Pulso riscado
Noite fria
Em meu peito a ausência
No meu pulso o risco de poesia
Em minha alma a tal ambivalência.
Triste corte ostentado
Anula a dor do vazio infeliz
E quando todo o sangue houver escapado
Então serei mais um pedaço do céu estrelado.
Pulso riscado pela linha da dor
A tinta de meu sangue enfeita o chão
Então é isso o que é ser um mártire do amor
Esta é a dor que acaricia meu coração.
Mãos frágeis e frias
Se deixam levar com o corpo a perecer
As tristes e belas poesias
Me farão eterna quando eu morrer.
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