Capítulo 24 (Bônus: Namur)
"Não há fim
Não há adeus
Desaparecer
Com a noite
Não há tempo
Não há tempo"
Wait Do M83
Cadê a minha mamãe? Ela disse que não me deixaria, mas não acho ela em nenhum lugar e aqui está tão frio, quero a mamãe! Mas tudo que ouço e o barulho de água seguinte de um chiado baixo, nada aqui me fez lembrar como vim para aqui.
Namur
Namur
Namur
De quem será esse nome? Continuo andando até uma arvore negra cheia de frutos vermelhos, logo mais à frente tem uma cinza com frutos pretos e me pergunto o que ela pode dar de frutos.
Gatinho!
Paro e olho para os lados, quem são essas pessoas afinal? Ou se são pessoas mesmo, mamãe quero você aqui me abraçando. Ando pelo local de vegetação estranha, para perto do riacho de cor purpura e refletindo alguém alto de cabelos prestos, quem é ele?
Namur
Namur
Namur
Por que estou ouvido essa voz? Ela me chama e não é tão estranha assim, ando para longe do riacho em direção ao som da voz. Quando dou por me estou correndo até a voz, a angustia em meu peito me faz para e fleches de alguém me subjugando vem a minha mente, a dor e cada parte do meu corpo deu lugar a uma ira fora de me.
Meu gatinho!
Ouço a voz dizendo e meu corpo foi se acalmando, mas ainda não sabia quem era o dono dela e o cheiro que exalava ficava mais forte. Parei de andar e vi em minha frente duas pessoas, pareciam ser duas mulheres e elas estavam chamando por alguém. Mas por quem elas estão chamando?
— Gatinho, se aclama! –Pede e não entendo. — Sou eu a Ness, você lembra de me? –Sua voz me deixa calmo e alegre.
A outra mulher também fala e ela parece ser bem agressiva.
— Namur, seu filhote inútil! –Rosna. — Venha agora para cá! –Ela fala mais coisas que não estou nem aí, volto minha atenção a outra.
— Por favor pequeno, se acalme. –Pede e sinto um toque quente em minha cabeça. — Desejo tanto ver novamente seus olhos lindos meu pequeno, sinto tanto a sua falta Namur. –Diz e sinto a sensação de conforto se afastar.
Quero essa sensação de novo, mas cada vez que vou para perto a mulher má pega em meu braço e diz.
— Nada disso seu moleque inútil, preciso de sua alma e essa maldita não vai te ajudara! –Rosna.
Me viro para ela e sinto meu corpo estranho, mas meus instintos dizem para a ataca la assim mesmo e volto a correr para a voz que tanto me acalentou. Não posso deixar ela ir embora, preciso dela! Quando estou quase vendo ela, travo no lugar e correntes estranhas me seguram com força me fazendo gritar.
— NÃO, ME SALVA MAMÃE! –Grito em desespero e uma dor em minha cabeça explode me fazendo aos poucos lembrar de coisas estranhas que fizeram comigo e a dor.
Mas tudo virou um pequeno borram e foram sendo esquecidas, parecia um Devil vindo em minha direção com seus cabelos negros e olhos de um verde intenso. Ela sorria para me e assim que ficou perto de me, as correntes sumiram de meu corpo, ela me deixava tranquilo como aquela outra mulher que dizia sentir minha falta.
— Meu pequeno grande dragãozinho, como você ficou tão lindo. –Diz com alegria. — Me perdoe pela demora meu filhote, ela já está aqui para te salvar e si que escolhi a melhor mãe para você. –Diz tocando minha cabeça e tudo vai voltando aos poucos.
— Mãe. –Digo ela me corta.
— Sua mãe está la fora te chamando, eu sempre serei a mulher que lhe gerou e deu amor antes de vir ao mundo, mas ela será a mãe que irá lhe criar e te dar o meu amor Namur. –Diz.
— Por que me deixou? –Falei me sentindo triste.
— Era a minha hora de voltar, mas antes precisei te dar uma mãe e ela está ali esperando por você meu pequeno. –Diz seguro sua mão e noto que a minha estava maior.
Não era mais o filhote de aparecia de cinco ou sies anos, estava na altura que a maioria dos machos de Tekkys deveria esta aos oito ou nove anos, mas como isso aconteceu?
— Isso foi culpa minha, desejei tanto tê-lo como uma criança por tanto tempo, que isso acabou te deixando fora dos padrões de nossa raça. –Diz temerosa. — Mas já ajeitei isso e agora você terá o começo que eu tanto sonhei para você. –Diz me dando um beijo na face e começo a se afastar.
Tento ir ao seu encontro porem meu corpo desaba no chão, tudo começa a ficar confuso e as vozes vão aumentando cada vez mais. Um toque gentil em meu rosto, me faz relaxar e como se tudo não passasse de um pesadelo. Quero meu pai aqui, foi só pensar no mesmo, que o cheiro dele veio até meu nariz, ele estava aqui! Tento me mexer, mas não obtenho sucesso em tentar, deixo meu corpo assim e aprecio a paz que estou sentindo, estou com a minha família e não vou gente mais dor.
— Pode dormir tranquilo gatinho, mamãe estará aqui quando você acordar! –Mamãe diz e sinto seu toque em minha cabeça.
Me sinto calmo agora que estou seguro, a mamãe e ele estão aqui por me.
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