Capítulo 14
Olá, turo bom?
Vim aqui no início avisar que quase no finalzinho do capítulo tem conteúdo +18. Então se vc não curtir, está ok pois é só pular e passar para o próximo capítulo que eu já disponibilizei.
Agora se você curtir, por favor me da uma segunda chance e não desiste de mim!
(Desculpem-me pelo spoiler, senti necessidade de avisar)
Beijo, boa leitura! 💜
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No dia seguinte, acordei com Chad me apressando para levantar logo para podermos andar por Las Vegas. Ele parecia uma criancinha de cinco anos animada para uma festa de aniversário com tema do seu desenho favorito. E foi só por isso que fiz o que ele pediu sem reclamar.
Nós tomamos café no quarto mesmo e depois descemos até a minha tia para saber sobre os lugares que poderiamos visitar. Ela é claro, fez uma lista enorme do que fazer em Vegas e o que era para ter nos ajudado só nos deixou mais perdidos e indecisos sobre onde ir primeiro.
Tudo tem que ser animador, bonito e inesquecível. Eu estou pela primeira vez com uma pessoa que eu gosto e que me faz feliz. E é por isso que quero aproveitar ao máximo todos os momentos que tivermos, principalmente quando corremos riscos de morte.
Andamos por um certo tempo pelas ruas de Las Vegas sem saber exatamente o que fazer já que eu queria ir para um lado e ele para outro.
— Red Rock não fica tão longe, podemos ir primeiro! – ele diz pela milésima vez me fazendo revirar os olhos.
— Mas eu quero ir no Shark Reef! – reclamei.
— Eu nunca vim aqui, você já. É muita sacanagem sua isso. – ele disse se fazendo de ofendido.
— Uma vez Chad, uma única vez. – bufei parando no meio da rua com o vai e vem das pessoas ao nosso redor.
— Desse jeito não dá, nós não conseguimos entrar em nenhum acordo. Melhor voltamos para o hotel e passar o dia olhando para o teto. – cruzou os braços e eu lhe olhei.
— Para de drama, por mim eu passaria sim o dia todo naquele quarto fazendo coisas mais interessantes, mas você é um chato!
— Não vai começar com os seus ataques no meio da rua. – ele diz fazendo pouco caso das minhas palavras. — Não vamos fazer nada então já que não podemos entrar em um acordo.
Soltei um pequeno suspiro frustrado. Desviei meu olhar do seu para olhar ao nosso redor e algo me chamou a atenção. Um casal entrava no carro vestidos de noivos. E foi então que uma luzinha se acendeu na minha cabeça.
— Vamos nos casar! – digo sorrindo abertamente. Chad franziu o cenho me olhando com um olhar de julgamento.
— Soltou mais um parafuso da sua cabeça?
— Chad, estamos em Las Vegas a cidade dos casamentos e estamos a um passo da morte. – comecei ignorando sua provocação. — Não sabemos o que pode acontecer amanhã, então vamos nos casar.
— Nem pensar! – exclamou.
— Chad, não temos nada a perder e nem precisa ser um casamento cem porcento real. Vamos nos casar em Las Vegas com Elvis Presley com direito a fotos clichês e um bolo. – digo lhe olhando. — Precisamos de uma história legal para contar aos nossos filhos. Vamos! – lhe puxei pela mão.
— Ei! – soltou minha mão e nem se mexeu de onde estava. — Acha realmente que vou me casar com você sem um pedido antes? – arqueou uma sobrancelha.
Lhe olhei sabendo exatamente o que ele estava tentando fazer. O problema das pessoas é acharem que me conhecem.
— Tudo bem. – disse sorrindo e me ajoelhando a sua frente arrancando a atenção de algumas pessoas na rua. — Chad Humphrey, aceita se casar comigo?
Um certo burburinho se iniciou ao nosso redor com a cena, já Chad estava com a boca escancarada em total choque com o meu ato.
— Você enlouqueceu?! – ele susurrou para mim. — Levanta dai!
— Primeiro responde a pergunta, Chad. – disse fazendo-o passar as mãos no rosto em frustração e olhar as pessoas ao nosso redor.
— Tudo bem, aceito. – respondeu e geral ao nosso redor começou a aplaudir. Ele me ajudou a ficar de pé. — Você é realmente maluca, já pensou se algum paparazzi pegou isso?
— Eu não estou nem ai. Valeu a pena! – sorrio e lhe puxo para um pequeno beijo com direito a platéia. Nos separamos e lhe olhei com atenção. — Agora vamos organizar o nosso casamento. – lhe puxei pela mão animada e acenei para algumas pessoas ao nos afastarmos.
Ao chegarmos ao hotel corri para dizer a minha tia que é claro, não cabia dentro de sí de ansiedade e disse que iria nos ajudar e ajudou conseguindo uma vaga para o casamento em uma capela. Foi tudo tão fácil e prático, mas devo a isso a um casal que desistiu de última hora.
Suzy parecia uma fada madrinha, já tinha conseguido o lugar para nos casarmos e até mesmo o vestido que eu iria usar.
— Eu acho que vou chorar. – ela diz me olhando de cima a baixo. Me olhei no espelho e sorri.
O vestido era branco com alças prateadas e brilhantes. Mais curto que os vestidos tradicionais e parecia uma roupa de bailarina.
— Ele é tão lindo. – digo olhando-me pelo reflexo do espelho.
— Sim, e está mais lindo em você. Senta aqui agora. – ela diz apontando para a cadeira a sua frente e o fiz. — O seu pai vai surtar tanto, eu queria muito ver isso.
— Não me importo mais com isso. – dei de ombros. — Eu gosto do Chad e ele gosta de mim.
— Isso é tão bonito. Acha que Chad é a pessoa certa? Digo, você tem vinte e um anos. Tem toda uma vida pela frente.
— Suzy, eu não sei o que pode acontecer amanhã ou depois, eu sei que hoje eu quero isso. O depois eu deixo para depois. – ela sorriu emocionada colocando as mãos sobre meus ombros.
— Eu estou apaixonada por vocês dois. – colocou uma das mãos sobre seu peito fazendo drama. — Chad é uma boa pessoa, mas sinto que tem algo muito errado dentro dele.
— Os pais. – suspirei. — Eles morreram a dois anos em um incêndio.
— Que tragédia! – ela exclamou incrédula. — Como foi isso?
— Ele nunca disse mais do que isso. Não sei direito, mas isso o machuca bastante.
— Pelo menos agora ele tem você, e você tem ele.
— Sim, espero que não mude isso tão cedo. – voltei a suspirar só com a péssima ideia de me separar de Chad. — Mas mudando de assunto, tem algum quarto nesse hotel que tenha espelhos? – ela se afasta e me olha.
— Não. Por que precisa de espelhos? – sorrio fazendo mistério.
— Porque preciso. – dou de ombros.
— Tem essa carinha de anjo mas só Deus sabe dessa sua mente suja e promíscua. – ela diz terminando o blush.
— Deus e Chad. – a corrijo rindo.
— Tem um motel há duas quadras. – ela responde. — Há muitos espelhos e uma hidromassagem.– lhe encarei.
— Você deve conhecer muito bem não é mesmo? – provoquei.
— Estou velha mas não estou morta. – ela argumenta antes de se afastar e me olhar admirada. — Está linda, parece sua mãe.
Me olho novamente no espelho e sorrio abertamentamente. As mechas do meu cabelo estão presos para trás e o restante do cabelo solto.
Meu celular vibra avisando uma mensagem nova. Por um momento hesito ao pensar ser Adrian, mas quando vejo o nome da empresa que organiza os casamentos me aliviei. A limousine já chegou!
— Vamos, eu te acompanho até lá em baixo. Se eu pudesse eu iria, mas como eu tenho que ficar no cassino...
— Está tudo bem tia. – sorri a confortando. Entramos no elevador e fui elogiada por duas senhoras. Uma achou que me conhecia, o que me fez gelar de medo. Mas depois disse que eu deveria ser alguma atriz e não tocou mais no assunto.
Ao chegar no hall encontrei Chad me esperando. Ele estava mais lindo do que eu achei que poderia ficar. Vestia um terno lindo e preto bem mais sofisticado do que ele usava em casa. Ao me notar ele sorriu passando os olhos pelo meu corpo.
— Você está linda! – ele diz.
— Você também não está mal. – brinquei.
— Cuide bem da minha única sobrinha. – Suzy diz. — Se um dia se cansar dela, eu estarei aqui. – piscou e saiu me fazendo revirar os olhos.
— Vamos? – perguntei e ele afirmou. Enlacei nossos braços e saímos do hotel. Havia uma grande limousine branca na frente dele com um motorista do lado de fora a nossa espera. Assim que nos aproximamos ele nos cumprimentou e abriu a porta. Chad me ajudou a entrar e entrou em seguida.
— Eu preciso relaxar. – digo indo até uma garrafa de champanhe e a abrindo. — Quer? – ele afirmou. Peguei duas taças e voltei para seu lado lhe entregando a sua. — A nós dois?
— A nós dois. – brindamos e bebemos o champanhe. — O que acha que seu pai pode fazer ao descobrir?
— Ter algum ataque. – dei de ombros. — Eu realmente não me importo com ele e nem com a carreira dele. Nada ali foi feito honestamente, não tem motivo algum para eu protegê-lo. Minha única preocupação é pagar o Adrian e nos livrar dele.
— Sua tia realmente vai nos dar o dinheiro? Não que eu não confie nela, mas...
— Ela vai, não se preocupe. Quando voltarmos, vamos direto nos encontrar com ele e assim nos livrarmos de uma preocupação. Ai só vai sobrar meu pai.
— Se você diz, confio em você.
— Sei que confia, se não confiasse não estaria indo se casar comigo. – provoquei fazendo-o me olhar indignado.
— Eu aceitei pois fiquei com dó de você lá ajoelhada. – lhe soco o ombro.
— Se quiser oficializar podemos fazer isso quando chegarmos em Washington. Eu não vejo problema algum. – digo rindo.
A limousine para no estacionamento do Graceland Chapel. Chad me ajudou a descer e entramos na base. Tivemos que assinar apenas alguns documentos necessários e pegar o meu buquê, então nos dirigimos a capela.
Chad entrou primeiro e ficou com Elvis a missão de entrar comigo. Ele se aproximou com seu maravilhoso topete e enlaçou seu braço no meu e começou a cantar Love Me Tend enquanto me acompanhava até o pequeno altar com Chad nele.
Não havia ninguém na capela além de nós mas ainda assim não deixei de sorrir. Assim que chegamos ao altar ele me entregou a Chad e fez como um pai faria.
Ele iniciou a cerimônia falando sobre amor, respeito, reciprocidade. Depois passou para nós dizendo que deveríamos fazer os votos.
Por essa nem eu nem Chad esperávamos.
Soltei suspiro e lhe olhei nos olhos. Eu não tinha motivos para esconder o que se passa dentro de mim.
— Chad Humphrey, você entrou na minha vida da forma mais sem noção e irresponsável da história. – comecei ainda lhe olhando nos olhos. — E depois que entrou, não pretendo deixar você sair. A menos que você queira muito. – ele ri negando. — Obrigada por me fazer feliz, obrigada por me apoiar, obrigada por enxergar em mim aquilo que ninguém pôde. – por que eu estou chorando? — E não conta para Suzy que eu borrei a maquiagem. – ele riu afirmando.
— Amalia. – suspirou. — Você foi a melhor coisa que me aconteceu nesses últimos tempos. Obrigado por me enfiar em todas as roubadas possíveis, por chegar na minha vida sem bater. Você é uma mulher incrível, eu me orgulho de quem você é. – sorriu. — Eu não sei o que fazer da minha vida sem você, não sei como sobreviver sem suas insinuações idiotas, sem você me pertubando dia e noite, sem você me abraçando na hora de dormir. Eu não sei e nem sei se sinto vontade de saber. – as lágrimas ainda caiam, mas a sensação dentro de mim é de pura felicidade.
— Sendo assim, cadê as alianças? – O Elvis perguntou e eh arregalei meus olhos. Chad por sua vez, retirou uma caixinha do bolso tranquilamente.
— Achou mesmo que eu esqueceria? – perguntou rindo e retirando duas alianças de lá. Segurou a minha mão e deslizou por meu dedo. — Não é ouro, nem prata, mas é de coração. Luke me deu uma ajudinha. – explicou e eu sorri e fiz o mesmo com a outra aliança.
— Assim lhes declaro marido e mulher. Podem beijar! – Elvis diz começando a tocar outra música.
Ele me puxou pela cintura e colou nossos lábios iniciando um beijo tão lento e tão gostoso que eu estava a sentir medo de acabar acordando e tudo isso ser um sonho ou fruto da minha imaginação.
Mas quando cortamos o beijo, percebi que não era nenhum sonho. É tudo real, estamos casados!
Agradecemos ao Elvis, e tiramos algumas fotos com o fotógrafo que nos entregou as fotos em polaroid no final e entramos na limousine que iria nos levar de volta para o hotel.
— Estamos casados! – repeti animada enquanto ele ri.
— Estamos casados! – disse e lhe beijo rapidamente.
— Chad, agora que estamos casados você não pode mais me negar o que eu quero. – lhe olho nos olhos. — Não faz mais sentido.
— O casamento não é cem porcento real. – argumentou.
— Chad! – resmungo chorosa. — Não vamos mais fugir disso. Somos casados, muito bem casados.
— Tudo bem, você está certa.
— Você e eu precisamos... Espera! Você disse tudo bem? – questiono assustada enquanto ele sorri.
— Sim. – tomou um gole de seu champagne.
Parecia que o mundo tinha paralisado. Eu ouvi um sim?
— Está falando sério mesmo? Não estou sonhando?
— Não está, eu estou falando sério. – ele diz deixando a taça de lado e me olhando. — Somos casados não é mesmo? – meu sorriso se abriu tanto que poderia rasgar minha boca.
— Finalmente! Finalmente! – lhe beijei desesperadamente subindo em seu colo.
— Ei ei ei! – cortou o beijo e me afastou. — Aqui não.
— Por que não? Chad! – ele me tira de seu colo.
— Aqui não Amalia. Não quero platéia entende? – argumenta apontando para o motorista do outro lado.
— Você é tão frustrante! – resmungo e apenas recebo um beijo leve nos lábios.
A limousine para em frente o hotel e pago a última gorjeta para o motorista saindo logo em seguida. Chad já ia entrando no hotel mas o puxei voltando a rua.
— Onde vamos?
— A um lugar. – respondi atravessando a rua. — Tem que sair tudo perfeito.
— Amalia, o que é que você está aprontando?
— Eu só preciso de um lugar com espelhos. – digo lhe deixando sem entender. Ele é tão lerdinho.
Depois de andar um pouco, chegamos no tal lugar indicado pela minha tia.
— Um motel? É sério isso? – ele questiona me olhando com aquela cara de julgamento e não respondo. Passamos pela recepção apenas para pegar as chaves do quarto. O recepcionista estava tão focado em seu jogo no celular que nem mesmo pediu pelas nossas identidades.
Entramos no elevador e não demorei a puxa-lo para um beijo novamente desesperado. Suas mãos subiam e deciam por meu corpo, já as minhas brincavam com sua nuca.
As portas do elevador se abriram e do modo que estávamos. Aos tropeços!
Cortei o beijo por um momento para encontrar o quarto enquanto ele enchia meu pescoço de beijos.
— Eu deveria te torturar por ter me feito esperar todo esse tempo. – digo destrancando a porta do quarto e entrando em seguida. Fechamos a porta atrás de nós e ele me prensou contra a porta me beijando intensamente.
— Desculpe. – ele susurrou em meu ouvido me fazendo arrepiar por inteiro. Abri meus olhos para reparar o lugar e havia sim espelhos. Não deixei de sorrir.
— Só vou desculpar por motivos de: eu não aguento mais esperar! – repondi abrindo os botões de sua camisa a retirando também. Passeei com minhas mãos todo o seu tronco e suas costas.
Suas mãos foram para o zíper do meus vestido. Me virou de costas para sí e desceu o zíper lentamente enquanto beijava meu pescoço. O vestido deslizou pelo meu corpo caindo no chão e assim e virei para ele.
— Não está usando de novo? – questionou mais rouco que o normal.
— Não vamos precisar dela. – argumentei. Ele voltou a me beijar e dessa vez suas mãos foram para mais a baixo. As minhas foram desesperadamente para o zíper de sua calça.
— É aqui o desespero tour? – ele perguntou me ajudando a abrir.
— Despero? Nunca nem vi. – digo lhe ajudando a se livrar das calças e tudo mais que estava em nosso caminho. Nos aproximamos mais da cama enquanto nos beijavamos e caímos diretamente na cama me arrancando um riso.
Ele estava sobre mim me beijando o pescoço e suas mãos acariciando todos os pontos do meu corpo. Estiquei meu braço e peguei um pacotinho prateado dentro de um pote.
— Chad! – lhe chamei mas saiu mais como um gemido. Ele me olhou e lhe mostrei o pacote. — Nada de bebês perfeitinhos por enquanto, combinado?
— Combinado. – ele respondeu pegando o pacotinho e rasgando com os dentes.
— Você é tão sexy. – digo passando as mãos por seus cabelos. Ele sorriu depois de fazer seu "trabalho" lá em baixo voltou a me olhar.
— Não tanto quanto você. – beijou meus lábios se posicionando em minha entrada. Em poucos segundos nos unimos, e foi no sentido literal. Eu podia ouvir vários finalmentes sendo gritados juntos com fógos de artifício estourando e uma grande sensação de prazer.
O finalmente estava acontecendo!
Encarei os dois espelhos da lateral e mais o do teto para ter certeza de aquilo era realmente real. Seus olhos estavam sobre meu rosto, eu sabia disso mesmo que estivesse com os olhos fechados por alguns segundos. Foi então que eu os abri dando de olhos com os seus. Ele estava ali. Era ele! Ele quem me causava todas essas sensações em meu corpo.
— Chad! – fiz questão de gemer seu nome.
— Amalia! – ele devolveu fazendo meu corpo todo reagir com aquilo.
Quando eu estava próxima a chegar no meu limite ele para. Lhe olho sem entender e como resposta ele me beija mais uma vez. Quando menos espero, ele me vira bruscamente de bruços me fazendo dar um gritinho de susto. Ele beija meus ombros e vai descendo até chegar no meu ponto sensível me fazendo estremecer.
— De quatro. – ele susurra em meu ouvido.
Faço o que ele manda e fico de quatro e encaro um dos espelhos da lateral e sorrio.
Seus dedos passeiam pela minha entrada e gemo em resposta. Ele se aproxima mais e me penetra por inteiro bem lento, mas não demorou a se movimentar mais rápido.
Eu dividia atenção em encarar nossos corpo conectados no reflexo do espelho e entre gemer com as ondas de prazer que me atingiam. Mas foi quando ele envolveu meus cabelos com as mãos e puxou que tudo se intensificou mais ainda.
Dor e prazer caminham lado a lado, e é nesse momento que eu estou desfrutando dos dois.
Vejo quando ele se debruça sobre mim e me beija o ombro. Sinto quando meu corpo se tornar trêmulo e ganhar vida sozinho. Foi então que cheguei ao meu limite e ele também. Desabo sobre a cama antes dele sair de mim e se jogar ao meu lado.
O único som no ambiente é a de nossas respirações ofegantes. E a sensação de difunto, pois eu estou morta.
Encaro o espelho a cima de nós e vejo o estrago que sobrou de cada um. Apenas caquinhos.
— Chad? – lhe chamo.
— Hum. – diz de olhos fechados.
— É cedo demais para eu dizer que eu te amo? – ele fica alguns segundos em silêncio.
— Talvez seja – sorriu. — mas eu não ligo se for cedo de mais, o que importa é o que está acontecendo aqui dentro. – apontou lara o próprio peito.
— Eu digo sério, eu te amo. – confessei.
— Eu também falo sério. – abriu os olhos e me olhou. — Eu amo você.
— Só acredito quando tatuar meu nome na sua testa. – ele ri cansado.
— Vai morrer esperando. – eu ri.
— Chad?
— Hm?
— Valeu a pena esperar todo esse tempo. – ele sorri e me abraça. — Não! Vira para lá. – reclamo e ele o faz. Assim envolvo meus braços nele me aconchego em suas costas nuas. — Eu te amo.
— Eu também te amo. – beijou minha mão.
Sorri e o cansaço me dominou por inteiro assim caindo no sono.
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