Silent Night
essa oneshot foi escrita originalmente por Agateophobic e eu tenho toda permição para a tradução dessa estória.
obrigado, a gerência.
ps: boa leitura.
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24 de Dezembro, 1941 Algum lugar na Floresta Ardennes, Alemanha.
Gritos.
"Tomlinson, tire sua bunda daqui!"
Explosões.
"Conserte-o!"
Sujeira.
"Eu não quero morrer! Eu não quero morrer! Eu não quero morrer!"
Sangue.
"Ele se foi. Deixe-o, Tomlinson!"
"Louis."
"Louis."
Seus olhos abriram para um par de olhos verde musgo. As imagens do sangue coagulado sumiram. Os sons dos soldados feridos gritando e das balas sem fim desapareceram no ar assim que ele descobriu que tinha sonhado tudo? Toda a neve branca que estava suposta a ser um símbolo da pureza do inverno - melhor ainda para o natal - estava manchada com o sangue vermelho que escorria de buracos de balas ou de membros decepados de soldados mortos. Todas essas imagens foram substituídas por um par de olhos verdes. Esse par de olhos verdes estavam radiantes, brilhando, e cheios de vida, não como os olhos mortos que Louis encarou no tempo que passou enfaixando as feridas. Eles se foram antes que Louis pudesse salvá-los.
Então qual era o propósito de ter um medico lá fora no campo de batalha enquanto todos estavam destinados a morrer?
E ele tinha certeza de que aquilo não foram sonhos, foram flashbacks do que ele passou dois dias atrás.
Ele grunhiu um pouco, se movendo, notando o quão tenso seus músculos estavam. Como não estariam? Ele dormiu em uma posição incomoda deitado no feno usado para alimentar os cavalos que eram criados nesse armazém abandonado. Ele duvidava que conseguisse achar algum cavalo por ali, o lugar parecia ter sido deixado há um bom tempo, provavelmente antes da neve cair. O soldado mais novo assistiu Louis levantar e apoiar sua cabeça na parede de madeira, olhos vermelhos quando ergueu uma sobrancelha, questionando o outro.
"Feliz aniversario, Louis." O mais novo, Harry Styles da Infantaria Privada do 104° Regimento da 70° divisão, sorria enquanto estendia para Louis um saco de papel.
Louis piscou desacreditado, Harry lhe comprou um presente? Melhor ainda, ele lembrou do aniversario de Louis. Ele o contou isso em junho, quando eles ainda eram jovens cadetes, treinando na França. Louis tinha sorte de que ainda tinha Harry por perto; metade de seus amigos foram todos mortos em combate ou separados em alguma outra divisão, outra parte da guerra.
"Pra mim?" Perguntou, Harry mordeu seu lábio inferior, assentindo.
Suas mãos estavam calejadas; sangue seco e sujeira eram marcas permanentes em suas peles. Ele não teve tempo para lavar-se, não que isso fosse importante de qualquer modo. Ele abriu o saco e colocou sua mão dentro, procurando secamente pelo que estava escondido lá. Agarrou o tablete duro (quase como madeira) que estava lá dentro apenas pra descobrir que não era nada de madeira ou algo do tipo mas sim uma barra de chocolate.
Louis encarou a barra por um momento, sem piscar e Harry não conseguia conter sua animação.
"Eu troquei com o intendente por um pacote de cigarros quando viajei para a base na semana passada." Disse o garoto animadamente, tirando o capacete que usava, revelando um cabelo castanho escuro que estava começando a formas cachos em seu comprimento- ele não teve tempo para um corte de cabelo desde que chegaram, estando nas linhas de frente e tudo, "Eu perdi isso quando fomos atacados, mas eu consegui -pra você- isso não é nada comparado a pijamas de lã ou meias que você provavelmente vai conseguir celebrando em casa ma-mais eu fiz você sorrir então e-"
"Obrigado, Harry." Louis respondeu lentamente, sorrindo fracamente e harry sorriu tão largo quanto uma criança que recebeu um A em uma prova.
A ultima vez que Harry viu Louis sorrir foi antes deles serem enviados para lutar, o motivo foi porque ele achou que estava no mesmo regimento que Harry os os outros três rapazes, Payne, Horan e Malik. Payne e Horan foram mortos em combate quando estavam defendendo o rio Saars e Malik foi morto duas noites atrás, quando os alemães decidiram atacar seu acampamento na floresta Ardennes. Louis sendo o medico encarregado falhou no atendimento aos seus ferimentos, apesar de suas mortes terem sido inevitáveis, Louis continua culpando a si mesmo.
Agora eles estavam separados de suas divisões, fora e sozinhos na floresta cheia de neve, Louis sentia que era seu dever manter Harry seguro. Eles tem andado no frio, tiveram sorte de ter achado aquele armazém abandonado ao invés de esbarrarem em soldados alemães indesejados. Eles estavam sem nenhum mantimento ou munição, então eles varreram a neve e encontraram cadáveres apodrecendo sob a neve espessa.
"Que tal se nós tivéssemos um pequeno café da manhã de aniversario, hum?" Harry apontou para fogueira que fez mais cedo e Louis sorriu ainda mais, vendo que Harry preparou uma simples jantar com carne enlatada (que eles encontraram com os soldados mortos) e pão (que ele pegaram na base).
Eles comeram em silencio, o som de suas colheres de metal batendo em suas tigelas que eram ouvidos juntamente com os estalos da madeira sendo queimada na fogueira. Não era tão bom quanto o pero que suas mães preparavam para eles na véspera de natal, mas eles não poderiam comparar. Eles vêm pulando refeições desde que saíram; poderiam levar dias até sua próxima refeição. Eles estavam exaustos e seus espíritos despedaçados, Louis sabia que não era apenas eles, mas sim toda a divisão, de fato, todo o regimento. A neve estava fazendo ficar mais difícil para que conseguissem pegar suprimentos, deixando a maioria dos soldados com fome e desnutridos.
"Você estava chorando enquanto dormia," Harry falou de repente e Louis parou de mastigar para olhar para Harry que tinha o olhar fixo sobre si "Lou, o que quer que seja ai você tem que deixar sair, é ruim para você-"
"O que você que saber, Harry?" rosnou rispidamente. "Você sabe o que está acontecendo na minha cabeça."
"Louis, eu quero ajudar-"
"Ajudar como?"
Harry engoliu em seco "Eu não-"
"Você pode ajudar cuidando da sua própria vida. Eu vou tirar nós dois daqui, certo. Essa é a única maneira de me ajudar."
"Você tem que parar de se culpar porque Liam, Niall e Zayn foram mortos-"
"É minha culpa,Harry! Eu deveria ter feito mais! Eu deveria ter tentado mais! Eu deveria-"
Vendo como as paredes de Louis estavam começando a rachar, lagrimas escapando de seus olhos enquanto ele tentava formar palavras, ele não era o homem forte que queria que Harry visse. Ele parecia mais um garoto perdido na guerra porque ele era, ele tinha apenas vinte anos, pelo amor deu deus, e Harry não poderia evitar isso; ele puxou Louis para seus braços. O mais baixo resistindo no inicio, mas o calor de Harry o envolveu em uma bolha contra o frio, ele derreteu ali. Agarrando o uniforme de Harry enquanto chorava em seu peito.
Essa era a primeira vez que Harry viu Louis daquele jeito. Ele sempre vestia uma mascara de bravura desde que era o mais velho entre Harry os outros três falecidos. Matriculou0se no exercito aos dezenove, forcado a ser um adulto quando estava dando pequenos paços por vez, tanta pressão sobre um garoto que acabou de completar vinte anos e foi obrigado a ignorar isso.
Ou alguém que se importasse.
Louis viu Harry choram me campo, quando contou a Louis que estava com medo de morrer, com medo da guerra e Louis teve que consola-lo, dizendo para ele que eles iriam conseguir passar por isso juntos, que eles iriam sobrevier esta guerra e retornar para suas famílias inteiros. Agora, era a vez de Harry consolar Louis.
***
25 de Dezembro, 1941 Algum lugar na Floresta Ardennes, Alemanha.
Eles já estavam andando à horas e tudo o que podiam ver era branco. Seus movimentos ficavam mais lentos de acordo com que a neve ficava mais espessa, deixando mais difícil para se movimentarem e a temperatura não deu nenhum sinal de que aumentaria, porém, estava caindo. Os sons que os animais faziam pararam momentos atas diminuíram, e o sol começava a se definir atrás deles que pensavam que ainda era muito cedo.
Eles decidiram deixar o armazém, não achando mais necessário, mas sim um risco. Se tivessem ficado mais tempo, teriam mais chances de esbarrar em alguma das infantarias alemães e vendo que eles tinham pouca munição, e ser prisioneiro de guerra não era uma opção. Então eles andaram. Com um mapa manchado com sangue que acharam no corpo de um soldado alemão congelado, eles decidiram seguir para Liege mesmo que não tivessem ideia de onde estivessem agora, esperando que suas divisões não tivesse os deixado para trás.
O primeiro sinal de esperança que r4eceberam - dizendo que estavam indo pelo caminho certo - foi um aglomerado de buracos de raposas ou valas profundas na floresta, até alguns corpos de soldados americanos que Louis estimava terem morrido vinte horas atrás. Eles não eram do exercito britânico que Louis e Harry estavam procurando, mas eles continuavam sendo das forças aliadas e isso significa ajuda em, provavelmente, alguns quilômetros. Eles tinham que andar rápido.
Mas o tempo não estava ajudando.
Assim como a noite se arrastava, a temperatura caia severamente deixando os dois soldados perdidos no nada, escondidos nos buracos das raposas.
"Você ta tremendo." Harry disse enquanto eles estavam encolhidos amontoados sob uma cobertura de panos dentro do buraco. Eles estão deitados um ao lado do outro na pequena trincheira, tendo escapado da queda de temperatura do lado de fora, estafa fazendo-ljes um pouco bem.
"M-m-merda ne-nenhum." Louis respondeu, gagueijando com o fato de que não conseguia manter sua boca estável pare sequer falar. Estava muito frio.
Harry contemplou por um momento antes de puxar Louis para perto de si, as costas dele em seu peito.
"Me abrace, podemos manter um ao outro aquecido desse jeito." Harry disse, vendo que Louis não estava mais incomodado.
No final, o frio deve ter chegado ate ele. Louis virou e serpenteou seus braços ao redor dos pulsos de Harry assim como os grandes braços do mesmo o engoliam.
"isso não é bom?" Harry tentou assender o humor só para receber de volta um mau-humorado "Calado, Styles."
Outra hora passou e não estava ficando mais quente para os dois. Harry sempre teve uma alta tolerância ao frio, seu corpo conseguia reter mais calor que pessoas normais poderiam , mas nesse tipo de inverno, ele também já estava começando a se arrepiar.
"Louis?" Harry tentou vendo que o outro tinha fechado os olhos, "hey, hey L-L-Louis, Ac-acorde." Deu um pequeno sacolejo em Louis e o garoto dentro de seus braços guinchou. "Louis, n-n-não durma! Você sabe o que di-dizem sobre dor-dormir no fri-frio certo? Voê-você pode não acordar!"
"Mmmh," Foi toda a resposta que Harry obteve de Louis quando ele se aconchegou mais perto de Harry, olhos ainda fechados.
"Lou-Louis, vamos lá" Harry tentou dar-lhe uma pequena tapa no rosto, sentindo o quão fria sua pele estava.
"P-pare, Harry." Louis murmurrou, tentando abrir os olhos. Nesse momento, Harry descubriu o quão frios e gelados os olhos azuis de Louis eram, com gelo. "E-e se eu na-não quiser aço-acordar?"
"Lou-lou, não di-diga isso. Va-vamos lá, é-é Nat-natal. Você-vbocê na-não quer dormir cedo. I-imagine sua volta para ca-casa. Lareiras que-quentes, pe-peru e chocolate quen-quente, Lou! Se-se você dor-dormir agora, como vam-mos cele-celebrar o Nat-natal juntos a-a-ano que vem?"
Louis não era responsável por isso, ele apenas deixou sua cabeça cair, seus olhos fecharam e a única razão de Harry saber que Louis ainda não estava morto era o a fumaça gelada que saia por sua boca quando respirava pesadamente.
Merda, provavelmente esse era o fim para Louis.
Harry não iria desistir. Ele debateu sobre todas as ideias para manter ambos aquecidos para passar toda a noite. Ele lembrou do rosto adormecido de Louis enquanto pensava e ele não podia conter o espanto de o quão bonito Louis era até mesmo nessas situações. Rosto quase azul, bochechas salientes pela falta de comida que estavam tendo, lábios secos e rachados e ainda, para Harry, Louis continuava sempre tão bonito.
Okay, talvez ele não tivesse ou tivesse uma pequena paixão por Louis quando se conheceram no acampamento. Louis estava sempre sorrindo, animado e brilhante, animando todos com seu espírito especialmente Harry. Ele se sentiu apaixonar profundamente por seu amigo enquanto passavam por todo o treinamento e tortura juntos. Mesmo depois de terem sido mandados para as linhas de frente e mesmo depois de Louis parecer perder seu espírito para viver, os sentimentos de Harry por ele não retrocederam, no fato, ele se intensificou que se tornou uma meta pessoal de Harry fazer aquilo passar por toda essa guerra junto com Louis e vê-lo sorrir novamente.
Ele não sabia a quanto tempo estava olhando, mas sabia que seus olhos estavam focados nos lábios de Louis. Uma ideia veio em mente para mantê-los vivos por essa noite. Ele provavelmente poderia perder Louis depois disso, mas ele não se importava, ele queria Louis vivo.
Então ele se baixou e pressionou seus lábios contra os de Louis, os movendo gentilmente. Eles estavam secos e rachados e muito frios e Harry sonhou com um primeiro beijo melhor, mas ele precisava disso, eles precisavam disso. Vendo que Louis estava sem resposta, ele apenas franziu as sobrancelhas com a sensação, Harry moveu sua mão para arrancar de Louis um grunhido.
"mmh." Louis gemeu em sua boca e Harry sentiu o mais velho ficando mais difícil a cada minuto. Vendo nisso uma oportunidade, ele deslizou sua língua para dentro da boca de Louis enquanto suas mãos entravam sob seu cós para sentir o pau de Louis em suas mãos.
"Vamos lá, Lou." Harry suspirou pesadamente se movendo para sugar o lábio inferior de Louis, que agora estava vermelho e inchado do beijo. Suas mãos moviam-se rapidamente, bombeando a cabeça de Louis pra cima antes de arrastar para baixo com força até a base, fazendo Louis choramingar.
Harry mexeu no pescoço de Louis, achando um local que fez Louis simplesmente gemer, os sons eróticos que Louis fazia mandaram ao seu próprio membro rigidez. Ele pôde sentir o pequeno espaço ficar mais quente a cada segundo, achou que ainda estava frio, mas já era alguma coisa. A cabeça de Louis caiu para trás, dando a Harry mais aceso enquanto ele chupava e mordia a pele de seu pescoço enquanto suas mãos trabalhavam no mais velho, cuja mãos estavam invadindo o uniforme do cacheado.
Uma mordida e um puxão em seu pau depois, Louis deixou sair um guincho, pensou que não foi alto com um grito desde que sua voz estava congelada. Era sem fôlego, inebriante o modo como Louis arqueava as sobrancelhas, o modo com seu corpo enrijeceu e suas costas arqueara,, o modo como sua boca estava entreaberta pelo grito silencioso e o modo que Harry sentiu suas mãos sendo cobertas por algum tipo de fluido, ele sentiu como se seu próprio membro tivesse endurecido tanto que não conseguia entender, as calças que estava vestindo pareciam ser feitas de malha, fodidamente apertadas.
Enquanto Louis amolecia, fraco por seu orgasmo repentino, Harry ainda não tinha terminado. Ele deitou por cima de Louis e começou a tirar o uniforme do mais velho. Louis estava ofegante, seu corpo não estava coberto por suor, mas estava ficando em uma cor rosada, calor irradiando de sua pele e Harry nunca tinha visto algo tão belo. Naquele momento, Harry viu os olhos de Louis se separar, olhando diretamente para ele e eles eram azuis. Azul vivo não os azuis gelados que via momentos atrás.
Harry não poderia esperar mais.
Ele queria fazer isso a muito tempo.
Mais uma vez ele colidiu seus lábios com os de Louis, sentindo o outro protestar, tentando empurrar Harry de sim. Sim, Harry era mais novo, mas ele era mais forte, muito mais alto e maior. Ele agarrou os punhos de Louis e os prenderam de lado.
"Harry-" Louis respirou pesadamente uma vez que seus lábios estavam separados. Suas sobrancelhas arqueadas em confusão quando olhou dentro dos olhos negros de Harry. Azul encontrou o verde e Harry pôde jurar ter visto os olhos de Louis brilhar.
"Nós precisamos ficar acordados e aquecidos, Louis, então, por favor- me deixe fazer isso. Eu não posso te perder. Eu preciso de você."
Louis tremeu, mas parou de resistir, seus braços caíram para o lado e ele fechou os olhos, uma lagrima perdida escorregando por sua bochecha quando deixou Harry beija-lo mais uma vez. Dessa vez não foi apenas Harry movimentando-se, os lábios de Louis estavam movendo em sincronia, o beijo começou lento, mas não demorou muito para que esquentasse. Línguas enroscando-se, guerrilhando entre si e dentes mordendo a pele macia de ambos os lábios, até mesmo arrancando sangue das duas partes. As mãos de Louis escorregando para a cabeça de Harry puxando os cachos enquanto os dedos do mesmo estavam em seu peito, esfregando a carne calejada.
Os lábios se separaram, Harry se movendo ao lado do rosto de Louis, e então ate sua orelha, mordiscando seu lóbulo e então desceu mais uma vez até o pescoço do menor. Isso foi quando escutou "ascende o fogo em mim", foi o que Louis disse, olhos fechados enquanto ele tinha suas mãos presas na cabeça de Harry, mantendo a boca do mesmo travada em sua pele ferida.
O uniforme de Louis não tinha sido descartado, mas apenas preso em seus cotovelos enquanto Harry se mexia trabalhando em seus mamilos com a boca. Ele mordia e lambia, até chupava, amando o retorno que estava recebendo de Louis, como ele estava deixando escapar gemidos delicados de sua boca, mordendo seus lábios, como ele puxava o cabelo de Harry e como Harry se podia sentir o pau de Louis levantando de novo, esfregando-se contra seu estomago.
Harry movia sua língua pra baixo no torso de Louis e para cima nos gominhos do abdome e então seu umbigo seguindo seu caminho para o paraíso, mas então parou para puxar as calças do mais velho, juntamente com sua cueca, até seus joelhos. Harry deu mais seis lambidas antes de erguer as coxas de Louis com seus braços fortes, exibindo-o, então ele poderia ver a entrada apertada do menor.
Louis quase gritou, suas mãos tinham perdido o aperto nos cabelos de Harry e agora estavam agarrando o chão, acumulando sujeira sob suas unhas enquanto tentava seu melhor para não vir pela segunda vez tão rápido naquela noite. Mas Harry estava sendo impiedoso, ele começou a morder a pele próxima a entrada de Louis até pegar o ritmo com os dentes, mordendo gentilmente, amando como Louis estava lhe implorando para que parasse antes que ele viesse. Ele tão tinha a intenção de parar, em vez disso, colocou sua língua no buraco de Louis sentindo-o se apertar ao seu redor e agarrado nos quadris do menor e o fodendo com sua língua.
"Harry!" Louis se desmanchou pela segunda vez na noite, expelindo sua porra por seu estomago.
O suspiro em sua frente foi o suficiente para fazê-lo gemer. Louis estava deitado sem fôlego, uniforme ignorado, pendurados em seus cotovelos e joelhos, sua coleira caindo para o lado de seu pescoço. Ele estava respirando com força pela boca, olhos fechados, seu corpo estava brilhando de suor, seu pau mole caído em sua barriga seguido por uma mancha de porra de seu orgasmo.
Harry ainda não tinha terminado de arruinar Louis. Ele tinha sonhado com esse dia por meses e ele não terminaria apenas com Louis vindo apenas por ele. O fato é, ainda continuava frio lá fora e eles precisavam do calor por mais algumas horas - bem, essa era sua desculpa, mas também o fato de que ele queria foder Louis com força.
O Vento soprou com força do lado de fora da trincheira, mas Harry ignorou, o calor estava começando a envolve-los, Louis agora estava rosado e suado não frio e pálido como gelo como estava momentos atrás, apenas a beira da morte e Harry estava contente, contente que decidiu fazer isso por que desse jeitos, ele era capaz de manter Louis vivo, e claro, algumas outras regalias.
Harry molhou a ponta de seu dedo médio na poça de porra que havia na barriga de Louis, o mais velho continuava alheio ao o que Harry estava fazendo. Ele lambeu os lábios, colocando o dedo coberto de gozo na entrada de Louis antes de empurrar gentilmente. Louis ganiu com a repentina dor. Ele abriu os olhos vendo que Harry estava se enclinando e beijou sua testa molhada.
"Shh, vão ficar tudo bem, Lou." Harry tentou conforta-lo enquanto seu dedo entrava profundamente em seu anel apertado. Louis soluçou, agarrando com força o torso ainda coberto pelo uniforme de Harry e assentindo, deixando Harry acariciar seus cabelos com a mão livre. Seu corpo estava tendo espasmos, uma super sensível por ter vindo duas vezes momentos atrás realmente tinham o pego.
A sensação dolorosa diminuiu por um momento, mas então Harry decidiu colocar um segundo dedo e Louis mordeu os lábios até sangrarem para evitar que gritasse muito alto; Todo esse tempo Harry tem sido gentil com seus dedos, esperando para que Louis se ajustasse antes de expandir mais o mais velho. Um gemido de prazer de repente irrompeu de Louis quando os dedos de Harry acertaram um certo local, em sua garganta ainda a dor persistente, deixando sua cabeça girando.
"Qual sua proxima ordem, senhor?" Harry sussurrou sedutoramente na orelha de Louis. A posição de medico do exercito é sempre mais alta que a de um soldado comum.
Louis gemeu, sua cabeça estava girando pelo próximo toque, sua cabeça caindo para trás com o constante prazer e dor que os dedos de Harry estavam lhe causando. "Eu quero que me foda, soldado Styles."
Harry sorriu. "Senhor, sim, senhor."
Sentindo o aro alargado de Louis, ele decidiu adicionar outro dedo e o rapaz em sua frente estava ofegando por ar com a intrusão. Os dedos de Harry eram grandes e largos e eles estavam dentro de si, sentindo-o no lugar apertado, todo movimento que Harry fazia batia em um certo local dentro dele que simplesmente o fazia morder os lábios com força, sentindo o gosto metálico de sangue.
A retirada dos dedos de Harry deixou Louis se sentindo frio e vazio. Ele estremeceu quando sentiu uma pontada, seu buraco tentando se fechar mais uma vez. Ele caiu no chão, arquejando-se e observou como Harry retirava a parte de cima de seu uniforme apressadamente, e então indo tirar suas calças, junto com suas boxers revelando o membro de nove polegadas com uma circunferência arrasadora e Louis quase chorou com isso, pensando sobre o pau de Harry mergulhando fundo dentro dele.
Ele estava malditamente aterrorizado.
Ele era do exercito que foi enviado para as linhas de frente e estava com medo disso.
Usando sua própria saliva, Harry cobriu seu membro, esperando que não causasse muita dor no mais velho. Louis estava arquejado, suando e seu pau meio duro para o lado que Harry não poderia evitar achar aquilo tão excitante, ele teve que se segurar para não foder Louis impiedosamente. Ele tomou medidas gentis, abrindo as pernas de Louis, ficando entre ele, sentiu o pênis de Louis semiereto em seu estomago enquanto tentava - tanto quanto o possível - ficar perto do garoto com quem ele iria fazer amor.
Sim, porque pra Harry aquilo não era só foder para manter o calor entre eles, aquilo era muito mais para ele finalmente.
Ele empurrou sua cabeça no calor de Louis apenas para ter o ar do rapaz nocauteando seus pulmões, suas lagrimas brotando de seus olhos sem mesmo tentar e ele chorou, Louis chorou porque estava queimando. Queimava como o inferno. O pau de Harry estava tentando entrar mas seus músculos continuavam apertados, os dedos de Harry não eram nada comparado a isso. Mas Harry sabia que Louis estava chorando mais por causa de seu orgulho sendo ferido. Sendo nascido e criado como homem hetero, claro que era difícil para ele aceitar o pênis de outra pessoa direto em sua bunda e simplesmente coloca-lo - e ser tratado como uma mulher.
Mas para Harry, Louis não era uma mulher; ele era Louis, um garoto por quem ele se apaixonou tão impotente mente quando não deveria.
Então ele tentou seu melhor enquanto empurrava lentamente, mais um minuto inteiro e alguns segundos pra ser exato para estar completamente em Louis, ele tentou seu melhor para não fazer Louis se sentir menos que um homem. Ele sussurrou palavras tranquilizantes em seu ouvido, acariciou seu cabelo gentilmente. Colocou beijos castos por todo o rosto e pescoço de Louis, tentando remendar o orgulho de Louis e tentou fazer disso o mais agradável possível para Louis, assim como o mesmo fez para ele.
"Isso é amor, você é tão valente, tão forte, tão apertado pra mim, tão lindo. Oh deus, Louis, você é tão perfeito, isso, respire, amor, respire, não lute com isso, vai machucar mais."
Louis escutou, seu coração tremulou com as palavras de Harry apesar da dor e choques subindo por sua espinha quanto mais o comprimento de Harry ficava nele. Em breve as bolas de Harry eram profundas, acolhidas no calor apertado de Louis enquanto eles esperavam que o mesmo se ajustasse a intrusão, e ainda mais importante parasse de chorar. Os sussurros calmantes continuavam vindo, e a dor entorpecia. Louis abriu os olhos mais uma vez, olhando mais uma vez nos belos diamantes verdes pertencentes ao mais novo.
Eles estavam reluzindo e olhando de volta para Louis (e preenchidos com amor?). Eles sempre foram tão belos? Harry sempre foi tão lindo?
"Mexa-se, Soldado Styles."
E Harry não tinha linhas para desobedecer a ordens, e ele se mexeu. O primeiro impulso quase apagou Louis, a dor reiniciando novamente. Então veio o segundo, o terceiro e o quarto logo em seguida, a dor logo sumiu um pouco ele se sentiu tão putamente preenchido. Tão cheio. Harry estava dentro dele, batendo dentro dele, com mais força a cada minuto e quando o pau de Harry continuou batendo naquele local importante, Louis gritou, vendo estrelas e sim, apagando.
"Oh deus, Harry-!" Gritou.
"Eu sei, amor, eu sei. Você gosta disso? Gosta disso, senhor?"
Louis não conseguia responder. Ele apenas grunhiu.
O espaço limitado entre a toca de raposa e as cobertas, dividindo o calor de dentro e o frio lá fora forçaram Harry e Louis a ficar o mais próximo quanto possível, não que alguém estivesse reclamando. As pernas de Louis estavam entrelaçadas ao redor da cintura de Harry e seus braços ao redor do pescoço do mesmo. O cacheado tinha suas mãos nas coxas de Louis, para manter a posição, então ele teria o lugar que faria Louis gritar de novo e de novo.
Seu próprio corpo estava gritando, ele veio duas vezes momentos atrás, ele não achava que conseguiria vir novamente, mas o calor familiar em seu estomago e em seu pau estava forte de novo, Louis achou que era possível.
"Harry, oh, Harry." Choramingou, sua cabeça curvou-se pra trás e sua boca pareciam tão perto. Cada impulso que Harry fazia arrancava uma arfada da boca de Louis. No fundo de sua mente ele tinha medo que Harry perdesse o controle e ele quebrasse ou rachasse mas então era Harry, o garoto com coração que conheceu no acampamento. Harry tomaria cuidado dele e sua mente se aliviou novamente, deixando a sim mesmo tomar cuidado.
"Lou, deus, tão lindo, tão apertado, eu vou vir." Harry respondeu, metendo com mais força em Louis e sentindo dor em seus próprio pau enquanto Louis era tão apertado ao seu redor.
Mas ele não estava planejando se deixar vir antes que Louis viesse. Então tirou sua boca do pescoço de Louis e a travou em seu mamilo, mordendo com força a protuberância e sugando enquanto suas mãos continuavam nas coxas do mais velho, tendo certeza de que não estava menos destacado do corpo de Louis.
"Aggh-" Louis gritou com o tanto de prazer em seu mamilo e do modo como harry estava batendo em sua próstata.
"Isso é amor, venha para mim, Lou, venha para mim."
E algumas investidas forte depois, Louis quebrou. Ele gritou tão alto quanto Harry já o escutou, seus dedos afundando nas costas de Harry, deixando marcas e drenando sangue enquanto porra era cuspida de seu pau em seu estomago.
O jeito como o corpo de Louis arqueou, com sua própria porra cobrindo sua barriga, a vista diante de Harry o enviou fatiga e estava ajudando que os músculos de Louis se apertando ainda mais ao redor de si ainda mais que antes causando sua própria liberação. Seu corpo entrou em choque com o intenso orgasmo que mordeu o ombro de Louis liberando sua carga dentro do maior. Louis só faltou chorando quando se sentiu preenchido pelo sêmen de Harry, sentindo que estava vazando e manchando seu uniforme.
Harry caiu de sua altura e foi cuidadoso o suficiente para não deixar todo seu peso cair no corpo tremulo abaixo de sim. Com seu membro flácido ainda dentro do traseiro de Louis cheio com seu gozo, cada movimento que ele ou Louis fazia mandava choques elétricos por todo canto. Harry se levantou novamente sobre seus cotovelos, suas mãos no rosto de Louis, onde seus olhos continuavam fechados e ele estava respirando com força pela boca, como se tivesse prendido sua respiração por muito tempo.
Lentamente, Harry curvou-se e colocou um pequeno, não sensual, mas amoroso beijo na boca de Louis, vendo como os lábios dele respondiam por si próprios. Então os olhos de Louis estavam finalmente abertos, aqueles cristais azuis olhando de volta para ele e ele não conseguia evitar não sorrir porque ele apenas fez amor com pessoa que nunca teria.
Com metade dos olhos abertos, Louis retornou o sorriso, enquanto suas mãos brincavam vagamente pelos cachos de Harry. Agora naquele momento Louis conseguia imaginar voltando pra casa depois da guerra e se mudar com Harry para uma pequena casinha no campo então eles poderiam foder assim de novo - sim, ele queria fazer isso novamente - e provavelmente passar o próximo natal juntos. Suas vésperas de natal seriam cheias com sexo de aniversario de Louis e viscos pendurados por todos os lados em sua casa então com cada chance que teriam, eles teriam razões para se beijar - não que eles precisassem dos viscos.
Ele foi arrancado de seu pequeno sonho quando Harry saiu dele, fazendo-o estremecer com o vento gelado batendo em seu interior. Ele conseguia se sentir vazando, seu buraco tentando fechar, mas falhando. Ele duvidava que conseguisse andar sem mancar amanha. Ele até duvidava que seria capaz de sentar!
"Eu te machuquei, Lou?" Harry perguntou preocupado vendo como o rosto de Louis contorceu em dor.
Louis balançou a cabeça, deitando de volta na sujeira em que eles estiveram fazendo amor e suspirou alegremente. Imediatamente Harry relaxou sabendo que não causou muita dor em Louis.
Louis arqueou uma sobrancelha vendo o rubor aliviado no rosto de harry. "Soldado Harry Styles, você se importaria de explicar: o que te deu a ideia de que fazer sexo seria o melhor para nos manter vivos?"
Harry não parecia ter uma resposta. Ele apenas mordeu seu lábio superior a sua face se tornou carmesim mais uma vez. Ele deveria contar a Louis sobre seus sentimentos? Porque ele duvidava que Louis soubesse. Ele deveria mentir sem problemas e dizer que aquilo foi puramente um ato para mantê-los vivos, nada de paixão ou amor apesar de saber que fez isso por que queria não só pelo fato de manter-se aquecidos e vivos.
"Eu não posso te agradecer o suficiente, Harry." Louis disse de repente sem esperar para que Harry respondesse.
Harry ainda estava pensando numa resposta para a questão anterior, ele foi pego de surpresa quando Louis se ergueu sobre os cotovelos, dando um beijo nos lábios de Harry. Ele se afastou e Harry continuava olhando para ele, chocado que Louis, Louis Tomlinson acabou de beija-lo. Os olhos de Louis estavam nos lábios de Harry e Depois em seus olhos. Sua mão foi erguida, e lentamente acariciando a bochecha do cacheado.
Ele sorriu para a reação muda do garoto e disse "Feliz Natal, Harry."
***
Na manhã seguinte eles saíram de seu pequeno paraíso para a tempestade de neve que passou. O ar continuava frio para caralho e a neve estava tão grossa quanto possível, mas eles eram finalmente capazes de ver algum sol no topo da vasta floresta albina.
Harry foi o primeiro a sair, procurando ao redor por qualquer sinal de vida, quando não encontrou nada, ele estendeu a mão e agarrou Louis. O ajudando a sair da toca de raposa. Ele não conseguia evitar sorrir para o fato de que Louis estava mancando.
Olharam um para o outro mais uma vez, sorrindo, ambos sabiam que uma vez que saíssem da trincheira, seriam mais que só amigos, mas que apenas soldados no exercito lutando pelo povo. Eles eram mais que isso, mesmo que não dissessem isso alto, seus corações sabiam a capacidade do outro. Eles até sabia que uma vez que saíssem da trincheira, não havia promessa de que ambos sairiam dessa guerra vivos. Mas ele juraram, eles juraram em seus corações que iriam tentar, eles iam tentar com força então eles seriam capazes de aproveitar o próximo natal juntos.
Com um ultimo pequeno beijo na boca, ambos andaram pela Floresta Ardennes e continuaram andando pela estrada incertamente.
-
oh gosh, só eu que amei essa one? espero que não.
primeiro que quero agradecer a @delicatecurls por ter me indicado essa one. te amo, princesa :*
e agora eu quero agradecer a todos que leram até aqui. amo vocês.
tchau, até a proxima.
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