Capítulo 09 - Obtendo escrituras de terra

A princípio Madeline pretendia dar uma volta na cidade e visitar algumas lojas para pesquisar o mercado, ela precisa estar a par do que as pessoas desse lugar consomem e suas preferências e só então pensar no que irá construir e distribuir para os cidadãos do Condado das Cem Flores. Contudo, ela achou melhor ir diretamente para o escritório do governo e procurar informações sobre a compra, Madeline estava com uma grande dúvida sobre as terras daquele lugar, principalmente sobre quem está responsável pela venda delas e se é realmente possível comprar, apesar de ter pensando em muitas coisas isso tinha sido jogado em uma caixinha no fundo de sua mente e agora a preocupava, porque dependendo da situação tudo poderia ser arruinado de uma hora para outra.

O escritório do governo foi relativamente fácil de achar, o lugar era grande e tinha dois guardas na frente do portão de entrada que estava aberto, ela pensou que eles poderiam parar-lá para revista ou verificar a sua identidade, mas nada disso aconteceu, então Madeline foi direto para dentro, na recepção tinha outros dois oficiais que pareciam extremamente ociosos e conversavam sem parar, a distância entre ela e eles era dividida por um balcão, ao vê-la se aproximar ambos pararam de conversar e lhe deram a devida atenção.

— Bom dia, oficiais. Eu preciso de uma informação.

— Bom dia, jovem senhorita. Seja qual for a dúvida tentaremos ajudar no que for possível. – o homem à sua frente era jovem, provavelmente não ingressou a muito tempo nesse lugar.

— É sobre os terrenos da Cidade das Flores, seria possível alguém comprar um pedaço de terra daquele lugar? – no começo o rapaz parecia não saber do que ela estava falando, mas depois do homem mais velho ao seu lado sussurrar algo em seu ouvido ele pareceu ter uma epifania.

— Ah! Você está dizendo sobre a Cidade Fantasma. Perdoe-me, ninguém nunca fala sobre aquele lugar então é difícil lembrar de imediato como se chama. – enquanto falava ele e seu colega estavam remexendo em alguns livros na estante atrás encostada na parede. Logo mais o rapaz retornou com um caderno de capa verde e abriu na bancada. — As pessoas não sabem disso, mas na verdade todas as escrituras de terras, seja da cidade ou das aldeias próximas estão todas conosco. A princípio num caso de uma cidade se tornar desolada todos os documentos irão automaticamente para a capital, entretanto ninguém nunca mostrou qualquer interesse de vir buscar esses documentos, então o magistrado os pegou para cuidar. – sua boca tagarela explicou sem nem mesmo ela perguntar.

— Então isso significa que se alguém mostrar interesse em comprar um terreno, o escritório do governo poderá vendê-lo? – Madeline só queria saber se era possível ter uma compra legal, sem que no futuro seu documento de compra se torne inválido.

— Claro. De acordo com os registros, todos os terrenos estão a venda, a maior parte foi vendida pelos próprios moradores ainda no começo da seca, e outros foram adquiridos com o tempo por causa do abandono dessas propriedades. – o homem mais novo era realmente um falador, muito diferente do homem mais velho ao seu lado, ele só olhava para a cena e não declarou um pio.

— Qual o valor estimado de um dos maiores terrenos do Condado das Cem Flores? – mesmo se o valor for baixo, por causa da quantidade de propriedade que essa cidade possui, o valor total não sairia barato.

Ele folheou o caderno e parou em uma das páginas rabiscadas.

— Os preços dessas terras são bem abaixo do valor original, o valor mínimo do maior terreno era de duzentos e quarenta moedas de prata, mas atualmente até a menor graminha daquele lugar é desvalorizado, então agora o preço fixo é de vinte moedas de prata. E o valor da menor terra é de nove moedas de prata. – quando ela escutou o valor quase gritou que ia comprar, apesar de não saber o valor exato qualquer um perceberia que o preço diminuiu muito.

— Eu quero comprar todas as propriedades da cidade, bem como a das duas aldeias próximas. – a maior parte do seu dinheiro estaria indo embora agora, seu bolso doeu, mas não tinha nada o que pudesse ser feito.

Os dois homens a sua frente arregalaram os olhos, era realmente chocante gastar tanto dinheiro em um lugar que não tem nada além de ar da morte, a terra era seca e estéril, nada podia ser feito naquele lugar fantasma.

— Tem certeza que... – antes que o rapaz pudesse continuar ele levou uma cotovelada nem tão discreta do homem ao seu lado.

O rapaz não percebeu que esta era uma oportunidade maravilhosa para eles, como todas as terras estavam no nome do governo assim que vendessem as propriedades daquele lugar todo o dinheiro cairia no bolso do próprio escritório do governo. Se tivessem sorte uma parte do dinheiro poderia ir para eles, é um grande pedaço de torta caindo do céu.

— Se a jovem senhorita realmente deseja comprá-los, siga este oficial, estarei dando continuidade na sua compra. – pela primeira vez o homem falou, sua voz era grossa e não combinava muito com o seu rosto extremamente sorridente. Era um pouco assustador.

Eles seguiram o corredor e entraram em uma sala próxima, a sala não tinha ninguém além dos dois, ela estava repleta de armários com muitos livros e cadernos, uma mesa de escritório estava no meio da sala sendo o centro da atenção. Os trâmites seguintes foram rápidos, e em uma hora ela estava com todas as escrituras de compra, seja da cidade ou das aldeias. O dinheiro que sobrou era pouco, dado o que ainda tinha por fazer.

Já passava do meio dia quando terminou os assuntos no escritório do governo, seu estômago estava reclamando de fome e apesar dos pãezinhos doces em sua bolsa ela queria muito comer algo de verdade. Desde que chegou a este mundo não fez uma refeição decente, suas papilas gustativas estavam morrendo de saudades de comer arroz, e até o mais simples arroz com ovo a faria feliz nesse momento. Como brasileira, não existia nada mais satisfatório do que um bom prato de comida básica, nem o mais delicioso e sofisticado prato do mundo poderia suprir a necessidade de comer grãos básicos.

Antes de pensar em saciar sua fome, lembrou-se da senhora que a estaria esperando no portão da cidade. Ela se repreendeu por ter esquecido seu próprio pedido, para não atrasar ainda mais, Madeline saiu correndo e por sorte conseguiu avistar o casal avó e neto parados na sombra. A mulher estava com um rosto impaciente, a culpa aumentou ainda mais e preencheu seu peito, ao se aproximar ela se curvou e pediu desculpas.

— Perdão, eu estava resolvendo assuntos no escritório do governo e não percebi o tempo passar. – Madeline tirou as moedas, adicionando algumas a mais como demonstração de sua sinceridade. — Vocês devem ter esperado por muito tempo, realmente sinto muito.

— Tudo bem, não se preocupe, não estávamos com pressa. – a senhora sorriu e aceitou as moedas, ela percebeu que recusar só iria deixar a garota desconfortável.

A senhora não sabia quem era a menina, mas notou que não era um personagem simples mesmo parecendo tão pobre quando se conheceram, já que agora estava muito bem vestida e também captou a informação de sua ida no escritório do governo. Não querendo prolongar sua partida, eles se despediram e cada um seguiu seu rumo.

Em seguida, Madeline foi ao restaurante mais próximo de onde estava, a fachada era como qualquer outro que vira durante o caminho quando chegou na cidade, por dentro era simples, a decoração não era extravagante mas era muito bem organizado mostrando que as mesas não foram colocadas casualmente, esse restaurante tem um segundo andar e provavelmente possui mais mesas lá em cima. Ao chegar foi recebida por um garçom jovem que não era muito mais velho que ela, seu rosto ainda bastante juvenil. Ele foi bastante educado ao cumprimentá-la, e ao perguntar onde queria se sentar foi quando descobriu que o segundo andar eram as salas privadas, apesar de pagar um pouco a mais, Madeline escolheu ficar na sala privada pois estava curiosa para saber como era. Madeline não ficou surpresa quando chegou ao local, na verdade, ficou bastante desapontada porque não era muito diferente de uma sala qualquer, a única vantagem desse lugar é a privacidade e nada mais, a sala só tinha uma mesa, cadeiras e ao canto tinha alguns produtos para fazer chá na hora. A decoração era mais caprichada do que no primeiro andar, mas só isso.

Que decepcionante... Suspiro, gastei mais para nada, que frustrante.

O restaurante não tinha um cardápio que os clientes poderiam ler, por isso que os pratos eram apresentados pelo garçom, Madeline achou isso bastante incômodo mas também compreensível, era comum que as pessoas mais humildes não soubessem ler e para ser acessível a todos, o atendimento era dessa forma falada. Era inclusivo, mas dado o grau de certos restaurantes também poderia ter cardápios escritos para os clientes que preferem ler. Com isso em mente, ela colocou essa ideia na lista para implementar em seus restaurantes.

Como ela não conhecia nenhum dos pratos citados, Madeline pediu para o garçom trazer os pratos mais populares, o serviço foi rápido e em poucos minutos já estava sendo servido. As tigelas colocadas na mesa estavam fumegando, dentro deles tinham muitas coisas da qual ela nunca viu na vida e outros ela conheceu apenas porque já viu em fotos, eram todos da culinária chinesa, ela sempre gostou mais do sabor da comida brasileira e também gostava muito da italiana e russa, mas não curtia muito a comida asiática, isso porque uma grande parte estava sempre apimentada e ela nunca gostou de comidas picantes, fora que aqueles países comiam algumas coisas que ela não estava muito acostumada, mas não foi por falta de tentativa.

Como estava com muita fome não pensou demais nos seus gostos pessoais, ela pegou uma tigela de macarrão e o garfo ao lado, também havia pauzinhos mas não estava acostumada a usá-las então as deixou para lá. O sabor era leve e muito bom, talvez por estar faminta o gosto parecia muito mais agradável, ele era embebido em um caldo com pedaços de carne que estavam extremamente macias. Duas outras tigelas tinham legumes fritos, ela não sabia o que eram todos aqueles vegetais misturados mas estavam muito saborosos quando encostaram em sua língua, o gosto era ótimo, além do sal tinha algum outro tempero que se destacava e deixava tudo perfeito. Em outra tigela tinha algumas tiras de carne de porco, eles estavam brilhantes e pela cor escura devem ter sido cozidos com algum molho, quando ela colocou uma das fatias na boca o cuspiu sem demora, uma ânsia surgiu em seu estômago e se não tivesse segurado o fôlego poderia ter vomitado.

— Maldição! Urgh... Porra. – ela engoliu um bocado do caldo do macarrão e tentou se recuperar. — Isso está doce. Achei que fosse colocar o que acabei de comer para fora nesse instante. – sua reação estranha foi porque ela simplesmente não suporta comida agridoce.

Uma vez quando foi tirar uns dias de folga e inventou de pedir comida em um restaurante PF¹ que entregava quentinhas, ela cheia de ganância para comer carne, foi premiada justamente com carne de porco agridoce sem saber que aquela suculenta carne chamativa estava banhada com um molho doce. Madeline estava sentada em frente a praça curtindo seu pratinho de comida quando foi mastigar a carne e cuspiu tudo para longe, o choque foi tão grande que ela vomitou tudo, aquela experiência foi torturadora para ela e desde então, nunca mais colocou qualquer comida agridoce em sua boca. Ela tinha pavor disso. Em sua mente era, doce tem que ser doce e salgado tem que ser salgado. [Nota: isso me aconteceu, não foi tão exagerado a ponto de vomitar, mas se eu não tivesse perseverado, toda a minha comida teria ido embora. Eu odeio comida agridoce.]

Depois desse susto ela empurrou o prato de carne para longe e chorou em seu coração, esse era o único prato de carne que ela pediu e agora estava tudo arruinado. Só após lamentar por um tempo, Madeline terminou de comer o restante dos pratos, tinha bolinhos recheados com carne de galinha e camarão, também tinha uma salada fria que entrou em seu estômago rapidamente. A porção era pequena então terminar tudo foi tarefa fácil, como eles não serviam outras bebidas além de chá e vinho ela pegou um copo d'água do espaço e tirou o restante do sabor residual de comida de sua língua. Ao abrir a porta, Madeline encontrou o jovem garçom que a recebeu andando no corredor, ele se aproximou quando a viu.

— Jovem senhorita, espero que sua refeição tenha sido do seu agrado. Existe mais alguma coisa que este servo possa fazer por você? – ele tinha uma fala articulada e sabia ser prestativo e diligente, isso a agradou muito.

— A comida estava ótima, obrigada. Eu não toquei na carne porque o sabor adocicado não me agrada, mas se o pequeno garçom quiser comer fique a vontade, jogar alimentos fora não é do meu feitio. – oferecer comida dessa forma era realmente estranho e fora do comum, entretanto ela não gostava de desperdiçar comida e preferia que outros desfrutassem dessa refeição.

Com certeza quando o garçom escutou o que ela disse seu rosto estava espantado, mas ele era bastante capaz e se recuperou rápido.

— Este servo agradece, jovem senhorita. – embora tenha oferecido a comida, Madeline estava um pouco preocupada de que ao oferecer, o garoto pudesse se sentir ofendido por estar recebendo suas sobras. Felizmente tem aqueles que não se importam e ficam felizes em receber algo bom e tem outros que se sentem desprezados por ter que receber as sobras de outra pessoa. Seja como for, ela prefere que eles comam a comida gostando da sua atitude ou não.

Depois de pagar ela saiu rumo a um passeio pela cidade, seu intuito era ver o que era popular por aqui e calcular o que faria na sua cidade, o céu estava com um sol de rachar e como não tinha com o que cobrir sua cabeça Madeline caminhou rápido enquanto dava uma olhada superficial em cada uma das barracas no meio da rua, esse lugar tinha muitas lojas, principalmente de tecidos e restaurantes. Após caminhar por duas horas sem parar ela foi direto para o mercado de verduras, o lugar atualmente estava vazio já que o horário estava muito tarde para o funcionamento, perto dali ela encontrou um oficial que protegia a segurança do mercado e também cobrava para guardar o lugar dos vendedores, ela o perguntou como era o funcionamento do mercado e recebeu respostas positivas. Apesar da vantagem do espaço ser garantido ao pagar algumas moedas para ele, as pessoas vendiam seus produtos em cima de panos, panelas ou aqueles com condições melhores mantinham os seus produtos dentro de carrinhos. Ela estava animada porque poderia usar a ideia das feiras do seu mundo e aplicá-las aqui, seria genial. Em sua própria barraca as pessoas poderiam colocar seus produtos para vender em sessão, isso tanto facilitaria na organização quanto para ser mais visível para os clientes.

Logo mais, Madeline foi para o mercado de carne, onde era um pouco caótico e também com uma visão meio chocante, ela estava acostumada a comprar carne em açougue então ver tanta banca vendendo carne jogada para lá e para cá era estranho. Ela passou por muitas barraquinhas e só viu carne de porco ou galinha, carne de boi não foi vista em lugar algum, um certo descontentamento preencheu seu peito e ela ficou com medo de que neste lugar a comercialização de carne bovina fosse proibida.

— Com licença. O senhor vende carne de boi? – ela parou em frente a banca de um senhor, ele tinha olheiras e rugas muito marcantes, tinha idade para ser seu avô.

— Não, não, ninguém por aqui vende carne bovina. – o senhor respondeu apressadamente.

Ela achou estranha essa situação. Madeline gosta muito de carne de porco, mas não poderia viver para sempre sem a carne vermelha.

— Por que? Por acaso é proibido? – sua testa franzida mostrava seu descontentamento.

— Não é que seja proibido, mas ninguém está disposto a matar o gado para consumir a carne. Talvez a senhorita não esteja ciente do quão caro é o gado, por isso a surpresa. – o homem a explicou rapidamente quando percebeu que a menina a sua frente estava infeliz. — O gado é muito importante para os fazendeiros, ele é essencial para o arar da terra então nem passa pela cabeça das pessoas comuns em matar um item tão importante para a agricultura.

Na verdade ela não pensou que isso seria tão importante, Madeline não estava familiarizada com a agricultura então não sabia que o animal que ela só vê como um pedaço de carne fosse um item tão precioso para essas famílias. De alguma forma, pensar em quão infeliz ela estava agora a deixou envergonhada por ser tão glutona.

Realmente é embaraçoso pensar apenas com a barriga.

— Entendo. Obrigada. – após agradecer ela se dirigiu para outro mercado importante, o de animais.

Esse mercado era o mais longe do centro da cidade, por ocupar animais vivos era impossível mantê-los perto de qualquer casa ou loja. Quando ela chegou no local o barulho de animais era muito alto e um odor de estrume com xixi subiu nas suas narinas, simplesmente tenebroso.

Porra, como esse lugar fede. Tenha misericórdia. Como esse lugar pode ser tão podre!?

Seu rosto tinha se enrugado como um bolinho, o desgosto evidente em todo o seu ser. A entrada já era terrível e se continuasse temia que pudesse morrer, mas ela se obrigou a caminhar pelo lugar e encontrou muitos animais de todos os tamanhos e espécies diferentes. Alguns poucos cavalos, muitos burros, algumas ovelhas, galinhas e patos e alguns bois e vacas, tinha até um pequeno bezerro mamando nas tetas da mãe.

Certo, eu preciso criar gado, não poderei sobreviver sem comer um pedaço de carne vermelha.

Os estábulos estavam sujos e os animais ficavam andando por cima da sua própria merda, era uma cena bizarra, muito nojenta e pouco higiênica. No mínimo isso deveria ser limpa em alguns momentos do dia, por causa do sol quente o fedor subia e se espalhava mais facilmente tornando todo o mercado num lixão.

Ela estava insatisfeita com a cena então saiu o mais rápido que pôde, mesmo depois de sair parecia que o cheiro ainda estava impregnado no seu corpo. Mesmo incomodada decidiu passar na loja que vende materiais de construção, na verdade o que eles mais vendem eram madeiras para construir casas, e era exatamente do que ela precisava. Seu objetivo era construir todos os imóveis da cidade com madeira, e de acordo com o seu dedo de ouro extra ela poderá usar o 'melhoramento' para subir o nível da madeira, tornando-as em qualidade melhores e usá-las sem preocupação. Ela perguntou o preço e ficou satisfeita com o valor, não era caro então o dinheiro restante poderia cobrir uma boa parte.

Como o céu demonstrava que não demoraria para escurecer, Madeline foi procurar uma pousada para passar essa noite, além de que tinha um menino muito arteiro soltando bolhas pela boca deitado no espaço, ele já estava acordado a umas duas horas e desde então estava olhando para todos os lados enquanto movia os pequenos lábios. Muito, muito fofo.

Ela escolheu uma pousada barata já que não pretendia dormir no quarto mesmo, ela se sentia mais segura estando no espaço, seu único requisito era que a pousada deveria ter uma banheira. Depois de pedir água quente ela foi para o quarto, meia hora depois baldes e mais baldes de água encheu a banheira. Seu banho foi rápido, e depois de estar preparada ela entrou no espaço e foi dar olá para o bebê. Madeline o ninou um pouco e foi então que seu olhar caiu em algumas ervas jogadas no chão, só agora ela lembrou-se das ervas raras no seu mundo, bem, elas deveriam ser replantadas, por mais que o espaço preservasse as coisas era melhor acomodá-las em seu novo lar logo. Só depois de dar um pouco de atenção ao garoto que ela arregaçou as mangas e começou a cultivar.

Nota da autora:

[1]: "PF" o famoso prato feito. Esse citado aqui é colocado em marmitex, já que a personagem foi comer na praça.

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