Prólogo


SEBASTIAN VELARK


As tiras do  chicote atingiu mais uma vez a pele alva que agora estava avermelhada, contendo alguns filetes de sangue devido aos golpes serem no mesmo lugar por curtos intervalos de tempo, larguei o objeto e a puxo pelo pescoço sem cuidado algum, esta já se encontrava cansada, o suor deixando seu corpo ainda mais escorregadio, a ajusto em meu colo, seus braços permanecem suspensos, os pulsos presos por algemas de aço, ferindo seus pulsos por estarem bem apertadas — pouco me importo com sua dor quando meu prazer é alimentado por isso. Enfio meu pau em sua buceta com força, seus gemidos exaustos junto as lágrimas escorrendo por seus olhos me manteve instigado a fodê-la com ímpeto e força, agarro sua cintura fina, mantendo-a parada enquanto movo meu quadril para cima e para baixo.

— Mestre, por favor! — Choraminga, a dor a consumindo enquanto meu prazer era alcançado. 

— Cala essa maldita boca. — Ordeno, desferindo um tapa em seu rosto. 

Soltando apenas as correntes a jogo na cama, me enfiando entre suas pernas, seguro meu pau pela base e enfio, mesmo ciente de que por estarmos naquilo a quase oito horas, sua lubrificação era nula, agarro seu pescoço e aperto á medida que a fodo. 

— Caralho! — Suspiro alto, meu suor pingava em seu rosto vermelho e suas unhas cravando no meu braço num pedido desesperado para que eu a soltasse. 

Não desvio meus olhos dos dela, em poucos minutos suas mãos caem na cama, seus olhos paralisaram, meu sorriso aumentou ao constatar a falta de pulsação — invisto com mais força até sentir o orgasmo varrer meu corpo e minha porra jorrar dentro do seu corpo já sem vida.

Desço da cama seguindo para o banho, a pressão da água era um bálsamo ao meu corpo que ainda estava em êxtase pelo prazer recente — vestindo roupas limpas volto ao quarto, me sento na cadeira de frente para cama, observo-a fixamente, minha porra ainda escorria de sua buceta, as pernas abertas e os olhos inexpressivos.

— Descanse em paz, Claire. — Faço um sinal de cruz e murmuro uma oração na qual não acredito. 

Adiciono um pouco de conhaque no copo de cristal e o tomo num só gole, não me preocupo com minha aparência desleixada, apenas sigo até a porta e dou duas batidas, anunciando o término. 

— Livre-se do lixo. — Ordeno ao meu subordinado que apenas assente e chama outros para ajudá-lo na remoção do corpo e no restante da bagunça.

Seguindo para minha cobertura minhas mãos tremiam agarradas ao volante, o ponteiro marcava quase duzentos quilômetros por hora, avançando os sinais vermelhos, cortando os poucos veículos que circulavam nas ruas às quatro horas da manhã —- adentro o estacionamento subterrâneo, parando na mesma vaga costumeira…minha raiva não havia diminuído, todavia, o que fiz estava feito e não sinto arrependimento algum.  Me sirvo de outra bebida ao adentrar minha residência, as luzes auxiliares foram acesas pelo sensor de movimentos, me acomodo no sofá, o líquido acobreado queimava em minha garganta, relaxando e diminuindo meu nervosismo iminente.

De minuto em minuto logo contemplo os primeiros indícios do amanhecer. 

Seria uma bela vista se eu não odiasse até mesmo os dias ensolarados. 

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OBS: Devido a reescrita, os comentarios antigos não aparecerão  nas estrofes ou frases.

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