• Capítulo 13•

𝑪𝒉𝒂𝒎𝒆 𝒎𝒆𝒖 𝒏𝒐𝒎𝒆 𝒆𝒏𝒒𝒖𝒂𝒏𝒕𝒐 𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒎𝒂𝒔 𝒎𝒆𝒎𝒐́𝒓𝒊𝒂𝒔

Chegando na casa, parando o carro em frente a garagem, os dois pegaram tudo e entraram na casa, a menor estava dormindo sobre o colo de Saory, Maria vendo ambos chegarem sorriu alegremente.

— tiveram um bom dia?

— um maravilhoso dia Mãe, a senhora pode cuidar de nossa menina? Quero levar a Saory para sair agora a noite.

— sem questionamentos. Eu cuido de nossa princesa meu filho. Podem ir.

Os dois sorriram e subiram para os quartos, Saory deixou sua amada filha dormindo na cama que Kallebe havia comprado pra si, e depositando um beijo na testinha da bebê. Seguiu até o seu quarto e começou a se despir, iria se ajeitar para ficar perfeitamente bem em aparência ao jovem, nem tanto ela não sabia o que poderia provir. Nem tanto ela não queria que fosse apenas um beijo como tinha acontecido no parque. Ao lembrar do momento suas bochechas ganharam uma leve coloração rosa, sorrindo que nem boba continuou com suas higiênes.  Após ter tomado o banho e se secado, vestiu um roupão e começou a procurar entre suas vestes uma roupa adequada para vestir aquela noite. Seus olhos então pararam num saco preto, ali dentro estava um lindo vestido que a mesma havia gostado e comprado para usar em algum momento especial, e como aquele era uma das festas que estava indo com Kallebe era o momento perfeito de usar ele.

Retirou do cabide o mesmo, abriu o saco revelando o lindo vestido, sorriu satisfeita com o modelo que ele era, retirou seu roupão e logo começou a vestir aquele belo vestido. Ele era justo, havia uma fenda na lateral direita da coxa até o joelho esquerdo, marcava bem suas curvas ao qual sempre foram escondidas dentro de suas camisetas e calças largas ou vestidos mais soltos. Saory colocou as mangas do mesmo, justas em seu braço e ligava numa cordinha ao outro lado do corpo. Era simplesmente lindo aquele vestido, deixava a mesma tão bela, tão sexy, vestiu sobre seus pés um lindo sapato de salto bordô, para não chamar tanta atenção, nem tanto o look mais lindo era seu vestido vermelho sangue. Após isso sentiu em frente sua penteadeira e começou a se maquiar, uma sombra marrom com detalhes em dourado, não muito chamativo apenas para destacar seus olhos verdes, iluminador que deixava seu semblante mais atraente e sobre seus lábios que sempre iam um batom nude, estava um batom mate vermelho sangue. Ela estava linda de mais se vendo pronta sobre a frente do espelho, e encantada com sigo mesma sorriu e tirou várias fotos.

Logo pegou sua bolsa bordo, e colocou tudo que precisaria levar para a festa em caso de emergência, após se ver completamente pronta desceu as escadas da casa se encontrando com Kallebe, e soltando um suspiro carregado de tesão, vendo o quão lindo ele estava. Kallebe vestia sobre si um terno estiloso preto, uma camisa por baixo, sem gravata e aberta mostrando detalhes de seu peitoral na cor bordô. Sobre os pulsos um relógio dourado e uma pulseira que fazia parte do colar. Um sapato social acompanhava o detalhe preto e bordo da roupa. Seus olhos olharam diretamente para Saory, sentiu o coração parar de bater por segundos. Ela estava tão linda, seus lábios se entre-abriram, mostrando estar completamnete chocado com a cena, não tinha mulher para deu ponto de vista mais bela do que Saory Catter. A jovem Leide como havia apelidado em sua mente, estava encantadora, e estava a ativar todos os seus pontos sensíveis somente com seus passos até si.

— Kallebe? Não me olhe assim, me sinto constrangida.

— oh, perdão.

Deu uma leve gargalhada, já estendendo uma caixinha preta.

— para a jovem mais bela dessa noite.

— Kallebe? Não precisava disso homem!

Pegou sobre sua mão, aquela pequena caixa aveludada em tom preto, e levemente abriu o objeto tendo como chamativo pendurado sobre a esponja branca um lindo colar dourado, o pingente brilhante em formato de coração com a pedra central em tom verde esmeralda. Um colar caríssimo por conta da pedra verdadeira que carregava ali. Saory não conseguiu esconder a emoção, vendo que era lindo de mais aquele simples ato.

— Kallebe é lindo.

Ele sorriu se aproximando dela e retirando o colar do objeto escuro para por em seu pescoço.

— quando eu o vi na vitrine da loja mais cedo. Pensei em você, é um lindo colar com o pingente original de esmeralda. Nem tanto me lembra a cor de seus lindos olhos.

Saory olhou para si antes de ele ir para trás de suas costas para por o colar, ela segurou seus fios ruivos com a mão e soltou um suspiro fofo.

— obrigada. De verdade Kallebe. É lindo de mais, amei.

— de nada madame.

Assim que colocou se afastou e olhou ela admirando a jóia sobre seu pescoço.

— combinou mesmo com você. Linda e perfeita.

Saory corou levemente e sorriu boba, Kallebe pegou a chave de seu carro preto e sorriu.

— vamos Leide?

— sim, meu senhor.

Os dois riram e seguiram até o carro que estava a espera deles, Maria que estava em silêncio vendo tudo torcia mentalmente para que aqueles dois ficassem juntos e não ficassem apenas naquele momento. Saory e Kallebe entraram no carro e assim que ele ligou se retirou do patio e pegando a estrada para o centro da cidade onde estava a boate. Para não ficar aquele silêncio no ambiente Saory levou seus dedos até o rádio do veículo. A música então começou, naquele momento que era para ser apenas uma apreciação de melodia. Foi um momento de choque. Os dois se olharam, Kallebe por estar surpreso com a música que tocava e com a melodia que dizia sobre eles. Saory por estranhar de aquela música estar na playlist dele.

A letra começou a tocar, levemente ia encaixando a vida de ambos, Saory olhou para sua mão, e mesmo que fosse uma tremenda loucura ou até quem sabe uma ilusão  de sua mente mas podia ver magicamente o barbante vermelho amarrado sobre seu dedo. Esse que levava diretamente a mão de Kallebe, o jovem  mesmo que fosse impossível tinha a mesma visão. Ambos estavam ligados naquele fio do destino, o fio que unia as almas destinadas a amar.

É só você para mim
É só você para mim
Eu sem você
Ao longo do fio vermelho
É só você para mim
É só você para mim
Eu sem você
Não sou nada

— chame meu nome...

— enquanto anda nas memórias.

Os dois sem completaram, Saory segurava o choro, quem poderia dizer que aquela música fazeria tanto sentido, e que não queria apenas uma história, estava ali a metade que lhe completava. Ela sabia dês do início que se conheceram, que eram destinados a amar, e o impossível os trouxeram a estar tão perto assim. Logo a música acabou trocando para uma mais agitada, assim tirando ambos daquele transe romântico, Saory olhou para o outro lado constrangida e Kallebe mexia freneticamente sobre o volante do carro disfarçando bem a louça vontade de beijar ela.

🍒

Não demorou muito para o carro já estar em frente a boate. Parou o veículo na frente do prédio e abriu a porta, Saory abriu a porta dela e saiu sorrindo vendo um jovem rapaz vestido elegante de terno parado a sua frente.

— boa noite senhorita Catter, e senhor Baker, por favor, entrem.

Os dois concordaram depois que o cumprimentaram, Kallebe deu a chave do veículo e o jovem levou ao estacionamento, o casal entrou na balada após passar pelo guichê e Saory viu o quanto estava agitado aquele local. Estava bem animado. Os dois seguiram as escadas e assim que subiram para o segundo andar já estava um ambiente mais calmo e com músicas leves. Dando ao ambiente um toque de calor, Saory acompanhada de Kallebe seguiram até o balcão de bebidas onde havia uma mulher servindo as bebidas pedidas, o local tinha vários casais ou não casais conversando, no palco tinha Erick e mais duas mulheres dançando sensual para atrair dinheiro dos que lhe assistiam.Se aproximando do bar, sentaram nos bancos alto, Saory não teve nenhuma dificuldade graças ao seus saltos que lhe ajudaram muito, porém, não tinha alcançado o jovem Kallebe nem a metade, nem tanto o mesmo era alto e forte. Se aproximou de ambos a jovem.

— Boa noite casal bonito.

— boa noite Jake, pega pra mim um whisky puro e para a jovem dama ao meu lado prepare a bebida Lua-de-mel.

— como desejar meu senhor.

A mesma se afastou do casal e Saory se virou para si um tanto curiosa sobre o nome da bebida.

— lua- de- mel? Por que esse nome?

— é uma bebida preparada doce, para jovens amantes, e para mim você é a minha amada.

— ui, está me deixando sem jeito Kallebe.

— perdão, mas não quero ser apenas o Kallebe hoje, quero ser algo bem mais que isso.

— eu não estou entendendo.

— vamos por passos, quero primeiro saber de sua vida, como essa dama delicada e linda chegou na minha mesa.

— hum, é um assunto bem delicado.

— se não quiser me falar eu entendo.

— acho que eu devo. Preciso por um ponto final aqui e começar um novo recomeço. Então, eu namorava o Ricardo, a gente se conheceu na faculdade. E até hoje não sei por que ele fez faculdade se ele preferiu ser modelo. Porém, dentro do nosso namoro fantasia onde eu comecei a perceber que estava sendo presa e perdendo meus amigos e minha vida. Eu acabei por gerar a Sara. Ele não aceitou no início, nem no meio e nem no fim. Ele pediu para mim abortar, que pagava muito dinheiro se precisasse mas eu insisti dizendo que não. Também nem percebi, burra do jeito que eu era ele só me queria por causa do meu corpo, eu não podia emagrecer e nem engordar, tive que manter meu corpo sempre no mesmo padrão. E com a gravidez isso saiu dos trilhos dele, depois que eu tive a Sara as coisas foram piores que eu pensei, ele surtava, batia em mim, me estuprava. Eu sofri durante quatro anos nas mãos deles, até que eu conseguiu ter forças e dar um basta na quela maldita vida que eu tinha.

Saory secou as lágrimas que escorreu de seus olhos, já nem olhava mais para Kallebe, estava focada no copo de bebida que havia chegado no meio de seus relatos passados.

— por fim fui para a casa de minha mãe, pedi ajuda dela em dinheiro e assim me mudei do interior para cá, em busca do emprego ao qual eu estudei, e assim acabei parando em sua empresa e eu estou aqui. Passando um ano cheio das lutas que tivemos e agora estou tomando um drink com meu patrão que está me encantando a cada segundo.

— eu juro que mato aquele cara.

— Kallebe, não é necessário. Deixe isso. Como eu disse apartir dessa noite quero por um ponto final em tudo e recomeçar novamente.

— você tem razão, suas dores apartir de hoje morreram, por que comigo eu lhe darei asas para voar minha jovem Leide.

— você é um bobo. Isso sim. Mas agora, eu quero saber por que você era tão frio como a mídia e as mulheres falavam.

— eis a questão.

Bebeu um gole de seu whisky, e ficou a brincar com seus dedos no copo largado a mesa, Saory olhava para seus gestos a procura de ouvir e poder o ajudar.

— não é só a mileide que precisa por um fim em tudo. Eu sou um que também vou por um ponto final na jornada passada e agora recomeçar. A um ano atrás, eu estava namorando a atriz mais popular de nova York, linda bela, porém cobra. Eu também era tolo, minha mãe sempre me alertou que aquela mulher que a minha mãe biológica havia trazido para mim era pior que veneno. Porém eu não quis dar ouvidos e fui levando o nosso relacionamento, ela não era muito de sexo, dizia para mim que iria esperar para chegar na igreja de véu e grinalda. Quanta mentira. Eu tolinho concordava, nem tanto eu nunca pensei em casar em uma igreja, mas relevava a ideia dela. Então quando eu achei que depois de um ano em namoro já estava na hora de darmos o primeiro passo eu preparei uma linda supresas, comprei as nossas alianças e mais alguns presentes, sai da empresa mais cedo e fui para a minha casa.

Kallebe apertou o copo com a mão, sentindo a raiva subir pelo sangue ao lembrar da cena que encontrou em sua casa.

— maldito dia que eu fiz tudo isso, aquele dia foi o pior da minha vida, entrei na casa, eu nem sabia que ela estava lá, olhei sobre o chão vestes e sapatos masculinos perdidos em uma trilha que levava até o meu quarto, da entrada da casa eu conseguia ouvir os gemidos dela e dele, além das batidas de seus corpos. Naquela hora eu já nem pensava em mais nada, fui com raiva até o quarto vendo os dois nus fazendo sexo na minha cama, eu estava a morar no apartamento depois que conheci ela. E aquilo foi a gota d'água. Eu expulsei ele nos socos, e ela. Ah ela eu humilhei, fiz da vida dela a pior vida que precisava ela ter. Me mentiu e ainda por cima me traiu na minha cama. Eu a joguei na rua nua, joguei tudo que era dela na rua, para todos verem e ainda escrevi um artigo dela no Facebook. Por fim eu disse que ela não era mais para pisar na minha vida e nem minha mãe biológica. Por isso você não conhece ela até hoje.

— seu caso também é bem pesado. E tudo bem, eu não ia me dar bem com a sogra mesmo.

Os dois acabaram rindo, Saory abraçou Kallebe fazendo seu corpo se deitar sobre o dele.

— Kallebe, espero poder ser sua cura. E ser a loja mágica de sua vida onde aqui você encontrará a felicidade e a paz.

— eu tenho a certeza mais clara desse mundo Saory, que com você eu serei muito feliz. E por isso que nessa noite quero fazer esse pedido.

— pedido?

— sim, Saory Catter, aceita ser a minha namorada?

— sem sombras de dúvidas! Sim!

Os dois sorriram e se beijaram, um beijo calmo e romântico, os que estavam na volta do balcão aplaudiram eles e fizeram os dois rirem ué nem bobos.

— vamos nos divertir? Quero dançar!

— eu aceito Kallebe.

Os dois levantaram dos bancos e seguiram até a pista de dança e começaram a dançar a música romântica e quente que tocava sobre o local, Saory podia sentir aquela música entrar em seu corpo, e sensualmente se libertar. Kallebe com a mão em sua cintura sentia a adrenalina do momento acender o fogo ao qual nunca sentirá antes. Os dois dançavam juntos, e a música acendia um certo calor em ambos, Saory olhou para ele, vendo em seus olhos o desejo mais pecaminoso, não era difícil de retirar dos seus olhos o mesmo desejo. Jogando o cabelo para o lado deixou seu corpo a mostra, ela ia dominar aquele homem nem que fosse por só aqueles segundos por que apartir daquele momento ela não sabia o que seria. Kallebe vendo a cena soltava suspiro, seu corpo já estava correspondendo aos toques da jovem, o movimento quente que aquele corpo dava, ele mal conseguia raciocinar deixando a luxúria dominar sua mente. Puxou o corpo da mesma para o seu, Saory estava grudada em si, sentindo o quão quente ele estava. Kallebe se abaixou em seus ouvidos.

— vamos continuar essa dança em casa?

— sim!

Ela nem precisava pensar, o corpo dela desejava o dele, e Kallebe desejava ela mais do que era comum um homem desejar, pegou a mão dela e seguiram a sair do local, Erick que viu seu patrão sair a pressas do local sorriu olhando Jaqueline ali.

— o que foi?

— acho que nosso patrão achou a outra parte do barbante dele.

— eu acho que sim.

Só dois negaram rindo e voltaram a fazer seus trabalhos,  no carro os dois entraram apressados, pareciam duas crianças desesperadas para fazer uma arte. O desejo de ambos estava já transparente em seus olhos, a luxúria e a ganância sobre o corpo um do outro, Kallebe deu partida no seu carro, seguindo a estrada o mais rápido que poderia para chegar em sua casa. Mas quem disse que durante esse caminho não tinhas as provocações. Os dedos de Kallebe da mão que não estava no volante desciam sobre as coxas fartas de Saory, faziam um caminho até sua intimidade coberta, Saory soltava gemidos manhosos com seus toques, ela também não se fazia de santa, seus dedos com as unhas pintadas em vermelho acariciavam sobre as vestes o menor duro de Kallebe, esse que já estava sendo um desconforto preso nas vestes.

A cada parada que dava nas sinaleiras, era o momento que eles tinham para curtir cada toque mais profundo,  Saory jogava a cabeça para trás, quando seus dedos grossos mexiam em seu ponto sensível e acariciavam sem pudor, sua boca abria em uma expressão de prazer e de sua garganta o som de gemidos baixos e sofremos ecoava, ela porém desajeitada por estar perdida em seus prazeres abriu o fecho das calças social de Kallebe, entrou dentro da mesma e entrou na suas vestes íntimas sentindo a grossura que era o membro do maior. Ela soltou um gemido involuntário quando sentiu o mesmo, sabia que seria a noite mais prazerosa de sua vida, e que não seria a única. Ela se entregou de corpo e alma a Kallebe e agora pertencia ao jovem.

O carro depois de muita luta chegou em frente a casa, eles pararam dentro da garagem que se abriu junto do portão, saíram do carro e Kallebe nem quis mais esperar um minuto, pegou a jovem sobre seu colo e beijou os lábios da mesma com fervor, caminhou com cuidado para dentro da casa, fechou a porta com os pés e subiu as escadas da casa devagar, quem sabe por que não queria perder um segundo de arrancar gemidos entre aquele beijo com gosto de cereja e batom. Ele chegou em seu quarto, trancou a porta com o pé e passou a chave que já estava na porta. Caminhou até a cama e deitou a ruiva sobre ela ainda beijando. Parou o beijo para respirar.

— hoje você se tornará minha para sempre. É o que deseja?

— sim, Kallebe. Me torne totalmente sua.

— seu desejo é uma ordem.

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