9. Contato

Ele se espantou com minha entrada, cobrindo a genital com as mãos, rapidamente. Forcei-me a aparentar frieza, sem exibir meu profundo encantamento, embora esteja deslumbrada com o que presenciei. Minhas entranhas ferveram quando vi seu corpo nu. Minha vulva encharcou-se. Os fartos cabelos ondulados pendiam molhados sobre sua testa larga, enquanto a água escorria desenhando seu tórax entalhado. Os braços sobre si, com as mãos tapando o sexo, formavam uma tensão escultural em seus músculos, os quais eu desejava que estivessem trabalhando a me apertar inteira. Seus olhos verdes, esbugalhados e trêmulos, alternavam o foco entre meus seios e minha boceta. Peguei-lhe delicadamente pelo ombro conduzindo-o para fora da água, sob a qual pus-me em seu lugar. Virei-me para a parede e peguei a esponja no suporte, enchendo-a de sabão. Pedi-lhe que me esfregasse as costas. Fechei os olhos e a resposta veio, previsível: "sim, senhora". Meus globos se reviraram, instintivamente, devido ao tremor da excitação. Passei-lhe a bucha de banho, sobre meu ombro. Segurou-a e, em seguida, senti suas mãos firmes deslizando sobre mim. Começou desengonçado e ineficiente, mas orientei sobre os movimentos circulares, começando pelos ombros e estendendo-se em seguida pelo resto, progressivamente aumentando a área do dorso a ser alisada.

Apoiei minhas mãos no azulejo frio da parede, curvando a base da coluna levemente e erguendo o traseiro. Afastei as pernas entre si e elogiei a forma como estava a empenhar-se. Disse-lhe que já era o suficiente, o que o fez reagir retirando as mãos de mim. Botei meu braço esquerdo para trás, com o dorso da mão apoiado sobre a nádega, flexionando os dedos em gesto convidativo. Ele respondeu dando-me a esponja, mas deixei-a cair, de propósito. Se agachou, previsível, prontificando-se a pegá-la. Olhei para baixo e o flagrei encarando minha boceta. A água quente respingava em seu rosto interessado e escorria sobre seus finos lábios entreabertos. Os olhos miravam meu grelo, já inchado de excitação. Ao fundo da perspectiva, vi seu membro rijo, pulsante. Perguntei se estava difícil de achar a esponja, ironicamente, o que respondeu gaguejando a repetir a já tão querida palavra: "não, senhora".

Levantou-se e pôs novamente a esponja em minha mão, mas a dispensei. Respondi segurando-lhe pelo pulso e puxando-o contra mim, fortemente. Ele se desequilibrou, dando um passo à frente e colando o corpo ao meu, conforme desejei. Guiei sua mão até meu seio esquerdo, sentindo seu falo rijo roçando em minha pele, pouco acima de minha bunda. Sua falta de atitude denunciou o quanto eu precisaria conduzir-lhe, o que condizia com meu interesse em dominá-lo.

Virei a cabeça para o lado e sussurrei que ainda não estava limpa. Peguei o frasco de sabonete líquido e derramei em meus peitos, sobre os quais pressionei suas mãos e ordenei que os alisasse. De início, ele o fez de forma hesitante, mas pedi mais força e amplitude nos movimentos. Disse-lhe que precisava ficar limpa e, para isso, precisaria fazer conforme eu mandasse.

Enquanto ele deslizava as mãos sobre meus seios e barriga, de acordo com o que ordenei, coloquei meu braço para trás e catei a ponta de sua glande, usando meus dedos indicador e polegar. Seu pau estava apontando para esquerda, raspando em minhas costas. Desviei-o para baixo, delicadamente, o que o forçou a afastar os pés entre si e flexionar as pernas, compensando a diferença de altura. Seu quadril alinhou-se com o meu, desviando seu pênis para o meio e encaixando-o por baixo de minhas nádegas, entre minhas pernas. Disse-lhe que assim ficaríamos mais confortáveis. Experimentei sua ponta quente e pulsante se aconchegando, próximo a minha vulva, quase tocando minha entrada. Estacionei a palma em seu púbis. Inflamei-me com seu ar ansioso. Puxei seus pêlos pubianos, com força. Quando o fiz, ouvi um baixo grunhido, seguido da aceleração de sua respiração. Parou o movimento das mãos por um momento, atônito, mas tratei de fazê-lo retomar. Fechei os olhos novamente, sorrindo em direção a parede.

Sob mim, seu pênis se lustrava com o sabão que escorria, escorregadio. Senti a cabeça forçar minha entrada levemente. A essa altura, ele começou a movimentar o quadril, sem mais se segurar.

Subitamente, quando sua respiração denunciava o caminhar para o êxtase, assim como a minha, disse-lhe que já estava limpa. Preferi não permitir que continuasse naquele momento, torturando-o. Desliguei o chuveiro e saí do banheiro. 

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