Capítulo 97 - Casados!
Como eu te amo!
Não sei se existe alguém que amou alguém
Assim um dia
Você pra mim é tudo, é minha paz
Minha alegria
E você sabe bem como eu te amo
*****
Ele fez questão de que tudo acontecesse como ''manda o figurino'', mesmo que as coisas estivessem acontecendo naquele simplório lugar.
Ela entrou ali ao som da tão famosa marcha nupcial, enquanto ele a esperava mais adiante, no ''altar''. Foi um custo pra moça que trabalha na capela encontrar o CD que tinha aquela música, pois dificilmente o usavam, mas ela o encontrou satisfazendo o desejo do noivo quando ele lhe pedira aquilo.
Quando a pequena porta daquele lugar se abriu e Grissom viu Sara vindo lentamente ao seu encontro segurando o pequeno buquê de flores artificias que ele tinha comprado e deixado escondido no porta-mala do carro, o homem sentiu como se o mundo fora daquela capela não existisse.
O mundo naquele momento se resumia somente aquele lugar onde eles se encontravam!
Ele sorriu ao olhá-la e recebeu em troca, um sorriso tímido dela.
Pra ela aquele momento estava sendo um sonho!
Podia não estar acontecendo numa igreja grande e toda paramentada de enfeites, e sim numa simples capela com um discreto arranjo de flores bem onde ficava o ''altar''.
E podia não haver convidado algum, somente era ela, ele e um padre que também era juiz. Mas ainda assim, estava perfeito.
Ela estava tão contente e emocionada quanto se fosse em um lugar maior e repleto dos convidados dela e dele.
Grissom segurou sua mão entrelaçando seus dedos assim que Sara chegou até onde ele estava lhe esperando.
A ''cerimônia'' foi rápida, coisa de vinte minutos no máximo. Algumas poucas palavras do padre/juiz sobre casamento, os juramentos foram feitos, as alianças trocadas, papéis assinados e depois disso tudo, o homem diante deles oficializava de vez aquele matrimônio.
_Pelo poder que as leis de Deus e dos homens me competem como sacerdote e juiz que sou, eu vos declaro ... Marido e mulher! Pode beijar sua esposa, senhor Grissom!
Ele virou-se, ficando de frente pra Sara.
A alegria e a emoção por aquele momento realizado, estava escancaradamente estampada tanto no rosto dele quanto no dela que tinha os olhos envoltos as lágrimas que a muito custo conseguia segurar.
Agora eles estavam ... Casados! Unidos oficialmente tanto nas leis de Deus quanto nas dos homens, como acabara de dizer o padre/juiz, e como eles queriam que fosse quando chegaram ali e falaram com a atendente da capela.
_Agora você é minha esposa! - Sorrindo Grissom murmurou a Sara antes de beijá-la.
Após o curto e rápido beijo, o casal voltou sua atenção ao homem que acabara de casar-lhes. Ele entregou a eles as duas certidões de casamento - a do civil e do religioso - já devidamente assinadas pelo casal, em seguida desejou felicidades aos recém-casados. Os dois agradeceram as felicitações e depois despediram-se dele.
Quando já estavam quase alcançando a porta de saída da capela, eles ouviram o outro homem chamá-los pra dar-lhes um ''lembrete''.
_O compromisso que acabaram de firmar no religioso, é algo eterno. Diferentemente do civil, ele não poderá ser desfeito por nada e nem ninguém! ... Diante de Deus, vocês estão casados ... Pra sempre!
Eles assentiram juntamente, cientes de que era aquele ''pra sempre'' mesmo que queriam !
Já dentro do carro, a primeira coisa que Grissom fez foi dar um longo e demorado beijo na sua agora, esposa. Em meio ao beijo que já durava muitos segundos, Sara começou a rir ao dar-se conta de algo.
Grissom parou o beijo deles e a questionou sobre o motivo de seu sorriso. Ela prontamente lhe contou.
_É que agora eu entendi a razão pela qual queria que eu usasse branco hoje.
Ele esboçou um pequeno sorriso e depois confessou:
_Não faz idéia do quanto estou feliz por termos acabado de nos casar!
_Eu também estou feliz. Apesar de quê, ainda me custa um pouco acreditar que isso seja real e não uma alucinação minha.
Novamente ele sorriu assim como ela.
_Mas pode acreditar porque é real. Nós somos casados agora e estamos unidos um ao outro ... Pra sempre!
As últimas palavras dele foram ditas em um sussurro. E logo depois eles se beijavam mais uma vez, só que dessa vez não tão demoradamente como instantes atrás.
_Vamos sair daqui. Tenho uma surpresa pra você.
_Outra? Porque essa do casamento já foi uma surpresa enorme.
_Sim, outra! - Ele confirmou dando partida no carro.
Após dirigir por quase quinze minutos com uma Sara curiosa lhe perguntando o caminho todo que surpresa era essa e ele se recusando a dizer qual era, Grissom estacionou em frente a um luxuoso hotel.
_Crower Plaza ?? Essa é a surpresa, Grissom??
_Sim!
_Não me diga que nós va... - Ela que olhava para o imponente hotel, ouviu a porta do carro ser batida. Olhou para o lado do motorista e viu que Grissom não estava mais ali. _Ai que ótimo! Ele desceu antes mesmo que eu terminasse minha pergunta!
A morena viu Grissom passar em frente ao carro, entregar a chave para um rapaz uniformizado, depois ele veio para o lado do carro em que ela estava e abriu a porta pra ela.
_Nós vamos, por acaso, passar a noite aqui?
_Sim! Fiz reservas pra passarmos a nossa noite de núpcias, aqui! - Ele lhe estendeu a mão pra ajudá-la a descer.
_Noite de núpcias? - Ela o olhou espantada.
_É! Geralmente quando duas pessoas se casam, elas têm uma noite de núpcias, Sara.
_Eu sei disso, Grissom, já fui casada antes, esqueceu?
_Não, mas bem que eu gostaria de esquecer!
Eles chegaram a recepção do hotel e um rapaz veio atendê-lo.
_Boa noite!
_Boa noite! Reservas em nome de Gilbert Grissom, por favor.
_Sim, senhor.
O rapaz digitou o nome de Grissom e logo apareceu na tela do computador a reserva feita por ele.
_Suíte 618, 7°andar, senhor. - Anunciou o rapaz alguns segundos depois estendendo a Grissom o cartão de acesso ao quarto.
O supervisor agradeceu pegando o cartão e logo já se dirigia com Sara pra pegar o elevador.
Já dentro do elevador, ele abraçou a esposa, aproveitando que só estavam os dois ali dentro.
_Posso te fazer uma pergunta? - As mãos delicadas dela faziam uma carícia gostosa na nuca dele enquanto Grissom plantava vários beijos em seu ombro.
_Uma, duas, três, quantas você quiser. - Murmurou entre os beijo que lhe dava.
_Você fez essa reserva pra nossa ... ''noite de núpcias'', pelo que pude perceber, ciente que eu diria ''sim'' ao seu pedido de casamento ... Em nenhum momento pensou que eu poderia dizer ''não''?
Ele cessou os beijos, levantou a cabeça do ombro dela e encontrou os olhos castanhos de Sara lhe fitando com certa curiosidade.
_Hum ... Pensei sim! Uma única vez! - Respondeu sinceramente. _Mas aí, meu coração tratou logo de mudar esse meu pensamento. Ele me disse com todas as letras que você diria SIM e eu ... Acreditei cegamente nele!
_Mas que convencido esse seu coração! - Ela disse em tom brincalhão causando risos nos dois.
O elevador chegou ao andar deles e eles seguiram para o quarto em que ficariam.
Alguns poucos passos e já se encontravam diante da porta do cômodo. Grissom estendeu a Sara o cartão do quarto e lhe disse que ela abrisse a porta. Quando ela ia questioná-lo do porquê que ele não fazia isso, foi surpreendida com ele a pegando no colo.
_Grissom ... Seu maluco! O que pensa que está fazendo? - Ela riu agarrando seu pescoço.
_Carregando você! Não parece óbvio? ... É assim que os recém-casados entram no quarto deles pra noite de núpcias.
Nesse instante um casal de idosos vinha passando por eles de mãos dadas. Ao verem a cena de Grissom carregando Sara, os dois lhe sorriram ternamente.
O senhor não resistindo parou mais adiante e disse a Grissom:
_Também fiz isso há cinquenta anos com ela, não foi minha velha?
A senhora assentiu sorrindo e desejou aos recém-casados felicidades. Seu marido também fez o mesmo e ao agradecimento de Sara e Grissom, eles seguiram caminhando até o elevador.
_Acha que nos aguentamos por cinquenta anos, que nem eles? - ela brincou com Grissom.
_Eu torço pra que sim! - Ele sorriu pra ela.
Ela então abriu a porta e eles entraram no lindo quarto.
Grissom fechou a porta com pé, deu mais alguns passos pra dentro quarto com a esposa em seu colo e depois a pôs no chão.
_Prontinho ... Senhora Grissom!
_Senhora ... Não gosto muito de ser chamada por esse termo, se quer saber!
_Ah, não? ... E por que?
_Porque dá a impressão que eu sou uma velha e eu não sou!
Ele gargalhou abraçando-a mais apertado em seu braços.
_Realmente você não é velha ... Você é a coisa mais linda que surgiu na minha vida!
Ele foi lentamente aproximando seu rosto do dela até que não havia mais distância alguma entre eles e seus lábios se tocaram bem devagar.
Ele não se cabia de felicidade por ter se casado com ela. Seu coração parecia que ia explodir tamanha alegria e felicidade que sentia por aquele acontecimento.
Planos, futuro, filhos, família, a partir de agora ele e ela iam compartilhar aquilo, sonhar e lutar pra conseguir ter aquilo! E ele não tinha dúvidas de que conseguiriam!
Uma sensação maravilhosa tomou conta dele naquele momento. Agora ele dividiria o mesmo teto que ela, compartilharia com aquela mulher a mesma cama todos os dias e noites de sua vida. Sem mais encontros rápidos pela parte da manhã pra ter alguns momentos com ela, a fim de desfrutar de sua doce companhia e seus carinhos e beijos aos quais ele já havia se tornado um dependente total! Isso agora não seria mais assim.
A partir de agora ele a teria as 24hs do dia com ele e em seu entender e desejo, isso seria pra sempre!
Pra sempre ... Era como tudo se resumia pra ele em relação a ela.
Uma vida juntos e pra sempre!
Ainda se beijando, ele a fez caminhar de costas até a cama. Quando estavam diante dela, o beijo foi cessado. Com muita delicadeza ele a fez deitar-se na cama. Livrou-a de suas sandálias altas, depois livrou a si próprio de seu paletó, gravata e por último, os sapatos e meias, sempre com olhar fixo nela e ela nele, logo em seguida , ele se acomodou ao lado dela naquela enorme cama.
Ambos trocaram um profundo e apaixonado olhar, seguido de um sorriso que logo sumiu dos seus lábios quando suas bocas se juntaram novamente em outro beijo, esse ... Ardente! Que fez ascender o desejo, a paixão e o tesão.
Não tardou muito e o beijo foi interrompido pra que pudessem respirar. Assim que seus lábios completamente úmidos se separaram mais uma vez aquela troca de olhar aconteceu, e através de seus olhos um pode ver a alma do outro.
Era mágico e inexplicável como seus olhos conseguiam traduzir exatamente tudo o que eles queriam dizer em momentos como aqueles.
Declarações e palavras de amor ''proferidas'' através dos olhos!
Ainda sem desfazerem o contato visual, Grissom que naquela altura já se encontrava com seu corpo sobre o de Sara, tocou com a ponta de seus dedos os lábios ainda úmidos da mulher a qual ele amava mais que tudo. Depois tocou seu rosto delicado, em uma doce carícia. Ela também fez o mesmo nele e ainda beijou seu rosto várias vezes enquanto lhe murmurava palavras de desejo que foram despertando sensações que só ela, a mulher da sua vida, conseguia despertar.
A boca ainda úmida de um beijo
Tocou maliciosa no meu rosto
E murmurou palavras de desejo queimando a minha pele como fogo
Acelerou meu sangue
Me arrepiou a pele
Provocou minha mente
Despertou meus sentidos
Alucinou meu corpo
Meus músculos e nervos
Na mais doce loucura ...
Tão logo as mãos de ambos já começaram a trabalhar na tarefa de livrá-los de suas peça de roupas. Precisavam e queriam muito sentir suas pele se tocando sem obstáculos algum!
Primeiro foi ela quem se viu livre de seu vestido, ficando apenas com seu sutiã sem alças e uma minúscula calcinha, ambas as peças da cor do vestido que usava.
Ele ficou extasiado ao contemplá-la somente naquelas duas peças brancas.
Ela era linda e seu corpo perfeito! Parecia ter sido feito e esculpido para o dele.
Ele não cansava de admirar aquele corpo, nunca! Podia ver quantas vezes fosse, mas sempre sentiria a mesma sensação e fascinação de como se o estivesse vendo pela primeira vez. Como se fosse a primeira vez deles! Sempre ... E sempre!
Depois foi a vez dela de livrá-lo daquelas roupas que a impediam de tocar sua pele como queria. Primeiro tirou-lhe a camisa bonita, beijou e mordiscou seu peito várias vezes quando ele fora exposto após a camisa tirada. Em seguida, foi a vez da calça que fora parar no chão, mesmo destino onde se encontravam sua camisa e o vestido dela.
Ele se esfregou nela simulando movimentos de vai e vem e ela pode sentir sua excitação quando seus centros ainda cobertos por suas peças íntimas, se encostaram.
Outro beijo aconteceu e logo depois a boca dele se separou da dela pra deslizar por seu pescoço cheiroso. Ela tinha um cheiro de enlouquecer e fazer perder o rumo, algo que ele nunca havia sentido antes, somente nela. Podia se dizer, que ele era completamente viciado por aquele seu cheiro delicioso.
Sua boca alcançou seu ombro nu que ganhou dele uma leve mordida que a fez soltar um suspiro. E descendo mais ele chegou em seus seios ainda cobertos por um sutiã que pra facilitar seu trabalho, abria na frente.
''Isso não tem que estar aqui!''
Livrou-a daquela peça em frações de segundos.
Outro suspiro agora seguido de um gemido, escapou dos lábios de Sara quando sentiu a boca de Grissom sugar um de seus seios enquanto o outro era acariciado por uma das mãos dele. Por incontáveis segundos ele ''brincou'' com a língua e a boca em seus montes, lhe fazendo delirar e suspirar de prazer.
Quando ele cessou os carinhos em seus seios, então deslizou pra sua barriga onde beijou diversas vezes e circundou seu umbigo com a ponta da língua, o que novamente lhe fez arrepiar.
Do alto dos travesseiros ela o viu se acomodar entre suas pernas bem diante de seu centro ainda ''protegido'' pela calcinha que usava.
Ele lhe olhou e ela pode ver o desejo estampado em seus orbes azuis, assim como estava nos seus castanhos. Sentiu o mundo lá fora, deixar de existir ao antever o que aconteceria. Fechou seus olhos e sentiu ele deslizar sua calcinha lentamente por suas pernas até livrá-la completamente daquela peça.
Ainda de olhos fechados ela esperou. Passaram-se apenas pouquíssimos segundos até que o sentiu tocá-la em seu centro, primeiramente com os dedos experientes, depois, foi sua língua que fez isso.
_Hum ...
Foi o que escapou de seus lábios quando ele lhe sugou fazendo-a arquear o quadril. Suas mãos agarraram imediatamente os lençóis de cetim e ela se permitiu viajar pra longe enquanto sentia aquelas carícias íntimas que ele lhe fazia.
Era uma coisa absurdamente louca e delirante o que ele lhe proporcionava naquele momento. Seus sentidos pareciam ir se perdendo pouco a pouco, seu coração acelerava mais e mais, seu corpo vibrava com cada investida da língua dele e seus ouvidos captavam meio que ao longe, os únicos sons dali daquele quarto, os sons dos gemidos dele misturados aos dela.
Por míseros segundos ela abriu seus olhos e a visão que teve da cabeça grisalha de Grissom entre suas pernas, foi demais pra suas forças. Fê-la perder completamente a noção de tudo e elevou-a à um patamar de prazer altíssimo!
Fechou novamente seus olhos e alguns poucos segundos depois, teve um orgasmo como nunca tivera antes. Algo poderoso e arrasador que anestesiou seu corpo. Foi como se sua alma tivesse desprendido do corpo e voasse feito uma folha ao vento. Tinha sido demais, a melhor experiência que tivera, uma viagem a um lugar chamado PARAÍSO.
Ainda em transe e tentando se recuperar daquela viagem sensacional que ele lhe fez fazer, ela nem percebeu quando Grissom se deitou ao seu lado. Ouviu meio ao longe a voz dele lhe chamar e perguntar se estava bem enquanto acariciava seu rosto corado e suado.
_Huhum ... Só me dê uns segundos pra retornar ao corpo. - Ela conseguiu proferir ainda mantendo os olhos fechados, tentando normalizar sua respiração e acalmar as batidas de seu coração.
Quando enfim conseguiu essas duas coisas ela abriu os olhos e encontrou os azuis de Grissom lhe fitando. Sorriu tocando seu rosto e lhe deu um beijo.
_Agora é minha vez de te retribuir o que me fez! - Ela lhe disse com um sorriso bem malicioso e se pondo sobre ele que sem contestar deixou-se a mercê daquela mulher.
Em uma doce provocação, a boca dela começou a passear bem lentamente por todo o peito dele, chegou ao seu abdômen até parar bem próximo ao elástico de sua cueca clara. Sem demora aquela peça bonita, de tecido macio e que trazia no cós o nome de uma grife famosa, ia parar no chão junto com as outras roupas deles.
Sara o ouviu imediatamente soltar um suspiro alto quando sua língua começou a deslizar bem devagar por toda a extensão de seu membro duro feito rocha.
Depois veio um gemido alto, quando sua boca úmida o envolveu e começou os movimentos de vai e vem.
Seus movimentos, coordenados com a mão que ela mantinha pra segurar seu membro bem na base, iam segundo a segundo lhe enlouquecendo.
Em meio aos gemidos que dava em total abandono as carícias que recebia, ele pedia que ela parasse com aquilo, mas na verdade, não queria em hipótese alguma que ela lhe obedecesse, pois aquilo estava sendo sensacional!
E ela não atendeu aos seus pedidos, seguiu intensificando mais ainda seus movimentos, até que novamente ouviu-o pedir com a respiração ofegante, que parasse porque precisava estar dentro dela já que estava por vir.
Dessa vez ela o atendeu. Cessando as carícias, Sara então, se acomodou sobre Grissom e deslizou em seu membro até tê-lo todo abrigado dentro de si.
Grissom por sua vez, inverteu suas posições e só após isso, começou a se movimentar dentro dela em vai e vem.
As pernas de Sara abraçaram a cintura de seu amado e desse modo, ele pode ir bem fundo dentro dela, lhe arrancando gemidos delirantes.
As investidas dele não duraram muito, pois logo ele já se liberava dentro dela de forma intensa e chamando várias vezes seu nome. Seguidamente a ele veio ela, em outro orgasmo.
Quando sua respiração se amenizou e seu coração se acalmou um pouco, ele saiu de cima dela e rolou para o lado trazendo-a para acomodar-se sobre seu peito.
_Eu te amo!
Ele ouviu dela. Beijou seus cabelos e retribuiu aquelas palavras delas.
_Eu também amo você!
Nada mais foi dito depois disso.
E alguns instantes depois ela já havia adormecido em seus braços por conta da leve carícia que ele lhe fazia por toda a extensão das costas.
Ele também adormeceu seguidamente a ela. Porém, antes disso acontecer, a última imagem que seus olhos azuis captaram antes de se fecharem, foram da mão esquerda dele unida a dela sobre seu peito nu e aquela joia dourada enfeitando os dedos anelares de cada um deles, lhe assegurando que realmente eles eram agora ... Casados!
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