Prólogo
— trânsito do inferno ! -
Bem meu nome é Vênus Maldoni , eu sei nome incomum para um homem, mas fazer o que se minha mãe amava a mitologia grega e sabe como é né depois de um tempo você se acostuma no momento estou em um ônibus que posso chamar de lata de sardinha de tanto que está apertado mas não é uma novidade por que faco esse percurso todo dia "o que a gente não faz pra ir à faculdade né" o ônibus está balanço a todo momento e não ajuda muito quando se está apoiando apenas em uma barra de ferro .
O ônibus finalmente chega ao meu destino e me apresso em descer dele e praticamente voar pelas escadarias da universidade deixando muita gente no vácuo por não poder comprimentar , o corredor esta deserto e já imagino o sermão que irei levar do professor de RH quando chegar a sala.
— mais que merda por que fui aquela festa -
Chego em frente a minha sala respiro e me preparo psicológicamente pra encarar meu querido professor.
— a seção de RH é a área, mas importante de uma empresa é por esta que passam as contratações e contratos com os empregados e a empresa … E eu gostaria de saber o motivo do seu atraso senhor Maldoni - seu olhar me analisa por um instante e vejo a atenção de todos direcionada a mim' merda' tomo coragem para dizer, mais uma de minhas desculpas.
— bem … Perdi o horário porque o meu despertador está quebrado e meu amigo não teve coragem de me acordar e … - ele me interrompe rudemente e balança a cabeça em negação!
— já chega Vênus pode se sentar e sugiro que arranje um amigo ou um despertador melhor — risinhos ecoam pela sala e sinto meu rosto vermelho em vergonha
— acho que vou aderir a sua idéia professor - vou em direção ao meu lugar e vejo o ser mas horrível do planeta , que já me fez passar por essa situação umas dez vezes e que chamo de melhor amigo
— Danillo por que você não me acordou seu idiota ?-sussurro para ele e o vejo me dar um sorriso ladino - e tira esse sorriso da cara -
— desculpe querido, mas eu nao tive coragem de entrar no seu quarto, não depois da seção de gemidos que escutei de madrugada - vejo-o arquear uma sobrancelha e se divertir com minha cara
— haa da próxima vez me acorde de qualquer modo - ele dá de ombros e volta a atenção para aula e segui o seu exemplo .
O restante da aula transcorreu normalmente e eu já tinha o perdoado por não me chamar na hora certa , estávamos indo ao refeitório, pois a nossa próxima aula só seria no incio da tarde.
— então pelos sons que eu ouvi ontem o carinha do bar era muito bom de cama né ? - um defeito do Danilo ele era muito direto e não sabia a hora de calar a boca - então ? -
— é ele sabia o que fazer mesmo só que teve um momento um tanto embaraçoso - desvio os olhos do seu e faço minha melhor cara de paisagem
— que momento foi esse ? Foi a parte que você gritou, mas fundo ou a que ele te chamou de meu precioso ? Hahahah - o vejo rir, ou melhor gargalhar da mina noite intensa de ontem.
— como você …? -
— as paredes são finas Vênus e devo revelar que passei sem segundas intenções em frente ao seu quarto e parei alguns segundos para ouvir um pouco - pego um lápis que estava de bobeira na mesa e jogo em sua cara , infelizmente tenho uma mira péssima e erro o alvo
— você é um escroto , não foi em nenhum desses momentos foi quando ele foi embora e me deixou um anel com o nome meu precioso marcado em nele acredite foi muito estranho eu nem sabia onde enfiar o anel - mas uma vez Danilo rir da minha cara só que mas discretamente
— vai ver ele está fã de senhor dos anéis tem cada doido no mundo - é não podia negar que isso passou pela minha cabeça, mas eu já deixei de lado
— bem você vai hoje para a inauguração daquela boate ? Dizem que vai ser o evento da cidade - me lembro vagamente disso, mas me vem a mente a pilha de trabalhos que tenho que fazer.
— não vai dar pra ir dessa vez , tenho tanto trabalho que não sei como não reprovei ainda, fica pra próxima -
— tudo bem então eu vou dar uma passadinha lá te vejo, mas tarde okay ? -
— tudo bem , mas hoje vou ficar mas tarde na biblioteca e só vou chegar quando terminar todos os trabalhos , talvez não me veja em casa - ele apenas acena e diz um até mas.
Sigo direto para a biblioteca quando as minhas aulas acabam e começo a fazer todas as minhas anotações , passa-se cerca de três horas e já estava no último conteúdo do semestre quando sinto um arrepio percorrer a minha espinha e tenho a sensação de que estou sendo observado , olho para os lados a procura de alguém suspeito, mas não vejo nada de incomum volto às anotações e finalmente consigo terminar tudo.
— finalmente - suspiro cansado e arrumo todos meus materiais para ir embora
A caminhada até minha casa leva meia hora e estranhamente a rua está deserta hoje checo as horas em meu relógio' são oito horas agora' sigo calmamente até a próxima rua e mais uma vez aquele arrepio percorre o meu corpo olho para trás a procura de alguém e vejo um homem muito alto com um sobretudo preto e um chapéu que cobre metade do seu rosto , volto a olhar para frente e apresso os passos para chegar em frente ao meu prédio … Escuto seus passos, mas rapidos em minha direção e meu instito grita que eu preciso correr e é exatamente isso que faço … Corro até à portaria e procuro nervosamente as minhas chaves.
— merda onde estão essas chaves - vejo o mesmo homem cruzar a esquina da rua e vir em minha direção rapidamente
Finalmente acho as minhas chaves e destrava a porta de frente entrando e correndo até meu apartamento, abro a porta e finalmente respiro me encosto nela e escorrego até o chão.
— hahahahah isso foi tenso -
Passaram alguns minutos quando ouço batidas na porta e volto a prender a respiração, mas uma vez as batidas ficam intensas e procuro algo que eu possa usar para mim defender … Vasculho a sala e encontro um abajur' é o que temos pra hoje' ando lentamente a até a porta e olho pelo olho mágico , vejo um senhor e um cara, mas jovem ao seu lado.
— Vênus Maldoni sei que você está aí , peço que abra a porta por favor o que tenho a dizer é de seu total interesse - o senhor fala com uma expressão pesada e penso se devo abrir
— Tudo bem, mas se for me matar vou logo avisando que sei lutar muito bem - abro a porta e vejo-os parado na entrada a me observa
— você tem os olhos dele - dele ? Do meu pai ? O que esse senhor está falando.
— do meu pai ? É já me disseram isso -
— é dele também - seu rosto se contorce em escárnio e me pergunto se isso foi pra mim - bem tenho um assunto importante para tratar com você , podemos entrar ? -
— claro - dou passagem e eles entram observamdo todo o ambiente , não é muito requintado, mas é aconchegante e isso pra mim já é o suficiente - bem senten-se por favor -
Eles se sentam nas poltronas e permanecem calados decido tomar a iniciativa de cortar esse silêncio estranho.
— então o que os senhores queriam conversar comigo ? - eles se entreolharam e o senhor que eu não sei o nome se pronuncia
— meu nome é Berilo Montenegro e acredito que você não se lembre de mim porque você era apenas uma criança quando saiu da Itália, mas agora tenho coisas mais importantes para tratar com você - me sento no sofá e o espero prosseguir
— seu pai Erik fugiu com você da Itália a dez anos atrás por motivos que ele nunca lhe revelou mas o que você deve saber é que ele fugiu para te proteger do seu destino e cumprir com a promessa que fez a sua mãe antes de sua morte ... seu avô Vicenzo morreu a três dias e como seu único neto é seu dever administrar a sua organização
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