Capítulo 14
Aaron Narrando
Preciso de ar.
Cadê o ar desta merda de casa, acho que estou surdo porque não é possível isso. Logo agora?! Tinha que ser nesse momento? Porra. O ar não estava a meu favor, puta que pariu. Jesus amado, vou morrer. Cadê o caralho do ar.
Nash: Esta morrendo, Aaron? - Perguntou.
Respirei fundo porque estava presta a morrer.
Eu: Talvez. - Digo.
Diego: Como tem tanta certeza nisso, Daniel? - Perguntou desconfiado.
Daniel: Pensa comigo: Ele sumiu desde quando nos conhecemos a Gabriella, e por instinto eu percebi isso. Pode parecer, de fato. Mais eu sinto que ele estar por trás disso, podemos finalmente achar o corpo dela e viver em paz. - Disse respirando fundo.
Christian: Tem provas sobre isso? - Perguntou.
Daniel: Sim, mais quero a ajuda de vocês para descobrirmos mais rápido. Isso não só depende de mim mas como de vocês também, não é só eu que quero dormir em paz, ficar penando onde estaria o corpo dela. - Disse.
Eu: Estou dentro. - Mesmo sabendo que isso pode ser somente uma pista qualquer.
Christian: Não acha que está sendo precipitado de mais a isso? - Disse.
Daniel: Pode ser que sim. Não podemos deixar passar despercebido assim, não acha? - Perguntou lhe encarando.
Eu: Daniel, tem razão nessa questão. Quando encontramos qualquer pista sempre fomos atrás saber, porque não nessa? - Perguntei indignado.
Luan: Porque pode ser apenas uma pista qualquer. Como você mesmo disse, esta se lembrando agora? - Perguntou-me sarcástico.
Eu: Desta vez eu sinto que pode ser verdade. - Digo desviando o olhar.
Mateus: Ok! Pode contar comigo nessa. - Disse.
Daniel: Então, estamos juntos nessa ou não? - Perguntou a todos na sala.
— Sim estamos. - Disseram os outros.
Daniel: Agora vamos ver as pistas que consegui. - Disse.
Ele foi até a cozinha pegar as pistas, acredito sim que possamos achar finalmente o corpo de Gabriella, uma coisa que está sendo difícil é isso. Achar uma pessoa, ou corpo, sendo que não sabemos o verdadeiro paradeiro dela, podemos dizer que ela sumiu do planeta terra, queríamos estar em paz.
Mais não está sendo fácil fazer isso enquanto não encotramos o corpo dela para podermos enterra-lá. Júlia de vez em quando, sempre, chora gritando por sua mãe. Machuca saber que ela não estará de novo ao nosso mundo normal, agora ela pode estar em qualquer lugar.
Só queria saber como ela sumiu do nada depois que foi encontrar não sei quem, ninguém quis me contar a real história sobre isso, é ninguém irá contar por que fizeram algum tipo de acordo que não poderiam me contar. Não sabem que já sei sobre esse plano patético deles, e isso seria bom se eles não souberam.
Diego: Estou com fome. - Passou a mão sobre a barriga.
Miguel: Compra comida. - Diz como se fosse óbvio.
E realmente é.
Finn: Posso comprar ou fazer se preferirem. - Disse abraçando Nash.
Nash: Seria fácil, eu acho. Enquanto vocês homens fazem o trabalho pesado, eu e Finn fazemos uns petiscos para comermos. - Disse puxando Finn para cozinha.
Loucos.
Daniel: Aqui estão algumas que consegui, são suspeitas, outras pistas para seguimos. - Diz colocando em cima da mesa.
Luan: Porra! Conseguiu isso tudo?! Em menos de uma semana? - Perguntou afobado.
Daniel: Sim. - Lhe fitou.
Mateus olhou algumas folhas e logo seus olhos ficaram totalmente arregalados, o que poderia ser?
Eu: Que foi que você fica assim, Mateus? - Perguntei.
Ele pegou a folha e ficou lendo algumas anotações que continha no papel, Mateus me olhou sorrindo de lado.
Mateus: Seu amigo morou na Inglaterra, França, México e por fim, no Brasil. - Sorriu.
Entendi.
Christian: Caralho! Lembra quando quando a Gabriella foi para o Brasil, voltou puta da vida querendo matar todos ao seu redor? - Perguntou olhando para Diego.
Diego: É isso. - Gritou.
Eu: O quê? - Perguntei confuso.
Diego: Quando Gabriella foi para o Brasil ela deve ter feito amizade com alguém, e esse alguém pode ser o Luiz. Ele fez algo para ela, só pode ser isso. - Diz bagunçado o cabelo constantemente.
Eu: Ainda não entendi. - Confuso estava e confuso fiquei.
Miguel: Ele está dizendo que o Luiz realmente tem haver com isso, não temos provas concretas mais podemos investigar mas sobre isso. Sei que você não esta entendo nada sobre o que estamos falando, isso é porque ela não te contou a verdade, antes disto. - Diz.
Eu: Não contou. Podem me contar? - Perguntei sabendo da resposta.
— Não. - Disseram em uníssono.
Filhos da puta.
Eu: Ok. - Digo.
Nash e Finn trouxeram alguns petiscos como prometidos, estava gostoso pra caralho. Deve ser por isso que as crianças ficam mais aqui do que na própria casa, porque não comi está? Es a questão.
Finn: Conseguiram achar algo de útil? - Perguntou.
Diego: Sim. - Diz.
Daniel: Cozinham bem. - Disse comendo mais.
Nash: Em cada lugar que Gabriella já foi vocês poderiam ir e achar mais pistar sobre o caso que estão investigando. - Colocou a mão abaixo do queixo.
Christian: Boa idéia! Não foram só esses quatros. Foram mais de dez lugares que já foi em menos de dois meses. Não acho que iríamos conseguir! - Disse.
Finn: Também que acho, são vários lugares pra descobrir algumas pistas. - Suspirou.
Eu: Mandamos os homens para ir em nosso lugar em vez de irmos, ficamos aqui para descobri outras coisas. Seria fácil e prático para nois. - Digo.
Luan: Então, vamos mandar ou não? - Perguntou.
— Iremos. - Disseram em uníssono. Isso é estranho.
Eu: Parem de falar juntos. - Passei a mão em meu rosto.
Diego: Você tá chato hein. - Disse batendo na minha cabeça.
Eu: Só estou tentando raciocinando isso direito. - Digo lhe fitando.
Luan: Acho que está bom por hoje. - Disse.
[...]
No dia seguinte.
— Pai. - Gritaram.
Não se pode mais dormir nessa casa.
Me levanto e vou direito para o banheiro, tomo um banho longo ao mesmo tempo relaxante. Faço minha higiene pessoal e saio do banheiro com uma toalha em ninha cintura, pego meu desodorante, perfume e um creme para passar em meu cabelo. Arrumo minha gravata que por sinal estava torta, e de um jeito estranho. Quem sabia arrumar essa merda era Gabriella, mesmo não vivendo juntos só ela sabia do modo como gostava.
Tenho que ir na casa de Diego para irmos investigar mais sobre o caso, entre outras coisas iram ser revolvida no momento. Essas já deveriam ser revolvida faz tempo mas como não tenho muito tempo para isso deixei de lado, e agora tenho que ir no escafudeo de Judas.
Saio do quarto rapidamente indo para cozinha que também estava em silêncio. Estão aprontando uma! Quando tinha voltado a casa estava um brinco, pelo menos fizeram um bom trabalho em arrumar.
Eu: Podem aparecer agora que já vamos para casa de Nash e Finn, ou querem ficar aqui passando fome?! - Cruzei os braços.
Júlia saiu de baixo da mesa com os cabelos tudo pro alto, Nathan saiu do lado da geladeira que continha um grande espaço para se esconder. Olhei para eles que estavam totalmente desarrumados, parecendo uns mendigos. Parece que nunca brincaram só jesus na vida deles agora.
Nathan: Oi Pai. - Estava vindo me abraçar, levantei a mão para não avançar nem um centímetro.
Eu: Não chega perto. Vão tomar banho rápido antes que eu ataque algo em vocês. Júlia quando sair do banho e estiver arrumada desça para mim arrumar seu cabelo. - Logo saíram correndo.
Tomo meu café devagar sem pressa alguma. Não demora seis minutos e Júlia está aqui, arrumo seu cabelo com uma trança embutida.
Júlia: Obrigada Pai. - Disse me abraçando.
— Te amamos Papai. - Percebo que Nathan também estava me abraçando, os apertos mais.
Eu: Também amo vocês. - Digo.
Terminamos de fazer nossos afazeres em casa e deixei os dois na escola. Eles estudam na mesma escola, isso facilita muito para mim não ficar levando cada um em sua escola, sei que quando eles ficarem um pouco maiores terão que mudar de escola, iram se separar.
Chego na casa de Diego e antes mesmo de eu abrir a porta do carro ele entra sem ao menos falar comigo, deve estar na tpm. Olhei bem para ele que não falou comigo, começo a dirigir até minha empresa que não ficava muito longe da casa dele. Chegamos na empresa causando como minha filha mesmo diz, somos bonitos, charmosos, entre outros.
Sempre atraímos atenção de mulher é homem achando que somos gay ou bissexual, por mim tanto faz, na empresa ninguém pode ser homofóbico, preconceito e muito menos racista, se for saiba que será demitido por justa causa. Ainda irei mandar mandar uma carta de recomendação dizendo tudo oque faz aqui para caso ir em outro lugar pedir emprego.
Entramos na minha sala já encontrando o restante dos meninos, Miguel, Mateus e Luan estão distante de nois não sei porque mais irei descobrir de qualquer forma mesmo não sendo de meu interesse. Não trabalham aqui, os únicos que trabalham são Mateus e Miguel por ser mais perto da empresa, apesar de que cada um mora ao dela, além de que, Miguel mora no lado direito e Mateus no lado esquerdo.
Eu: Vamos continuar. - Por fim disse, depois de um silêncio.
Começamos a conversa sobre o assunto que estava me intrigando mais ainda, parecia que me consumia mas.
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