Bônus
Nathan Narrando
Será que convida-lá para sair estaria muito cara que estou gostando dela não como amiga e sim além de amiga?
Termino de me arrumar e passar meu perfume que tanto ela gostava. Saio do meu quarto pegando minhas chaves e indo para o quarto do meu pai, óbvio que ia pedir dinheiro e um pequeno conselho né.
Entro em seu quarto sem pedir para entrar porque sou mal educado mesmo, mentira, sou um anjo. Óbvio que foi ela que disse isso quando dei um presente a ela sem ao menos ser seu aniversário ou algo parecido. Quando entrei em seu quarto vi minha mãe ou não, de calcinha e sutiã olhando para meu pai toda seria e é hoje que eles não fazem nada tenho quase certeza que terá greve de sexo.
Rio com esses pensamentos.
— AAAAA. — Gritou minha mãe. — Tá fazendo oque aqui? — Perguntou indo para o closet.
Eu: Vim falar com meu pai. - Digo.
Gabriella: Ah, sim, então vou sair. — Diz saindo do closet. — Vou deixa-los sozinhos então. Boa noite. — Deu um beijo em meu rosto.
Aaron: Quanto você quer? - Franzi as sobrancelhas.
Eu: Não sei, o bastante para ir à um parque e depois um restaurante? - Perguntei meio óbvio, dou um sorriso de lado.
Aaron: Ira convida-lá para sair? — Assenti. — Toma então, mais leva em um restaurante que é seu preferido pós irá gostar bastante. — Tirou algumas notas e me deus.
Eu: Acha que devo conta-lá sobre o que sinto para ela? - Perguntei indeciso.
Aaron: Deve sim. Mas espera ela dá sinais, você vai saber quando ela dar. - Disse.
Eu: Valeu velho. - Digo e saio rápido do seu quarto escutando o mesmo me xingar.
Desço as escadas pulando de dois em dois degraus e quase caio no último quando vejo meus tios me olhando e olhando para cozinha. Devem estar com fome tadinho deles, foram demitidos.
Mateus: Porque não caiu? Na verdade, porque não se jogou do último, seria mas fácil. - Disse assim que parei na frente deles.
Eu: Sei. Foram demitidos, né? Que pena. - Digo dando um tapinha em seu ombro.
Miguel: Por acha que fomos? - Cruzou os braços.
Eu: Estão olhando para cozinha e até agora não foram até lá? - Perguntei óbvio.
Christian: Garoto para de ser abusado! E não, não fomos demitidos. — Me deu um tapa. — Está indo onde todo arrumado? - Perguntou.
Eu: Não que isso seja da sua conta mas vou convidar minha melhor amiga para sair. — Digo e olho para meu celular percebendo que estou atrasado. — Aliás, já estou atrasado. — Digo saindo de perto deles. — Até otários! - Digo.
[...]
Chego em sua casa e paro na porta ajeitando minha roupa e toco a campainha. Checo meu bafo, sovaco e minha roupa. Tudo está em perfeita ordem.
— Olá Nathan. O que faz aqui? - Perguntou a mãe dela.
Eu: Oi tia, vim falar com sua filha. Ela está? - Perguntei com medo de saber que ela não está.
— Oh, ela está sim. Vá lá em cima querido. — Abriu mais a porta para me deixar entrar. — Ela está tão tristonha hoje. Acho que com você aqui ela não ficará mas. — Diz sorrindo.
Assenti sorrindo.
Subo devagar as escadas sentindo a nervosidade em meu corpo, minhas mãos começam a ficar suadas. Paro em frente a sua porta e dou duas batidas.
Duda: Quem é? - Perguntou em voz baixa.
Eu: Sou eu, Nathan. - Digo.
Logo a porta se abre revelando uma garota no qual não queria ver antes, Duda estava com seus lindos cabelos para o alto, seus olhos tão brilhante na estão mais com eles e sim com um olhar tristonho como a mãe dela mesmo disse. Está com uma blusa minha que nela fica um vestido. Contudo ela continua linda com seu rosto desta forma.
Duda pula em cima de mim fazendo com que dê três passos para trás com a intensidade do pulo que teve. Lhe seguro direito pela bunda mesmo e entro em seu quarto fechando a porta com o pé quase deixando-a cair no chão, sigo para sua cama me sentando com ela em meu colo ainda.
Duda: Estava com saudades, meu amor. - Disse.
Meu amor.
Eu escutei isso mesmo?
Ela me chamou de meu amor.
Porra.
Eu: Também estava baby. Porque está assim? - Perguntei lhe fitando.
Duda: Você não vem aqui faz uma semana e eu achei que não quisesse mais falar comigo. - Olhou para baixo.
Levantei sua cabeça com minhas duas mãos e lhe olhei sério.
Eu: Não vim aqui por medo. — Me olhou confusa. — Eu gosto de você e não do jeito como amiga, e sim além de amizade. — Digo.
Duda: Eu...Eu também. — Afundou sua cabeça em meu pescoço e deu um cheiro. — Eu amo você! — Sussurrou.
Eu: Sério? — Perguntei e ela assentiu. — Eu também te amo! — Digo.
Ela levanta sua cabeça e olho em meus olhos parecendo que quer saber de algo. Dei um sorriso lhe olhando também, começo a passar meu dedo em seu rosto e com este ato ela fecha os olhos. Uma de minhas mãos estava em sua nuca e com isso puxo seu cabelo fazendo com que, ela solte um gemido. Avanço e dou-lhe um beijo lento, calmo, carinhoso e com amor.
Duda coloca suas mãos em meu pescoço e por um descuido meu ela se move em cima de mim, sei que sou menor e que isso não deve ser pensado pelo simples fato de minha idade, ela tendo mas idade que eu lhe faz com que ela tenha experiência com isso. Descolo meus lábios dos seus mesmo não querendo.
[...]
Duda aceitou sair comigo e agora estou à sua espera pós a mesma disse que tinha que hidratar o cabelo e tomar um banho. Em cerca de uma hora depois ela sai maravilhosamente do seu banheiro e com o perfume que tanto ama quando estou por perto, todo dia, ou não.
Eu: Vamos? - Lhe perguntei.
Duda: Sim, para onde vamos mesmo? - Perguntou.
Eu: Surpresa! - Digo.
Saímos de sua casa alguns minutos antes para chegarmos no local onde será o jantar e logo depois irmos à um parque de diversões, em minha mente estava planejado tudo oque era para acontecer e não acontecer, não estava com medo do que podia acontecer e sim o quê não podia né. Pedimos um táxi pós se demorassimo mais iríamos perder nossa reserva.
Quando chegamos lá Duda ficou encantada com os lustre e os espelhos que dava para ver o mar. Sim, esse restaurante não é caro mas as coisas que estão nela são. Conversei com uma mulher e ela nos levou para nossa mesa e nela continha uma rosa azul no quão Duda ama muito, pós bem, foi difícil achar e pedir para coloca-lá ali, ainda pediram um pouco mais de algo que não lembro. Nos sentamos e ela me encarou dando um sorriso meigo que só ela tem, pela minha idade pessoas ao nosso redor nos encaram mais não dou a mínima para eles, se estou com a pessoa que amo não tem porque se importar com quem está em sua volta e sim somente quem está com você em todos os momentos marcantes, entretanto para mim estar com ela vale a pena contudo.
Duda: Nossa! Aqui é tão lindo! - Disse olhando em sua volta, até agora não reparou que estávamos sendo encarados.
Eu: Gostou? - Perguntei.
Duda: Tá brincando? Eu amei! Sério, obrigada por me trazer aqui. - Selou nossos lábios.
Surpresas estão por vim.
Desculpa a demora pra postar gente. Mas, eu realmente quero acabar com essa estória rápido sim, pois é gente à estória está pra acabar! Então eu estou fazendo vários capítulos para sair postando tudo de uma vez, e terá muitas surpresas por vim ainda.
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top