[ ♤ ] 𝗶𝗶𝗶. chegada turbulenta !

— Não pai... Você não está me entendendo. — Stiles diz desajeitado, tentando convencer seu pai a deixá-los entrar na cena do crime outra vez. Não obtendo sucesso.

— Não Stiles! Eu estou entendendo muito bem. — ralhou impaciente, mas em seguida suspirou para recuperar os resquícios de sua paciência. Tinha muita coisa para resolver e sua cabeça estava a mil com todas as reclamações de sua "incompetência" como Xerife. Sua carreira estava em jogo, e ter adolescentes perambulando por onde quiserem não iria ajudar em nada no seu problema. — Eu já aceitei essa situação muitas vezes, mas agora chega. Vão para cara e me deixem fazer o meu trabalho. Agora!

Xerife Stiliski, ao perceber a movimentação estranha ocorrendo logo a frente, não esperou e após apontar para o lado oposto do qual Stiles e os outros gostariam de ir e lançar um olhar que seu filho conhecia bem, se encaminhou até os três desconhecidos.

Já conhecendo todos, é claro que não iriam sair dali. Stiles andou a passos rápidos até os outros e nem precisou dizer nada, eles ouviram.

— Quem são eles? — Lydia perguntou o que todos queriam saber.

— Eu não sei. Scott, ouve o que eles estão conversando. — Stiliski pediu apressado, curioso para saber quem eram.

Automaticamente, todos os com audição apurada puseram sua atenção a interação entre às quatro pessoas.

— Quem são vocês? — o xerife perguntou desconfiado, analisando a mulher e os dois homens com roupas informais — já que não haviam tido tempo para trocar —. Não estava gostando nada da situação. — Não podem estar aqui.

— Podemos sim. — Angel respondeu prontamente, encarando o xerife firmemente. — Agente Sophia Deverox, FBI. Esses são meus parceiros, Carter Branson e Jonathan Smith.

Apontou, respectivamente, para Dean e Sam. Ambos mostraram suas carteiras falsas junto a sua irmã mais velha.

— São do FBI. — Scott informou, preocupado. A situação estava pior do que realmente pensavam.

— Droga. — a voz do Stiles pôde ser ouvida, beirada ao desespero por seu pai. Isso, certamente, poderia acabar com a carreira do seu pai.

— Não precisamos do FBI aqui. — o xerife disse, hostilizando a presença deles. Tudo o que recebeu em troca foi um arquear de sobrancelha e um olhar intimidador de Angelina.

Ela poderia ser bem intimidadora quando queria.

— Não é o que parece. — a resposta curta e grossa veio e para completar, Angel olhou ao redor, especificamente para a cena do crime e, logo, olhou para Noah novamente, com um ar um pouco debochado. O Xerife comprimiu os lábios sem conseguir formular uma resposta coerente, e por fim, suspirou derrotado.

— Olha Xerife, estamos aqui para ajudar. — Dean falou, tentando amenizar o clima tenso entre os dois.

— Não queremos que mais mortes ocorram. Certo? — dessa vez foi Sam.

— Certo.

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