de escutar o barulho dos relâmpagos e das trovoadas. Prendi meus lábios um no outro e voltei a me deitar, dessa vez eu liguei os leds num tom de rosa baixo e peguei o meu celular para voltar a ler minha fanfic. Estava sem sono algum e após esse susto, tenho certeza que demorarei a ir dormir.
Me encolhi um pouco mais na cama quando um barulho alto e grave tomou conta do ambiente. Senti meu coração acelerar dentro do peito e a falta de ar me consumir, aquele sentimento de medo é desesperador e sufocante. Um barulho diferente se fez presente e eu observei a porta do meu quarto ser aberta, a fisionomia do corpo de Jeon entrou em meu campo de visão, havia um copo de vidro em sua mão com um líquido branco que me remetia a leite.
Por conta da luz neon eu pude ver seu olhar cair sobre mim, desliguei o celular e me sentei na cama, ajeitando o meu pijama. Seus olhos desceram até o meu busto, mas logo voltaram aos meus rosto, onde ele me deu um pequeno sorriso.
— Oi... Vim ver como você estava, sei que noites assim são difíceis para você. — Explicou e eu assenti, colocando os cabelos atrás da orelha.
— Estou tentando distrair a cabeça. — Falei e ele assentiu, enfiando a mão livre no bolso da calça de moletom cinza. — O que está tomando?
Ao escutar minha pergunta, Jeon observou o copo em sua mão e deu um pequeno sorriso de lado.
— Leite morno... — Subiu seu olhar para mim, com uma das sobrancelhas arqueadas — Quer?
A falta de ar voltou a consumir o meu corpo, mas não era por conta do medo. Um calor se apossou de mim enquanto um calafrio recepcionava minha espinha dorsal, o contato visual que mantemos estava me deixando tensa, engoli a seco e assenti. Jungkook se desencostou do batente da porta e assim que passou por ela, adentrando o meu quarto, a fechou.
Senti que eu estava dando um passo precipitado e que eu convidava ele para entrar diretamente na cova de um leão faminto, a diferença é que eu já estava no habitat e ele era o leão convidado. Com os pés descalços ele caminhou até a mim e parou em meu lado na cama, me descobri, sentando de frente para si e peguei o copo de sua mão tatuada. Os olhos pretos caíram sobre o pijama curto e justo no meu corpo.
Pelo frio os bicos de meus seios estavam enrijecidos e praticamente transparentes no tecido fino, minha intimidade era pouco marcada também. Jeon umedeceu os lábios e eu o olhei de baixo, arrepiando minha pele pensando em como ele ficava lindo com aquela visão. Só consigo imaginar como seria sua expressão de prazer comigo lhe mamando exatamente ali. Seria divertido e funcionaria perfeitamente, pois seu quadril estava bem próximo ao meu rosto.
— Toma tudo. — Falou de modo firme, com os olhos nos meus.
— Tomarei.
Levei o copo até a boca enquanto o olhava, vi Jungkook travar o maxilar e eu pressionei minhas coxas uma contra a outra, estava ficando excitada e lubrificada por ele, sentia meu botãozinho pulsar de tanto tesão. Tirei o vidro dos meus lábios, sentindo que havia ficado com um pequeno bigodinho de leite, então mantendo o contato visual, lambi os resquícios.
O moreno levantou sua mão em minha direção, trazendo-a até os meus cabelos e os acariciando. Logo depois escorregou até minha bochecha, onde fez mais um carinho enquanto eu voltava a beber o resto do leite que até então, já havia esfriado um pouco. Meu corpo estava ansioso, estremecido pelo frio e pelo toque do homem à minha frente, me encarando tão sério e desejoso.
— Como você consegue ter um rosto tão belo e delicado, dando a parecer um anjo, mas agir como uma vadia necessitada quando está sozinha? — A carícia se tornou um aperto e automaticamente algumas gotas de leite escaparam da minha boca.
Coloquei o copo em cima da minha cômoda e o encarei com um misto de sensações e emoções. Estava confusa, excitada, com medo e curiosa. Então tudo o que consegui fazer foi olhá-lo inocentemente, atraindo um riso ladino e irônico seu.
— Do que está falando? — Perguntei com dificuldade diante do seu aperto em meu rosto. Mais uma vez minha intimidade pulsava enquanto ele levava o polegar até meus lábios. — O que você está fazendo?
— O que acha que estou fazendo? — Arqueou uma das sobrancelhas.
Jeon puxou meu lábio inferior para baixo. Toda aquela tensão estava me matando, sentia minha nuca, axilas e a parte traseira dos meus joelhos suarem, meu corpo estava febril e penso que a qualquer momento posso entrar em combustão, tudo por causa dele.
— Eu não sei... — Respondi sinceramente e ele negou com a cabeça. Seu polegar adentrou minha boca, passando pelos meus dentes e tocando a minha língua. Notei o enorme relevo em sua calça de moletom, mostrando o quão excitado ele também estava.
— Vamos lá, carinho, pense um pouquinho e você terá a respostas para as duas perguntas, sim? — Franziu as sobrancelhas enquanto assentiu.
Sentindo o sabor salgado de sua pele no meu paladar, coloquei o meu cérebro para raciocinar e somente então, após olhar para a tela baixa do meu computador eu entendi o que ele quis dizer. Ele estava me observando e o barulho que eu escutei não foi por nada, era ele. Por isso que ele já estava em casa. Jeon me queria, ele estava ali porque estava me desejando, queria o meu corpo. Jeon Jungkook estava ali porque queria foder comigo.
— Você viu. — Foi tudo o que eu consegui dizer, atraindo um sorriso seu. Tive vontade de gemer manhosa quando observei a cena. — Eu sei o que você está fazendo e eu sei o que você quer.
O moreno arqueou uma das sobrancelhas e me soltou. Jungkook enfiou as duas mãos no bolso da calça e automaticamente eu abri um pouco mais das minhas pernas. Me encontro descontroladamente melada.
— E o que eu quero, Megan? — Desafiou e eu sorri.
Me levantei, tocando seu abdômen coberto pela camiseta preta e fiquei na ponta dos pés, encarei seus olhos negros e brilhantes. A tensão daquela luz rosa neon baixa só deixava o ambiente mais propenso para fazermos aquilo que desejamos. Devorar um ao outro violentamente.
— Me foder.
Informei, fazendo ele sorrir. Desci meu olhar para sua boca, vendo que ele fez o mesmo. Jeon enfiou sua mão entre os meus cabelos, puxando o couro cabeludo com força, dessa vez eu não segurei o arfado que queria sair dos meus lábios. O olhei desafiante, fazendo suas sobrancelhas franzir.
— Ninfeta do caralho. — Murmurou, puxando minha cabeça para trás — Tá louca para me dar a boceta, hm? Está molhada para mim? Será que está tão melada e inchada quanto horas atrás? — Me bombardeou com perguntas sacanas e eu franzi o cenho, sentindo as pontadas em meu ventre.
— Porque não vê por si mesmo? — Provoquei.
Jeon me puxou para si, apertando ainda mais meus cabelos, fazendo meu couro cabeludo arder. Sua canhota tocou meu pescoço enquanto seus olhos estavam conectados nos meus, lentamente passou pelo vale dos meus seios, onde ele apertou um deles. Me segurei para não soltar um gemido, porque eu sou bem sensível no local.
Seus dígitos caminhavam pelo meu corpo como um navegador em alto mar, descendo pela minha barriga, contornando a curva da minha cintura, agarrando minha bunda e apertando o osso do meu quadril. Mordi meu lábio inferior quando seus dedos correram pela entrada do meu short, isso me arrepiou, pois sua mão está gelada.
Quando os dedos longos alcançaram minha intimidade, rapidamente eles deslizaram por ela, porque eu estava completamente lambrecada pela minha excitação. Pela primeira vez seus olhos se fecharam e um suspiro saiu de seus lábios rosados, comprimo um gemidos quando ele me esfregou, ele também já estava molhado. Com o dedo médio, o homem mais velho estimulou meu clítoris pulsante e inchado.
— Está respondido? — Perguntei com cinismo, Jeon me olhou sério enquanto travava o maxilar.
— Não quero ser respondido, quero estar bem servido. Quero estar satisfeito. — Retrucou com grosseria. — Vamos cortar a parte onde você age como uma malcriadinha e simplesmente obedece às minhas ordens como a cadelinha encharcada que você é. — Mandou, me fazendo sorrir.
— Quem disse que eu não sou malcriada? — Aticei mais uma vez, fazendo-o respirar fundo.
— Não me provoque, Megan, eu não sou como os merdinhas que você está acostumada. — Apertou meu rosto e eu sorri com dificuldade.
— Qual a diferença? Você sabe puxar, apertar e mais o que, sabe bater também? — Perguntei com provocação, arranhando a lateral de sua cintura.
Ele estava perdendo a paciência comigo, isso era óbvio e eu estava adorando. Queria empurrá-lo até o limite para que perca as estribeiras e me foda sem dó ou piedade, se fosse para ser uma única vez, que seja intensa e sem me deixar andar direito por dias.
— Quer que eu te bata, Megan? — Questionou, me olhando de um modo diferente.
— Se você for capaz. — Desafiei e ele soltou um sorriso.
Jeon acariciou meu rosto antes de dar um tapinha nele. Lambi meus lábios antes de dar-lhe um sorriso.
— Não fez cócegas, Jeon. Acho que você está perdendo para eles... — Provoquei e ele sorriu, me fazendo ficar confusa.
— Você está brincando com fogo, princesa, estou tentando manter o controle, mas é evidente que você não quer isso. — Torceu o pescoço, me soltando brutalmente — Acredite, se eu for colocar força em tudo o que eu fizer com você, amanhã você será apenas uma bonequinha de porcelana inteiramente quebrada e cheia de hematomas. Não quero deixar esse rostinho roxo, embora minha mão coça para marcá-lo. — Alertou enquanto enfiava as mãos nos bolsos da calça.
— Não me importo de amanhecer quebrada, Jeon Jungkook. Se não for para me foder direito, nem queira entrar nesse jogo. Eu não sou uma bonequinha. — Falei de modo curto e grosso. — Ou você vem aqui e me come como sente vontade, ou passe por aquela porta e nunca mais terá outra oportunidade.
Arqueei as sobrancelhas enquanto cruzava os meus braços. Ele apenas sorriu enquanto abaixava a cabeça, me perguntei se eu havia falado algo engraçado, mas logo quando a subiu, um olhar predatório tomou conta de sua face. Engoli a seco à medida que ele se aproximava de mim.
— Eu vou mostrar a você as consequências de me provocar, sua ninfetinha malcriada.
Foi um êxtase quando meus lábios encontraram com os seus. Em modo automático eu levei minhas mãos até os seus lábios enquanto as suas agarraram minhas costelas, me erguendo do chão e fazendo com que eu entrelaçasse as pernas ao redor de sua cintura fina. Não teve selinho, apenas a língua bruta de Jeon dentro da minha boca mostrando toda a superioridade que possuía sobre mim.
Depois dos corpos encaixados um no outro, sua canhota foi aos meus cabelos e sua destra em meu pescoço, apertando-o da maneira correta e sem obstruir a passagem de ar. Chupei seu lábio inferior, sentindo o aperto se firmar ainda mais em meus fios, pela nossa diferença de altura eu não sentia sua rigidez, mas acredito que deva estar latejando nesse momento. Eu queria mamar nele e me sentir engasgando naquele pau grosso.
Ofego quando sinto-o agarrar minha nádega com força, esfreguei minha intimidade contra seu abdômen, tentando suprir o incômodo que eu sentia ali. Estava doendo, eu me sentia mais e mais melada, eu precisava de um alívio urgentemente. Jeon cortou nosso beijo, me permitindo respirar e encarar seus olhos dominantes.
— Está inquieta, precisa de ajuda com essa bocetinha? — Balancei a cabeça positivamente, com isso, ele agarrou o meu rosto com muito mais força que as outras vezes, fazendo com que eu piscasse lá embaixo. — É corajosa o suficiente para me desafiar, mas não tem a coragem de me pedir para te chupar, tsc...
Jungkook deu um tapa em meu rosto, me fazendo fechar os olhos e apreciar a ardência em minha pele fina. Formigava, me dava tesao, me fazia necessitar cada vez mais dele.
— Eu quero que você me chupe, Jeon. — Falei manhosa e ele sorriu.
— Boa menina. — Fui colocada no chão e ele caminhou até minha cadeira — Tira o short e a calcinha. — Ordenou e eu sem pestanejar, o fiz, descendo as duas peças lentamente pelo meu corpo. Vi os olhos dele brilharem e a língua empurrar a bochecha. — Agora sente-se e abra as pernas como você fazia horas atrás.
Caminhei até o local no qual me foi mandado, com as pernas trêmulas e o corpo ainda mais, me sentia suando. Me sentei na cadeira, abrindo as minhas pernas e logo o mais velho se virou em minha direção. Jungkook mordeu seu lábio inferior enquanto olhava para a minha intimidade exposta e eu me sentia completamente vulnerável diante de si, o desejo era nítido em suas orbes e isso me deixava extasiada.
— Tão linda... — Ele se ajoelhou, melecando seu nariz avantajado em minha lubrificação — Cheirinho tão gostoso. Será que o sabor também é? — Seu polegar fez um carinho em cima do meu botãozinho e eu franzi as sobrancelhas enquanto gemia.
— Experimente e me diga. — Falei simples.
Jeon me olhou, deslizando seu digito com extrema facilidade por minha vulva, descendo até minha entrada anal, essa onde me olhou e deu um sorriso.
— Se você me chupar gostoso, quem sabe eu te dou em forma recompensa mais tarde. — Confessei, atraindo um sorriso seu.
— Não vai querer me dar por recompensa, carinho. Vai querer me dar para que possa se sentir preenchida pelo meu pau e pela minha porra em todos os seus buraquinhos.
Estremeci com suas palavras, Jungkook segurou minhas coxas com força, abrindo-as ainda mais e cheirando a minha pele.
— Você cheira a leite e baunilha. — Mordiscou o interior da minha pele e eu arrepiei — Demonstra inocência quando quer ser fodida como uma putinha.
— Sou inocente aos olhos de quem quer me ver assim, papai. — Provoquei, sentindo sua respiração perto do meu sexo.
— Claro, é assim que o diabo se disfarça. — Jungkook levou sua boca até minha intimidade, chupando apenas meu clítoris, ato que me fez curvar as costas e gemer — Fique feliz em saber que sou um bom pecador.
Dito isso, seus lábios me envolveram por inteira, sugando meu líquido, meu botãozinho e os meus lábios menores. Fechei os olhos com força enquanto abria a boca e erguia as costas apertando seus cabelos negros em minha mão. Sua língua rápida trabalhava em cima do meu ponto sensível de cima para baixo, eu via estrelas.
Da mesma forma em que eu sentia alívio em ver aquele rosto entre minhas pernas, aliviando a minha excitação. Eu me sentia cada vez mais safada, me sentia mais ansiosa para dar. Era delicioso ter aquela boca trabalhando em mim, aqueles olhos me olhando e o maxilar se movimentando. Eu despejava toda minha lubrificação nos lábios rosados e inchados do Jungkook, tanto quanto minha intimidade.
— Hm... Você é tão docinha, carinho. — Me olhou enquanto esfregava sua língua macia em meu pontinho.
Logo em seguida ele passou por toda minha intimidade, me sugando e descendo até minha outra entradinha. Jungkook mordeu minha bunda com força, fazendo com que eu apertasse o braço da cadeira com uma mão e que com a outra eu puxava seus cabelos.
— Bocetinha gostosa, toda minha. — Apertou minha coxa e mordiscou meu clítoris. — É minha, Megan? — Estapeou ela — Essa boceta é minha, hm?
— Sim... Toda tua. — Assenti, acariciando seus fios.
— Minha bebê gostosa.
Jeon voltou a me chupar e eu a gemer em um grande desastre. Revirei meus olhos enquanto sua língua trabalhava deliciosamente em mim. Dois de seus dedos vieram até minha boca, onde eu os chupei, fazendo questão de sustentar meu olhar no seu. Jungkook enfiou esses dois dedos em mim, eu surtei. Minhas pernas tremeram e eu mordi meu braço para não soltar um grito.
Sem dó, sem carinho e sem gentileza, ele socou dentro de mim, sem parar. Seus dedos iam e viam, ora em outra revezava em fazer movimentos de gancho, estimulando meu ponto G com as pontas de seus dedos grandes.
— Sim! Isso, isso, isso... Assim! — Gemi franzindo os lábios e as sobrancelhas, mordendo eles logo em seguida e contraindo o abdômen.
— Goza pra mim, cadelinha. — Os movimentos em cima do meu clítoris não pararam. Eram dois de seus dedos dentro de mim juntamente com o seu polegar e a língua estimulando meu botãozinho.
Eu havia me tornado uma bagunça enorme. Suada, lambuzada, ofegante e com o coração a mil. Com a mão livre eu notei que Jungkook batia uma dentro da sua calça. Como ele conseguia fazer tudo aquilo em mim e ainda ter coordenação motora para se tocar? Esse homem não existe...
Fechei os olhos enquanto forçava minhas pernas convulsivas. Arqueei as costas enquanto forçava o abdômen para expelir todo o meu gozo, a sensação deliciosa de um orgasmo tomou conta de mim e eu me sinto extasiada. Obtive a visão do moreno lambendo todo o líquido branquinho quase transparente e cara... Isso é lindo.
— Deliciosa. — Disse enquanto se levantava. — Já está cansada, garotinha? — Provocou e eu o olhei.
— Não mesmo... Apenas fazia tempo que eu não tinha um orgasmo tão intenso. — Expliquei e o vi se sentar na cama. Jeon levou a mão para trás das costas e tirou sua camisa com facilidade. O volume em sua calça me fez salivar.
— E ainda me compara com esses moleques. — Riu em sarcasmo e arqueou uma das sobrancelhas. — Vem aqui. — Mandou e eu suspirei, me levantando. No mesmo momento minhas pernas fraquejaram, fazendo com que eu caísse no chão, isso atraiu um riso dele. — Engatinha até mim.
Mais uma vez eu o obedeci, indo em sua direção com as mãos e os joelhos. Parei entre suas pernas abertas e com isso recebi um carinho no rosto, indo em direção aos cabelos. O toque de Jungkook causava sensações diferentes em meu corpo, além de arrepiar minha pele, é como se seus dedos fossem cabeças de fósforos pegando fogo e queimando a minha epiderme.
— Ainda está com sede? — Questinou e eu balancei a cabeça positivamente — Não se preocupe, agora você irá tomar do meu leitinho bem quentinho, quem sabe assim você dorme melhor, hm? — Arqueou a sobrancelha enquanto passava o polegar pelos meus lábios — Porra... Esses teus olhos me deixam louco. Essa sua boca só me deixa mais ansioso para vê-la ao redor do meu pau. Vai me mamar gostoso, princesa?
— Sempre. — Falei, tocando sua ereção por cima da calça.
Jungkook sorriu, puxando o ar entre os dentes. Mordi o lábio inferior, levando agora a outra minha em seu cós e puxando o tecido de moletom para baixo. Suspirei ao ver as coxas grossas, simplesmente deliciosas. Toquei em seu pé gordinho e gelado, removendo totalmente aquela peça de roupa e beijei o interior de suas pernas definidas.
— Você é lindo... — Confessei enquanto passava as mãos pelo seu abdômen, arranhando de leve os gominhos. Eu sou apaixonada nesse homem.
— Não mais do que você, garotinha. — Me acariciou — Vem aqui.
Sua mão foi até minha nuca, me puxando para perto do seu membro. Toquei-o com a destra, assistindo a pele de Jungkook se arrepiar, deixando seus poros todos abertos. Mordi o lábio apreciando aquele monumento em minha mão; grande, grosso, firme, cheio de veias e com pouca pele sobrando. As bolas também estavam cheinhas e levemente enrijecidas por dentro da pele, necessitam da minha atenção.
Joguei os cabelos para trás dos ombros e voltei a segurá-lo, mas dessa vez, rodeei toda a minha língua por sua glande inchada e molhada de pré-gozo. O sabor salgado do prepúcio me fez morder os lábios, com os olhos nos dele, recebendo seu carinho em meus cabelos, envolvi sua cabecinha com toda a minha boca. A cena dele gemendo um palavrão, apertando meus fios e contorcendo o abdômen, se fixou na minha mente.
As sobrancelhas grossas estavam franzidas, tal como o nariz enquanto agora ele mantinha sua boca aberta para gemer. Os dentinhos protuberantes faziam uma pequena aparição por trás dos lábios, enquanto eu observava seu peito subir e descer, fazendo a correntinha de ouro deslizar por sua pele várias e várias vezes. Desci até a metade dele, porque o resto não cabia, não só pelo tamanho, mas por conta da grossura. Minha boca é muito pequena.
Envolvi minhas duas mãos ao seu redor, girando-as e descendo minha boca até sua cabecinha encostar naquele negócio que balança no fundo da minha garganta.
— Caralho, Megan! — Com sua destra tatuada, Jungkook ergueu o quadril e meteu na minha boca. — Posso foder? — Questionou.
— Até eu chorar se quiser.
Jeon mordeu o lábio inferior e agarrou meus cabelos pelos dois lados da cabeça. Apoiei minhas mãos em suas coxas e cravei as unhas nelas, os meus olhos se conectaram nos seus, mas logo o contato visual foi quebrado quando ele passou a meter sem dó na minha boca. Enquanto ele jogava a cabeça para trás eu pressionava meus olhos, sentindo ele descer a minha garganta.
As lágrimas escorriam pelos meus olhos e eu me sufocava juntamente da saliva. Meu rosto estava quente, fervendo, eu tinha a plena certeza de que estava mais vermelha do que um pimentão. Mas eu não queria parar, não agora. Jungkook saiu de dentro da minha boca e eu tossi, cuspindo o excesso de saliva em seu pau e lhe masturbando.
— Deita de barriga para cima e coloca a cabeça na ponta da cama.
Assenti as suas falas e fiz o que me foi pedido. Deitei na cama, deixando minha cabeça na ponta e as pernas abertas. Jeon não pensou duas vezes antes de agarrá-las e debruçar sobre o meu corpo para envolver sua boca ao redor do meu sexo. Aproveitei a posição para enfiá-lo também dentro dos meus lábios, passando minha língua para lá e para cá por todo ele.
Arranhei a lateral de sua cintura, sentindo o quão gostoso era ter sua língua trabalhando em mim. Que inferno de homem! Estremeci sentindo os resquícios do orgasmo. Jeon me soltou, ficando em pé em minha frente e eu o olhei. Entendi bem o que ele quis dizer, o moreno segurou seu pau, batendo uma em minha frente e eu abri a boca. Vi ele cuspir no pau e consequentemente cair um pouco dentro de mim, mordi o lábio safada e ele bateu com seu membro em meu rosto.
— Eu quero ver ele passando a sua garganta... Quero ver você se engasgar com ele até ficar tão vermelhinha quanto a tua boceta. — Jungkook me estapeou forte na mesma e eu gemi, fechando as pernas. Meu clítoris estava sensível. — Quero jorrar toda minha porra nessa cara e depois te comer até amanhecer. — Avisou e eu sorri.
— Você acha que consegue durar até lá? — Provoquei e ele me deu um daqueles sorrisos de canto.
— Não costumo gozar mais de uma vez em uma noite garotinha, posso passar quatro horas comendo sua boceta e eu não irei gozar. Então eu te pergunto... — O mais velho agarrou um dos meus seios com a mão e enfiou seu pau de uma vez na minha boca, indo até a garganta como disse que faria — Você aguenta?
Segurei-me em seu braço enquanto o sentia foder com força e velocidade. Eu nunca tinha feito aquilo antes e estava morrendo de medo de acabar vomitando a hora que ele parasse. Enquanto tudo acontecia, as lágrimas corriam livremente pelo meu rosto e eu tentava respirar fundo.
Jungkook é bruto e eu tenho certeza que nunca me esqueceria disso. Ele é o tipo mais inesquecível que existe, se não o único. Fechei os olhos enquanto espasmos corriam pelo meu corpo, os gemidos altos do moreno entregavam o quão gostoso isso está sendo para si, assim como também está sendo para mim.
— Caralho...
Gemeu e saiu de dentro da minha boca, abri os olhos vendo o moreno se masturbar. Rapidamente me virei, ficando de quatro e envolvendo sua cabecinha com meus lábios, estimulei-o pelas bolas enquanto sua outra mão apertava minha nuca, puxando alguns cabelos. Um choque percorreu meu corpo quando os nossos olhares se encontraram enquanto ele gozava na minha boca.
O sabor doce tomou conta do meu paladar e o cheiro de água sanitária também, fiz biquinho, cuspindo um pouco apenas para estimular sua visão e o engoli por completo. Chupei todo o resíduo de porra que ainda saia da sua fenda. O acabado realmente fazia efeito. Jungkook cambaleou para trás com as pernas bambas e eu pude vislumbrá-lo com os cabelos negros suados e grudados na testa.
Observei os ombros largos em contraste com a cintura fina e bem desenhada, o quadril um pouco mais largo e as coxas bem torneadas. O suor escorria pelo seu abdômen e eu senti vontade de lambê-lo Jeon Jungkook é uma perfeição.
— Cansado? — Aticei, mordendo o lábio inferior e também me recuperando. Jeon tombou a cabeça para o lado, arqueando a sobrancelha para mim.
Lentamente ele se aproximou e me envolveu num beijo. Diferente das outras vezes, ele estava devagar, mas intenso. Agarrei seus fios da nuca, me deitando e permitindo com que ele viesse para cima de mim. Toquei suas costas, arranhando-as de leve com minhas unhas.
— Você sabe que não tem como voltar atrás, principalmente depois de tudo isso, não é? — Ele me olhou. Parecia mais preocupado comigo do que com a própria consciência.
— Uma noite e nunca mais.
Jungkook travou o maxilar e assentiu. Afundei minha cabeça nos travesseiros, as unhas nos lençóis e os dentes no ombro dele, ao mesmo tempo em que ele me penetrava. A dor que tomou conta da minha intimidade era inexplicável, fazia tanto tempo que eu não fazia e o pau de Jungkook era bem grosso para mim.
— Caralho, você é tão apertada. — Rosnou com a voz rouca — Consigo sentir tua boceta contraindo ao meu redor, porra!
— Aí, Jungkook... Tão gostoso. — Abracei sua cintura com as minhas pernas enquanto ele se movia lentamente. — Está doendo um pouquinho. — Me remexi embaixo de si e ele retirou seu rosto do meu pescoço, onde beijava minha clavícula.
— Quer que eu pare? — Perguntou preocupado e eu sorri.
— Quero que você me foda rápido e forte. — Disse direta e ele sorriu.
— Minha ninfeta.
Escutar aquilo fez meu corpo estremecer. Jungkook ficou de joelhos enquanto me segurava pelos quadris, subindo-os na altura correta para si. Sem que eu tivesse uma próxima reação, seus dedos afundaram em minha carne e seu pau afundou dentro de mim, arrancando um gemido alto dos meus lábios.
Arregalei ao lembrar quem dormia no quarto ao lado.
— Ela não iria acordar nem se essa casa pegasse fogo. — Ele disse enquanto metia violentamente contra mim — Não reprima nenhum gemido, caso contrário vai ser tapa atrás de tapa. — Agarrou meu rosto com força e eu sorri como uma sapeca.
Pressionei meus lábios um contra o outro, comprimindo os meus gemidos. Estava quase impossível, porque eu sentia Jungkook socando o colo do meu útero com força, o moreno furioso estapeou meu rosto, fazendo com que a pele ardesse e eu sorri, soltando um gemido alto.
— Cadela. — Xingou, me apertando mais uma vez — De quatro.
Saiu de mim, me virando com brutalidade pelas coxas e meteu um tapa forte em minha bunda. Mais uma vez ele desceu o rosto até ela, dando uma mordida forte. Arqueei as costas, ficando bem empinada, com o busto e o rosto colados na cama e a minha bunda no ar. Afastei as pernas sentindo ele bater com o pau no meu clítoris.
— Você gosta de ser fodida como uma vadia, não é? — Puxou meus cabelos, metendo novamente em mim. A ardência era algo maravilhoso. — Gosta de tomar tapa na cara e ter a boceta alargada por um pau grosso, não é? É gostoso dar a bocetinha pra mim, Megan? É assim que você queria que eu te fodesse?
— S-Sim, porra! Ah... Merda!
Minhas falas saem cortadas, eu estava uma grande bagunça. O barulho de pele com pele se chocando inundava o local, os gemidos de Jungkook se mesclavam com o meu e formava uma trilha sonora maravilhosa de ser escutada. Eu não queria que ele parasse nunca, eu nunca mais queria sair dali.
Seu sexo é bruto, rápido, forte, violento. Suas mãos vagaram pelo meu corpo, deslizando por conta do suor e me apertando em cada canto possível. O moreno parou de se movimentar e eu o olhei por cima do ombro, Jeon se manteve de joelhos e me puxou pelos cabelos até ele, grudando minhas costas em seu peitoral rígido e suado.
Nossas peles quentes e molhadas se conectaram e eu apoiei minha destra em sua coxa, a canhota foi até sua nuca, o puxando ainda mais para mim. Sua mão tatuada envolveu meu pescoço e seu outro braço passou pela minha cintura, seus lábios beijavam a pele do meu ombro e pescoço, me deixando arrepiada e acelerando ainda mais meu coração.
— Você é tudo o que eu sempre quis... — Ofegou atrás da minha orelha, me preenchendo lentamente — Você é linda, Megan, porra... — Mais uma estocada forte. Mas dessa vez, o senti pulsar dentro de mim, então contrai minha intimidade. — Cacete.
— Você mexe muito comigo, Jungkook. — Confessei e ele gemeu no pé do meu ouvido, rouco e baixo. Meu corpo inteiro estremeceu. Eu nunca mais esqueceria desse momento.
— Eu sonhei tanto com esse momento e a realidade tem sido bem melhor. Eu sou louco por você, garota. — Segredou e eu virei minha cabeça até onde conseguia para olhá-lo.
Seu suor escorria pelo rosto e ele me olhava, acariciei seu rosto como deu e o puxei para um beijo meio desajeitado, mas carregado de sentimentos. Jeon descontou em mim, me fodendo com força e com velocidade, ele não iria parar tão cedo.
— Eu quero cavalgar em você.
Ele assentiu e saiu de mim, dando um beijo rápido e molhado em meus lábios. Jungkook se deitou no meio da minha cama e eu subi por cima de si, me encaixando e deslizando seu pau por toda a minha entrada. Joguei a cabeça para trás, sentindo o quão gostoso era tê-lo por inteiro, mordi o lábio inferior e passei a sentar em si, subindo e descendo devagarinho.
— Foder com um cara mais velho é dez vezes mais gostoso. — Eu disse jogando a cabeça para o lado e sentindo as mãos grandes dele envolverem minha bunda.
— É? Por que? — Arqueou uma das sobrancelhas enquanto eu movia meu quadril lentamente para frente e para trás.
— Por causa da experiência, vocês fodem muito bem... Ah! — Gemi quando recebi um tapa na bunda.
— Está dizendo que já fodeu com outros caras mais velhos, Megan? — Jeon questionou com as sobrancelhas franzidas e empurrando a língua contra a bochecha. Eu contrai ao seu redor. — Vadiazinha.
— Alguns aqui e ali... — Provoquei com um sorriso e passei a rebolar mais intensamente — Mas nenhum como você.
— Eu vou te ensinar a não falar de outros caras enquanto eu meto em você. — Jeon agarrou meu pescoço e a minha cintura, estocando violentamente contra mim. — Olhos nos meus, cachorrinha.
Assenti, sentindo a dor de tê-lo tão profundamente, arrastando por minhas paredes. Tampei minha boca com a mão e senti o choque percorrer por todo o meu corpo, minha cintura foi apertada por suas duas mãos e eu segurei em seus braços, não me importando de cravar as unhas em sua pele.
— Quero ver algum outro filho da puta comer essa boceta como eu, sua desgraçada. — Proferiu raivoso. Minhas pernas tremeram, tal como todo o meu corpo, e isso fez ele sorrir — Goza no colinho do papai, amor.
Permitindo que o meu orgasmo chegasse mais uma vez, meu corpo caiu sobre o de Jeon enquanto ele me abraçava com um braço e apertava minha bunda com outro. Sem parar de me comer, meu gozo escorreu livremente por sua pélvis, dando um barulho ainda mais erótico ao encontrar com a minha pele.
Jungkook em um segundo inverteu as nossas posições, ficando por cima de mim e abraçando o meu corpo. Passei meus braços pelos seus ombros, puxando-o ainda mais para mim e colando nossos corpos, abracei sua cintura com as coxas e pressionei. Um gemido rouco escapou dos seus lábios e eu sorri, sentindo sua respiração quente e o suor do seu corpo se mesclando com o meu.
— Continua... Continua me fazendo gozar... Porra! — Arranhei sua nuca enquanto arqueava as costas. — Você me faz como ninguém...
— Quero gozar em você, bebê. — Murmurou rouco no meu ouvido e eu sorri, tendo a sensação deliciosa que é ele estar me apertando.
— Faça o que quiser com o meu corpo, papi.
Jeon se afundou ainda mais em mim, mas dessa vez agarrando minha coxa e prendendo o meu pescoço com a mão. Sua boca se juntou a minha numa dança lenta e gostosa, mostrando que quem predominava ali era ele. Mostrando que eu sou toda dela. Chupei sua língua, fazendo com que ele me apertasse ainda mais.
Contrai ao seu redor, sentindo ele desacelerar e seu pau pulsar incontáveis vezes dentro do meu interior. Jungkook gemeu em minha boca, com os olhos nos meus e a testa grudada na minha. Seu corpo caiu sobre o meu enquanto nós dois tínhamos espasmos, apenas então eu percebi que mais uma vez tinha gozado depois dele.
Fechei meus olhos, respirando fundo, me recuperando daquele momento. Mas toda a sensação de paz que eu senti no corpo foi embora quando escutei batidas na porta.
— Filha, está tudo bem? Você sabe onde o Jungkook está?
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