Capítulo 19
"Como um rio que corre
Certamente para o mar
Querida, é assim
Algumas coisas estão
destinadas a acontecer"
Can't Help Falling In Love da Haley Reinhart
Para que inferno eu fui abrir minha boca? Por que eu não perguntei o que significava aqui o beije minhas bolas, agora o maldito me encara sorrindo convencido que só.
— Pode parando de sorri seu maldito. –Digo e ele se faz de vítima.
— Eu mereço depois de te quase perdido uma de minhas bolas, você sabe disso! –Fazendo cara de pobre coitado.
— Como eu ia imagina que significa seria dar o meu rabo! –Falo exaltada pronta para lascar a mão na fuça dele.
— Você disse que daria, não adianta correr! –Fala.
— Pera aí, dar uns beijos no seu pau seria a confirmação? –Minha boca está aberta em surpresa.
— Sim. –Diz. — E a única forma que você poderia ser perdoada, por tentar me deixar infértil. –Diz sério.
— Eu ainda não estou acreditando nisso. –Ele ri. — E mentira, não é? –Espero que seja.
— Não, vai ter que dar e se não dar. –Faz uma cara de mal. — Não vou poder te tocar por um ano lunar, isso seria muito ruim. –Troyer passou mãos esquerda na testa, como se estivesse nervoso com essa possibilidade.
— Mas que porcaria. –Resmungo me virando de costas par ele.
Ainda estamos deitados e estou pensando se dou ou não, por que gente, olha a porra desse cacete, e não um cacete de dezoito centímetro. Mesmo que fosse doeria do mesmo jeito, agora o maldito tem um senhor arrombador de rabos e me pedi isso?
— Você sabe que eu ouço seus pensamentos. –Diz rindo. — Eu vou tomar cuidado para você não sentir muita dor, mas será inevitável eu não comer seu rabo. –Por que sinto que ele falou na maldade em não sentir dor.
— Troyer isso vai doer, mesmo se eu estivesse preparada! –Reclamo e deixando de xinga-lo por invadir meus pensamentos, ele me agarra me ponde em cima de seu corpo.
— Pode até doer no começo, depois você vai adora. –Disse antes de ataca meus lábios.
Esse vadio não disse que estava sentindo dor nas bolas? Vou dar motivo para ele ficar com raiva, mas como sempre ele me prende em baixo de si.
— Nem vem. –Digo tentando tira-lo de cima do meu corpo.
O problema e quando ele toca minha preciosa toma conta, estou pior do que homens usando só a cabeça de baixo e não pesando que ele pode ficar esfolada por alguns dias.
— Só um pouquinho vai. –Perde mordendo minha orelha enquanto se esfrega em mim.
— Santo Deus! –Gemo sentindo os beijinhos em meu pescoço. — Troyer, vai com calma ou eu vou te castra e depois chorar por ter feito isso. –Alerto.
— Eu estou indo com calma. –Diz e agora apercebo que ele está nu.
Como ele conseguiu tirar a merda da roupa, e a mula aqui não viu? Devo estar perdendo a visão só, ele se ajeita no meio de minhas pernas. Sinto a cabeça de seu pau roçando minha abertura e gemo assim que ele começa a entrar em mim, só de sentir ele perto do meu corpo, me sinto tão molhada e imagina agora, ele entrado e saindo rápido.
— Troyer. –Gemo rebolando enquanto ele em penetra rápido.
— Minha. –Rosna ante de me beijar.
E tão bom a sensação dos dentes dele no meu ombro, quando gozei ele veio junto continuo impulsionando o quadril contra mim. Merda, vou fica paraplégica desse jeito! Quando ele parou saiu de dentro de mim e puxou contra seu peito, cheirando e por que ele sempre faz isso?
— Troyer, por que você está me cheirando? –Pergunto.
— Por que é uma delícia sentir meu cheiro misturado ao seu. –Ronrona me apertando.
— Hum, e mesmo. –Digo.
— E sim. –Afirma. — Mas ainda quero de comer por trás. –Fala apertando minha bunda.
— Você quer mesmo perde suas bolas? –Falei já sacando o que o maldito queria com aquela conversa fiada.
— Não, mesmo! –Diz.
— Acho bom esquecer essa merda. –Digo.
— Vou nada! –Ri e beija minha testa. — Posso esperar a oportunidade de você mesma liberar. –O maldito belisca minha nádega esquerda.
— Vai sonhando meu bem. –Digo rindo e beliscando suas costelas.
O dia mal avia começado já estávamos na cama, depois fomos comer algo e ele ainda dizia que em pouco mais de dias voltaríamos para seu planeta. Quero tanto saber notícia do gatinho e até o momento não sei muita coisa, Troyer fala que essas coisas demoram muito e seu primo passou quase toda a vida em tratamento.
— Troyer? –Chamo ele e o bastardo sai do banheiro nu. — Cadê a sua roupa? –Falo e ele olha para o corpo.
— Estamos só nós dois aqui. –Diz vindo para a cama onde estou.
— Ok, mas vai ficar desse jeito só por que estamos sozinhos. –Resmungo.
— Fica mais fácil na hora de te comer. –Ataca me prendendo embaixo do seu corpo.
— Não vai ter preciosa para você, estou toda ardida seu bastardo! –Digo beliscando suas costelas novamente.
— Porra, isso dói! –Rosna de dor.
— E para doer mesmo! –Tento sair de seu domínio. — Da para deixar eu sair ou preciso acerta suas bolas de novo? –Só foi falar nisso que ele me solta.
— Você e louca em querer machucar minhas bolas. –Diz colocando as mãos sobre elas.
— Louca eu vou ficar se você me encher o saco de novo. –Resmungo indo tomar um bom banho.
Só de pensar que a água vai cai na preciosa, os arrepios da dor que eu vou sentir será uma merda. Entro e retiro o vestido que estou usando, ligo o chuveiro e começo meu banho. Ainda bem que não estou tão ardida assim e quando estou terminando Troyer entra no mesmo.
— Pensei que tinha morrido aqui. –Diz e me viro para ele.
— Estou tomando um banho relaxante. –Digo.
— Pena que não posso entrar. –Fala. — Alias acabei esquecendo de te avisa. –Diz.
— Antecipei nossa ida a Abstynia, parece que o parto será em breve. –Troyer fala meio eufórico.
— Por que você está assim? –Pergunto saindo do box.
— Tome. –Me estende uma tolha que tirou da gaveta.
— Obrigada, mais ainda não me disse. –Digo.
— Bom, meu irmão caçula terá seu primeiro filhote. –Até parece que ele e o pai.
— Uau, quantos anos ele tem afinal? –Pergunto enquanto me seco.
— Ah ele deve ter uns 200 anos terrestres. –Quase caio no chão se não fosse por esse safado ter me segurado.
— Puta que pariu! –Resmungo. — Ele e velho! –Falo e o mesmo me encara.
— Ele e jovem sim, o mais velho sou eu com 500. –Não acredito que eu trepei com um ancião.
— Você e um ancião! –Murmuro.
— Não, no meu planeta vivemos muito e talvez quando nossa ligação se consolidar você também não vai envelhecer. –Diz terminando de seca meu corpo.
— Ai meu Deus. –Ainda não estou acreditando.
— Acredite, talvez no seu planeta esteja por volta dos 35 ou 38 anos. –Me paga em seus braços me levando para o quarto.
— Pera aí, então que idade eu tenho aqui? –Estou quase surtando.
— Sua idade continua sendo a mesma. –Franze o cenho. — Você deve ter uns 25 ou 27 anos terrestres, aqui seria por volta dos 275 ciclos intergalácticos. -Explica.
— Troyer seu plante e muito distante da Terra? –Pergunto e ele me senta na cama e vai pega uma roupa para mim.
— São pelo menos uns trilhões de galáxias distantes. –Diz como se fosse algo normal para ele, mas para minha pessoa não.
— Então por que não envelheci e morri? –O mesmo se vira com um pequeno short e uma blusinha leve.
— Por que nossa tecnologia de deslocamento preveni isso. –Diz. — Ou todas as fêmeas chegariam mortas. –Completa. — Tome. –Me entrega.
— Obrigada. –Digo e pega as roupas.
Me visto sobe o olha atendo dele, queria saber o que ele tanto me encara e algo me passa pela cabeça.
— Vocês me deram algum remédio, quando eu cheguei aqui? –Pergunto me deitando na cama e ele vem para o lado vago.
— Sim. –Diz deitando e me arrastando para seu peito. — Eles dão algumas vacinas em vocês, além de avaliar se algo está errado e precise ser corrigido. –Explica.
— Me diz que vocês têm alguns remédios contraceptivos? –Falo tentando não pirar.
— Bom, talvez não. –Fala meio incerto. — Nossas fêmeas só entram em período de gestação a cada dois anos, então não temos um e talvez elas toem algumas ervas. –Falou e já sinto minha alma saindo do corpo.
— Troyer, elas tomam que erva? –Falei nervosa. — Merda, não tem e agora porra! –Começo a suar frio.
Penso que isso vai ser uma porra, e logo tagarelo nervosa.
— Na Terra as mulheres ovulam todos os meses. –Pronto ele abre aquele sorriso filha da puta.
— Então. –Diz meigo. — O cheiro diferente que senti mais sedo, veio daqui. –Toca minha barriga.
— E o que? –Deus do céu.
— Quando uma fêmea fica gestante seu cheiro muda, assim como nasce algumas escamas em certos casos. –Diz e me aperta em seus braços.
— Preciso ter certeza que estou gravida, já que tenho quase certeza que meu anticoncepcional perdeu o efeito. –Digo.
— Espero que venha uma filhotinha. –Ronrona me acariciando os cabelos.
Acho que vou morrer do coração, mal conheço esse maldito e já engravidei! Preciso me acalma ou vou passar mal, Troyer parece animado e pensar que eu vou ter um bebe com ele. Meu gatinho vai ter um irmãozinho ou uma irmãzinha, ai que porra!
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