Chegada Inesperada
Três dias depois...
28 de março de 2016
Sakura olhou-se no espelho mais uma vez. Escolhera um vestido branco com flores vermelhas estilo princesa. Era um vestido lindo pelo qual se encantara enquanto fazia compras com Hinata. Tinha o decote em forma de coração, era justo no seios e rodado a partir de então, mas não quis usar o cinto que o acompanhava.
O vestido soltinho não marcava a leve ondulação que era sua barriga a quase três meses de gestação e, por esse motivo, o escolhera. Planejava contar aos amigos sobre a gravidez essa noite, mas não queria ser alvo de perguntas até estar preparada para anunciar a novidade.
Apenas Hinata, Ino e os pais dela sabiam. Sakura tinha ido contar para os Yamanaka logo que parara de chorar a todo instante. Considerava-os como seus pais, por isso havia sido difícil ver o brilho de decepção nos olhos de Inoichi quando Sakura contara que estava grávida de um desconhecido. Porém, os dois a apoiaram quando Sakura explicou como tudo acontecera.
– Sempre estaremos ao seu lado, Sakura – a mãe de Ino afirmara abraçando a rosada.
– Vou respeitar seu desejo, mas eu me sentiria melhor se você processasse essa tal de Mei e procurasse esse cara.
– Eu falei a mesma coisa para essa testuda, mas ela não me ouve.
– Talvez eu esteja sendo fraca, mas eu não quero. Já está sendo difícil aceitar tudo o que está acontecendo. Não quero lidar com Mei e o pai do meu bebê – Sakura disse chorando.
– Tudo bem, tudo bem – Inoichi a consolou abraçando-a. – Esse não é o futuro que eu imaginei que você teria. Mas como minha esposa disse: nós sempre estaremos ao seu lado.
– Sakura? Está pronta? – Ino gritou batendo na porta do quarto e cortando suas lembranças.
Sakura suspirou e passou seu perfume preferido. Então saiu do quarto observando o apartamento. Estava tudo decorado. A comida estava pronta e as bebidas arrumadas. Faltavam apenas os convidados.
Como se seu pensamento tivesse invocado-os, a campainha tocou e Ino correu para abrir a porta.
– Okaasan! Otosan! – cumprimentou abraçando-os. – Entrem!
O casal Yamanaka entrou e abraçou Sakura desejando-lhe felicidades. Logo, em seguida, chegaram Chouji, Karui, Asuma, Kurenai e...
– Mirai! Como você está enorme! O que você tem comido desde que te vi pela última vez, hime?
A garota riu.
– Tudo o que okaasan faz. Ela cozinha muito bem.
– Isso explica porque você está tão linda e forte! Sinto muito por não ter ido ao seu aniversário. Eu estava passando mal. Tive que obrigar Ino a ir porque ela queria ficar comigo, mas... – Sakura foi até a estante e pegou um embrulho colorido – eu comprei um presente para você.
– Arigato, Sakura!
Nesse momento, a campainha tocou de novo e Sakura foi atender enquanto a garota abria o presente entusiasmada.
– Oi, Shikamaru.
– Oi, Sakura. Esta é Temari no Sabaku.
Sakura observou a loira que o acompanhava e sentiu-se imediatamente conectada a ela.
– Oi, Temari. Sou Sakura – disse sorrindo ao estender a mão. – É um prazer finalmente conhecê-la.
Temari observou a mulher à sua frente. Ela lhe era tão familiar, mas sabia que jamais tinha conhecido alguém com cabelo rosa. A não ser é claro que ela tivesse pintado.
– O prazer é meu, Sakura – respondeu aceitando o cumprimento. – Seu cabelo sempre foi rosa?
– Hai. Desde que nasci. Só não me pergunte porquê.
Temari riu.
– É lindo. – Sakura sorriu e Temari continuou: – Infelizmente isso descarta a sensação de que eu já te conhecia.
– Sinto muito, mas eu não me lembro de você.
– Eu sei. Eu só... achei você familiar. Mas deve ser coisa da minha cabeça. Enfim, felicidades!
– Arigato. Entrem.
Antes que fechasse a porta, viu Rin saindo de seu apartamento. Então Sakura resolveu esperar ali. Mas a Nohara não estava sozinha. Ela puxava um homem de cabelo branco pela mão. Rin sussurrou algo e riu. Então puxou-o e agarrou-o ali mesmo no corredor. Foi um beijo de tirar o fôlego e Sakura estava prestes a entrar corada quando ele percebeu que estavam sendo observados.
– Oi – o homem cumprimentou chamando a atenção de Rin que olhou para trás e corou.
Era a segunda vez que tinha sido flagrada aos beijos com Kakashi.
– Oi, Sakura. Não te vi.
– Percebi – disse sorrindo ainda corada. Então explicou porque flagrara os dois. – Gomen.
– Eu que tenho que me desculpar. Não devíamos...
– Tudo bem. Se eu tivesse um namorado, provavelmente faria o mesmo.
Os três riram e o casal aproximou-se da aniversariante.
– Esse é Kakashi Hatake. Ino disse que eu poderia trazê-lo.
– Claro. É um prazer conhecê-lo, Kakashi-san. Faça Rin feliz ou irei chutar sua bunda até Kiri.
Kakashi arregalou os olhos por ser ameaçado por aquela jovem. Sasuke e Sakura ameaçando-o por causa de Rin? O que eles pensavam? Não era nenhum pervertido!
– A propósito, sou Sakura Haruno.
Kakashi a olhou surpreso.
– Parente de Kizashi Haruno? – perguntou lembrando-se do diretor financeiro de Sasuke.
– Acredito que não. O pessoal do orfanato me deu esse nome porque nasci no dia da sakura zensen – Sakura respondeu triste.
Sakura tentou segurar as lágrimas. Todo ano no seu aniversário era sempre assim. A dor de ter sido abandonada era dez vezes pior. Por que eles não me quiseram? Por que me deixaram naquele orfanato sem nada? Nem mesmo um nome eles se preocuparam em me dar, perguntou-se mais uma vez.
Nunca falava com ninguém sobre isso. Nem mesmo Ino sabia sobre a dor que carregava no coração. A amiga imaginava, mas jamais entenderia, pois sempre tivera os pais ao seu lado. Por isso, Sakura nunca comentava sobre seus pais com a loira.
– Gomen. Eu não sabia que era órfã. Sinto muito pela indelicadeza.
Sakura pensou em corrigi-lo, mas preferiu não prolongar o assunto. Tentou sorrir enquanto dizia.
– Não tem problema. Entrem.
Kakashi percebeu que não era verdade, mas achou melhor não causar mais tristeza à aniversariante. Por isso puxou Rin, que estava prestes a dizer algo, para dentro.
– É melhor respeitarmos o desejo dela – explicou.
Rin assentiu.
Sakura ia fechando a porta quando ouviu a voz de Naruto. A rosada revirou os olhos. O loiro era escandaloso demais.
– Gomen, Sakura! – Naruto disse alto quando chegou à porta. – Eu combinei de buscar Hinata e quando estávamos no elevador esse esquisito perguntou se podia vir junto. Me fez perder o maior tempão me mandando para o endereço errado.
– Não mandei você para o endereço errado, pinto pequeno. Você virou na direção errada e não queria admitir para não parecer mais baka na frente da sua namorada.
– Não me chame assim!
– É melhor você entrar, Sai. Ino está te esperando.
– Tudo bem – Sai respondeu calmamente estressando ainda mais Naruto.
– A Hinata disse que ele tinha sido convidado, mas eu não estava acreditando. Esse cara é muito esquisito, Sakura!
Sakura riu.
– Ele não é esquisito. Você só está implicado com ele por causa do que ele disse – Hinata disse com doçura e então corou.
– Você acha que ele está certo?
– Não foi isso que eu disse – Hinata sussurrou de cabeça baixa.
– O que ele disse? – Sakura perguntou curiosa.
– Que Hinata é bonita demais para mim! – disse indignado.
Sakura riu.
– Você não devia se preocupar com isso. Verdade ou não, Hinata é uma mulher comprometida – Sakura disse sem pensar.
No mesmo instante, Hinata e Naruto ficaram tensos. Quando estavam juntos sempre esqueciam porque ela estava em Konoha. Como ontem. Hinata afastou-se.
– Vou cumprimentar Ino.
Sakura sentiu-se mal ao ver como suas palavras tinham atingido o casal, mas não retirou o que disse. Pensou em dizer para Naruto que era melhor ele se afastar da Hyuuga, mas então o loiro disse surpreso:
– Aquele é Kakashi?
Sakura olhou na mesma direção que Naruto.
– Conhece o namorado da Rin?
– Caramba! Não tinha reconhecido a secretária do Teme! Ela fica tão diferente sem uniforme! – Naruto exclamou. Então sussurou: – Kakashi vai pedi-la em casamento.
Sakura arregalou os olhos surpresa e então sorriu.
– Que ótimo! Gosto muito da Rin. Desde que Ino se mudou para esse prédio, Rin tem nos ajudado bastante.
– Também gosto dela. Acredita que ela teve coragem de falar para o Teme que ele devia aproveitar a vida e transar mais?
Sakura tossiu pela surpresa. Felizmente Naruto não esperava uma resposta e saiu para falar com Kakashi deixando uma Sakura constrangida fechar a porta. Passeou entre os convidados conversando com todos. O ambiente estava leve e descontraído e Sakura acabou se distraindo da dor que sentia no seu aniversário. Ino a conhecia tão bem.
Sakura colocou a mão no ventre e sorriu. Não havia motivos para se entristecer. Tinha amigos adoráveis. E logo que seu bebê nascesse, nunca mais estaria sozinha.
– Yo minna! Gostaria de aproveitar esse momento para dizer que estou grávida. Sei que vocês devem estar surpresos porque eu não tenho namorado – disse sem encarar ninguém em especial. – Nos primeiros dias, foi difícil aceitar uma gravidez inesperada, mas agora eu não poderia estar mais feliz. Não será fácil criar esse bebê sem a presença do pai. Mas eu amo esse bebê e darei a ele todo o amor que ele precisa.
– Não tenho dúvidas, testuda – Ino disse abraçando Sakura.
Depois do choque inicial que foi quebrado por Ino, todos a abraçaram e a cumprimentaram desejando felicidade por seu aniversário e pelo bebê.
– Já cantaram Parabéns? – alguém perguntou meio triste e Sakura olhou por cima do ombro.
– Tenten! Achei que não viria! – Sakura exclamou enquanto aproximava-se dela.
– Gomen. Problemas no trabalho – disse cansada.
– Entendo. Vem. Vou te apresentar ao pessoal.
– Muita gente nova por aqui – Tenten comentou vendo vários rostos desconhecidos.
Sakura concordou e apresentou Temari, Kakashi, Sai, Naruto e...
– Hinata Hyuuga.
Surpresa, Tenten observou a jovem à sua frente. Sabia que Hinata estava em Konoha, mas nunca imaginou que a encontraria ali. O mundo realmente era pequeno!
– É um prazer conhecê-la. Seu primo fala muito sobre você.
– Meu primo? – Hinata perguntou confusa.
– Ele nunca te falou sobre mim? – pergunta corando.
– Não, por quê?
Tenten empalideceu e Ino, que ouvia a conversa, entendeu no mesmo instante.
– Seu namorado virtual é o primo da Hinata?
Naruto arregalou os olhos.
– Nani??? O Teme está namorando e não me disse nada?!
Tenten abriu e fechou a boca várias vezes. Então gaguejou:
– E-eu tenho que ir – disse antes de sair arrasada.
Não podia acreditar que ele nunca havia falado sobre ela para Hinata. O que ela significava para ele afinal? Tudo tinha sido um engano?
– Tenten? – Sakura chamou, mas a Mitsashi já tinha saído.
– Nunca imaginei que o Sasuke namoraria virtualmente – Hinata disse desconcertada.
– O nome do namorado dela não é Sasuke – Shikamaru esclareceu observando a porta. – É Neji Hyuuga. Eu já pesquisei sobre ele.
– Neji-Niisan? – Hinata perguntou surpresa.
Oh, Kami! Era por isso que Neji passava o tempo todo na Internet e tinha insistido para vir a Konoha com Hinata!
– Hinata? – Naruto perguntou preocupado ao ver a palidez da Hyuuga.
– Eu arruinei o relacionamento do meu primo! Ela saiu tão magoada...
– Não é sua culpa, hime – Naruto a consolou.
Mas isso não amenizou a culpa que ela estava sentindo. Sakura e Shikamaru tentaram consolá-la também, mas as palavras deles também não aliviou o sentimento que a sufocava. Vira o olhar de Tenten. Sabia que ela tinha ficado muito mal com o engano de Hinata.
– Quer ir embora? – Naruto perguntou ao perceber que ela não conseguia esquecer o que havia acontecido.
– E Sai? – Hinata perguntou observando que o pintor ouvia atento a conversa de Ino que o arrastara para um canto depois que Tenten saíra.
– Ele que chame um táxi!
Hinata sorriu levemente. Naruto continuava implicado com o moreno.
– Não acho que...
Mas Naruto puxou-a pela mão interrompendo o que ela dizia e levou-a embora sem se despedirem de ninguém.
– N-Naruto! Isso foi muito grosseiro da nossa parte!
– Tenho certeza de que aquele esquisito nem percebeu nossa ausência.
– Mas...
– Se você prefere a companhia dele, vamos voltar – disse emburrado.
– Não! – Hinata gritou. Então corou enquanto explicava em voz baixa: – É que nós não nos despedimos de Sakura.
– Ela vai entender. Vem. Vou te levar em um lugar incrível.
Hinata entrou no carro e Naruto a levou até um condomínio luxuoso.
– Onde estamos?
– Em minha casa.
– N-nani? – Hinata gaguejou.
Naruto riu.
– Não é o que você está pensando. Só vim buscar minha moto. Não dá para ir de carro.
Hinata sentiu as bochechas arderem.
– E-eu não es-estava pensando em n-nada!
– Você fica linda quando está com vergonha. – Naruto disse depois que estacionou o carro.
Ele acariciou as bochechas dela e ela ficou ainda mais corada.
– A-arigato.
Naruto saiu do carro e Hinata o acompanhou. Eles pararam em frente a uma moto linda. Hinata não entendia nada de motos, mas aquela parecia bem potente.
– E-eu acho que não é uma b-boa ideia.
– Você vai adorar – Naruto afirmou colocoando o capacete nela. – Você nunca andou de moto? – perguntou enquanto colocava o próprio capacete.
– Não. Meu pai teria um enfarto se soubesse que cheguei perto de uma.
Naruto riu e piscou um olho.
– Vai ser o nosso segredo então.
O tom sensual com o qual ele disse isso fez o coração de Hinata ir às alturas. Sem perceber a reação dela, ele subiu na moto e Hinata agradeceu por ter vestido uma calça social em vez do vestido justo que pensara em usar.
Assim que ela se acomodou, Naruto deu partida. Com medo, Hinata abraçou Naruto com força. Porém à medida que andavam pelas ruas de Konoha e o vento batia em seu rosto e balançava seus cabelos, Hinata foi perdendo o medo. Naruto era um ótimo piloto e a sensação de liberdade era embriagante.
Algum tempo depois, eles saíram da cidade e seguiram por um caminho de terra. Quando chegaram em um monte, Naruto parou.
– O que achou? – perguntou ajudando-a a tirar o capacete.
– Você estava certo. Eu adorei – respondeu sorrindo.
Naruto sorriu.
– Que bom!
Entaão Naruto segurou na mão dela para ajudá-la a subir pelo caminho sinuoso. A sensação da mão grande segurando a dela lhe dava tanta segurança que Hinata não queria soltá-lo nunca mais. Porém logo eles alcançaram o topo. Hinata observou o local admirada. Ali tinham uma visão privilegiada de Konoha.
– Uau! É lindo! – murmurou encantada.
– Que bom que gostou – Naruto sorriu coçando a nuca. – Infelizmente não trouxe nada para cobrir o chão nem para comermos.
– Tudo bem – Hinata disse sentando-se sem importar-se com a sujeira. – Já comemos o suficiente na casa da Sakura.
– Bome, eu comeria mais – Naruto riu e sentou-se ao lado dela.
Ele hesitou, então passou o braço em torno dos ombros dela e Hinata aconchegou-se ao seu lado.
– Arigato, Naruto – Hinata murmurou um tempo depois virando-se para olhá-lo.
– Não precisa agradecer. É um prazer estar em sua companhia – disse sério fitando os olhos perolados.
– Também adoro sua companhia – Respondeu corando, mas sem deixar de fitar os olhos azuis.
Meia hora antes...
Sakura consolava Hinata pelo mal entendido com Tenten quando viu Mirai tentando subir em uma cadeira para pegar um dos enfeites favoritos de Ino. Rapidamente afastou-se da Hyuuga para acudir Mirai, pois Ino tinha o maior ciúme daquele enfeite. A loira tinha herdado da avó materna que falecera há alguns anos e não deixava ninguém tocar no objeto. Por isso, Sakura repreendeu a criança gentilmente e então procurou Hinata, mas não a encontrou.
Afastou-se da criança para perguntar a Ino sobre a morena quando Rin e Kakashi interromperam sua intenção.
– Sakura, nós já vamos.
– Já? Mas está cedo!
– Trabalhamos amanhã e temos que dormir cedo.
– Sei, sei – respondeu com malícia e Rin corou. Então sorriu e disse: – Obrigada por terem vindo.
– Nós que agradecemos o convite. Foi um prazer conhecê-la. – Kakashi respondeu e abraçou Sakura despendindo-se
– O prazer foi meu – Sakura correspondeu o abraço e sussurrou: – Gostei de saber sobre seus planos.
Kakashi a soltou e a olhou confuso. Mas Sakura apenas sorriu e então abraçou Rin.
– Ja ne – Rin disse despedindo-se.
– Ja ne.
Assim que fechou a porta, Sakura aproximou-se de Temari e Shikamaru. Logo as duas começaram uma conversa animada que só foi interrompida minutos depois quando uma voz masculina perguntou:
– Ainda tem comida pra mim?
Sakura virou-se para a porta alegre ao reconhecer a voz e então saiu correndo pra abraçá-lo:
– Niisan! Você veio!
– Acha que eu deixaria de vir? Desculpe por chegar atrasado. Meu carro quebrou.
– Está tudo bem? – perguntou preocupada.
Sakura o soltou e o observou. Os intensos olhos de ônix brilhavam com alegria. Os cabelos negros continuavam puxados para trás com um elástico vermelho em um curto rabo de cavalo que se estendia até suas omoplatas e as franjas que emolduravam o centro do rosto que se separavam e se estendiam até o queixo.
– Estou ótimo. Só preciso de um carro novo. Aquela lata velha está passando da hora de ser trocada.
Sakura ouvia a explicação distraída. Estava ficando louca isso sim. Era a única explicação para achá-lo parecido com o pai do seu bebê. Sakura sacudiu a cabeça para afastar essa impressão e respondeu:
– O importante é que você veio. Como soube da festa? – perguntou.
– Ino me mandou uma mensagem avisando. Mas eu viria mesmo se não tivesse festa – Respondeu sorrindo de lado. – Afinal somos irmãos...
– ... por amor...
– ... por toda a vida – Ino completou o lema dos três aproximando-se e abraçando-o e puxando Sakura para um abraço coletivo.
Então ele afastou-se e bagunçou o cabelo das duas. Ino bateu na mão dele.
– Sabe que eu odeio que mexa no meu cabelo! – Ino reclamou afastando-se dele.
– Também estava com saudades, porquinha.
Sakura sorriu. Era bom ter seu irmão de volta.
– Eu não estava com saudade! – Ino resmungou. – Você é muito chato, Itachi!
. * . * . * .
Yo minna!
Não sei se vocês perceberam, mas tenho deixado dicas ao longo dos capítulos, tipo a JK Rowling e o Masashi Kishimoto (eu não sou tão boa como eles, mas não esqueçam: tudo está interligado)
*Sakura zensen: floração das cerejeiras
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