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Miguel

Vem, a nossa poltrona é essa me afasto um pouco para a Flávia poder passar e se sentar.

Ainda não consigo acreditar que estamos indo a Paris Flávia se senta e relaxa no encosto da cadeira sempre foi meu sonho de criança ela diz completamente feliz, por saber que daqui há algumas horas vai conseguir realizar o seu tão grande sonho.

E eu estou mais do que feliz de poder estar aqui, ao seu lado.

E agora você vai realiza-lo e comigo me sento ao seu lado. Passo meu braço por cima de seu ombro. Trago-a mais perto de mim. Repouso minha cabeça no espaço entre o seu pescoço e o seu ombro e inalo o seu perfume de flores. Fico embriagado com o seu cheiro. Viro o seu rosto para mim enquanto levanto a minha cabeça só o suficiente, para ficarmos cara a cara, e vejo um sorriso brotar em seu rosto. Passo a mão em seus lábios, ao mesmo tempo em que olho para eles e para os seus lindos olhos castanho-escuro e já não conseguindo mais me segurar, lhe dou um beijo.

Foi breve, mais foi o bastante para poder sentir ainda seus lábios sobre os meus. Seus beijos são como uma droga que eu não consigo controlar. Eu quero mais. Sempre mais. Já estou viciado. E não me importo nem um pouco com isso. Até por que quem disse que eu quero parar?

Só nos afastamos porque começamos a ouvir as instruções da aeromoça, prestamos bastante atenção nela e assim que ela termina de falar, o avião começa a levantar voo.

Flávia que antes estava bem alegre ao meu lado, assim que vê pela janela o avião subindo em direção ao céu logo segura na minha mão, bem forte, que chego até a ver que os seus dedos já estavam ficando brancos com a quantidade de força que ela estava botando neles. Cubro sua mão com a minha. Ela se vira para me olhar e eu dou um sorriso tranquilizador, para ela saber que eu estou bem aqui, ao seu lado. Um sorriso tímido brota em seu rosto e aos poucos ela desfaz o aperto na minha mão.

Ela repousa a sua cabeça no meu ombro e nós começamos a conversar sobre coisas aleatórias. Eu queria que ela se sentisse tranquila, já que é a primeira vez que ela está viajando de avião, e se conversando deixa ela mais relaxada. Nós vamos conversar e muito!

A conversa deu bastante certo. Ficamos conversando por algumas horas, até que eu não consegui ouvir uma resposta de volta, já que havia perguntado a ela que lugar queria conhecer primeiro. E prestando mais atenção o seu peito descia e subia lentamente, de forma rítmica.

Será que ela conseguiu dormir?

Tento olha-la para ver mesmo se ela está dormindo, mas com o maior cuidado possível para não acorda-la. E sim, eu estava certo... aqui está ela, adormecida, com a sua cabeça encostada no meu ombro.

A admiro por alguns minutos, os seus olhos, a sua boca entreaberta, alguns fios de cabelo soltos que cobriam o seu rosto. Os afasto gentilmente, os colocando atrás de sua orelha. Ela é serena até dormindo.

E com isso encosto a minha cabeça na sua, meus olhos começam a pesar e ainda faltavam mais algumas horas de viagem. Acho que não vai fazer mal eu dormir um pouco. Fecho os meus olhos e cochilo.

...........

Miguel? Flávia me chama tentando me acordar. Chegamos - ela pega no meu rosto. Beija a minha bochecha e eu me desperto com o seu toque.

Já? Digo ainda meio grogue por causa do sono. Acho que dormir demais. Faz tempo que você acordou? Pergunto.

Faz ela diz simplesmente e se levanta, passando por mim. Eu fiquei aqui olhando para as nuvens e para você, que dormia tranquilamente ela aponta para a janela e para mim enquanto fala cada coisa que fez.

Parece que o medo inicial de andar de avião passou. Que bom.

E por que não me acordou? Me espreguiço para tentar fazer o sono e a preguiça saírem de mim e assim que percebo que elas saíram, me levanto eu teria lhe feito companhia.

E perder você dormindo? Ela continua andando, só vira um pouco o seu rosto na minha direção, para poder me olhar. Não, essa eu passo.

Tá, então vem consigo ficar ao seu lado, já que ela estava bem mais na frente que eu, e pego na sua mão. Vamos pegar nossas malas.

Saímos do avião e logo fomos para a retirada de bagagem. Esperamos nossas malas aparecerem e assim que as avistamos, fomos pegá-las e saímos do aeroporto.

Entramos num taxi e eu disse ao motorista o endereço do hotel do qual iríamos ficar, ele só concorda com a cabeça e começa a dirigir.

Começo a prestar atenção na minha mulher, sentada ao meu lado, ela estava maravilhada com tudo o que via ao seu redor.

Isso me deixa completamente feliz.

E então, o que está achando? Passo um braço por cima de seu ombro e com a outra mão seguro a sua mão.

Aqui é muito bonito ela desvia sua atenção da janela e se vira para mim, sorrindo.

Que bom que você estar gostando. Puxo-a para mais perto de mim.

Eu estou adorando ela me dar um selinho.

Chegamos no hotel em poucos minutos. Saímos do carro. Pago o motorista e logo entramos dentro do hotel.

Eu já havia feito as reservas, só precisava do check-in.

Subimos para o nosso quarto, que se encontrava no segundo andar. Pego o cartão-eletrônico, deslizo ele entre a porta e antes de abrir a mesma me afasto um pouco para deixa a Flávia entrar, primeiro.

O que você quer fazer agora? Pergunto ao mesmo tempo em que fecho a porta atrás de mim.

Bom, você ainda pergunta... Flávia vem na minha direção andando bem devagar, prestando atenção em cada movimento que eu fazia, o que pelo visto não era nada, já que eu só olhava para ela e para esse seu olhar fixo em mim, no meu corpo. Eu estou hipnotizado, enfeitiçado, pela a minha mulher sedutoramente maravilhosa.

Flávia... consigo dizer segundos depois, quando ela para bem na minha frente, com um sorriso sexy. A puxo para os meus braços e quando dou por mim, já a encostava na parede e sugava o seu lábio inferior.

Flávia agarra o meu pescoço. Pega impulso para levantar suas pernas para prender nos meus quadris e assim que faz isso, puxa o meu cabelo com as suas duas mãos. A pressiono mais com a minha pélvis enquanto dou beijos em seu pescoço.

Miguel... Flávia puxa os meus cabelos, com força, e sua cabeça cai para trás me dando mais acesso ao seu pescoço.

A seguro firmemente nos meus braços e começo a andar pelo o quarto, mas sem nunca parar de beija-la. Percebo que chegamos perto da cama quando o meu pé encosta na mesma, e gentilmente a desço dos meus braços.

Se vira para mim. Deixa eu retirar a sua roupa pego na alça do vestido. Uma alça finíssima para dizer a verdade. Como uma alça dessa finura pode sustentar um vestido desses?

Flávia se vira ficando de costas para mim e eu começo a desatar o flash do seu vestido. Vejo ele deslizar, bem devagar, por cada parte do seu corpo e finalmente cair no chão, ao seu redor.

Começo a beijar o seu ombro, vou de uma extremidade a outra, com beijos molhados e demorados e quando vejo que já beijei toda aquela parte do seu corpo, a viro logo em seguida para mim.

Começo a retirar o meu terno enquanto a Flávia abre os botões da minha blusa. Assim que ela termina com isso, eu a retiro ficando com o meu abdome completamente exporto. E eu sei que a Flávia adora isso, ela já está até lambendo os lábios.

Baby, deite-se. Sugiro e ela faz o que eu peço e enquanto ela se ajeita na cama, eu retiro a minha calça, bem lentamente, e ela assiste ao meu showzinho que eu estou fazendo para ela.

Assim que retiro todas as peças de roupas que me cobriam, ficando completamente nu, subo em cima da cama. Meus beijos começam da ponta do seu pé e eu vou subindo, passando por suas coxas, barriga, seios, braços, pescoço me deliciando e demorando em cada parte. Fico por cima de seu corpo. Beijo sua orelha e ela começa a gemer baixinho, já que eu estou alternando entre o seu pescoço e seu lóbulo enquanto toco em baixo.

Logo em seguida seguro o seu rosto com as minhas mãos. A olho por alguns segundos, seus olhos estão mais escuros do que o normal, eles transmitiam... desejo. Ela aproxima mais o seu rosto do meu, implorando para beija-la, e é isso que eu faço. Os lábios da Flávia são os mais macios, doces e suculentos que eu já provei em toda a minha vida.

Nosso beijo é calmo e delicado. Eu não queria pressa. Eu não preciso ter pressa. Nós temos todo o tempo do mundo. E eu quero amar cada minuto disso assim, ao seu lado.

Assim que paro de lhe beijar, começo a descer meus beijos por todas as partes do seu corpo. Quando termino de beijar suas coxas, me levanto e em um só movimento entro dentro da Flávia, da qual crava suas unhas na minha pele e grita o meu nome assim que eu começo a me movimentar dentro dela, para frente e para trás.

Eu te amo muito sussurro em seu ouvido.

Eu te amo mais ela beija o meu pescoço.

Ficamos mais alguns minutos assim, até que chegamos ao ápice juntos e gritamos o nome de ambos.

..................

Acordo e olho para a Flávia, ao meu lado. Como eu gosto de admira-la dormindo. Beijo a sua testa e me lembro da noite de ontem. Tínhamos feito amor pela a terceira vez antes de enfim, dormirmos saciados.

Oi ela diz se espreguiçando e eu saio do meu devaneio.

Se eu soubesse que meu beijo a acordaria, eu não teria a beijado pego em seu cabelo e tento bota-lo atrás da sua orelha.

Tem certeza disso que você acabou de me dizer? Ela arqueia uma sobrancelha. Você não me beijaria? Sobe em cima de mim ainda com dúvidas quanto ao que eu acabei de dizer, com um sorriso travesso entre os lábios. Tem certeza, Miguel? Ela faz beicinho.

Flávia estava me provocando. Ela está adorando fazer isso e eu estou mais ainda. Na verdade, estou amando.

Não, eu te beijaria sempre toco em seus lábios. Você é muito doce para não ser beijada. Seguro o seu rosto, me estico mais para frente, para que ficássemos bem perto um do outro e quando enfim consigo chegar ao seu alcance a beijo, calmamente, saboreando o seu gosto.

Para onde nós vamos hoje? Flávia pergunta entre o beijo.

É isso que eu quero saber paro de beija-la você não respondeu a minha pergunta desde ontem no seu rosto havia um misto de desentendimento e confusão. Eu perguntei que lugar você queria conhecer primeiro, mas eu não tive respostas suas já que você estava dormindo.

Não acredito que deixei você falando sozinho ela ria, descontroladamente. Tem alguma sugestão de lugar? Ela pergunta.

Oh sim, eu tenho vários... e a gente nem precisa sair daqui do quarto. Mas não vou dizer isso.

Qualquer lugar que você quiser conhecer, por mim está bom, chérie (querida) ela sorrir ao ouvir essa palavra saindo da minha boca. Já estou aprendendo, Flávia. A olho para ver se ela tem alguma coisa a dizer a respeito do passeio, quero que ela escolha tudo aqui. Quero realiza-la. Nossa lua de mel tem que ser perfeita, e se eu puder fazer isso por ela, já serei um homem realizado.

Eu quero conhecer a Torre Eiffel Flávia diz depois de alguns segundos, toda alegre. Se levanta de cima do meu corpo e corre em direção ao banheiro.

Ok meu sol, tudo o que você quiser... também me levanto da cama e vou atrás dela.

Hoje vai ser um dia e tanto.

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