Capítulo 2
"Por que eu sinto que estou sufocando?
Oh, o que ele quer de mim?
Disse: "Eu não sei?" mas ele não vai sair
Então eu acho que
eu tenho má companhia?" Bad Company da YONAKA
Acho que não vou gostar do que irá acontecer agora, a pessoa que entra primeiro foi a mulher que me atacou no bar e logo em seguida um homem alto de cabelos pretos, muito parecido com Keane Reeves. Só que mais novo e com cara de pouco amigos ou será que os olhos caramelos seria a diferença?
Paro de encarar e olhou para as outras celas, quase todas estão com roupas diferentes e somente três mulheres contando comigo estão nesse macacão vinho com preto. O que diabos isso quer dizer? Estou curiosa e com medo do que possa ser, cela por cela foi aberta e o tal Soberano analisou cada mulher ali.
A loira que falou sobre ele ser o Soberano, está ao lado da outra que me atacou e parece que ambas se odeiam pela forma que se olham. Ótimo, pelo menos não sou a única que odeia ela aqui. Será o que aconteceu com a Cassey?
Ando um pouco pela minha jaula pensando onde a Cassey poderia estar, mas tenho plena certeza que não está aqui e outra aqui tem poucas mulheres. Algumas estão amedrontadas e eu estou aqui como se fosse uma excussão do ensino médio.
Mas se a tal fulana entrar aqui e fazer algo em relação em me atacar, será recebida por um belo soco de esquerda na cara. Na minha adolescência sempre briguei ao defender meus amigos ou conhecidos.
Aquela fase onde os babacas fazem chacota por você ser, pobre, gordo, cdf, estranho, ou seja, o que for. Acabei indo muitas vezes e até a diretora queria saber o motivo, foi ali que ela me mandou praticar lutas e tentar manter meu temperamento sobe controle.
Os treinos naquele tempo foram maravilhosos e mantive, apesar que a gordura não me abandonou como previsto. Jiu-jítsu e judô foram minhas paixões e ainda são, apesar que deixei de meio que de lado meus treinos depois que Angel sumiu e agora isso para acabar de vez. Não estava prestando atenção quando minha cela foi aberta e os ditos entraram.
— Essa e uma das humanas, majestade. –Diz a vadia que me atacou pelas costas.
— Interessante a forma que ela te encarar, Kieky. –Diz sorrindo como se isso fosse algo bom.
— E impressão sua majestade. –Diz e ele a ignora.
— Me diga humana. –Chama minha atenção. — Por que desse olhar direcionado a ela? –Seu olhar e de pura raiva para me.
— Com prazer, lhe conto majestade. –Parece que ele gostou e continuou. — Sua subalterna me atacou pela costa e talvez não tenha gosta por eu ter revidado. –Suas sobrancelhas se arquearam e o maluco riu, voltou a atenção a tal de Kieky.
— Kieky, me explique o por que ela foi ataca pelas costas? –Perguntou e ela engoliu em seco.
— Era a única forma de não achar a atenção dos outros humanos. –Disse e a vossa majestade não gostou.
— Entendo, mas sabe muito bem que não é essa forma- Adverte na frente de quem queira ver. — Então a senhorita foi a causadora do nariz quebrado dela? –Afirma.
— Sim, foi eu mesmo que fiz. –Digo.
— E essa mesma que irá para meu filho mais velho, mande antes dele chegar de viagem ou o maldito ira devolve-la a mim. –Disse saindo como se eu fosse a droga de uma mercadoria.
— Sorte sua, maldita terrestre! –Rosna.
— Vai procurar um poste para mijar cadela! –Digo enquanto a vossa majestade sai calmamente da cela.
— Kriptrista!!!!!!!!!!!!! –Grita vindo para cima de mim.
Ok, a maldita me joga no chão e sem dar tempo para ela, derrubo ela que fica sem reação e isso e tudo que eu preciso para ferra coma cara dela de novo. Mas como muitos dizem: "Alegria de pobre dura pouco! "
— Calma ai! –Disse o guarda e o Soberano ria como se aquele fosse um espetáculo.
— Acho que achei a fêmea certa para meu primogênito! –Diz todo feliz. — E Kryel, ponha a fêmea para dormi!
Isso de novo não porra! Mas não adiantou merda nenhuma, a escuridão me abraçou com força e tudo que eu vi foi a tal Kieky caída no chão.
Hora mais tarde, Palácio De Pierafyz
Maldição! Qual e a desse povo em bota os outros no sono? Parece que fui atropelada por uma jamanta, carregada de troncos de arvore. Coço os olhos e me viro de lado, primeira coisa que sinto e a macies de lençóis, para logo em seguida abrir meus olhinhos e ver que estou em um quarto no estilo vitoriano.
Só que bem melhor do que no planeta Terra, aqui até o ar e leve. Eu aqui olhando para tudo e não percebi um par de olhinho curiosos me observando, só que ele acabar por derrubar e assim me viro para onde vinha o barulho.
— Oi? –Falei e o pequeno menino de cabelos pretos e olhos de um azul exótico me olhou assustado.
— Oie, me chamo Namur. –Diz sorrindo.
— Oh, que nome bonito! –Digo e ele fica de bochechas vermelhas. — Namur, me chamo Vanessa e onde eu estou? –Perguntei.
— Na minha casa, no reino de Pierafyz. –Diz.
— Pera o que? –Que merda e essa?
— Você e de onde? –Deus a voz dele e uma dengo só.
— Terra.
— Aqui e Tekky, nossas capitais são Pierafyz e Narybys. –Diz pondo o dedinho no queixo. — Aqui e a cidade subjacente, governada pelo meu papai.
Cada vez que esse pequeno ser respondia, eu me via apertando suas bochechas fofas e fazendo carinho em seus cabelos. Ele vestia um macacão cinza, junto de botinhas da mesma cor, mas parecia que ele havia apanhado ou coisa assim. A roupa dele estava um pouco suja de terra ou será sangue? Não sei e quando iria perguntar a porta e aberta e uma mulher de cabelos azuis de estatura alto entra.
— Boa tarde, senhora. –Diz fazendo uma leve reverencia. — Daqui a pouco tarei seu jantar. –Diz e olha para o pequeno em meus braços.
— Boa tarde, mas não precisa me chamar de senhora. –Digo. — Pode me chamar de Vanessa e muito obrigada por me avisar. -Mas a mulher ainda olha para ele.
— Preciso levar o menino aos aposentos destinados a ele. –Diz vindo pega-lo, porém rosno uma resposta.
— Nem ouse pega-lo! –Advirto e ela me olha debochada. — Não queira que eu quebre seu nariz, como fiz com sua amiguinha Kieky.
— Tudo bem, irei busca sua refeição. –Diz saindo. — Mas lhe aviso, o pai da cria não irá gostar.
— Ele que vá lamber sabão. –Falo fazendo carinho nos cabelos de Namur.
A mulher saiu e me deixou ali apreciando o pequeno, que havia dormi em meu colo e me pego pensando se eu tivesse engravidado. Como seria meus bebês? Quem seria o pai deles? Me mantive tão centrada em cria minha irmã que deixei de lado, pôs ela era como minha filha e para mim aquilo já bastava.
A comida logo veio e acordei o pequeno, para comer comigo, seus olhos brilharam quando coloquei uma boa quantia de comida em seu prato. Que eu esteja louca que ele passe fome aqui, pois o que posso ver e uma mansão luxuosa.
— Você está com muita fome, é? –Digo colocando uma garfado do que acho ser um fricassê de frango.
— Bom, eu só me alimento quando o papai está em casa. –Diz baixinho cotando a boca com comida.
Mastiguei a comida como se fosse isopor, tento não chorar na frente dele e faze-lo se sentir mal com isso. A muito tempo atrás quando meu pai faleceu, eu e minha irmã passamos fome, aquilo foi tão horrível! Passei uma semana sem nada para comer, somete bebendo água até que consegui um trabalho como babá.
— Bom, agora tem a mim. –Digo. — Ira fazer todas as refeições comigo, enquanto seu pai não retorno de seu pai. –O pequeno engole a comida e seus olhos caem lagrimas.
— Obrigada.- Diz chorando.
Não resistir e abracei ele me acabando de chorar, por que esses malditos fazem isso com ele? O pobre coitado e só uma criança, mas quando esse pai voltar irei descascar o abacaxi com ele. Como esse maldito deixa um ser tão fofo, sofrer assim e não perceber?
Minha vontade e de quebrar acara da pessoa, mas vou me manter na minha. Pôs eu sou só uma, mas tenho quase certeza que aquela mulher tem dedo nisso. Depois de chorar como uma condenada, voltamos a encher a barriga e ele comia com gosto.
Assim que terminamos a mesma mulher veio buscar as louças sujas, pedi que trouxesse roupas limpas dele de dormir e um para mim também. A vadia fez como eu pedi e quem me trouxe foi outra pessoa, acho que consegui mais uma inimiga em tempo recorde.
Dei um banho nele e mesmo ficou muito fofo, a roupa era aqueles conjuntos de moletom e diga se de passagem são muito confortáveis. O meu e um na cor vinho e o do Namur azul marinho, pôs ele na cama e fiz uma barricada com os travesseiros.
Depois de estamos já deitados e Namur caiu como pedra na cama, eu ainda demorei a dormir e quando acordo. Quase enfarto com o homem gigante me olhando, de onde diabos ele saiu?
— Quem e você fêmea? –Rosna estalando, eu acho que garras?
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