CAPÍTULO ONZE

Alguns meses depois

As semanas passou-se em um período de intervalo de tempo tão curto para mim, tanta coisa boa e ruim aconteceu nesse meio período.

Meu amigo de longa data, kim taehyung, conseguiu um bom trabalho em los angeles e agora estava vivendo com um visto de cidadão legal na gringa.

A senhora morgan obteve um outro emprego melhor que o antigo e que ganhar equivalente a dois salários mínimos, e conjuntamente tinha conquistado uma renda extra.

O jungkook que vem se mostrando um namorado sensacional, recebeu e fez algumas propostas de projetos para fotógrafa, um hobbie que ele tem. A doença dele tinha melhorado e era noventa por cento de chance de cura.

Ele sempre me dizia palavras bonitas, me dava flores, cozinhava para mim, ainda mais que eu adoro ver ele lavando a louça depois. E também me fazia supresas, e logicamente eu acabava estando eufórica com tudo.

Um flackback acedeu na minha mente e me recordei de quando ele organizou uma supresa para mim. Ele tinha me levado para um parque de diversões e fazido eu ir no brinquedos mais radicais, eu quase desmaiei e mais tarde briguei com ele.

eu vou te matar! ele soltou uma gargalhada não é para rir, eu quase desmaiei por sua causa digo nervosa, como resposta ele apenas passou o polegar nos meus lábios.

por que você ficar tão linda brava? bato no seu ombro e saio andando apressada sem olhar para trás.

Ele chama meu nome, mas como sou travessa e vingativa, eu me fingo de surda e boba e tento sair dali o mais depressa possível.

Eu me sentia tão eufórica perto dele, que eu não me cansava de apreciar cada segundo com ele quando eu ainda tenho tempo de vida.

Meu estado de saúde havia piorado, faltava pouco para a doença se espalhar pelo meu organismo todo e causando assim minha morte, o que não era novidade nenhuma para mim.

A rosé depois que se formou, conseguiu a vaga de emprego em uma clínica veterinária. Ela estava fazendo um trabalho excelente e pondo em prática tudo o que aprendeu na universidade.

Todos falava bem dela e dos cuidados que ela tem com os bichinhos. Vindo de mais um tratamento no consultório, paro e vou visitar minha amiga no emprego. Nesse dia da semana ela quase não tem consultas marcadas.

Ela estava examinando um cachorro fêmea da raça lulu da pomerânia de coloração branca. Fazia com toda paixão. Em seguida, depois de terminar, colocou o bichinho em uma gaiola espaçosa e confortável em outra sala e veio falar comigo.

Arretou para trás a cadeira dela se sentando e eu faço o mesmo.

— que visita mais amigável – diz como uma profissional, eu acho um pouco de graça o seu tom e me contendo para não rir.

— como está indo no seu novo trabalho rosie? – ela articula com a mão mandando eu espera.

— aguarde um segundo.

Ela agarrar uma xícara e derrama chá de mate-leão no frasco vazio. Ela se senta novamente.

Me oferece uma xícara e eu nego – estou sendo tratada e me saindo bem, e sou elogiada pelo meus supervisores – coloca a xícara na mesa, depois de beber um gole.

— você litelramente nasceu para esse emprego, você o faz tão bem – a elogio, ela está com uma expressão de desânimo.

— queria passar mais tempo com você – levanto e dou um abraço apertado nela.

— não tem problema, a gente vai ser sempre amigas – digo – não importa o que aconteça.

— lembrei que tenho que conferir uma coisa.

Ela sai da sala e após poucos minutos volta com alguns papéis. Ver cada detalhe das folhas e escreve alguma coisa nelas.

— são os exames de um cachorro idoso, ele vai ter que ser sacrificado por causa de um problema de saúde – fala com voz de choro.

Ela sempre foi muito sensível para essas coisas. Permaneci mais um pouco no ambiente e depois pedir para meu namorado com me buscar.

[ • • • ]

— que supresa é essa que você preparou para mim? – digo curiosa, ele mantém a fenda nos meus olhos trampando minha visão.

— você vai se surpreende.

Consegui ouvir a porta se abrindo lentamente, ele foi me guiando devagar até o meio da sala de estar e depois me deu um selinho retirando o pano fazendo eu enxergar a luz novamente.

A casa toda estava decorada com balões de corações, tava tudo tão romântico e a mesa estava servida ao jantar de velas. Parece simples e típico, mas eu simplesmente tinha amado.

— nossa, eu amei! – afirmo, me levantando e beijando ele.

— vamos estrela? – pergunta depois que terminamos nosso beijo.

Ela me leva até à mesma e puxa a cadeira para mim como um cavaleiro. Fico esperando ele termina de servir os pratos e se sentar também.

Ele tinha cozinhado minha comida favorita, macarrão ao molho branco, puder senti o cheiro delicioso e me deliciar ao provar do prato.

— está completamente delicioso! – digo fazendo um som como se eu estivesse gostando.

— que bom que gostou, porque eu fiz especialmente para você – fala enrolando o macarrão no garfo e colocando na boca.

Durante o jantar, senti um enjoo forte me deixando muito enjoada. Eu estava disfarçando o maior tempo que me forçei a aguenta, ele percebeu que eu estou agindo estranha.

— você está bem? – ele está preocupado comigo. Eu respondi que sim.

— sim, estou totalmente bem.

Me empenhei em abrir um sorriso, mas na hora que eu iria levantar uma forte tortura me atingiu e eu comecei a ficar com a visão escura.

— LALISA!! – grita meu nome.

E essa foi a última coisa que eu ouvi antes de ficar com as pernas bambas e cair no chão depois de desmaiar.

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