XXII

— O que significa isso? – jogou a blusa assustada.

— Relaxa Izinha. – apertou a bochecha de Iza carinhosamente, mas Iza empurrou sua mão.

— Como sabe meu nome? – ele riu.

— Você não me conhece mesmo. Eu sou uma pessoa muito importante, prestes a tomar a empresa dos iPhones.

— Certo, mas e eu com isso?

— Que vou ser tão importante, que você vai dá mais valor, para como você me trata. – ela riu.

— Certo, certo. Mas eu quero saber o que você vai fazer com a minha blusa.

— É um presente. Então fiz questão de devolver, para seu bem.

— Meu bem? Se alguém vir esta roupa, o que será de mim?

— Entenda. Todo mês o governo vem limpar este lago, ou seja, amanhã, se vê essa sua roupa, com certeza vão descobrir de quem é. – Iza fica besta.

— Nossa, não sei nem o que dizer, d-desculpa.

— O que não ouvir? Pode repitir mais alto.

— Desculpa.

— De novo, só para ter certeza.

— Desculpa, certo? – gritou.

— Está bem, se vemos por aí. – deu um beijo na bochecha de Iza.
***

  Enquanto isso, Júlia estava testando o microfone, para vê se dava para ouvir alguma coisa.

— Será que gravou? – perguntou João preocupado.

— Consegui.

— Pode ser, mas vamos ver em quem eles preferem acreditar, até porque eu lembro muito bem de quando ouvir você falando que havia matado Levi.

— Foi, eu quem o matei. Mas tenta abrir sua boca, que se abrir você vai se encontrar com Levi.

  Júlia e João se olharam vitoriosos.
***
  No dia seguinte. Júlia e João foram para o Palácio. Desse vez recebidos uma empregada que os acompanharam até o quarto de João, o avô deles. Malu havia falado que ele adoeceu mais, e provavelmente morrerá daqui alguns dias.

— João Vitor eu vou beber água. – disse Júlia saindo do quarto do avô, esses nomes confude. Júlia andou pelo corredor e viu o quarto de Iza aberto, como curiosa, entrou.

  O quarto estava diferente das últimas vezes que entrou, mais rock. Entrou no seu closet, e viu uma blusa estranha jogada, e sem pensar pegou a blusa, se assustou ao vê que a blusa manchada de sangue seco.

— Senhorita Júlia. – falou uma empregada com a vassoura na mão. Júlia rapidamente guardou a blusa na sua mochila.

— Desculpe, eu apenas vi alguma coisa no closet que me chamou atenção, mas não era nada.

  Júlia agora tem provas o suficiente.

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