Capítulo 17
"Amor, amor, eu me sinto como se estivesse louco
Acordado a noite toda, a noite toda e todos os dias
Peço que me dê alguma coisa
Oh, mas você não diz nada
O que está acontecendo comigo?"
I Don't Live Forever do ZAYN ft Taylor Swif
Dia seguinte no Vale.
Ok, não mate ninguém durante seu dia, era isso eu repetia a cada palavra que sai dos lábios desse Deus Nórdico ou seja estava no ponto de sufoca –lo se ele não parasse de falar. O problema era que ultimamente estou muito volátil, quero sentar no pau dele e no outro quero correr dele.
— Que merda e essa que você disse? –Pergunto pôs a tal transição que ele tanto fala saiu de seus lábios agora.
— Falei que na transição algumas fêmeas ficam bipolares, acabam deixando de uma certa forma seus parceiros loucos e acabam trepando feitos loucos. –Diz mastigando algumas frutas.
— Você está brincando né? –Falo e ele piscas os olhos e responde.
— Não, eu estou falando sério. –Diz com uma expressão séria no rosto. — Não percebeu que está meio, como posso dizer. -Sei que ele vai fala.
— Meio louca ou que incorporei o capeta. –Digo já irritada.
— Eu iria dizer volátil e instável. –Diz bebericado o suco. — Já os machos ficam bem sensíveis e como se invertessem os papeis, entende? –Por essa eu não esperava.
— Uau, isso vai ser interessante. –Digo e seus olhos se arregalam.
Ok, ele ficou mais expressivo e isso, chega a ser estranho ou ser assustador? O resto do café ele continua a falar e por um deslize penso em como seria dar para ele. O problema em si foi que ele entendeu e muito o que eu queria, mas em um momento de loucura sentir me quente com seu olhar.
Agora estou odiando essa transição que quer me fazer trepara com ele, merda! Que inferno e esse? O calor que está entre minhas pernas, chega a ser desconfortável e ele respira meio ofegante. Oh, seus olhos ficam em uma azul brilhoso e por tudo que é mais sagrado.
Isso não vai acabar bem! Troyer simplesmente está no meu lado agora, isso foi rápido demais para meus pobres olhos humanos e me pegou como se fosse uma boneca. Seus rosnados estão me deixando molhada e que inferno!
— Maldita fêmea, quer que eu te faça grita. –Rosna ronronando.
— Talvez sim? –Pergunto sentindo mais uma pontada em meu ventre. — Maldita transição. –Resmungo baixo.
Sinto meu corpo aquecer e Troyer estava em um desespero só, Ok. Isso não e legal! A dor está me deixando louca, mas não é aquela dor que te faz agonizar, e aquela que você sente quando está sendo bem comida ou seja aquelas contrações fortes.
Ele está agora completa mente nu e caralho! Isso que é uma estaca das grandes, seja o que Deus quiser, nessas horas meu vestido já está em algum canto. Posa choque o tirei e nem notei como havia feito isso. Os olhos dele estão naquela cor ainda, não sei o que diabos vai acontecer, pera eu sei sim eu irei ficar sem andar por um bom tempo. Ele se deitou por cima de mim, a santo Corpo quente e o cheiro dele, delicia que está! Sinto sua língua em meu pescoço e os dentes mordiscando a pele.
— Hum, Troyer. –Gemo sentindo seus toques.
E ele toma minha boca para si, agarro seu quadril com as pernas e sinto seu pau pesado em contato com minha buceta. O Beijo e quente e o maldito rebola gostoso em mim, vou acabar gozando desse jeito. Ele solta de meus lábios e quase enfarto em olha aqueles olhos em fendas felinas.
— Nem pense em gozar agora. –Sua voz saiu mais grave do que de costume. — Por que irá gozar somente quando estive com minha boca em você!
Planeta Tekkys, Cidade de Thurrys ao sudeste do palácio central.
A cinco anos fui arrancada da Terra, me tiraram a única pessoa que amei como minha família e passei por momentos de terror naquele dia antes de ser salva. Não queria deixar a minha mana e até hoje choro quando lembro que nunca mais iria ver ela. Quando me vejo no espelho me recordo dos cabelos castanhos escuros dela, os meus com o tempo voltaram a cor natural e mesmo que aqui seja tão lindo, eu queria ela comigo.
Não vai curar a dor da separação que sinto, Maki passou esse tempo todo me cotejando e a um ano atrás oficializamos nossa união. Nunca o vi sorrir como naquele dia em questão, mas o que eu queria mesmo de presente talvez ele nunca pudesse me dar e sinto novamente as lagrimas descerem por minha face.
— Por que minha Devil? – Odeio quando ele me chama assim, para eles Devil e equivalente a anjo ou pureza.
— Sabe que odeio que me chame assim! –Resmungo enquanto ele vem ao meu encontro.
— Ah, que pena. –Debocha e acho que isso está no DNA deles.
— Não me faça te acerta com um abajur de novo! –Ameaço e ele abre aquele maldito sorriso de covinhas.
— Você não é louca de fazer algum esforço, estando gravida e quase perto de ganhar! –Exclama afoito.
— Quem vai por essa criança no mundo sou eu, tu não vais sentir a dor, meu querido! –Rosno me levantando do banco do jardim.
— Vá com calma, minha Devil! –Quase grito quando me pega em seus braços.
— Porra, quer me matar do coração? –Digo assustada pelo movimento rápido que ele fez.
— Sabe que não é minha intenção, Devil. –Diz beijando minha testa. — Não quero que passe mal, isso me deixa nervosos. –Diz andando em direção ao castelo, onde moramos.
— Tudo bem, mas não chegue dessa forma em mim! –Digo.
Ele apenas concorda e me leva para dentro do castelo, os dias desde meu sequestro foram dolorosos. Minha irmã deve ter ficado louca, como ela dizia que ficaria se algo acontecesse comigo e naquele dia ela não queria que eu fosse. Deveria ter ouvido ela e talvez estivesse ainda ao seu lado, mas se isso não tivesse acontecido, eu não conheceria o pai do meu bebê e talvez ele nunca fosse existir.
— Devil? –Me chama e quase lhe soco o rosto. — Calma, minha Devil! –Diz todo meloso, odeio a transição.
— Maki, se você tem amor as suas bolas e melhor para de me chamar assim. –Lhe ameaço e o mesmo chega a ronronar.
— Sabe o que acho de suas ameaças, minha Devil. –Diz e dou por vencida ou meu pequeno ficara sem pai.
— Não se por que inferno você sente tesão. –Digo,
Ele como sempre entra comigo no quarto em seus braços, sei que a maioria dos empregados já estão acostumados com essa cena e talvez somente os mais velhos nos olhem estranho. Uma vez meu esquentadinho quase deu uma surra em um ancião, o motivo até hoje eu não sei e não desejo saber.
Maki me põe na cama todo carinho e sei que esse safado quer, mas não vai ter nem ferrando! Estou inchada e a única coisa que penso: e dormi, comer, massagem e comer de novo. Tenho uma certa pena dele já que quando trepavamos, era todos os dias e quase fiquei doente devido ao excesso.
— Pronto minha fêmea e filhote agora vão descansar. –Diz retirando meus sapatos e isso estranho.
— Maki o que diabos você está aprontando? –Digo e sei que não é coisa boa ou se é, parece ser bem seria.
— Não estou aprontando nada. –Diz se sentando na beirada da cama. — Se encoste na cabeceira, irei massageara seus pesa. –Fala calmo e eu faço o que ele pediu, massagem porra! Isso e uma delícia e as mãos deles são um paraíso.
— Claro. –Digo me ajeitando para ele começar. — Amor, pode começar, que meus pês estão precisando das suas mãos. –Digo e seu olhos oscilam entre um dourado meio alaranjado.
— Só não comece a gemer ou levarei isso para outro caminho. Diz massageando com cuidado meu pé esquerdo.
— Hum, acho que vai ser difícil acontecer! –Aviso a ele que ri.
A massagem estava uma delícia e maldito tentando de tudo para me fazer ceder, mas hoje não, meu querido! Assim que terminou o que durou meia hora de massagem, fui tomara um banho com ele e foi uma delícia. Apesar que ele quase conseguiu me comer no banheiro, mas fui pulso firme com ele.
— Não posso nem te provar, Devil? –Fala se deitando e me puxando de encontro ao seu peito.
Como minha adorável barriguinha já está bem grande, ele deita de conchinha comigo e como sempre aproveita para me bulinar um pouco.
— Não. –Resmungo. — Se comporte ou vai dormi na masmorra! –Ouço seu ronronar e o pau dele cutucando minha bunda.
— Ah, só se você se trancar comigo la'. –Diz rindo todo feliz. — Minha Devil vai adorar o presente que tenho para você. –Diz do nada e isso me chama a atenção.
— Que presente em? –Pergunto
— Daqui duas ou três semanas você irá saber. –Porcaria, o que diabos e esse presente?
Tentei naquela noite tirar o que seria o bendito presente, mas só recebi alguns beijos e mãos bobas dele. Meu peito estava apertado e não sabia o motivo dessa sensação, Maki está me escondendo algo e espero que não seja outra mulher em sua vida.
Ou irei capar esse traste e depois acabar com a maldita vadia! Tentei dormir após ele me dar essa notícia falar e quase foi impossível, as posições estava cada vez pior para dormir e quando achava uma era somente daquele jeito. Dei graças a Deus que só vim engravidar agora, pôs se fosse por esse puto teríamos um time de futebol e eu estaria presa cuidado deles.
Mas sempre antes de dormir eu fecho os olhos, penso na última conversa que tivemos antes de tudo acontecer e quase me faz rir. Ela está muito puta por uma dos veterinários ter matado sem querer um potrinho, mas tinha certeza que ele fez isso de proposito só para ferra-la com o dono da fazenda onde trabalhava.
Me lembro que em certo ponta da conversa falei sobre filhos, ela simplesmente surtou dizendo que já tinha a mim e não queria ter filhos tão cedo. Mas quando falei que queria, faltou me estrangular e ainda me lembro do que ela disse.
— Não me faça matar o pai do meu sobrinho, pois e isso que farei ao maldito por engravida-la! –Rosno vermelha.
Sinto falta da louca dela e com essas lembranças em minha mente que acabo adormecendo, mas não estava preparada para o que me esperava nos próximos dias.ulo
Capítulo 12 o último da maratona!
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