Capítulo 30
19h30 de Sexta - Feira
Aaron Narrando
Estava terminado de pentear meus cabelos para o jantar que organizei para hoje, quando vejo um ser parado na porta do banheiro de braços cruzados me olhando com um olhar fatal. Que porra estão dando pra essas crianças hoje em dia no colégio? Na minha época não era assim, até porque não sou tão velho assim, ou sou? Difícil responder essa pergunta assim.
— Não, até esta em bom estado. — Júlia me abraçou.
— Sei. Não tenho dinheiro, Júlia. — Digo passando meu perfume.
— Credo, está me ofendendo com que me disse agora pouco. — Colocou a mão em seu peito, como se tivesse ofendida realmente. Conheço a filha que tenho, e sei o que ela quer é isto.
— A verdade minha querida. Diga-me o que queres de mim?! — A pego no colo mesmo sabendo que ela já está pesada demais para ficar assim, mais gosto de mima-la.
— Quero lhe pedir uma coisa, papai. — Me olhou com temor.
Até parece que irei bater nela.
— Está com medo de mim? — Perguntei sabendo da resposta.
— Não papai. — Riu colocando o fio de cabelo atrás de sua orelha. — Posso chamar um de meus amigos para comer aqui hoje? E que ele não está com condições. — Pediu.
— Ele já veio aqui em casa? — Lhe fitei.
— Nunca papai, ele disse que tem medo de você. Então ele nunca vem aqui por isso. — Disse.
Pensei por alguns segundos.
— Tudo bem meu amor. Pode chamo-lo, quer ir junto com nosso motorista para busca-lo? — Assentiu. — Desça e fale com nosso motorista que irei ligar para mãe de seu amigo, ok? — Perguntei lhe tirando de meu colo à colocando no chão.
— Obrigada papai. — Agradeceu.
— Vá logo. — Empurro mesma.
Assim que Júlia saiu do quarto em disparada liguei para a mãe de seu amigo que relutou no começo mas logo deixou pedindo-me para que o filho dormisse aqui pós onde mora e um perigoso demais para voltar tarde daqui, apenas disse que apoio a decisão da mesma lhe dizendo que no começo da tarde da manhã seguinte ele já estaria em sua casa. Me despedi dela lhe afirmando que tudo ocorrerá bem enquanto estiver sob meu teto.
Sinto braços em volta da minha cintura, puxo o ar e sentindo seu cheiro. Me viro vendo minha noiva, lindamente em minha frente com seu batom cor vinho que tanto amo lhe deixando mais bela ainda. Coloco uma de minhas mãos em sua nuca sentindo que ela se arrepiou por inteiro apenas com esse toque, lhe puxo delicadamente para mim, consigo sentir sua respiração contra meu rosto e dou um sorriso de lado logo lhe beijando ferozmente ouvindo-a soltar um gemido baixo.
— Amor, o que foi isto? — Perguntou com os olhos ainda fechados.
— Um pouco do que vou fazer com você. — Digo lhe dando um tapa forte em sua bunda. — Quero você muito gostosa hoje no jantar que iria ter aqui, mais gostosa do que já é. — Saio do quarto sem esperar sua resposta mais deu para escutar seu riso.
Melhor som para meus ouvidos. Além de seus gemidos, é claro.
Desço vendo as pragas sentadas com suas maridos conversando, até parece que são gente de verdade, tudo bicho.
— Aaron, tô com fome. — A mais esfomeada disse. Coraline e claro.
— É oque eu tenho haver com isso? — Me sentei ao lado de Nash.
— O quê tem? O que tem e que eu estou com fome seu merda. — Gritou me tacando uma almofada.
Desvio da almofada.
— Toda agressiva ela. — Lhe acerto uma almofada em sua cara fazendo com que, sua cabeça vá para trás com o baque.
— Vadia! — Gritou brava.
— Preciso saber se já resolveram o negocio meninas. — Peguei o filho de Nash no colo vendo que o mesmo murmurava algo sem nexo. Sorriu com isso.
— Sim, amanhã mesmo vamos resolver essa questão. Esta faltando mais alguma coisa ou já está tudo pronto? — Perguntou Kyara.
— Faltará duas coisas para acabar. Que horas exatamente iram? — Perguntei brincando com o outro filho de Nash.
— Por mim tanto faz. Pode ser qualquer hora que estarei disponível mesmo! — Mirabella disse.
— Que tal de manhã? — Entreguei o filho do Nahs para o mesmo.
— Bom, para esta tudo bem. — Disseram.
— Tudo bem então, de tarde vocês teram que ir em um lugar comigo e de manhã vocês vão para o ensaio, ok? — Suspirei.
Assentiram.
— Do quê estão falando? — Disse Diego.
— Conversaremos depois do jantar no meu escritório. — Digo firme.
— Beleza. — Nash disse.
Christian olha em direção a escada e depois para mim, sigo seu olhar e percebo que Gabriella está me chamando, saio da sala sem falar com ninguém é subo até onde ela estar. Não está com a aparência muito bem, deve estar menstruada agora.
— O quê foi minha rainha? — Fitei seu rosto com preocupação.
— O que ele estão fazendo aqui? — Perguntou e em seu tom de voz percebo estar com raivosa.
— Bom, é os convide para vir. Porquê? — Me encarou e subiu correndo.
Subo atrás da mesma.
— Não quero descer. Mande-os ir embora, agora! — Me olhou chorosa.
— Não terá como. Pós Júlia foi até a casa de um de seus amigos o chamar para comer aqui em casa, pós o mesmo está passando por dificuldades em sua casa. Então eu quero que você se arrume e desça, terá cinquenta minutos para descer, me escutou, Gabriella? Estou cheio de suas palhaçadas ultimamente de não querer ficar perto de sua família, e é eu sei que você só foi sair com as meninas porque elas insistiram muito. Quero apenas desça com um sorriso no rosto e fale com todos, estamos entendidos? Espero que sim. — Digo saindo do quarto batendo a porta do quarto com força.
Desço respirando fundo.
— Pai estou com fome, podemos ir comer agora? — Nathan chegou com Duda.
— Podemos sim, vamos! — Saio andando em passos firmes indo me sentar.
— Cadê Júlia? — Mateus perguntou.
— Foi até a casa de um amigo, daqui a pouco chegará. — Digo. — Podem se servir... — Olho para Coraline já comendo. — Tem comida na sua casa, praga? — Perguntei tirando risos dos demais da mesa.
— Já foi tomar no cú hoje? Se não, estou lhe mandando para lá nesse momento. — Disse sarcástica.
— Oi gente. — Gabriella comprimentou todos da mesa.
— Nossa que gostoso esse purê. Quem fez? — Perguntou Mirabella.
— Eu e Júlia. — Digo vendo a mesma abraçada de lado com um garoto um pouco maior que ela. — Sente-se meninos e se sirvam. — Dei um sorriso.
— Gabriella, posso lhe fazer uma pergunta? — Perguntei.
— Pode sim, amor! — Disse sorrindo.
— Se um dia a gente casasse, quem das meninas e meninos irá ser madrinhas e padrinhos do nosso casamento? — Perguntei terminando de tomar meu suco e colocando mais.
— Seria todas as meninas e meninos oras. — Disse colocando uma de suas medexas de cabelo atrás da orelha.
— Dois em especiais, querida. — Digo apertando sua coxa, subo um pouco minha mão tocando o simples tecido de sua calcinha colocando-a a mesma de lado.
Não tinha ninguém olhando para nois dois especificamente, e sim para as crianças que conversavam sobre coisas da escola.
Gabriella suspirou.
— Então, seria Mirabella e Christian. — Disse e me olhou. — Aaron, pare com isso agora! — Não lhe dei atenção.
— Não mesmo, amor. Isso é um castigo por ser uma menina má! Abra as pernas para mim, querida. — Digo em seu ouvindo.
Logo ela abriu, penetro meu dedo do meio nela vendo-a suspirar. Sorriu com que estou fazendo, espero que ela esteja pronta para nossa lua de mel.
Agora só falta duas coisas da lista.
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