𝚙𝚊̂𝚗𝚒𝚌𝚘.

A calmaria nas ruas me soa o mais aconchegante som do pânico.
Voltando a cidades de pedras onde constroem jardins botânicos. 

𝚙𝚊̂𝚗𝚒𝚌𝚘.

Nos limitam com barreiras.
E não estou falando de barreiras da pele.

𝚙𝚊̂𝚗𝚒𝚌𝚘.

Somos inconsistentes, inconscientes, incoerentes e até quando? ATÉ QUANDO?
Vou ter que escrever pra não doer o peito, até quando?
Deitar pra dormir e o pensamento não alcançar o teto.

𝚙𝚊̂𝚗𝚒𝚌𝚘.

Quando quebro a ponta, quando quebro a rima, quando quebro a cara mais de uma vez.

𝚙𝚊̂𝚗𝚒𝚌𝚘.

E é tão simples, fácil de entender e interpretar
Vão além das linhas, além das telas de um celular e ultrapassa células, cédulas, glândulas e vai além das luzes do nosso glóbulo ocular.

𝚙𝚊̂𝚗𝚒𝚌𝚘.
𝙰𝚝𝚎́ 𝚚𝚞𝚊𝚗𝚍𝚘?

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