Conto 4 - Dia dos Namorados (Conto erótico)
Catarina sentia a água gelada do chuveiro deslizando por suas costas nuas. Esfregava o sabonete de capim limão na barriga. Queria muito ficar com um perfume natural; havia passado um hidratante do mesmo perfume à noite e passou novamente pela manhã. Aquele dia seria especial.
"– Amor, eu tenho que confessar. – seu namorado veio conversar há alguns dias – Não sei o que te dar no Dia dos Namorados, então quero que tu diga o que tu quer.
– Sabe... Eu tenho um fetiche que nunca te contei. – ela desviou o olhar – Tenho muita vontade de fazer um ménage. – percebeu o olhar de desejo dele – Só que eu queria com um homem, não uma mulher.
Felipe é bissexual, mas continuava sendo homem. A princípio ele recusou e parecia magoado, perguntando se não era suficiente.
– Mô, é só um fetiche que eu tenho. É só algo que tenho curiosidade, não é como se eu não tivesse satisfeita contigo. Se tu não quiser, tudo bem! – e eles não tocaram mais naquele assunto por dois dias.
Até que ele veio com uma proposta: ele ia convidar um rapaz para ficar com os dois no Dia dos Namorados, mas ela não ia saber quem era. Ela adorou a ideia."
Catarina se enxaguou e pegou a toalha. Secou-se com delicadeza e se trocou no banheiro mesmo. Colocou uma lingerie nova – comprou para fazer uma surpresa ao namorado – que é preta e transparente, mas cobria os mamilos e tinha tiras na barriga e nas coxas; por cima colocou um macacão longo e vermelho. Penteou o cabelo cacheado e secou com um secador para amarrá-lo num rabo de cavalo. Não quis se maquiar, então considerava-se pronta.
Saindo do banheiro, encontrou Felipe sentado na cama. Ele estava usando roupas comuns do dia a dia, uma bermuda e uma camisa de mangas curtas, sua pele escura se destacava com a camisa branca. Ele levantou sorrindo.
– Tás linda.
– Obrigada. – deu um leve beijo nos lábios dele – Vamos?
– Tô vendo que tas animada.
– Mô, se você não se sentir seguro não precisamos ir.
Ele riu e beijou a testa dela. – Eu também quero. Vamos.
Entraram no Kwid Life e Felipe dirigiu até o motel. O rapaz ia se encontrar com eles. O motel era bem falado por causa da limpeza e graças a isso ele é um tanto caro. Catarina pagou porque se preocupa com sua saúde; ela estava levando várias camisinhas masculinas na bolsa porque não queria se arriscar, mas estava tranquila porque confia no namorado. Eles estavam juntos há cinco anos, tiveram muito tempo para construir confiança.
– Tem uma venda no porta luvas. Quero que tu bote quando entrarmos no quarto.
– Eu ainda não posso saber quem vai ser?
Ele balançou a cabeça.
Chegando no motel, o manobrista foi estacionar o carro e eles pegaram a chave do quarto. Catarina admirou o quarto – a cama era grande, provavelmente queen size, as paredes eram vermelhas, a iluminação era um pouco escura e tinha um champanhe na mesa de cabeceira.
– Ele tá chegando, coloca a venda.
Ela obedeceu. Sua visão foi omitida e agora dependia dos outros sentidos. Isso lhe excitava. Ouviu a porta se abrir e uma voz suave e masculina ecoou.
– Olá, Catarina. – a voz era familiar, mas não lembrava de onde.
– Oi. – sorriu – Quem é você?
– Segredo.
Foi surpreendida com duas bocas tentando lhe beijar. Colocou a língua para fora e se arrepiou ao sentir duas línguas roçando na sua. Era sua primeira vez dando um beijo triplo. Foi molhado, mas bom.
– Quer champanhe? – ouviu a voz de Felipe.
– Óbvio!
Suas duas mãos foram seguradas e ela foi levada até a cama, onde se sentou. Ouviu o som da rolha e vidro se batendo, enquanto uma mão acariciava suas costas. Um beijo suave no pescoço a fez estremecer. Estava tão ansiosa! Sentiu uma mão segurando seu queixo e o copo em seus lábios, aquele líquido doce dançou em sua língua e escorregou na sua garganta. Adorava champanhe. Tomou apenas um gole e alguém lhe abraçou por trás. Sentiu beijos na nuca. A pessoa na sua frente beijou sua boca.
Beijos foram para o seu pescoço e ombros, que estavam cobertos.
– Essa roupa ta me atrapalhando. – a voz suave sussurrou no seu ouvido.
Suas mãos foram puxadas e ela ficou em pé. Lhe ajudaram a tirar o macacão. Nesse momento lamentou estar de venda porque queria ver a reação dos dois com sua lingerie.
Ouviu um som de zíper e imaginou que eles também tiraram as roupas.
Foi levada novamente para a cama e dessa vez se deitou. Sentiu alguém tocando nos seus seios, massageando e beijando. Essa pessoa mordeu seu pescoço enquanto puxava o sutiã para baixo. Ela sabia que só estava com um agora e não sentia o outro por perto. "Ele está assistindo?", se perguntou.
Uma língua roçou em seu mamilo e Catarina gemeu. Com a mão, seu outro seio era estimulado. Excitada, ela segurou o cabelo do rapaz e soube que não era seu namorado – aquele cabelo é liso. As duas mãos dele seguraram seus seios e os aproximou um do outro. Ele lambia os dois mamilos quase ao mesmo tempo. Ela apertou as costas dele e levantou o joelho.
Ele deitou ao seu lado direito e ela sentiu uma presença do lado esquerdo. Uma mão se infiltrou entre suas pernas, embaixo da calcinha, e tocou no lugar certo. Agora ela era beijada enquanto era estimulada nos seios e entre as pernas.
Isso não durou muito tempo. Eles pararam com os estímulos e tiraram o resto de suas roupas, agora ela estava completamente nua. Lhe colocaram de quatro e ela sentiu algo duro tocando em seus lábios; estava com camisinha. Abocanhou com gosto, deslizando a boca até o fim. Chupou enquanto deslizava até o começo; sentiu alguém lhe tocando entre as pernas com os dedos molhados. Os dedos fizeram movimentos em círculos e desceram até lhe penetrar devagar. Ela continuava chupando lentamente e gemia baixo.
Sentiu alguém entrando e ela até parou o que estava fazendo, mas a pessoa a sua frente segurou seu cabelo e se mexeu sozinho. Um homem lhe penetrava entre as pernas e outro penetrava sua boca. "Será que consigo aguentar muito tempo?", Catarina se perguntava.
Os dois rapazes gemiam alto, a moça gemia baixo porque estava com a boca ocupada.
Sentiu o rapaz de trás segurar suas nádegas e afastá-las, deixando aquela região exposta. Catarina gemeu mais alto quando sentiu um dedo penetrar aquele lugar.
Os dois pararam. O da frente deitou na cama.
Sem dizer nada, provavelmente para manter o suspense, ele a puxou para cima dele. Ela foi penetrada outra vez. Colocando os pés na cama, ela se mexeu para cima e para baixo. Aquela posição ia bem fundo e ela gostava. Mas ele lhe puxou para perto, a deitando por cima e a beijou.
Catarina sentiu suas nádegas serem separadas novamente. Estava ansiosa. Tinha feito sexo anal poucas vezes, mas adorou. Aquela dor era boa e foi incrível senti-la naquele momento. O rapaz de trás entrou devagar e com cuidado, o que a fez gemer alto mesmo durante o beijo.
– G-gente. – ela separou os lábios do rapaz – E-eu não vou aguentar... Tá muito bom!
Sentiu aquele negócio duro entrando e saindo devagar da sua bunda. Ela estremecia. A região entre suas pernas pulsava com o outro dentro. Ela mordeu o pescoço do rapaz a sua frente e o ouviu gemer. O gemido suave o denunciou.
O outro a puxou pelo cabelo para perto.
– Vai ter que aguentar. – era a voz de Felipe. – Porque a gente mal começou.
Ela foi jogada para o outro e este tocou seus seios novamente.
– Hmmm. – ele gemeu – Eu queria chupar teus peitos de novo.
– A-Aí eu não vou aguentar mesmo.
– Ah, é?
Ele a puxou um pouco mais para cima e lambeu seus mamilos. Catarina gemia sem parar e apertava os lençóis, tentando controlar o orgasmo que sentia se aproximar. O de baixo se mexia muito devagar, sabia que pela posição era difícil, e seu namorado começou a estocar com força na sua bunda. Isso sem contar os estímulos nos seios. Catarina estava indo à loucura.
– Ah! Ah! Ah! – a cada movimento seu gemido era ouvido.
Eles saíram quando seu ápice estava quase chegando. Catarina sentiu que eles se afastaram e ela deitou, cansada. Ouviu um som de plástico, estava supondo que era a camisinha. Suas regiões íntimas pulsavam, desejando mais.
Lhe guiaram para fora da cama e ela se ajoelhou. Dessa vez os dois se aproximaram. Ela sabia que não conseguia colocar os dois na boca ao mesmo tempo, então ficou alternando. Chupava um e usava a mão com o outro, depois trocava. Ela babava e eles gemiam. Ela fez a glande dos dois se encostarem – com camisinha, é claro – e lambeu os dois ao mesmo tempo. Isso também a excitava.
– V-vamos voltar para a cama. – o rapaz de voz suave falou gemendo.
Catarina deitou de lado e abriu as pernas.
– Gostosa. – Felipe sussurrou no seu ouvido, atrás dela. E ele novamente entrou por trás.
– Safada. – o rapaz da frente sussurrou contra seus lábios antes de beijá-la. Ele entrou pela frente outra vez.
Os dois se moviam lentamente. Catarina gemeu e levou a mão para trás, segurando o cabelo crespo do namorado.
– A-ainda não posso tirar a venda?
– Não.
– Ah! – gemeu quando ele aumentou a velocidade.
Estava sentindo tanto prazer que chegou ao ápice quando o rapaz também acelerou. Seu corpo pulsava, mas eles não pararam.
– Aaaaaah! – seu gemido foi longo.
Com delicadeza, seu namorado estocou com força apertando suas nádegas. O rapaz da frente mordeu seu pescoço. Não demorou para ambos chegarem ao ápice também.
Catarina respirava com força, estava exausta e satisfeita.
– Isso foi... foi ótimo. – ela disse enquanto sentia os dois saírem.
– Foi uma delícia, meu amor. – Felipe beijou sua bochecha.
– Foi até melhor do que pensei.
– Eu quero muito saber quem é você!
– Pode tirar a venda.
Catarina tirou e viu o rapaz. Ele tem um rosto jovial e uma franja de lado. Buscou na memória de onde tinha o visto e não demorou para lembrar. Ele era um vizinho que se mudou há cerca de um ano.
– Vitor? Como é que tu achou Felipe? Ou Felipe te achou.
Catarina estava deitada de frente no meio dos dois, enquanto eles estavam de lado lhe dando atenção.
– Sei lá, acho que Felipe me stalkeou.
– Foi por acaso. – Felipe riu – Eu tava voltando do trabalho e encontrei ele.
– É, eu achei a proposta dele bem inesperada. Mas vocês são muito gostosos para eu recusar.
– Vai ter round dois? – Catarina perguntou.
– É claro, deixa eu só me recuperar.
Catarina foi ao banheiro urinar e se limpar. Ela já estava ansiosa para a segunda vez. Quando voltou, Felipe entrou no banheiro.
Ela deitou ao lado de Vitor.
– Eu já quero o round dois. – confessou.
– Eu também. – ele riu – Só preciso ir ao banheiro antes.
– Pelo menos dessa vez eu vou ver vocês.
Quando Felipe voltou, Vitor saiu. Ele deitou na cama e Catarina o atacou com um beijo.
– Ta recuperado?
Ele não respondeu, apenas a beijou outra vez. Ela o tocou entre as pernas, tentando estimulá-lo, e ele segurou seu seio. Não demorou para ele ficar duro outra vez.
Catarina pegou uma camisinha e o protegeu. Vitor saiu do banheiro e os observou por um tempo. Ela beijou o pescoço do namorado enquanto o masturbava. Ele suspirava.
Vitor deitou na cama e eles fizeram um beijo triplo novamente. Ele ajudou Catarina, estimulando as bolas de Felipe.
– Hmm. – o namorado começou a gemer.
– Dessa vez eu quero ficar no meio. – Vitor se levantou e colocou uma camisinha.
Agora as preliminares podiam ser mais curtas, já que os três estavam excitados pelo que tinha acontecido.
Vitor deitou e Catarina ficou de lado o chupando.
– Pode ir. – ele olhou para Felipe – Tô acostumado com isso.
Felipe apenas balançou a cabeça e continuou os observando.
Catarina ficou de quatro, virada para o namorado, e chupou a glande de Vitor, que gemeu. Felipe olhou entre as nádegas dela novamente, ele parecia animado com aquilo.
– Ah! – ela levantou a cabeça e gemeu. Seu namorado tinha entrado naquele lugar novamente. – T-tas gostando, é? – ela foi surpreendida com três estocadas rápidas e profundas. Ele saiu e afastou suas nádegas, observando-a novamente. Ela ficou tímida e chupou o rapaz com profundidade.
– Deita na cama, Catarina.
Ela deitou e viu que Felipe trocou de camisinha. Vitor subiu em cima dela e entrou entre suas pernas. Ela estremeceu.
Olhou Felipe se posicionando atrás de Vitor e observou a expressão deste. Ele fechou apenas um dos olhos e suspirou.
– Tas bem? – ela tocou o rosto dele.
– Tô ótimo. – ele beijou seu pescoço.
Catarina sentia um arrepio toda vez que Vitor se mexia. Tanto pela penetração quanto pela expressão de prazer. Ele estava em deleite. A mão se Felipe apertou seu ombro e ela achou bonita a diferença de cor.
– A-agora eu que não vou aguentar. – sua voz suave estava trêmula.
– Hmm. – Felipe gemeu e foi mais rápido.
– Ah! – Catarina gemeu com a intensidade. Ela arranhou as costas do rapaz e ele lhe abraçou.
Vitor não estava aguentando. Ela soube quando o abraço ficou quase sufocante de tão apertado. Seu namorado saiu de repente, sem deixá-lo chegar ao ápice.
Catarina deitou de lado e Vitor ficou ajoelhado na sua frente. Ela o abocanhou enquanto seu namorado trocava de camisinha novamente. Gostava de como ele é cuidadoso.
Ela sentia aquilo preencher sua garganta enquanto o rapaz ditava a velocidade segurando sua cabeça. Ela apertava os lábios, realmente sugando. Adorava a sensação, estava se deliciando.
O namorado levantou sua perna e entrou por trás. Ela parou e chupar e o olhou.
– Hoje você só quer aí?
– Estou monopolizando, gostosa.
Aquela dor gostosa voltou quando ele se movia com cuidado. Ela ainda estava com a perna aberta quando o namorado a tocou entre as pernas com os dedos. Sentiu seu corpo todo arrepiar.
Sentia prazer com sua boca preenchida, sua bunda sendo penetrada e o estímulo entre suas pernas a enlouquecia. Ela chupou com mais velocidade querendo fazer o rapaz sentir tanto prazer quanto ela. Parece ter funcionado. Ele segurou seu cabelo, parando sua cabeça, e ele mesmo se moveu.
Sua bunda começou a pulsar de prazer e aqueles dedos entre suas pernas... Não tinha como aguentar. Gemeu mais alto.
Felipe aumentou a velocidade. Sua delicadeza sumiu. Sem pena ele abusava daquela bunda redonda enquanto estimulava a namorada com as mãos. Vitor gozou primeiro, mas continuou penetrando a boca de Catarina. Ele olhava para cima com a boca aberta, parecia prolongar o ápice.
Catarina colocou a mão para trás e puxou o cabelo do namorado. Ele aumentou a velocidade dos dedos e sentiu o lugar onde penetrava ficar mais apertado. Ela estremeceu. Ele olhou o rosto dela e perdeu o controle com aquela expressão. "Tão sexy", era o que pensava.
Felipe deitou Catarina de bruços e abusou de sua bunda outra vez. Ele estocava rápido. Ela gemia alto, quase gritando. Parou poucos segundos depois, quando seu prazer chegou ao limite. Saiu devagar e observou a região entre as nádegas da namorada larga, tentando voltar ao seu tamanho normal. Sentia orgulho de si mesmo.
Os três se deitaram juntos, cansados demais para repetir.
– Esse dia dos namorados tá sendo ótimo. – Catarina sorria.
– Tenho que concordar. – Felipe a beijou. – Eu te amo.
– Eu também te amo.
Vitor os observava, cansado. Aquele dia também tinha sido incrível para ele, mesmo solteiro. E ainda faltava muito tempo para acabar.
Esse conto eu fiz sem indicação, eu que quis mesmo hehe o que acharam? Minha escrita erótica é boa?
Sugestões e críticas são muito bem vindas!
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