Capítulo 20

Termino de arrumar minha mala de roupas e armamentos necessário para qualquer coisa que acontecer no caminho da volta. Escuto a campainha tocar e desço como estou mesmo, um short de moletom e uma blusa. Desço as escadas correndo igual uma maluca desesperada, como se estivesse tendo um ataque.

Não sou tão maluca assim.

Quando abro vejo meus companheiros de trabalho me olhando, em suas mãos tem algumas sacolas de supermercado, é hoje que bebo até cair. Franzi as sobrancelhas para eles em busca de uma resposta.

— Sabemos que não irá voltar tão cedo. - Disse o lerdo.

Eu: É eu com isso? - Perguntei saindo da frente da porta para eles passarem.

— Ah, vamos beber. - Disse o mais velho.

Eu: O que tem nas sacolas? - Perguntei interessada no que tinha dentro delas.

— O que acha que teria? - Perguntou.

Eu: Coxinhas e doces?! - Digo feliz.

— Podemos dizer que sim. - Disse rindo.

Eu: Já disse que adoro vocês? - Perguntei pegando uma delas.

— Hoje? Não. - Disse me abraçando de lado.

Eu: Pós então, eu adoro vocês! Adoro vocês doces. - Digo rindo.

— Muito babaca você, né? - Sarcástico.

Eu: Sempre meu amor. - Digo comendo minha coxinha.

— Arrumou suas coisas? - Perguntou sentando no sofá.

Eu: A maioria sim. - Digo brincando com a cozinha.

— Não fica triste! Você queria tanto voltar, não é? Então, aproveita essa oportunidade que está tendo. - Disse um deles.

Eu: Sei disso. E só que... Vocês já fazem parte da minha vida, apesar que as vezes me irritam tanto né! Irei sentir tanta saudades de perturbar vocês quando acordarem. - Digo rindo me lembrando dos momentos.

— Me lembro quando você desenhou um pau perto da boca do Bernardo é ficou rindo tanto que ele descobriu que foi você que tinha feito. - Disse.

Eu: Não tinha como não ri daquela merda né?! - Digo rindo.

— Lembra também quando você resolveu do nada fazer um jantar para todos e no final de tudo era apenas para que sabermos oque quanto temos que ficar perto da nossa família tanto longe quanto por perto, e é isso que você, Gabriella, fazendo. Não se martirizar tanto assim, sabemos que tudo oque fez para nós foi você! Se não estivesse aqui não saberíamos oque tivesse acontecido, tudo foi você! É o que estamos fazendo e por você ter nos ajudados tanto. - Disse e me abraçou.

Essas pragas só sabem me fazer chorar.

Eu: Porra! Adoram me fazer chorar, hein! - Digo.

— Que nada, apenas sabemos retribuir o que fazem por nois. - Disse pegando minha coxinha.

Não, é isso mesmo? Ele pegou minha coxinha? Preparem o túmulo dele agora.

Eu: Você quer morrer, Bernardo? Porque é o que parece seu demônio. - Digo batendo nele.

Bernardo: Mano, vai bater no Carl caralho. - Disse entre risos.

Carl: Sai porra! O tapa da Gabriella dói pra caraca. - Disse correndo de mim.

Eu: Cansei. - Digo respirando fundo. — Adorei conhecer cada um de vocês! Sabem que irei tirar todos daqui, não sabem? Então, se preparem quando acontecer pois irei avisar. - Sentei no chão.

— Sim. - Disseram em uníssono.

Eu: Vão tomar no meio do cu de vocês! Piranhas. - Digo tacando almofadas neles.

— Osh. E doida mesmo. - Disse bebendo um pouco.

Eu: Sou um amorzinho. - Digo rindo da cara deles.

— As meninas vão lhe encontrar onde? - Perguntou.

Eu: Aeroporto. - Digo.

— Achei que era no caminho quando deixássemos você como combinados. - Disse confuso.

Eu: Tivemos que trocar a rota, o pai do Carl já sabe onde era então trocamos de última hora. - Digo lhe fitando.

— Ele irá lhe ajudar? - Sussurrou.

Eu: Irá. - Sussurrei para o mesmo que logo entendeu.

Carl: Estão conversando sobre o quê? - Perguntou comendo um dos biscoitos.

Eu: Nada que seja da sua conta, querido. - Digo sarcástica.

Ganhei um tapa na cabeça.

— Otária. - Disse um deles rindo.

Eu: Babaca. - Digo lhe batendo.

Escuto meu celular tocar. Pego o mesmo e vejo que é Luiz.

Ligação On

Eu: Que foi?

— Ele já soube.

Eu: Me contaram. O que tem?

— O que tem? Sério isso? Ele vai atrás de seus amigos porra! Presta atenção.

Eu: Como assim? Droga!

— Você não vai poder ir hoje, minha pequena. Desculpa.

Eu: Tudo bem, irá me ver hoje?

— Se der tudo certo sim.

Eu: Tenho que desligar agora. Os retardados estão aqui hoje.

— Tome cuidado com o Carl.

Eu: Tomarei.

— Até logo.

Ligação Off

Carl: Quem era? - Perguntou.

Eu: Não lhe interessa. - Digo me levantando.

Carl: Claro que me interessa! Você é minha namorada. - Diz infonformado.

Eu: Você não me pediu e mesmo se pedisse iria me trair. - Digo indo para cozinha.

— Ele te falou não foi? - Perguntou ao meu lado.

Eu: Sim, como sabe? - Perguntei.

— Foi eu que disse isso a ele. - Disse me olhando.

Eu: Obrigada. - Digo agradecendo.

— Disponha. - Rimos.

Eu: Vou subir. - Digo lhe fitando. — E fique de olho neles para mim até descer? - Perguntei.

— Fico. - Disse saindo da cozinha.

Subo para meu quarto trancando o mesmo para que ninguém venha atrás de mim e entre. Sigo para meu compartimento dentro do closet, o mesmo e como se fosse um esconderijo quando tivesse algo mais sério como uma invasão para pegar armamentos de nos. Ninguém além de mim e Luiz sabe que tenho isso, Luiz que tinha feito para mim quando me pegou e me trouxe para cá, no começo reclamei tanto que fizeram tais coisas comigo, que prefiro não dizer é lembrar.

Em todo local da casa tem uma câmera escondida tanto uma pequena escuta tem nela, então dera passar ouvir tudo oque eles dizem. Desconfio de algo.

— Vocês sabem que quando ela sair daqui as coisa iram voltar como era antigamente, não sabem? Não podemos deixar que ela se vá.

— Sim, mais temos que deixar ela ser feliz. Já fizemos coisa demais com ela e sabem disso.

— Verdade. Por mim tanto faz mesmo já que não tenho família aqui. Único problema mesmo e alguns tem pois estão sob ameaça deles.

— Carl, porque não fala com seu pai para liberar os que tem família.

Carl: Não é tão fácil assim. - Disse.

Bernardo: Claro que é. - Disse.

— Você é filho dele! Faz uma chantagem emocional com ele que com certeza irá funcionar.

Carl: Quem vai sofrer as consequências será eu e não você. - Disse.

Mesmo que Carl vá falar com seu pai, ele vai querer motivos para deixar os com família ir embora. Carl não vai saber o que falar com ele, o mesmo tem um medo tão grande do pai que até hoje sei o porque. Também iria ter medo dele.

Saio do compartimento indo para o banheiro. Antes pego uma roupa mais confortável e sigo para o banheiro, tomo um banho lavando meus cabelos que já faz muito tempo que não os lavos. Termino meu banho e passo hidratante, desodorante e perfume, saio do banheiro colocando minha toalha em cima da cadeira perto da porta.

Abro a porta e desço escutando os meninos conversarem entre si. Depois  vejo o que eles estavam conversando quando estive no banho, tenho medo de deixar eles aqui sem minha proteção. Logo lembro o que tinha que fazer, quando estava quase chegando perto deles subo correndo para meu quarto novamente. Entro e tranco a porta de novo.

Ligo meu notebook indo direto para meus e-mails. Terei que mandar um para Nash, o mesmo sabe de tudo e fala nada com ninguém por um pedido meu. Seu marido desconfia de que Nash esteja traindo ele, é com isso Finn bate nele quando transam. Sei disso pois peço que ele me conte tudo oque acontece, não queria que isso estivesse acontecido.

E-mail On

Nash, meu bem. Estou voltando para casa e quero que reúne todos na sua casa, diga que é apenas um jantar para ter boas lembranças quando me conheceram. As meninas não estará com vocês pois sabe que elas vão me buscar, estou com saudades. Peça para Daniel levar Luiz para este jantar, quer dizer, todos que eu conheço para ir. Desculpa pelo oque está passando com seu marido, Finn. Sabe que irei fazer com ele, enfim. Eu amo você!

E-mail Off

Desligo o notebook e desço novamente.

Carl: Onde estava? - Perguntou me fitando.

Eu: Quarto. - Digo indo para cozinha beber água. Pego uma garrafa e bebo no mesmo.

— Já estou indo. - Disse me fazendo virar para encará-lo. Estava com uma expressão suave, até para alguém que terá que fazer algo hoje.

Eu: Mais já? - Perguntei irônica.

— Sim, Idiota. - Disse dando-me um tapa na cabeça.

Eu: Então, tchau. - Digo me virando para colocar a garrafa de água na geladeira, quando ele me puxa para um abraço apertado.

— Fica bem, beleza? - Perguntou né abraçando mais.

Eu: Beleza? Eu tenho! - Digo e ele ri.

— Você é feia cara. - Disse entre risos e bagunçado meu cabelo.

Eu: Você também não pode falar de nada, né? Porque tu é feio pra porra. - Digo batendo em sua mão, o fazendo para de bagunçar meu cabelo que por sinal estava tudo para o alto, apesar de ter tomado banho.

— Não é oque as mulheres dizem. - Disse dando de ombros e sorrindo de lado.

Eu: Nunca disse que você era bonito. - Digo fazendo careta e o mesmo ri dela.

— Você não é mulher! Você é menino, mais um menino muito bonita. - Disse e eu fico confusa.

Eu: Quê? - Perguntei tentando entender.

Ele me olhou e começou a ri.

— Idiota mesmo! Estou dizendo que para mim você não é mulher é sim um homem, entende? Suas roupas dizem isso. - Disse me fazendo ficar furiosa.

Eu: Adora estragar o clima né? O que tem minhas roupas? Eu uso o que eu quero porque da minha vida cuido eu e não você! - Digo saindo da cozinha indo para sala percebendo que, os meninos tinham ido embora.

— Desculpe-me. - Disse. — Você sabe como sou, orgulhoso e escroto. Não fica a assim, está bem? Achei que eles estivessem aqui ainda por isso disse aquilo. - Disse se desculpando.

Eu: Babaca, poderia ter me falado que era por isso. - Digo revirando os olhos.

— São que horas? - Perguntou.

Eu: Virei relógio agora? - Perguntei sarcástica.

— Você tem cara de ser. - Disse me olhando de cima em baixo.

Dei dedo do meio para ele.

Eu: Se fode aí. - Digo.

— Está na hora. - Disse se levantando.

Suspirei lhe encarando com os olhos lacrimejando. Sei que pessoas iram morrer nessa guerra, não é totalmente uma guerra porquê de fato é para apenas ir embora e ter que deixar eles para trás. Eles sabem que irei voltar para cá e salva-los, ou não.

Eu: Não quero isso. - Digo abraçando meus próprios braços.

— Sua única chance. - Disse me fazendo olhar para teto.

Eu: Posso pelo menos ter uma chance de salvar eles, ou tentar? - Perguntei.

— Sabe que correrá um grande risco de ficar para trás. Mais, se quiser isto mesmo se prepare que em uma hora daremos o sinal e tudo que pode fazer é salvar aqueles que precisam sair daqui o mais rápido possível. - Disse.

Eu: Tudo bem, e obrigada. - Digo lhe abraçando.

— Ok. Já sabe o sinal? - Perguntou.

Eu: Sim. - Digo.

Assentiu logo saindo. Corri para o quarto trocando de roupa e pegando alguns armamentos que estavam fora da mala deles. Me sentei perto da janela onde sempre fico quando acontece esse tipo de coisa.

[...]

Logo vejo o sinal aparecer no céu, para não dar muita bandeira o sinal era alguns balões que flutuam. Esse sinal e só para quem sabe que acontece, quando tem invasão o sinal e um sinalizador vermelho com azul.

Começo a escutar barulho de tiros e granadas contra a casa do chefão daqui, Pai de Carl. O mesmo deve estar puto agora. Saio de casa colocando minha máscara no quão ninguém a não ser meu amigo sabe que uso para algumas missões com ele, logo de cara vejo os seguranças do Pai do Carl vir em minha direção. Pego duas granadas mais antes de atirar eles fazem sinal para o lado e vejo algumas mulheres com crianças, faço sinal para outro lado para que correm naquela direção, eles logo entende e saíram correndo levando consigo armas no qual iram precisar no caminho até meus ajudantes.

No caminho até a casa do Bernardo vejo que ao redor ter mais seguranças do que na casa do Pai do Carl, com certeza o desgraçado está na casa só Bernardo junto aquelas que estão ao lado deles. Como puder ser tão burra? Que ódio! Pego três granadas e taco neles, podemos dizer que sangue está na minha cara no momento, mas não é isso que me preocupa. E sim quem mais estará na casa dele, com ou ou sem vontade. Ajeito meu coleto por de baixo da roupa e dou a volta pelo matagal, sei que ao redor da casa do Bernardo tem câmeras e o idiota não sabe que todas casas tem uma passagem pelo porão no quão eu tenho a chave, inclusive sei que lá ele mantém reféns por não quererem trabalhar em missões. Sabíamos desde que Carl disse algo que só o Bernardo sabia, mais o oque ele disse foi uma confirmação que fez nos perceber o intruso em nosso meio.

Ao chegar no porão vejo as pessoas que estavam comigo desde o começo, eu pensando até eles tinham sido mortos ou fugiram estão aqui em baixo. Alguns estão machucados e outros apenas amarrados, com uma venda em seus olhos, vou até um deles e tiro o mesmo já começa a falar:

— Por favor! Não me mata, eu faço tudo oque você quiser! Só não me mata. - Disse desesperado.

Eu: Calma, se lembra de mim? - Perguntei segurando seu rosto para que, ele parasse de balançar a cabeça.

— Com..o? Como conseguiu entrar por aqui? O que está havendo? - Perguntou me abraçando e sorrindo.

Eu: Shh. - Digo tampando sua boca. — Estou indo embora e levando comigo alguns com suas famílias. - Digo lhe fitando.

— Elas estão vivas ainda? - Perguntou sobre sua esposa e filha.

Eu: Sim, estão. Agora preciso de sua ajuda para tirar eles daqui e matar o chefe, quer entrar nessa comigo? Morrer ou viver. - Digo lhe fazendo um acordo rápido.

— Vamos. Morrer ou viver! - Disse se levantando.

Conseguimos desamarrar os que estavam ali e pegando o armamento de Bernardo que ficava no porão para essas ocasiões. Em algumas armas colocamos silenciador e saímos, logo de cara vimos o corredor e nesse tinha câmera, atirei contra e fomos até a cozinha reparando que ali também tinha alguns homens, então somente eu atirei.

Separei eles em grupos de quatro. Como dei um celular para cada grupo ficou fácil onde deveriam colocar o C4, dei um sinal para eles e logo nos encontramos atrás da casa de Bernardo. Olhei para eles sorrindo sabendo que iria acabar, ou não, como sempre terá um para escapar daquela merda e foi isso que aconteceu. Em meio às chamas de fofo apareceu, Bernardo com seu rosto totalmente desfigurado.

Eu: Não é que ele escapou? - Perguntei.  — Porque se juntou a eles? - Perguntei chorosa.

Bernardo: Porquê? Você é uma mentirosa. Você iria embora sem a menos nos ajudar, vagabunda! - Gritou.

Eu: Sabe qual foi seu maior erro? - Perguntei querendo acabar logo com isso.

Bernardo: Qual? - Perguntou sarcástico.

Eu: Ter acreditado nas pessoas que lhe fizeram a cabeça contra mim, sabe oque eles fizeram com sua namorada? Estupraram-na e depois a mataram. Oh, esqueci que você quis acreditar nas pessoas que fizeram isso com. - Digo.

Bernardo: Eu pensei que... - Disse e gemeu de dor.

Eu: Exatamente! Quis pensar que foi eu que a matei. Diga suas últimas palavras. - Digo apontado a arma em sua testa.

Bernardo: Desculpa. - Disse e fechou os olhos.

Destravei minha arma micro izi e atiro em sua testa e outra em seu coração.

Olhei para trás e vejo todos de cabeça para baixo, com as mãos atrás.

Eu: Estão livres! - Digo.

— Obrigado! - Disseram em uníssono.

[...]

Tomo banho e me arrumo pegando minha malas com ajudas de um deles e desço. Quando saio de casa vejo a maioria que conseguiu ir embora parados com a cabeça erguia e com as mãos para trás em sinal de respeito e agradecimento.

— Foi bom você por aqui. - Disse.

Eu: Também foi ter conhecido cada um de vocês. - Digo.

— Como que diz mesmo gente? - Perguntou um deles sorrindo.

— Morrer ou viver, adeus babaca! - Gritaram e riram no final.

Eu: Vão tomar no cú. - Digo entre risos.

Entro no carro e ligo para Nash.

Ligação On

— Acabou?

Eu: Sim.

— Então, está livre?

Eu: Sim, estou.

— Chegará que horas?

Eu: Provavelmente 20:30. Por que?

— Já viu que horas são? Preciso comprar comida e mandar aquelas duas amigas esperarem no aeroporto por você ou vai querer vir sozinha?

Eu: Ah sim! Não precisa mandar ninguém, irei chegar causando.

— Sei que vai. Aaron está cada vez mais puto com Finn.

Eu: Óbvio! Também estou, sabe sabe que quando eu chegar vou dar um soco nele, né?! Pós bem. Até logo!

— Está bem. Até puta!

Ligação Off

Olho para o relógio em meu pulso e percebo que já é 18:17. Já estava quase chegando no aeroporto que irei ir, será um avião particular, basicamente um jatinho mesmo.

Cheguei no aeroporto ouvindo O Rappa - Pescador de ilusões. Vejo o piloto acenando para mim, assenti tirando minhas malas com ajuda de copiloto, sorri para o mesmo.

Chegamos perto do piloto que logo começou a falar:

— Se não houver complicações ao decorrer da viagem chegaremos em menos de duas horas ou menos, Senhorita. - Disse.

Eu: Tudo bem. - Digo entrando.

Duas horas depois.

— Senhorita, aperte o sinto pós acabamos de chegar em solo brasileiro. - Disse o copiloto.

Sinto o jatinho se chocar com o chão e respiro aliviada por sentir isso. É não eu não tenho medo e avião, só não gosto mesmo. Olho em meu pulso e vejo que está quase para dar 20:00 horas ainda, dará tempo de tomar banho e trocar de roupa rápido. Saio do mesmo e entro no carro que Nash mandou.

Não demora muito e eu chego em meu apartamento. Entro olhando ao redor dele sentindo cheiro de novo, ou desinfetante mesmo. Rio com oque pensei. Deixo minha mala perto da porta, tiro minha roupa indo para o banheiro e ligo já entrando, sinto minhas costas relaxaram com a água quente enquanto cai nelas. Termino meu banho e faço minha higiene, saio do banheiro passando hidratante em meu corpo e pego minha roupa, visto e passo desodorante e perfume. Estou usando uma calça e blusa com um sapato da adidas.

Saio do apartamento mandando mensagem para Nash lhe avisando que já estou a caminho do grande momento em que todos, ou Nash, estão esperando. Nash disse que todos estão presentes achando que aquele jantar era para lembra coisas ao meu respeito. Quando chego em que frente a minha antiga casa várias lembranças vieram a mente, sorrio com elas. Respiro fundo e saio do carro, toco a companhia sendo recebida pelo Nash. Abraço o mesmo.

Eu: Onde estão? - Perguntei sobre eles.

Nash: No quintal. Que saudades de seus abraços! - Disse.

Sorrimos e ele foi na frente e eu logo atrás.

Escuto Aaron pergunta algo ao Nash.

Aaron: Quem era? - Perguntou.

Como ele está lindo, porra!

Nash: Alguém muito especial. - Disse e me olhou.

Adentrei no local de cabeça baixa e gritei.

Eu: Sentiram saudades?! - Perguntei sorrindo.

Do lado direto vejo Finn ficar mais branco do que já é. Vou até o mesmo lhe acertando um soco em seu belo rosto, escuto uns gritos e risadas.

Ela está de volta! - Gritaram em uníssono.

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Amores quero que saibam que estou feliz por saber que o livro está bom, pelo oque eu acho né e espero que vocês também estejam gostando tanto quanto estou. Como sabem o livro não é a base de comentários e votos! Mais, isso ajuda bastante a crescer cada vez mais o livro. Comentários e votos são sempre bem-vindos claro! Só quero dizer que estamos chegando na reta final do livro, irá ter capítulos bônus, óbvio.

Quero saber o que estão achando da estória e por favor! Comentem pelo menos este capítulo porquê de certa forma eu fiquei dias tentando realmente fazer um capítulo com mais palavras para vocês, sobre isso, a volta dela.

Queremos comentários! Comentem se quiser mais irá ajudar bastante neste capítulo.

Não sei quando irá ter o próximo capítulo, estou tento bastante trabalho e projetos na escola. Espero que tenham gostado e desculpe-me a demora! ❤

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