Capítulo 33
17:18 PM de Segunda.
Gabriella Narrando
Ultimamente tenho me sentindo mal em relação a minha saúde, ela deveria estar ótima para uma pessoa que só come e as vezes corre para manter o que em anos eu tentava ter e só agora tenho. Apesar de que, meu seios estão maiores e bastante doloridos também, não é por causa da tpm que não vem faz um tempo. Não que eu esteja reclamando, longe disso, dei glória deus até, só que alguns dias eu comi uma torta de limão no quão eu odeio.
Liguei para Coraline e a pedi para ir comigo no hospital fazer exames que não fazia a tempo. Me arrumo e passo um perfume que não me deixe enjoada ou com vontade de vomitar, pego uma bolsa pequena porque odeio sair com bolsas. Aaron estava dormindo essa hora por conta do cansaço que ele tem tendo agora, sempre que pergunto ele diz que isso está lhe fazendo mais feliz do que já está e eu estou incluída nisso também é e por isso que eu quero saber o motivo.
Coraline chegou gritando então desço as escadas rapidamente para ela não acordar Aaron.
— Achei que demoraria mais. — Diz.
— Calma! E para de ficar gritando. Escandalosa! — Digo.
— Pra quê vamos ao hospital essa hora? — Perguntou entrando no carro.
— Lá você irá saber o porquê disso tudo. — Digo. — E como anda a família? — Perguntei.
— Com as pernas?! — Diz rindo. — Ah, vai bem! É a sua, como anda? — Perguntou achando graça, lhe mostro o dedo do meio.
— Oras, com a perna né! — Digo. — Mas, vai bem sim, eu acho. — Lhe olhei rapidamente por conta de que estou dirigindo né.
— Mesmo? — Perguntou.
— Sim. — Digo.
— Ok, então. — Disse voltando a olhar para o lado de fora do carro, especificamente, pela janela do carro.
— Já estamos chegando, e sei que esta com fome. — Digo lhe tirando uma risada.
— Ainda bem que sabe. Já pensou se não soubesse? Estaria morta agora! — Me olhou.
— Vai saber né. — Digo.
— Exatamente. — Respirou fundo.
Chegamos em torno de quarenta minutos depois na clínica. Descemos em silêncio e sigo para a recepcionista que estava conversando pelo celular e mastigando chiclete. Provavelmente deveria estar falando com alguma amiga, enfim.
— Boa tarde. — Digo e logo ela para o que estava fazendo me olhando de cima em baixo, levanto uma sobrancelha fazendo a mesma coisa. — Queria uma informação, poderia me dá? — Perguntei seria.
— Sim. O que deseja? — Perguntou debochada.
— Que você pare de ficar conversar com não sei quem, pois é, isso não me interessa muito no momento. Poderia por gentileza falar direito com minha amiga, porque se você fala assim como as suas o problema já é seu. Queremos fazer um exame, na verdade, ela que fazer. — Coraline disse e prosseguiu. — Então, qual vai ser? — Perguntou cruzando os braços.
— Bom, desculpe! Qual exame a senhorita deseja fazer? — Perguntou a recepcionista me olhando e podemos dizer que se pudesse suas orelhas estariam saindo faísca nesse momento, pouco me importa, estou com presa.
— Exame do beta, por favor, tem médico ainda para fazer? — Perguntei.
— Tem sim. Siga esse corredor na terceira porta a esquerda. — Diz.
— Demora muito para sair o resultado? — Perguntei novamente.
— Em menos de duas horas sai, senhorita. — Diz de má vontade.
— Obrigada. — Agradeço e sigo para sala com Coraline ao meu lado. — Pode perguntar. — Digo.
— Porque agora? — Entrou na minha frente.
— Motivos. Tive motivos apenas! — Digo saindo de sua frente entrando na sala, onde encontro um homem moreno de cabelos loiros lendo algumas folhas em sua mão. — Olá, é aqui que faz o exame de sangue? — Perguntei lhe fitando.
— E sim. Se sente-se ali, por favor. — Apontou. — Já sabe mais ou menos a hora que sai o resultado? — Assenti. — Feche a mão e não solte, tudo bem? — Concordo novamente.
— Aaron sabe que está fazendo? — Coraline perguntou.
— Não, e nem vai saber! — Digo.
— Como? — Perguntou confusa.
— Se der positivo irei fazer algo para surpreender ele. E se não der vida que segue. — Digo e dou de ombros.
Assentiu ficando quieta.
[...]
Duas horas depois.
— Abre logo, Gabriella. Que saco! Me dá isso aqui, demora um ano pra abrir a merda de papel. — Coraline se irritou com minha demora, então pegou da minha mão abrindo rápido. Deu um sorriso e me olhou com os olhos lacrimejados, logo me abraçou. — Você está grávida de um mês! — Gritou me abraçando.
Meu deus.
Eu realmente estou.
O que será que vai acontecer daqui para frente agora?
Aaron irá gostar da notícia? Espero que sim. Agora só resta contar a ele.
Caralho.
Chego em casa sorrindo e assim que entro na sala vejo Aaron assistindo um filme e percebo de longe que era de terror, premonição, talvez?
Tenho quase certeza de que ele já sabe que estou prenha.
Irá ficar feliz presumo.
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