21 - Sexo, Drogas e Rock'Roll;
"O corpo está sempre doendo, e no escuro é quando eu me alimento. Bem, eu posso atrair qualquer mulher que eu quiser na minha cama comigo." Falling in Reverse.
🔪
Jeon despertou no instante exato em que um filete de luz iluminou seu rosto, Jimin dormia tranquilamente, abraçado a um travesseiro, os cabelos loiros caídos em seu rosto, tal visão agraciada pelo moreno, que sempre veria seu namorado como um anjo, um ser celestial que adentrou sua vida.
Tomando cuidado para não acordá-lo, levantou-se da cama devagar, o tronco despido, usando apenas uma boxer azul, diante ao espelho que havia no quarto imenso, Jungkook notou as marcas em seu peito, algumas linhas finas avermelhadas, das unhas de seu namorado; afastando um pouco da cortina pesada, analisou o sol, o céu azul, as árvores que balançavam preguiçosamente por conta do vento ameno, as folhas verdes em contraste exuberante com a luz solar.
Kim Taehyung não estava naquele quarto, a fim de procurá-lo, o policial vestiu a calça cinza de algodão que havia trago na bolsa; lembranças da noite invadiram sua mente, os gemidos, as ordens dadas, perdera as contas de quantas vezes havia gozado, havia sido uma experiência Interessante, da qual jamais irá esquecer.
Após fazer sua higiene matinal, Jeon ajeitou os cabelos negros e saiu a procura do dono daquela casa absurdamente grande, durante o dia pode ver melhor a decoração rústica, as cores cinzas, quadros que custavam uma fortuna, descendo as escadas, sentiu cheiro de café fresco sendo passado, descalço, rumou até a cozinha, tendo a bela visão do moreno de costas para si, devido a falta de camisa, Jungkook se pegou admirando as costas musculosas, a tatuagem de cobra em meio as rosas, a tinta preta parecia fresca de tão vivida que estava. - A mesa estava arrumada, o que levou o policial a crer que Kim acordara antes do amanhecer.
- Bom Dia. - Saudou, a voz rouca ainda estava um pouco sonolenta.
- Bom Dia Jeon. - Virando-se, entregou uma xícara transparente, contendo café. - dormiu bem?
- Muito bem. Obrigado.
O líquido negro fumegante estava gostoso, o amargor foi bem vindo, a ressaca ainda que leve, não deixava de ser incomoda. Taehyung encostou-se no balcão e bebeu um pouco do café amargo, admirando Jeon, da mesma forma que ele estava o admirando em silêncio, tão perdido em devaneios que não notou que ele havia o visto pelo reflexo do vidro.
- Irei acordar Jimin daqui a pouco. - Avisou, depositando a xícara no balcão. - obrigado por ter aceito o pedido dele.
- De nada, a propósito, pode deixá-lo dormir se quiser, está cedo.
- Não queremos abusar da sua hospitalidade.
- Imagina, são bem vindos aqui, fiquem o tempo que precisar. - O mesmo mordeu o lábio inferior e colocou sua xícara na pia. - não somos adolescentes Jeon, não é necessário ficar envergonhado ou constrangido.
- Não estou. Acredite.
Kim sorriu, caminhando até o policial.
- Posso lhe perguntar algo?
- Sim.
- Queria mesmo aquilo? Ou fez apenas para agradá-lo?
A pergunta o fez pensar, o rosto levemente ruborizado pela situação aparente, Jungkook era tímido desde criança, ainda sim não se privou de viver e experimentar o que lhe é desconhecido; Taehyung tinha os lumes fixos em seus lábios finos e avermelhados, parecia esperar por sua resposta, então, ajeitou a postura e o encarou de volta.
- Ambas. Gosto de fazê-lo feliz, e não é como se já não tivéssemos feito algo assim antes. - Constou.
- Admiro o relacionamento aberto. Isso requer uma confiança que apenas um casal de anos pode usufruir.
Num gesto mudo, Jeon o acompanhou até a sala, a iluminação natural deixava tudo perfeito, os móveis em seus tons de cinza e branco, a lareira de pedras brancas e poucas decoração, só o necessário, e isto já tornava o ambiente surreal de tão bonito e elegante.
- Acredito que sim. Jimin é bem persuasivo quanto quer.
Jeon não sabia para onde o moreno ia, porém ficou ainda mais surpreso pela área completamente aberta, o sofá branco pendendo do lado esquerdo e suas cadeiras acolchoadas do lado direito, havia algumas espreguiçadeiras e a piscina, o ar fresco foi bem recebido pelo policial, que suspirou um pouco mais calmo e se sentou no sofá.
- Vocês combinam ao meu ver, parecem ter sido feitos um para o outro. - O comentário era sincero, pela primeira vez foi verdadeiro com algo que não envolvia atrocidades.
- Também acho. - Jeon encostou e relaxou no sofá, com as pernas levemente abertas, numa posição mais confortável. - Não suportaria perdê-lo. Posso ser um pouco protetor demais, ainda sim, demorou certos meses para ele compreender.
Taehyung ficou um pouco quieto, os lumes se fecharam para apreciar melhor o calor do sol, podia-se ouvir o canto dos pássaros, o farfalhar das folhas. Jungkook o achou lindo, Kim era lindo, sua beleza era inominável.
- Perdas, infelizmente são uma fatalidade da vida senhor Jeon. Cabe a nós aprendermos a lidar com ela. - Murmurou, ainda de olhos fechados.
- Concordo. - Foi sua palavra final.
- Há um provérbio italiano que diz: Un uomo non è dove vive ma dove ama. - Kim fitou Jeon com certa proeminência. - Um homem não está onde mora, mas onde ama. E você, Jungkook, está com Jimin, o que remete exatamente a isto, acho bonito, lembra-me de como eu era com minha esposa.
Jeon não sabia o que dizer, além de ter achado lindo o modo como Kim ditou tal provérbio, também o achou incrivelmente culto, inteligente e interessante. - Talvez diante a tal momento, palavras não lhe seriam tão bem vindas, quanto ações; suspirando, este acariciou a coxa do moreno, subiu a palma sentindo a pele quente, arrepiada ao toque, o indicador deslizou pelo maxilar alheio, depois os lábios entreabertos.
- Sinto muito por tudo que teve de passar Taehyung. - Sussurrou, temendo perder o contato visual, ou a coragem que nele havia.
Kim segurou o pulso do policial, mordeu e chupou o dedo que pairava por seu lábio, o ato fez Jungkook tremer, quase grunhir pela forma como Taehyung o seduzia naturalmente.
- Estou bem agora. - Frisou, num movimento ágil, deitou Jungkook no sofá, cobrindo-o com seu corpo. - prefiro me manter no agora. No que eu quero fazer com você.
Numa troca rápida de olhar, Jeon selou seus lábios nos dele, o ósculo quente e molhado, trouxe um gemido contido do policial, ainda era perceptível o gosto do café em ambas línguas; Taehyung pressionou seu corpo ao deste, deslizando a destra pelo corpo alheio, apertando a cintura fina que tanto o deixou louco durante a madrugada. - Sua coxa direita pressionou o pau já desperto do policial, devido ao tecido leve da calça, Kim sorriu admirando o membro marcado ali.
Beijando o pescoço, inalando o cheiro fraco de sândalo, Kim lambeu e mordeu, deliciando com o arfar do moreno, o desespero que demonstrava para gozar.
- Quer gozar para mim Jeon? Gozar gostoso como fez de madrugada? - O timbre rouco e arrastado próximo ao ouvido, arrepiou o corpo alheio, trazendo gemidos sôfregos.
A madrugada, o momento em questão veio à tona na mente deste, gemeu ao lembrar da mão enorme em seu pau, punhetando gostoso, enquanto os lábios se mantiveram em seu pescoço, chupando, lambendo e mordendo com força moderada, marcando-o como seu, mostrando que o tinha nas mãos. Jimin assistia, gemendo enquanto se masturbava, alimentando-se do desejo alheio, dos gemidos dos homens por quem tinha um tesão desenfreado.
Novamente, Taehyung começou a masturba-lo, deslizando o indicador sobre a cabecinha inchada do cacete que já estava úmido de pré gozo; beijando-o com devoção, chupando a língua do policial, mordendo o lábio inferior e bebendo do gemido rouco, gostoso e viciante que o policial tinha.
- Caralho! - Grunhiu o mais novo, elevando o quadril, buscando sentir ainda mais os arrepios, os espasmos.
- Você é uma delícia Jeon. Geme mais para mim, hum? Me deixa te ouvir, até você gozar gostoso pra mim.
- Ah. Continua. Mais rápido. - Exigiu, agarrando os fios negros de Kim, mordendo o ombro deste e gemendo contra a pele dele.
Taehyung punhetou com mais força, Jeon gemeu contido, não tardou para gozar na mão do moreno, a respiração levemente descompensada, o líquido morno escorria pelos dedos alheios, Kim chupou, sentindo o gosto levemente doce do policial.
- Gostoso 'pra caralho. - Sorriu, beijando-o.
Era o início de um envolvimento proibido, Taehyung não ligava para as consequências já que viriam deste, agora o policial estava mergulhado num mar de sensações novas, e gostava disso, seu parceiro também.
O problema era que ambos não tinham ciência do futuro desastroso que isso teria.
Em como a dor e o lamento viria antes de que se possa fazer algo para impedir.
[...]
Sentimentos são uma desgraça. Cada um é capaz de te foder não importando a circunstância; Taehyung chegara em sua cobertura nervoso, prestes a destruir tudo que encontrasse pela frente. - Seu peito queimava, emoções que a anos não sentia, parecia queimá-lo de dentro para fora, para sair, para ser liberto. E isso doía, doía como um inferno. Não iria sucumbir, não permitiria que aquele seu eu frágil, e ferido volte à tona, jamais seria; prometeu a si mesmo não sentir, e ele não sentia.
Sofrendo uma agonia excruciante, Kim rumou até o quarto, onde trocou suas roupas por um conjunto leve, saiu batendo a porta, precisava libertar todo aquele pavor, aquele medo repulsivo que corria sua carne, que o devorava.
Todavia, seu antigo eu parecia estar ali, vivo e esperando para tomar controle de tudo novamente, Taehyung sorriu em delírios, adentrou o espaço onde se exercitava, enrolou duas faixas nos punhos e se posicionou diante do saco de areia, suspenso alguns centímetros do chão preso numa corrente, respirou fundo e começou a socar, seu punho acertava em cheio, fazendo o objeto pesado balançar, a cada soco, buscava incansavelmente manter adormecido o que nem deveria estar vivo.
O casal era uma ameaça, não só por seus anseios egoístas e demoníacos, mas também pelo simples fato de fazê-lo sentir tudo o que sentiu quando conheceu sua falecida esposa. Cada sorriso, cada olhar intenso direcionado a si, eram tão genuínos, tão humanos que Taehyung sentia dor, sentia ódio, desejava matar.
E mataria, para provar a si mesmo, que alguém que tanto se fodeu, não merece nada além da escuridão, do mal que lá habita e do frio que queima, dos espinhos que enfeitam seu coração que a anos parou de bater, parou de viver e retardou tudo que levaria a uma possível humanidade, que matou o que poderia ser uma nova tentativa de viver normalmente. - O suor escorria por seu rosto, pingando no chão de madeira polida, a respiração entrecortada junto a garganta seca, fez Taehyung parar, sorrir pelo que faria, a ansiedade se alastrou, deixando-o entorpecido, envolto numa calmaria caótica e psicótica.
Estava tudo bem. Ficaria bem.
A noite finalmente deu início, Taehyung saíra do banho, seu celular havia vibrado na cama, o ecrã ainda visível, leu-se ali, algo breve do parceiro do policial, que agradecia pela noite incrível e torcia para que acontecesse de novo; o desejo carnal era em muitos casos um pouco irônico, era um dos pecados que todo ser humano está fadado a sentir, era tão ardente, tão hipnotizante que qualquer homem ou mulher caia em tal tentação, sem calcular as consequências, sem se importar com o amanhã, visto que nem sempre tinha um.
A calça jeans escura, delineava suas coxas grossas, o cinto adorando o quadril eram o toque sutil e atrativo; Kim vestiu a camisa preta um pouco larga, deixando um pouco visto os clavículas salientes, a jaqueta estava no encosto da cadeira, enquanto se arrumava, ouvia a conversa do casal, que ainda não haviam descoberto as escutas; não era nada interessante de se ouvir, ao que parece, o policial ainda não recebeu ligação a respeito das mortes, o que o fez sorrir orgulhoso por sua inteligência doentia.
Terminando de calçar o par de coturnos, o mesmo pegou as chaves da Harley Davidson preta junto a carteira com documentos, cigarro e isqueiro.
Estava pronto para matar, literalmente.
O motor rugiu, Kim montou na moto, colocando o capacete em seguida, acelerando rumo a saída. Contornava os carros com eficiência, a cor negra junto ao preta da moto era tão linda quanto ao dono que a pilotava; a boate que escolheu estava cheia, havia uma fila pequena do lado de fora, o moreno estacionou a moto perto e desceu, ignorando os olhares alheios, precisava beber e fazer o que saiu convicto de que fará. - Adentrando o local, a música alta junto a luzes coloridas o recebeu, passando pelas pessoas, Taehyung foi em direção ao bar, onde sentou em uma das banquetas e pediu o whisky mais caro.
Tomando um pouco do líquido âmbar, Kim se virou para analisar a multidão, imaginando como seria se matasse todos ali, como ficaria bonito uma pilha de corpos escorrendo sangue; a boate parecia ser do tipo que os frequentadores poderiam usar o que bem entendiam, portanto pegou seu copo e procurou uma área aberta para fumar, passando por casais se pegando como se estivessem sozinhos, Taehyung acendeu o cigarro, tragando a fumaça antes de beber.
Duas garotas que não havia visto, aproximou-se.
- Está a fim de se divertir conosco? - A de cabelos azuis perguntou sugestiva.
- Claro, porque não. - Sorriu de volta.
Dividiram o baseado junto a carreiras de pó, Kim sentou-se leve como nunca, a garota de cabelos castanhos o beijou com brutalidade enquanto a de cabelos azuis sorria, fumando um baseado, aguardando ansiosa pela noite que teria com o desconhecido, junto a sua amiga.
- Vamos para um motel. - Avisou Taehyung, puxando as duas consigo para que o siga.
Do lado de fora, por sorte, havia um táxi, sua moto ficaria ali, as duas entraram no carro, ele foi o último, deu o endereço antes de beijar a garota. - Não demorou para chegarem, Taehyung pagou o quarto mais caro, no caminho, pararam para comprar mais ervas e pó; o quarto era presidencial, as garotas riam e se beijavam com voracidade, Kim retirou a jaqueta jogando-a em qualquer lugar, tirando a camisa e se sentando na cama. Uma delas se sentou em seu colo, lambendo seu pescoço antes de chegar a sua boca, o moreno a recebeu bem, apertava seu corpo contra si, intensificando o beijo enquanto sua mente estava lenta e acelerada ao mesmo tempo.
- Tirem as roupas. - Ordenou.
Bolando um baseado, Kim intercalava o olhar da erva, para as duas que se beijavam, acariciando os corpos, tirando as roupas e as jogando pelo chão, Taehyung percebeu que não era a primeira vez que faziam isso, novamente se separou com um casal que não era casal, e isso o deixou furioso. A vodka foi aberta, Kim bebeu no gargalo, caminhou entre as garotas, mordendo o lábio de uma e despejando o álcool do da outra, os delírios eram imensos, não deixando notar o rock brutal que tocava alto no quarto.
Carreiras de pó foi feita sobre a barriga de uma das garotas, Taehyung sorriu, incluindo para cheirar uma carreira inteira, a acastanhada fizera o mesmo, puxando-o para um beijo desengonçado, as línguas numa sincronia bagunçada. - Cheiraram as cinco carreiras, Kim puxou a de cabelos azuis, lambendo sua buceta, metendo dois dedos sem dó, os gemidos altos eram engolidos pela música alta e beijos alheios.
- Vem me chupar sua puta. - Grunhiu, abrindo o cinto com certa dificuldade, retirou a calça, em seguida a cueca branca e deitou na cama, enquanto uma chupava seu pau, puxou a outra para sentar em seu rosto, chupando-a com força.
- Filho da puta. - Xingou, rebolando em sua língua, gritando como uma cadela no cio.
- Que pau gostoso. - Seu cacete era massageado e chupado pela outra, se engasgando no cacete duro e molhado.
Invertendo as posições, Taehyung ordenou a acastanhada a sentar no seu pau. - A mesma sentava gemendo contra a boca de outra, o baseado foi novamente aceso e tragado, o moreno gemia diante a bela visão que tinha, ainda que distorcida devido ao consumo de drogas e álcool.
- Senta gostoso para eu gozar nessa sua buceta sua cadela. - Ordenou, desferindo um tapa força na bunda alheia.
A garota chupava a amiga e seu pau que entrava e saia rápido, deslizava pela carne quente e úmida da garota, ambos gozaram juntos, Taehyung grunhiu soltando a fumaça, o cheiro de maconha impregnava o quarto.
- Fica de quatro. - A ordem foi dada a de cabelos azuis.
Mesmo depois de gozar, seu pau continuava duro, sem dó, meteu, sorrindo pelo grito de dor que viera dela, faria as duas gozar, gozaria também, aproveitaria ao máximo, não precisava do policial e seu namorado, não precisava de ninguém além de si mesmo e seus próprios ideais. - A jovem gemeu contra o lençol, se empalando no seu pau, sua amiga massageava seu clitóris enquanto a beijava, forçando-a a gozar no pau daquele moreno, e assim fez.
Exausto e elétrico, Taehyung bebeu longos goles de vodka, sorriu para suas convidadas, os lumes desfocados, as pupilas dilatadas quase engoliam o castanho de seus olhos; tão rápido quanto, Taehyung quebrou o pescoço de uma, a outra gritou apavorada, tentou fugir mas ele a pegou, fazendo o mesmo.
Enquanto Black Sabbath tocava alto, Kim se sentou na cadeira, gargalhando, segurando um baseado, bebendo vodka e olhando as garotas mortas no tapete vermelho.
Taehyung era um deus, era um demônio impiedoso que nem o inferno foi capaz de forjar, Lúcifer o queria em seu reino, e ele iria. Mas todas as almas que ceifou e as que irá ceifar.
Principalmente de um certo loiro.
Enquanto o baseado queimava, Taehyung gargalhava, ria tanto que seus olhos marejaram, as lágrimas escorriam por seu rosto.
Estava no ápice da loucura humana.
E nunca se sentiu tão vivo sendo um completo louco, um neurótico.
O próprio deus da morte.
Abbadon era seu nome.
O inferno na terra era seu, e não há ninguém que possa tirar seu reino, impedi-lo, de derrotá-lo.
Ele e o rei da destruição.
E o mundo era seu abismo, sua casa.
E nele, jogaria todos que puder.
E que se foda as consequências.
:)
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top