Escape (Punição)

Ergue-se a alta torre sobre a praça
E o sacerdote soa mais além
Homem, és o prenúncio da desgraça!
Teus deuses e profetas vão e vêm

Pelo eterno e sanguíneo, Deus e raça
Grilhões de que escolhes ser refém
Pelo ouro que ostentam nas vidraças
Dobram-se os sinos, mas, meu Deus, por quem?

Quando rezar é veneno da alma
E libertar-se é o remédio humano
Esperas, pois, cessar a derrocada

Mas a carne requer divina calma
Quando foges pelo portão romano
O brilho dos teus olhos morre em nada!

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