Cαթí́Եմlօ 34

"Perco o controle com cada movimento seu
Você me deixa flutuando
Eu me perco em você."

Ao ouvir a voz trêmula da minha mãe, do outro lado da ligação, demoro um pouco para responde-la. Por que estou ainda tentando proceder, as palavras.

Depois do que aconteceu com o Kalil, não havíamos ainda nos comunicado, e eu não tive nem cabeça para falar com ela, justamente pela acusação do Azyz. Se for comprovado, eu nunca vou perdo-la, por que o que os dois  fizeram foi desumano.

Como uma mãe faz uma coisa dessas com o próprio filho? Nenhuma, em sã consciência, não é? Nenhuma mãe em  um bom estado mental, iria permitir que o tio matrate seus filhos, muito menos tirar a vida deles, por causa de uma droga de um herança, uma droga de poder!

Porém, ao que me parece ser, a minha mãe é exatamente assim, ela foi capaz de fazer isso. Entretanto, eu gostaria do fundo do meu coração, que tudo seja uma mentira. Por que apesar de tudo, ela é meu sangue, e sangue do Kalil, somos uma família!

Dália Abdala, é uma senhora de seus cinquenta e poucos anos, porém nem parece, na verdade, ela parece ter menos da sua idade, por conta da sua vontade incessante, de ficar jovial. E isso incomodava muito o Baba.

Talvez seja muita vaidade, eu sempre percebi que ela carregava isso consigo mesma, porém nunca falei, em uma questão de respeito, perante a ela.

Filho? Você está aí?Ela quebra o silêncio, me tirando dos devaneios .

Isso por que, como vocês viriam, eu deixei a minha mente se desviar da realidade, só imaginando e pensando sobre a mulher que me colocou no mundo.

— Estou, o que a senhora quer ?digo ainda como uma certa frieza.

E então, a minha mãe, fica em silêncio por um certo período. Talvez, esteja tentando entender o motivo de tanta frieza da minha parte. Entretanto, se ela fez o que fez juntamente com o tio Azyz, vai entender, que esse é o real motivo de eu estar a tratando dessa maneira.

— Como assim o que eu quero, meu filho? Eu..eu sou sua mãe, quero saber como você está, precisamos conversarminha mãe diz com indicação.

Ao absorver, todas as suas palavras, com o celular no ouvido, caminhando pelo corredor branco do hospital, eu dou um suspiro breve, tentando me manter o mais calmo possível.

— Sim, precisamos conversar, temos muitos assuntos inacabados. E pode ter certeza que eu vou querer saber tudo sobre a sua relação com o meu tio Azyz, e tudo sobre o acidente do baba, a senhora tem muito que me explicar!

'Umi (mãe) fica em silêncio mais uma vez, e por um momento, eu entendi que ela está tentando buscar palavras certas para falar comigo. É como se estivesse pisando em ovos, não sei!

— Eu sei, foi exatamente por isso que te liguei, eu tenho muita coisa para te contar, só que preciso que confie em mim — ela diz me fazendo, da um sorriso irônico.

Se isso não foi muita ironia da parte dela, eu juro que não sei o que foi.

— Como é? Confiar na senhora? Acho que devido as minhas surpresas, em relação as suas atitudes, eu acho que isso é a última coisa que eu quero fazer. Se é que a senhora me entende.

Tudo bem, eu não vou julgá-lo por estar pensando dessa maneira ao meu respeito. Mas quero que saiba, que é mentira, tudo que o monstro do seu tio, colocou em sua cabeça e na do seu irmão.

— Eu e o Kalil queremos a verdade, e se a senhora, estava ajudando o Azyz saiba que...

Ela não me deixa completar a frase, rapidamente me interrompendo.

— Eu? Ajudando aquele infeliz? Se vocês me conhecessem o suficiente, saberiam que qualquer palavra que tenha saído daquela boca nojenta dele era mentira. Mas tudo bem habibi, eu vou provar isso para vocês.

— Eu vou pegar o primeiro voô para aí, essa semana ainda.

— Não será necessário, eu já estou no Brasil, eu e Azyra.

— O que? Por que só agora que a senhora diz isso?

— Ya 'iilhi! ( Santo Deus) Por que só agora que tive essa oportunidade, Zayn! — ela diz indignada.

Dou um suspiro, e olho na direção da porta do quarto de Luna, em seguida vejo meu sogro, Sr. Liam, na porta da mesma, me olhando. Certamente ele quer falar comigo.

— Okay! Vou desligar, logo mais te ligo para me informar onde a senhora está instalada.

— Okay, Habibi!

Desligo a chamada do celular, e faço o meu caminho até o meu sogro, com os passos largos, e em dois segundos eu paro em sua frente, guardando o meu mesmo no bolso da calça jeans.

— O arebaba, precisamos ter uma conversinha — ele diz parado na porta do quarto de Luna.

Faço uma cara de curiosidade, porém, o meu sogro fica com a sua expressão um pouco preocupada. Acho, que ele quer me dizer alguma coisa que está o deixando extremamente incomodado,  vejo isso pela sua inquietude com as mãos e a forma que morde os lábios.

— O que houve, Sr.Liam? — questiono ainda preocupada e ele me olha com uma expressão séria.

Sr.Liam, passa a mão na testa e coça por um breve instante a sua barba um pouco grisalha. Em seguida, ele da um suspiro e aponta o dedo na minha direção oposta.

— Vamos ali, tomar um cafezinho, lá conversamos direito.

Assenti, e em seguida, sigo seus passos até a cafeteria do hospital, com uma certa interrogação em minha cabeça.
Assim que entramos e fizemos nossos pedidos, vejo Sr. Liam se remexer na cadeira em minha frente e dar um suspiro. Ele está preocupado e eu já até sei o motivo. Condenação de Luna!

Suas mãos agora estão sob a mesa, as duas estão entrelaçadas.

Ele me olha com um olhar perdido, os seus olhos não estão em mim, mais sim fixos no porta guardanapo que há bem no meio da mesa, da qual está a entre nós.

— Sr.Liam? Está tudo bem com o Sr.?

— Bom, não! Não está tudo bem. Eu...

Ele da um suspiro profundo e fecha os olhos por um instante, passa as mãos no rosto, só que em seguida, ele põe os cotovelos sob a mesa, e me encara finalmente.

— Zayn, não sei se Luna já conversou com você, sobre o processo judicial que ela terá que enfrentar, daqui pra frente — diz com receio, e se afasta da mesa, recostando-se na cadeira, em que se mantém sentado.

Ah, agora entendi a preocupação dele, bem provável que ele ache que eu vou deixar minha Luna, mas eu garanto que isso não vai. Eu a amo, jamais irei deixá-la.

— Sim, ela já conversou. E eu deixei muito claro que não vou abandoná-la durante todo esse processo — revelo a ele calmamente.

— Você tem plena certeza do que está dizendo, garoto? Não sabemos ainda quanto tempo ela pegará, em pena.
Se for chutar a bunda da minha filha, agora é a hora — Sr.Liam diz com seu jeito engraçado de ser, me fazendo querer rir.

Sei que ele é uma pessoa muito boa, ele é o tipo de homem, que não gosta de coisas serias, justamente por isso, eu noto que o meu sogro ver a vida, como uma comédia. Ele faz situações complicadas parecer leves, e isso me faz admira-lo.

Eu nunca havia conhecido alguém, que leva as complexidades da vida, de uma maneira tão divertida e única. E com isso, posso entender, o qual Luna e Laura o ama. Isso me faz querer o meu Baba, sinto falta dele.

— Sr. Liam, eu não me importo com o tempo, eu amo a sua filha de verdade, e jamais irei deixá-la. Vou ficar aqui fora, aguardando ela sair de lá, e vir direto para os meus abraços, para que em seguida, nós possamos ficar juntos para sempre — digo tudo olhando no fundo dos olhos dele.

E com isso, eu pude perceber, que as minhas palavras mexeu muito com ele. Por que o mesmo me olha agora com os olhos lacrimejados, e com um sorriso suave no canto dos lábios.

É como se ele pudesse sentir que eu estou falando a verdade, sobre esse sentimento pela filha dele.

— Bom, eu confesso que não esperava essa resposta, mas, devo deixar claro que gostei de saber, que realmente a ama. Minha filha já sofreu muito, Zay, e eu tenho medo dela nunca mais ser feliz. Pelo menos, quando Luna estar com você, ela demonstra que se sente assim, feliz! — Sr.Liam diz com um sorriso sincero e largo para mim.

Vocês não sabem o quão escutar isso me deixa feliz, sinto-me aliviado.

— Pode acreditar no meu amor por Luna, eu nunca havia sentido isso por alguém, até aquele dia, em que ela me atropelou. Eu me apaixonei por ela, e foi amor primeira vista. Eu nunca irei deixa-la! — eu digo tudo com o maior carinho e sinceridade do mundo e ele da um sorriso no canto dos lábios.

O garçom vem com os nossos pedidos, e ele logo começa a tomar com calma o seu café expresso. Eu também levo a xícara até os meus lábios, ingerindo um gole do meu capuccino.

— Então, só me resta aceitar o amor de vocês dois, não é mesmo? Agora, se você a magoar, daqui para frente, eu vou fazer picadinho de você, garoto! — ele diz descontraído, e da outro gole no seu café.

— Tudo bem, recado dado! — digo sorrindo, levanto as duas mãos em rendição e bebo mais uma vez o meu café.

— Acho bom! — responde ainda com seu sorriso largo.

Sorrimos por um breve momento, da ameaça dele, mas logo lembrei-me da conversa que tive com a minha mãe.

— Sr. Liam, adivinha quem me ligou a poucos minutos atrás?

Ao ouvir a minha pergunta, o Sr.Liam faz uma cara de curiosidade, na hora.

— Quem? — junta as sombrancelhas.

— A minha mãe — revelo ao dar um último gole no meu café, e deixo a xícara sob o pirex na mesa.

Ele faz a mesma coisa, da mais um gole e deixa a sua xícara repousando  sob mesa.

— Ah sim, e então Zayn? O que ela te disse? Confessou o que Azyz contou a seu irmão? — pergunta ainda curioso.

Dou um suspiro profundo, tentando ter um pouco de esperança que, o que vou revelar, seja realmente verdade, por que estou bem triste, mas eu não quero perder essa esperança.

—Não, muito pelo contrário, ela disse que tudo não passou de uma mentira do Azyz, me disse que irá me provar e provar para o Kalil, isso.

Então, o meu sogro percebe a minha tristeza e o único fio de esperança que me resta.

— Eu espero de coração, que tudo seja verdade o que ela está a falar, por que ninguém merece, você e o Kalil terem uma mãe como essa, do qual sabia de tudo e cruelmente aprovava que um  indivíduo daquele, tivesse a horrível idéia de mandar vocês dois.

— Verdade! Isso seria muita traição, séria muito bárbaro — digo deixando bem nítido a minha magoa, e ele logo concorda comigo.

Ficamos alguns segundos em silêncio, mas ele da um pingarreio.

— E ela disse se vem para o Brasil, ou se será necessário que você vá para lá? — pergunta me chamando atenção novamente.

— Não, ela disse que eu não preciso ir para o Líbano, por que ela já está aqui no Brasil. Disse que está em um hotel.

— Humm! Muito bem, então temos que agir, e logo! Por que a audiência de Luna, provavelmente será daqui a dois dias, não sei, ainda preciso saber disso através do meu sobrinho Gael.

A revelação de Sr.Liam me atingiram em cheio, principalmente a palavra audiência, só de imaginar que Luna vai ser julgada, acaba comigo por dentro.

— Só de imaginar, que ela pode ser condenada, sinto meu coração querer quebrar, e um aperto forte pressionar o meu peito — digo mostrando para ele o quanto isso me dói.

Ele abaixa a cabeça por um instante, e logo levanta a mesma, me olhando em seguida.

— Se você está assim garoto, imagina eu, que sou o pai dela? Eu sinto muito medo de quando ela for para aquele lugar. Zayn, o mundo é cruel, mas na prisão tudo é muito pior — ele diz e eu posso sentir a dor em sua voz.

Ya biladi! Como é horrível, você vê um pai, sofrendo com essa situação da sua filha, é triste demais.

Eu vejo que é nítido que ele se esforça a todo momento em ser aquele senhor bem humorado de sempre, mas eu sei que está difícil, porém noto que ele é forte, ele e Sra Giovanna. A mencionei por que sei que ela também está com o coração sofrendo muito, ela é mãe, e isso realmente dói em uma mãe.

— Imagino a sua dor, e sinto muito pelo senhor e pela Sra.Giovanna.

Ele assente e puxa o ar para os seus pulmões, me mostrando que está cansado.

— Obrigada! Mas não temos que ficar tão preocupados assim, Luna tem os estudos completos, vai ter uma sela só dela, vai ter algumas coisas a mais por que é de família rica e tem bens. Isso me dá um pouco mais de conforto e segurança. Também, ela vai ter os melhores advogados do país, eu, Luca e Gustavo, já estamos em contato com três.

— Então isso me conforta também, pois eu só me preocupava em saber como seria a vida dela lá. Graças a Allah! O senhor tem muita influência, muitos contatos, isso ajuda muito.

— Sim! — ele balança a cabeça em sinal positivo — ah Zayn, você e sua mãe vão conversar que dia?

— Provavelmente amanhã, por que eu não tenho cabeça para isso hoje.

— Entendo, tudo bem! Mas quero fica a par de tudo, okay? Para informar ao Gael a versão dela, o caso está sendo investigado por ele — diz me olhando fixamente.

— Okay, tudo bem, sem problemas! — dou um sorriso no canto dos lábios e ele me retribui.

— Bom, eu vou me despedir da minha filha, por que eu preciso dar um pulo na empresa. Mais tarde eu volto — diz levantando-se da cadeira.

— Tudo bem, vai lá meu sogro!

Sr.Liam, fica parado em minha frente só que, ele estreita o olhar para mim, me fazendo ter uma interrogação na cabeça.

— Vê se vocês se comportam, okay? — revela me fazendo entender agora.

Ah, esse é o motivo! Então eu seguro o sorriso e ergo as sombrancelhas.

— Não vamos fazer nada demais, ué!

— Sei, estou de olho em você, garoto! Esse é irmão desse aqui — ele diz apontando para os dois olhos e eu rir jogando a cabeça para trás.

Ele é uma figura! Mesmo triste, ele consegue fazer alguém sorrir.

— Tá bom, fica tranquilo Sr.Liam! — digo rindo e ele estreita os olhos mais uma vez para mim, e me dá as costas.

Sr.Liam caminha na direção da saída, e some do meu campo de visão. Então, o meu olhar ficar perdido, recordando dos meus momentos maravilhosos em que tive com Luna. Nosso sexo, e o dia que eu precisei contar o que estava sentindo por ela, enquanto estávamos enfrente ao mar.

Entretanto, rapidamente eu tive que voltar a realidade. Como eu não havia almoçado direito, levanto meu braço e faço sinal para o garçom vir até mim. Ele vem prontamente, com um caderninho na mão, eu peço mais um cafezinho, e como acompanhamento, eu escolho um croissant, daqueles bem crocantes.

Não demorou muito para ele voltar com o meu pedido, e por em minha mesa. Então, eu me alimento, com calma e pago a conta, por que o outro café, Sr.Liam fez questão de pegar.

Levanto e saio da cafeteria e sigo até o quarto de Luna, vou para o elevador e assim que aperto o andar, ele sobe. Só que, ao parar em um andar antes do que vou, entra duas moças, elas são bonitas, mas nenhuma me atrai, pois só tenho olhos para minha Luna.

— Boa tarde— diz as duas me olhando e cada uma fica ao meu lado.

— Boa tarde — respondo calmamente e olho para frente.

Um silêncio paira no ar, mas percebo que as duas moças me comem com os olhos. Ya biladi! Se Luna presenciasse isso, ela iria ficar enraivecida, minha morena é ciumenta. Tento manter a minha mente, torcendo para que o andar que Luna se encontra, chegue logo. Até que...

Trim...

O meu andar chega, e eu dou graças a Allah, por que eu já estou me sentindo  bem constrangido nesse elevador.

Rapidamente, saio do mesmo, e sigo caminhando pelo corredor. Assim que paro na porta do quarto de Luna, eu abro e avisto a mesma deitada, ela está acordada, e assim que me ver, ela abre um lindo sorriso. Entro e noto que ela tomou banho, pois está com os cabelos molhados e penteados para trás, seu perfume doce, do qual me hipnotiza, está forte.

— Oi minha linda, achei que estava dormindo — digo me aproximando.

— Dormi só um pouco, acordei tem pouco tempo e tomei um banho — ela me responde com um sorriso largo.

Paro ao lado da sua cama e me inclino em sua direção, dando-te um breve beijo carinhoso. Mas, para me atiçar, eu pude perceber que Luna não está usando a roupa hospitalar, mais sim uma camisola branca, transparente e decotada.

Ya biladi! Esses seios redondinhos dela, me deixa louco, só de vê-los assim, praticamente a amostra.

— Amor? O que foi? — ouço Luna dizer, me tirando dos desvaneios.

— Hã? — digo voltando a olhar para o seu rosto.

— Perguntei, o que foi? — ela diz com um sorriso malicioso e morde o lábio inferior.

Me afasto um pouco, e aponto para o seu seio.

— Nada, só estou admirando a sua camisola — digo olhando agora para os seu decote.

Fico um tempo, olhando para eles, só que as palavras do meu sogro invade a minha mente.

"Vê se vocês se comportam, okay?"

Por mais que eu queira, pegar Luna de jeito, e fazê-la minha agora, sinto um pouco de receio de alguém chegar e nos pegar no flagra. Sr.Liam deixou bem claro que já me aceita como seu genro, dentro dos meus limites, se ele nos pegar no flagra, talvez isso vá por água abaixo.

— Você gostou? — Luna pergunta com um olhar sexy, que me desmonta por completo.

Puta merda! Essa morena me deixa fora de mim.

— Gostei, muito! Mas, é impressão minha, ou você está me provocando? — pergunto hipnotizado com esses olhos verdes como esmeraldas.

— Eu? Imagina, amor! — ela responde com uma carinha de paisagem e eu sorri.

Ela da um suspiro e tira o lençol de cima das seus pernas, levanta-se e vai até o banheiro. Só que no momento em que ela passa por mim, noto que a tal camisola é exatamente curta. É, ela está mesmo me provocando. Então, eu vou até a porta, abro e olho para fora do quarto, passo os olhos no corredor e me certifico que ninguém vem até o quarto de Luna.

Volto para dentro do quarto e tranco a porta, assim que faço o meu caminho de volta para o seu leito, vejo que ela sai do banheiro descalça e vem em minha direção.

Ela me olha fixamente, mas assim que chega perto o suficiente, e faz mensão em subir na sua cama, eu a puxo pela cintura e colo seu corpo no meu, eu mantenho as mãos em sua cintura, a apertando com um pouco de força, e em seguida, encosto meus lábios em seu ouvido.

— Morena, se você ficar desfilando na minha frente desse jeito, vou perder a cabeça, e vou te pegar de jeito — digo com a voz rouca, fazendo com que ela estremessa em meus braços.

Daí, Luna envolve seus braços em meu pescoço e encosta os seus lábios no meu ouvido, repetindo o mesmo gesto que fiz com ela.

— Ah, mas essa é a minha intenção, meu árabe gostoso! — me provoca com essa voz sexy, que me deixa louco de tesão.

Em resposta, eu enterro meu rosto em seu pescoço e aspiro seu cheiro, ele é tão gostoso de ser sentido, que logo sinto como se estivesse embreagado.
Ainda com nossos corpos colados um no outro, sinto Luna se esfregar em mim, deliberadamente, me dando a entender, que ela está louca por mim.

— Ah é? Então, eu vou fazer uma coisa que eu sei que você gosta muito — digo sensualmente, passando as mãos pela suas curvas.

Olho em seus olho verdes e eles se perdem nos meus. Foi como se nós estivéssemos hipnotizados um pelo outro, até que eu não me contenho e toco em sua nuca, a puxando para um beijo intenso e quente.

Nossas línguas brincam uma com a outra, fazendo uma dança sensual, e me causando um tesão forte. Isso fez com que meu pau desse sinal de vida, ele fica bem duro, como uma rocha, fazendo com que Luna sinta o mesmo roçar em sua intimidade, e arrancar um gemido rouco de sua garganta.

Ficamos assim, nos beijando, fazendo carícias ousadas um no outro, até que ela resolve se afastar um pouco, para respirar, pois nosso beijo se perdurou durante minutos.

As minhas mãos deslizaram-se pelo corpo de Luna mais uma vez, até que as mesmas entram por dentro da sua camisola, e vai subindo, até que toco em sua bunda. A minha boca busca a dela mais uma vez, em um próximo beijo ardente, com isso, eu não me contenho e dou um aperto bem forte na mesma.

— Humm — Luna geme, como uma gatinha manhosa, ainda com os lábios grudados nos meus, mas eu solto os mesmos.

— Ah Luna! Eu quero ver você gemer assim, quando meu pau estiver dentro de você — digo sentindo o tesão me consumindo.

Até que, sinto a boca de Luna no meu pescoço, ela chupa e morde, enquanto as minhas mãos de estão subindo a sua camisola mais uma vez, porém, ao passar a mão na sua cintura, dentro da mesma, noto que ela não usa uma calcinha, a safada está sem calcinha.

— Está sem calcinha, amor? — pergunto olhando em seus olhos, com um sorriso malicioso.

— Humrum...— Luna morde os lábios e me dá um olhar sexy.

— Você me enlouquece assim morena, me deixa doido, com essas artimanhas  — digo com o fogo ardendo dentro das minhas células.

Então, carrego e a jogo em seu leito, em seguida, vou para cima de Luna e a tomo em mais um beijo intenso, nos beijamos loucamente, em seguida, eu me afasto e tiro minha camisa, depois, tiro a camisola de Luna com pressa, a deixando nua, por que a safada não está usando absolutamente nada por baixo.

Olho mais uma vez para essa corpo maravilhoso, que estou sujeito a ficar sem durante um bom tempo, e vou para cima contudo, começo a chupar seu pescoço, indo com os chupões até seus seios. Depois, abocanho um deles sugando com vontade e com os olhos fechados.

— Ah, Zay! —  Luna geme e alisa meus cabelos, enquanto eu continuo a chupar com força, mas em seguida, eu dou a mesma atenção ao outro.

Uma das minhas mãos desce, e em seguida, encontra sua intimidade, eu deslizo dois dedos dentro e começo a masturba-la.

— Ah!! — Luna geme com as pernas bem apertas, adorando essa bela carícia.

Enquanto isso, e me mantenho com a boca em seu seio, chupando com uma certa força e mordendo o bico do mesmo, Luna geme um pouco alto, então eu a calo com um beijo. Até que eu sinto ela estremesser em meus braços, me indicando que gozou.

Ela me faz levantar com pressa, e logo faz o mesmo, me indicando que vai fazer algo que vai me deixar muito mais louco do que já estou. E então, eu vejo ela se agachar em minha frente, ela puxa minha calça com tudo, e meu pau solta livre.

— Gostoso! — Luna diz praticamente gemendo, e começa a me chupar com uma certa força.

— Oh! — gemi jogando a cabeça para trás, de olhos fechados.

Luna chupa meu pau, sem nenhuma vergonha, ela o engole com avidez, enquanto posso ouvir o som dos gemido saindo da sua garganta, e se misturando com os meus, que não param, pois eu não consigo controlar.

— Bahja! ( Delicia! ) — gemi roucamente, e junto seus cabelos em um rabo de cavalo, preso em minhas mãos.

Sem mais ter controle algum, eu começo a foder a boca da mulher que sempre vai ser a minha paixão. E para me enlouquecer, ela parece gostar, pois ela me olha, com os olhos fixos.

Até que ela se afasta e se levanta.

— Adoro quando você fala sua língua, quanto estamos transando — Luna diz sensualmente com a boca toda lambuzada de sua própria saliva.

A viro de costa bruscamente, fazendo com que sua bunda fique empinada para mim, enquanto o seu corpo fica praticamente deitado em cima do seu leito. Puxo seus cabelos com força, fazendo com que sua cabeça encoste em meu ombro.

— Ai amor! — Luna geme, com essa minha atitude.

Eu direciono o meu pau na entrada de Luna, e me afundo na boceta de dela de uma só vez. A fazendo gemer alto mais uma vez, e então, começo a me movimentar, empurrando o meu quadril de encontro a sua bunda devagar.

— Ah, Zay! — Luna geme mais uma vez.

Começo a me movimentar agora um pouco mais rápido, mordo seu ombro seguro a sua cintura com força, e em seguida, começo a entrar em sua boceta com brutalidade.

— AH! — Luna grita indicando que já está em seu clímax, e enquanto vejo  as suas mãos apertarem os lençóis da cama hospital.

— Geme pra mim, vai minha Luna, quero que seus gemido fiquem marcados em minha memória — digo com a voz carregada de tesão.

Até que, sinto meu corpo estremesser e o meu ápice sexual ir nas alturas, me fazendo gozar em sua intimidade.

— Morena gostosa! — digo caindo cansado por cima do seu corpo.

Ela da um sorriso cansado e tenta controlar sua respiração, assim como eu. Por conseguinte, eu me levanto e ela faz a mesma coisa, mas me puxa para um abraço, beija meu pescoço e olha em meus olhos.

— Você também é gostoso, é meu árabe gostoso! — diz com os olhos brilhando e me toma em um beijo intenso.

Ficamos assim por um tempo, até que ela me leva para um banho, que teve que um momento de tesão. Voltámos para o quarto e logo vestimos nossas roupas.

***

As horas passaram-se e eu vi que já era noite, tive que deixar a minha Luna descansar um pouco, então, resolvi ir falar com meu irmão e fui para casa. Comi alguma coisa, e fui descansar um pouco também, afinal eu estava praticamente o dia inteiro no hospital.

Assim que sai da cozinha, olhei no relógio da parede e pude ver que já era 20:40 da noite, como já estou sem camisa e só de calça, fui até o meu quarto, porém nem tive tempo de abrir a porta.

Dindom..

Soou a campainha, bufei emburrado, pois eu quero dormir, estou com sono. Mas mesmo assim, eu fui ver quem era. Já na frente da porta, eu olho no olho mágico e tomo um baita susto, ao ver quem esta atrás da porta.

— Mãe...— Sussurro com a voz baixa, exitante em abrir essa bendita porta.

Dália Abdala

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Oi amores, e aí? O que acharam desse capítulo? Luna e Zayn são demais! 🔥 Como será que vai ser essa conversa do Zay com a matriarca dos Abdala? ❤️

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