A saída
De volta ao elevador, Mia desceu até ao átrio do hotel. Encaminhou-se a recepção e entregou as chaves do quarto. Sentia-se ansiosa enquanto se dirigia ao balcão.
Tinha combinado almoçar com a sua amiga no restaurante do hotel, e dirigiu-se lá.
Ao lá chegar, procurou rapidamente Marta. Encontrou-a numa mesa discreta ao fundo da sala, e dirigiu-se a ela. Enquanto percorria a sala já Marta se deliciava com o seu andar, com o dançar do dourado cabelo de Mia e o olhar azul desafiador. As pestanas pretas que delineavam os olhos azuis de Mia davam o aspeto de rímel, mas era tudo natural. Os lábios cerrados e grossos davam a sensação de que Mia estava constantemente preparada para beijar, e isso hipnotizava Marta, e apesar de ela conhecer bem aqueles lábios estava ansiosa por novamente os beijar.
Mia ao beijar Marta foi invadida pelo perfume adocicado de Marta, aquele perfume que conhecia tão bem: tinha sido ela a oferecê-lo, era a cara de Marta! Mia deu-lhe ainda um suave beijo no pescoço, fazendo Marta se arrepiar, deixando as duas a sorrir e excitadas. Mia sabia como deixar Marta de guarda baixa e a latejar.
Sentaram-se e Mia diz-lhe:
- Estás lindíssima! Ainda bem que pudeste vir ter comigo. - Marta sorriu corada e respondeu-lhe:
- Confesso que já tinha saudades tuas... Como podia recusar a tua oferta? - Mia sorriu satisfeita.
Mia sabia que o que tinham era especial, uma ligação única. As suas vidas não lhes permitiam compartilhar o dia a dia, mas ia permitindo estes encontros casuais, e isso era o suficiente para ambas. Almoçaram e dirigiram-se ao bar do hotel para tomar café. Ainda estavam a decidir se deviam ir passear, aproveitar o bom tempo, ou se cediam aos instintos e se se envolviam já ali... Era, sem dúvida, uma proposta tentadora, mas Mia tinha outros planos. Nunca ficava no mesmo quarto, com uma infinidade de quartos no hotel, para que complicar e monotizar? Latejavam de ansiedade... de saudade... Só se queriam acariciar e encaixar uma na outra... Não resistiram e foram diretas para o quarto. Era uma relação puramente carnal, sexo puro, sem cobranças, onde podiam descarregar toda a tenção desde o último encontro, um bom acordo para as duas.
Quando fecharam a porta, Marta não resistiu mais e encostou Mia a parede, e começa a beijá-la no pescoço: uma mão desliza até aos negros cabelos de Mia, enquanto a outra desliza suavemente até a coxa puxando-a suavemente para Marta. Marta queria o néctar de Mia, era algo que a deixava descontrolada: queria mais e mais.... Quanto mais Mia se excitava, mais Marta a desejava!
A mão de Marta passou rapidamente para o clitóris de Mia, desceu até a sua vulva, acariciando-a para depois suavemente deslizar um dedo para dentro dela, fazendo-a perder as forças e soltar um gemido. Marta beija-a vigorosamente no pescoço, enquanto desenha pequenos círculos no clitóris de Mia: finalmente! - pensava Mia. Neste instante de êxtase, Mia atingiu o orgasmo e sentiu-se arrepiar toda o que a excitou ainda mais; Marta sentiu-se no poder, sentindo-se mais excitada que nunca: Mia era sua, toda sua naquele instante! Nada as atrapalhava, não havia trabalho, nem conhecidos, por breves instantes era só sua... Nada mais importava! Queria dar-lhe prazer, queria-a toda para ela! Naquele instante, Mia empurrou suavemente Marta para a cama enquanto lhe despia a camisola e o sutiã. Beijou os seios, desceu pelo ventre até chegar ao umbigo e começou a despir as calças de Marta. Beijou a sua perna do artelho até a virilha, em beijos suaves e molhados. Marta estava em êxtase, prestes a puxar Mia para ela, quando esta lhe beija o clitóris depois de tirar toda a roupa, e Marta sente um arrepio e quando Mia puxa com os lábios o clitóris suavemente, Marta deixa-se levar e tem o seu orgasmo.
Mia desfruta aquele momento prazeroso e encaixa o seu clitóris no dela. Roçam clitóris em clitóris até as duas atingirem o orgasmo ao mesmo tempo, gemem de prazer, agarrar-se uma a outra beijando-se e desfrutando daquele momento. Entreolham-se carinhosamente, abraçando-se. Deitaram-se lado a lado, disfrutando daquele momento, como se não existisse mais nada.
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