Uma conversa
— Flor tão linda, Jasmim,
Que exala bom perfume;
Traga para perto de mim
A paz para que meu coração rume.
Para longe da escuridão,
Distante da noite fria;
Meu coração sonha, deseja
Uma perfeita utopia.
Poesia, ironia fatal,
No meu peito o bem e o mal
Estão em confronto;
Chego a ficar tonto.
O inverno chegou,
Não tenho para onde ir;
A razão não encontro,
Para o simples existir
Palavras se tornam nada,
Poemas perderam sua poesia;
Onde esta você, amor?
Me traga uma linda melodia.
Quero em colinas me deitar,
Descansar meu coração;
Respirar fundo, e não mais ver,
No meu peito essa escuridão.
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— Poeta incompreendido,
Quem dera houvesse existido,
Uma razão,
Uma emoção, um sentido.
Para esse vazio em teu peito,
Que parece não ter jeito;
Poeta, para quê se entregar
Novamente à um amor suspeito?
Tens noção que estás machucado?
Não consegues esperar;
Por um amor verdadeiro
Que não venha te magoar?
És tão cego, jovem poeta!
Não se permite enxergar;
O que tanto te tortura,
Que faz teu peito gritar.
Não vês o sangue que escorre
De teus pulsos cortados;
As lágrimas que descem
Destes olhos molhados?
Não ignores a verdade:
Isto não é para você;
Que motivos tens para sofrer,
Sem uma razão, um por quê?
Autor: EmanuelDark
Livro: Versos De Um Jovem Poeta
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