Ajuda Inesperada

NOTAS INICIAIS

Yo minna!

Eu estava relendo a história para voltar a escrever e então percebi que a história estava com alguns capítulos fora de ordem (cronologicamente falando), então resolvi colocar todos na ordem certa e acabei acrescentando esse aqui no lugar, em vez de fazer flashback.

Além disso, consegui escrever um capítulo novo (Provocação Inesperada) que ficou bem diferente da ideia inicial que era já mostrar o ultrassom da Sakura, mas eu amei do jeito que ficou o capítulo com Sasuke e Sakura se provocando. Espero que vocês gostem.

.*.*.*.*.*.

No dia seguinte
30 de março de 2016

Itachi estava voltando para o apartamento de Ino quando seus pensamentos foram interrompidos por uma voz feminina.

- Mas que droga! - ela praguejou irritada. - Porcaria! Merda!

Mas não foram os únicos xingamentos que Itachi ouviu. Ela falou tantos palavrões a seguir que Itachi arregalou os olhos surpreso. Ele não conhecia nem metade das palavras que ela usara e olha que a boca dele não era tão limpa assim.

Curioso, ele aproximou-se do carro estacionado dois metros à frente com o capô levantado. Obviamente aquela lata velha estragara.

- Posso ajudar? - perguntou encostando-se na lateral do carro próximo ao pneu da frente.

Ela assustou-se e ergueu-se repentinamente batendo a cabeça no capô do carro. Ela voltou a xingar irritada massageando o local onde batera. Itachi sentiu um sorriso se espalhar por seus lábios.

Então ela finalmente ergueu a cabeça pronta para xingá-lo mais um pouco olho no olho, mas as palavras ficaram presas na garganta. Ele era lindo. Do tipo: muito lindo.

- Achei que fosse me xingar.

Ele estava impressionado com ela. Com aquela boca suja, imaginara que ela fosse bem masculina, mas esse não era o caso. Ela não era muito vaidosa, mas era muito bonita e atraente.

- Um usuratonkachi como você não merece minha saliva - retrucou com arrogância.

- Quer comprovar se eu sou um usuratonkachi?

Ela corou, mas não se rebaixou.

- Não perderia meu tempo com bobagens. O que você quer, baka?

- Eu ia oferecer ajuda, mas talvez eu seja baka demais para resolver o problema com seu carro.

"Kuso! Kuso! Kuso!" pensou enquanto via ele se afastar lentamente.

- Talvez você não seja tão baka assim - disse em tom azedo. Odiava pedir favores. Principalmente para estranhos.

Ele riu de lado e voltou a aproximar-se dela.

- O que aconteceu?

Ela explicou o que tinha acontecido e ele diagnosticou o problema.

- É fácil. Posso arrumar, mas tem uma condição.

Ela o olhou com suspeita. Esse era o motivo pelo qual não pedia favores. Sempre havia algo em troca

- Que condição? - perguntou desconfiada.

- Tem que me dizer seu nome.

- Por que quer saber meu nome?

- Porque vou publicar no meu Twitter que você é a maior boca suja que eu conheço.

- Nani???

Ele riu.

- Gomen. Estou brincando. Você devia ter visto sua cara - disse entre risadas que acabaram quando ela deu um soco no braço dele. Bem doloroso, por sinal. - Aiii. Além de falar como um homem, tem que bater como um homem também?

Ela ficou mais furiosa e lhe deu outro soco.

- Gomen! Gomen! - disse erguendo as mãos em sinal de rendição e então começou a arrumar o carro dela.

- Por que quer saber o meu nome? - ela perguntou depois de um tempo. - De verdade.

- Não caiu na história do Twitter?

- Você não me parece o tipo que tem conta no Twitter.

- Onde você acha que eu tenho conta?

- No YouTube. Aposto que publica vídeos fazendo coisas perigosas.

Itachi deu uma risadinha.

- Eu faço isso, mas com um codinome. Sakura me mata se souber.

- Sua namorada?

- Ouvi uma decepção em sua voz?

- N-não é nada disso!

Itachi riu.

- Não tenho namorada, esquentadinha. Sakura é minha irmã adotiva.

Ela não soube o que dizer e eles ficaram em silêncio. A língua dela coçou para perguntar de novo porque ele queria saber o nome dela, mas se segurou. Morderia a língu se fosse necessário, mas não daria essa satisfação a ele.

- Eu ia te procurar na internet e te amolar até conseguir um encontro - Itachi disse depois de um tempo.

Ela escancarou a boca com surpresa. Sério mesmo?

- Você não iria me achar - disse depois de recuperar o bom senso.

- Conheço alguns hackers.

Ela riu.

- Mesmo assim não iria me achar.

Ele olhou por cima do ombro para fitar os olhos escuros.

- É um desafio?

- É um fato.

- Para mim, parece um desafio. Meu nome é Itachi Haruno.

- Izumi Uchiha.

- Você parece bem confiante. Nome falso?

- Iie. Mas você não vai me encontrar.

Ele a olhou curioso.

- Você é dona da Uchiha Enterprise?

- O que acha?

Itachi olhou para a lata velha dela.

- Acho que você deveria exigir um carro melhor da empresa.

Izumi riu.

- Como se esses Uchiha fossem pessoas generosas - disse com sarcasmo.

- Suponho que não. Mas isso não responde minha pergunta.

- Uma coisinha a mais para você investigar - disse rindo. - Já terminou, baka?

- Hai.

- Ótimo. Vamos ver se funciona.

Ele estendeu um braço bloqueando a passagem dela.

- Não tão depressa. Você está esquecendo uma coisinha.

- Nani?

- Acabei de arrumar seu carro e, possivelmente, te livrei de maus elementos.

- E...?

- Deveria me agradecer.

Ela o olhou de cima a baixo.

- Já que insiste: arigato - disse dando a volta.

Itachi a puxou pelo braço.

- Eu prefiro assim - sussurrou antes de roubar um beijo dela.

Ele pretendia apenas dar um selinho nela pra provocá-la, ms quando seus lábios se tocaram seu sangue virou lava. A excitação o dominou. Ele abraçou e aprofundou o beijo. Izumi correspondeu o beijo com ardor permitindo que a língua dele invadisse sua boca.

Ela já tinha sido beijada antes. Várias vezes. Mas nenhuma vez ela se sentira assim perdida em meio às sensações que a invadiam. Ela acariciou os cabelos longos dele e os puxou levemente. Itachi gemeu e ela sorriu contra seus lábios até perceber o que fazia.

Izumi o empurrou e meteu o joelho entre as pernas dele.

- Baka! Pervertido! - gritou antes de correr para o carro rezando que ele tivesse voltado funcionar.

A dor que o atingia levara qualquer vestígio de excitação. Mesmo assim teve forças para dizer:

- Bem que você gostou, Izumi-pervertida.

Alguns minutos depois...

- Tadaima - Izumi cumprimentou quando chegou em casa naquela noite.

- Okaeri Nasai - Shisui respondeu desviando os olhos da TV para observá-la. - Está tudo bem?

- Hai. Por quê?

- Você está estranha.

- Eu sou estranha, niisan.

Shisui riu.

- Você não é estranha, imotosan.

- Você conhece alguma mulher que tenha a boca suja como eu? - Izumi questionou enquanto ia até a cozinha e colocava o arroz no fogo. A casa pequena permitia que ambos conversassem sem que Shisui precisasse sair do lugar. Ele apenas tirou o som da TV para escutá-la sem interferências.

- Isso é culpa do Obito e de otosan. Sempre disse que você não deveria falar assim.

- Mas quando estou com raiva, é o melhor jeito de deixar a fúria sair.

- Então por que está reclamando? - perguntou curioso.

Tinha certeza de que algo tinha acontecido com ela.

- Um idiota me beijou à força.

Shisui levantou-se imediatamente do sofá.

- Nani???? - perguntou enquanto entrava na cozinha.

- Hm... talvez à força não tenha sido a expressão certa - disse sem encarar o irmão.

- Explique-se Izumi Uchiha.

- Ele roubou um beijo, mas talvez eu tenha correspondido também - contou sentindo as bochechas corarem. Era nesses momentos que mais sentia falta da mãe.

Shisui cruzou os braços.

- Quem é esse sujeito?

- Shisui, não.

- Não o quê?

- Você está fazendo o papel do otosan. Geralmente Obito que faz isso. Você deveria fazer o papel de okaasan como sempre.

Shisui franziu a testa.

- Como assim?

- Me entender em vez de me julgar.

Shisui a abraçou.

- Não estou te julgando, imotosan. Só quero chutar a bunda desse idiota por deixar você confusa.

Izumi riu.

- Também não precisa me tratar como uma adolescente. Mês que vem faço vinte e oito anos.

Shisui a abraçou mais forte.

- Pois para mim você sempre será aquela adolescente cheia de espinha que tive que aprender a cuidar.

Izumi o empurrou.

- Yo, eu não tinha espinhas.

Shiuiu deu alguns tapinhas na cabeça dela.

- Pode sonhar, imotosan. Felizmente não pagamos impostos, por isso.

Izumi bateu na mão dele.

- Dobe.

- Seu arroz está queimando.

- Oh, Kami.

Izumi correu, mas não conseguiu salvar a comida. Abriu a geladeira procurando outra coisa para fazer, mas não tinha nada. Precisavam ir ao mercado.

- Podemos ir à pizzaria. Recebi hoje e não estou muito a fim de comer sua gororoba.

- Só por estar reclamando da minha comida, eu vou escolher o sabor da pizza e você vai me pagar um suco também.

- O que quiser, monsieur*.

Izumi deu um murro no braço dele e entrou para seu quarto gritando:

- Vou tomar banho primeiro.

Minutos depois, eles saíram no carro de Izumi.

- Que milagre seu carro está funcionando. Obito estava resmungando que essa lata velha estava passando da hora de ir para o ferro-velho.

- Mas que inferno! Só eu sei mexer com meu bebê. Aposto que foi ele que tirou meu carro do eixo. - resmungou então explicou: - O idiota me ajudou a consertar o carro.

- O idiota que te beijou? - Izumi assentiu. - Você ainda não me disse o nome dele.

- Itachi Haruno.

- Itachi? - Izumi assentiu e Shisui suspirou. - Esse era o nome do irmão mais velho de Sasuke Uchiha.

- O que morreu no acidente? - Shisui assentiu e Izumi perguntou curiosa. - Como ele era?

- Ele era um bom amigo.

Izumi o olhou surpresa. Mesmo antes de aquilo acontecer, sabia que sua família não se dava bem com aqueles Uchiha.

- Amigo?

- Éramos amigos às escondidas. Okaasan não podia nem ouvir falar de Mikoto-obasan e Otosan sempre se ressentiu por Fugaku-ojisan ser o único herdeiro da Uchiha Enterprise. Mas, apesar da nossa diferença de idade, Itach Uchiha sempre foi muito inteligente e maduro. Tínhamos os mesmos pontos de vista sobre diversos assuntos e sempre conversávamos, principalmente pela internet. Fiquei triste com sua morte.

- Obito sabe sobre isso?

- Iie. Niisan não entenderia.

- Deve ser difícil para você aceitar o que vamos fazer, então.

- Não por esse motivo. Mas já decidimos isso há muito tempo. Não se preocupe. - disse quando Izumi estacionou em frente à pizzaria. - A única coisa que me preocupa agora é você querer escolher pizza doce.

- É uma delícia!

- Pizza boa é de sal.

- Mas pizza de banana com chocolate é a melhor.

Shisui fez uma careta. O que não faria pela irmã caçula?

Dois dias depois...
01 de abril de 2016

- Arigato, Itachi. Não sei como pude dormir tanto. Se não fosse você, chegaria super atrasada - Sakura agradeceu enquanto desciam do carro em frente ao prédio onde trabalhava.

- Não precisa me agradecer, Sakura - Itachi disse acompanhando-a até a portaria. - De qualquer jeito, sempre tive vontade de conhecer seu local de trabalho. Foi uma ótima oportunidade. Quero ter certeza de que não está sendo explorada.

Sakura revirou os olhos e o apresentou para a porteira que suspirou ao ver Itachi. Sakura chamou o elevador e Itachi piscou para a mulher que sorriu e passou a mão no cabelo. Quando as portas do elevador se fecharam após a entrada deles, Sakura comentou:

- Achei que teria que buscar um babador.

Itachi riu.

- Não precisa ficar com ciúme, imotosan. Você e a Ino são as únicas mulheres na minha vida.

- Não é ciúme - Sakura disse com sinceridade. - Só acho o comportamento de vocês dois desnecessário. Você não está interessado nela.

- Talvez eu esteja. Ela é bonita.

Sakura revirou os olhos.

- Eu sei quando você está interessado em alguém, niisan.

Itachi sorriu sem graça.

- Eu sempre esqueço que você me conhece bem demais

Sakura sorriu e balançou os ombros.

- Sou sua imotosan - ela piscou um olho. - E como uma boa imotosan, eu sei que tem alguém mexendo com você e não é a porteira.

- Por que acha isso? - perguntou levemente assustado lembrando-se da morena que conhecera no sábado à noite.

- Porque você estava falando o nome dela domingo enquanto dormia.

Itachi tinha ido almoçar com elas no domingo e depois que arrumaram a cozinha, Ino sugerira assistirem um filme. As duas escolheram um romance e Itachi dormira para variar. Sakura tinha estendido a mão para acordá-lo, pois o filme terminara, quando ele falara enquanto dormia. Ele tinha o costume de fazer isso, mas dessa vez ela se surpreendera por ele estar falando o nome de uma mulher. Geralmente ele falava coisas aleatórias.

Itachi engoliu em seco.

- E o que exatamente eu disse?

- Izumi.

- Foi só alguém que eu ajudei. Nunca nos veremos novamente.

Ele até tentara procurá-la, mas como ela prometera foi impossível achá-la. O nome devia ser falso, como ele suspeitara.

- Sei, sei - Sakura disse destrancando a porta da cobertura.

Eles entraram e Itachi ignorou o assunto. Logo Sakura perderia a curiosidade, pensou enquanto olhava tudo com curiosidade.

- Qual é mesmo o nome do seu chefe?

O cara devia ser milionário. Ali tudo cheirava a dinheiro.

- Sasuke - Sakura respondeu encaminhando-se até a cozinha enquanto Itachi ficava por ali observando o local.

O moreno aproximou-se de um trofeu de baseball que havia na estante e leu:

- Sasuke Uchiha.

- Acho que não - Sakura comentou assustando-o. Ela voltara para a sala e ele não percebera.

- Por que diz isso?

- A prima dele chama Hinata Hyuuga.

- Eles podem ser primos por parte de mãe - comentou - Aqui diz Sasuke Uchiha - disse apontando para o trofeu.

Sakura concordou um pouco incomodada. Havia algo em torno do nome Sasuke Uchiha que mexia com ela... mas não sabia o quê. Porém ela não era a única que se sentia assim. Itachi também sentia algo remexendo em sua mente. Aquele nome de algum jeito mexia com ele. Para ambos era como se já tivessem ouvido esse nome antes, mas nenhum se lembrava de onde ou quando.

Itachi tocou na data gravada no trofeu. 29 de junho de 2001. Quase quinze anos atrás.

- Hum... claro... por isso, Hinata ficou na Uchiha Enterprise no dia que foi almoçar com o primo - Sakura comentou lembrando-se do dia que passara mal e não pudera participar do almoço.

Itachi assentiu. Era óbvio. O misterioso dono da Uchiha Enterprise era conhecido por sua sagacidade no mundo dos negócios e por sua discrição. Evitava a todo custo aparecer na mídia o que deixava todos curiosos para conhecer o rosto do jovem que conseguira triplicar a fortuna deixada pelos pais em menos de dez anos no comando da empresa.

Além disso, Izumi dissera que se chamava Uchiha, Itachi lembrou-se. Se ela não mentiu, eles deviam ser parentes.

- Você o conhece? - perguntou curioso.

- Iie. Hinata me contratou. Segundo ela, ele não ficou muito feliz porque eu estou grávida, mas eu o conquistei pela barriga.

Itachi riu.

- Que bom então que eu te obriguei a fazer um curso de culinária. Sua comida era horrível antes.

Sakura fechou a cara emburrada.

- Acho que já está na hora de você ir.

- Que coisa feia, Sakura! Me expulsando?

- Iie. Estou expulsando o chato que se apoderou do seu corpo - disse dando de ombros. - Não tenho tempo para perder com ele.

Itachi riu.

- Tudo bem. Já vou. Está na minha hora também, testuda.

- NANI???

Itachi fechou a porta atrás de si. Sabia que ela odiava o apelido. Ino a chamava assim direto, mas entre elas era diferente. Era algo delas. Mas ambas ficavam furiosas quando ele as chamava pelos apelidos.

Itachi ainda estava rindo quando saiu do elevador e colidiu em alguém que caiu no chão com o baque. Ele a reconheceu pela quantidade de palavrões que saiu da boca dela.

- Izumi?

Ela o olhou furiosa e então seu olhar foi invadido pela surpresa.

- Itachi?

Ele a ajudou a levantar-se.

- O que está fazendo aqui? - ela perguntou um pouco irritada.

- Vim deixar minha irmã no trabalho.

- Hum... a famosa Sakura.

- Parece que você se lembra com detalhes do nosso primeiro encontro - Itachi disse com malícia e ela corou.

- E-eu não! Sakura é minha flor preferida! - mentiu. Na verdade, ela odiava flores.

- Claro, claro. E o meu beijo é o seu preferido.

- Exatamente - concordou rapidamente e então percebeu o que ele dissera: - Quer dizer não! Claro que não!

Itachi riu.

- É claro - então puxou-a e roubou um beijo dela.

Izumi ergueu as mãos para empurrá-lo, mas aquela boca pecaminosa sabia fazer milagres. Ele conseguiu reduzir sua indignação a cinzas enquanto mordiscava seus lábios e acariciava sua boca com a língua atrevida.

Izumi enlaçou o pescoço dele rendendo-se ao desejo e colou o corpo ao dele.

Ele estava certo. Não conseguira esquecer o encontro deles. Não conseguira esquecer o beijo dele. Ah, ela era tão fraca!, pensou gemendo de desejo e decepção.

- Mas que pouca vergonha é essa?!

Os dois se afastaram assustados quando uma senhora já de idade saiu do elevador e começou a bater neles com um guarda-chuva.

- Vão procurar um quarto para vocês! Aqui não é um motel!

Os dois saíram apressados e Izumi não conseguiu evitar sorrir. Nunca tinha passado por algo tão constrangedor, mas ao mesmo tempo hilário.

- Você é uma péssima influência para mim.

Izumi o olhou indignada.

- Como é que é?

Itachi riu e ela ficou ainda mais irritada.

- Você fica linda quando está estressada.

Ok, o que estava acontecendo com ela? Um elogio barato dele não devia derretê-la nem fazer seu coração acelerar nem fazê-la querer sorrir. Então porque, droga, isso estava acontecendo?

- Baka! - resmungou.

- Não fique irritada, pimetinha. Vamos nos ver novamente - Itachi gritou e ela lhe mostrou o dedo do meio enquanto virava as costas para ele e saía dali sem ter feito o que viera fazer.

.*.*.*.*.*.
NOTAS FINAIS

*monsieur (francês): senhor. Shisui utilizou esse termo apenas para implicar Izumi.

Eu dificilmente xingo, por isso não consegui descrever melhor a Izumi. Pense na pessoa que vocês conhecem mais fala palavrões. Pensou? A Izumi e o Obito são piores.


Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top