A fúria das tempestades internas

A chuva ecoa lenta
Devagar ela pede silêncio
Shiiiiiiii
Silêncio para ouvir
Ouvir tudo aqui desabar
E minhas mágoas a água levar
Shiiiiii
Silêncio para ouvir
meu eco interno
Meu eu sombrio
A tristeza escorrendo pelas janelas
E quando tudo se transforma
Em silêncios
O caos começa
O barulho antes calmo
Irritado se torna
Trovões assustadores
Atritos violentos
A irá
A raiva
Ecoando pelas minhas janelas
Sons os quais não me assustam
E no meio de tanto caos
Eu aprecio
A capacidade que eu tenho
De me transformar
Da chuva para a mais cruel tempestade

-toda tristeza transmutada em raiva.

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