🥂|Capítulo 18|🥂
O jantar deles terminou super bem, e assim que chegaram na casa de Keonhee os dois subiram para o quarto e puderam deitar agarradinhos na cama, até que ambos se entregasse ao sono, e o cansaço do dia.
No dia seguinte, os dois acordaram bem, Seoho estava sentado a mesa quando o mais velho se aproximou de si, beijando seu pescoço fazendo o mesmo sorrir involuntário com o ato.
— Bom dia meu amor. — O menor olhou para o mais velho, que mesmo em roupas de andar em casa estava simplesmente elegante.
— Bom dia amor. O café está servido. — Indicou a mesa servida a eles, e sobre sua frente o copo de iogurte que ele bebia.
— Está apenas bebendo um iogurte amor?— O menor negou rindo.
— Estava esperando você. — O mesmo sorriu novamente e se sentou a frente de si, para começarem a comer.
— O seu hyung mandou mensagem?
— Sim, ele disse que a boate está fechada para a construção. Então minhas férias estão aí. — O mesmo sorriu em ver sua alegria. — Ele também disse que o homem que veio falar comigo queria me ver novamente, ele parecia aflito que querendo uma conversa séria. Então eu disse que era para ele marcar um horário pra mim na empresa dele.
— Hum, o que será que ele quer?— Havia sim uma pequena pitada de ciúmes do maior naquela frase, porém Seoho ainda estava perdido em suas dúvidas que nem tinha percebido.
— Eu não sei. Mas acho que a coisa é seria. Você leva eu lá amor?
— Claro meu anjo. Eu me sentiria melhor se eu acompanhasse você. Sabe precaução. — Seoho franziu a testa e logo acabou rindo.
— O meu oppa com ciúmes é muito mais gostoso.— Keonhee sorriu sapeca ao ouvir aquela frase.
— E o oppa gostoso pode pegar o bebê de jeito aqui na cozinha?— Seoho corou com sua pergunta.
— Konny, tem gente na casa!— O maior riu do desespero alheio.
— Mas eles não vão ver, você senta aqui no meu copinho e eu te fodo bem gostoso. — Seoho acabou gargalhando.
— Não, obrigada pela oferta. Mas eu quero chegar na reunião inteiro e não mancando com meu bumbum doendo. — Keonhee murchou as esperanças enquanto Seoho deitava na risada.
Após o café de ambos, Seoho havia subido as escadas e trocado de roupa, junto do amado. Depois seguiram para o carro que estava na garagem e foram para a empresa do senhor Kim. Seoho olhou a mensagem que o senhor Han enviará para si, e assim que olhou para frente já estava na frente do prédio, Keonhee parou o carro no estacionamento.
Saíram do carro, e seguiram para dentro do prédio, assim que na recepção deram seus nomes a mesma liberou a entrada deles e ditou o andar que o senhor Kim estaria esperando.
— Eu estou um pouco nervoso. O que será que ele tanto quer comigo?
— Quem sabe seja alguma vaga de emprego amor. Ou alguma ideia com a boate. Não sei dizer ainda. — O menor abaixou a cabeça, e Keonhee entenderá que aquele sinal era o pânico lhe vindo visitar, então abraçou o corpo do namorado de lado e beijou sua testa fazendo Seoho encarar ele. — Fique calmo, eu estou do seu lado.
— Obrigado amor. — Ambos saíram do elevador quando abriu a porta, e na frente da grande porta do escritório de Minjun estava o mesmo com um sorriso carinhoso nos lábios.
— Seja bem vindo Lee Seoho. — Estendeu a mão para apertar a dele num cumprimento de recepção.
— Obrigado senhor Kim, o que deseja comigo?— O mais velho abriu espaço para que ambos entrasse na sua sala.
— Vamos entrar, quero conversar com você mais tranquilo. — Seoho olhou o amado e entrou, sendo seguido pelo mesmo, vendo uma bela mulher, a mesma era idêntica a si, seus cabelos longos morenos, e seus olhos como jabuticabas em formatos apertadinhos. Era quase como ele na versão feminina. — Essa é minha esposa. Kim Leeseo.
— Prazer rapazes. É uma honra conhecer o jovem. É tão belo quanto meu marido falou. — Seoho corado se curvou diante dela em sinal de respeito.
— Que isso senhorita. Eu fico honrado com seus elogios. — ela estendeu a mão.
— sentem meus amores. Ele é seu namorado?— Seoho concordou.
— Sim, sou o Lee Keonhee, namorado do Seoho. E dono da empresa mais famosa da Coreia. — Ela sorriu mais animada ainda.
— Vejo que o jovem tem um belo gosto, o mesmo além de bonito é um cavalheiro. — Seoho sorriu concordando, Keonhee era quase como um conto de fadas que surgiu em sua vida.
— Bom, agora que estão todos aqui, Seoho o assunto que vim tratar com você é um pouco mais pessoal. Entrei em contato com o orfanato, e a madre que né atendeu dissera que você foi entregue nessa data aqui. — estendeu um papel com todos os dados do Seoho, Keonhee achou aquilo muito estranho, e Seoho olhava tudo com cuidado.
— E o que tem? Por que entrou em contato com esse local?
— Digamos que eu, tive um menino, quando engravidei eu dei a luz a um menino. Porém, ele não era desejado por minha mãe e nem pelos pais do Minjun. Então, ele foi tirado de mim assim que ele nasceu. — Seoho olhou a mesma confuso.
— e o dia do nascimento do nosso menino foi no dia que você nasceu. Então fui mais profundo no assunto e ela disse que existia sim identificação na sua pulseira. Porém nunca quiseram te contar por conta de quem entregou você.
— Espera. Como assim? Onde querem chegar?— Seoho estava nervoso e estava confuso com tudo aquilo. Keonhee segurou a sua mão em um ato de lhe acalmar.
— Leia o papel. Está tudo o que foi registrado quando você chegou. O nome dos seus pais e o seu sobrenome real. — O menor olhou para o papel, quem sabe temeroso, poderia ser eles os seus pais. Seus olhos então foram vendo linha por linha. O nome dos pais, era os deles. O nome da madre. De quem abandonou ele no orfanato. O valor oferecido para ser apagado do registro. O sobrenome real de Seoho. E o atual dado para ele após a saída do orfanato. Seoho sentiu o mundo sair de seus pés.
— Quem entregou você para o orfanato foi a minha mãe, ela era contra meu namoro com seu pai. E eu por anos. Anos procurei o meu filho. Minjun até dissera que seria loucura ainda acreditar que ele estaria vivo. E você estava bem na frente dos nossos olhos. Esse nome Seoho, foi eu que escolhi quando soube do Sexo. Eu achei que homenagear meu avô seria a coisa mais perfeita do mundo. Nem tanto o sonho dele era de ter um menino para chamar de Seoho. E não meu pequeno. Isso tudo não é mentira e não estamos brincando com você. — Seoho estava a beira das lágrimas, eram tantas perguntas, porém metade delas estavam já respondida por sua verdadeira mãe. Ele levou a mão aos lábios abafando o choro amassando o papel com a outra mão.
— Eu nem estou acreditando nisso. — comentou rouco, os mais velhos estavam igual. Não tinha como contar aquela história e não chorar. — Por tanto tempo achei que não tinha família. Que nunca teria mãe e nem pai. E agora, aos meus dezoito anos de vida eu consegui. Eu pude ver meus pais. Meus verdadeiros pais.
— Meu garoto. Não sabemos por tudo que passou. E claro que não vamos suprir seu sofrimento. Sabemos que fomos falhos e você não imagina nosso sofrimento. Não pudemos mais ter filho depois de ter você. Por que nossa vida inteira se foi quando fora tirado de nós. Eu sei que é difícil acreditar. Mas eu realmente sei que é meu menino. Não tem como negar isso entre nossa aparência. Uma mãe nunca esquece seu filho.
Minjun se ergueu da cadeira e abraçou Seoho junto com a sua esposa. Seoho em lágrimas gritava as palavras que tanto sonhou em dizer. Keonhee sorria entre as lágrimas, era tão belo saber que seu amado era de uma família. Era de uma classe social alta e ainda mais, ele podia agora dizer que tinha uma mãe e um pai. Ele tinha um abrigo, um carinho a mais que o seu e do hyung que o ajudou por todo esse tempo. Parecia que sua vida tinha sido o amuleto da sorte de Seoho. E que agora ele iria ver o sorriso mais lindo do mundo naquele rostinho angelical.
— Eu nem sei o que dizer. De verdade estou totalmente sem palavras. —. A mulher sorriu passando a mão sobre seu rostinho secando sua lágrimas.
— Não precisa dizer filho. Apenas viva agora mais feliz. Com nós e o seu namorado bonitão. — Seoho acabou gargalhando e concordando ao mesmo tempo.
— Eu sou o jovem mais feliz desse mundo inteiro. Obrigada por me acharem e me contarem a verdade. Eu amo de mais vocês. — Se abraçaram novamente, e dentro de mais algum tempo os dois jovens saíram pela porta sorrindo. Seoho estava finalmente feliz, pegou o telefone e ligou para Han e contou tudo que aconteceu vendo a vibração do mesmo na linha, era o momento mais feliz e keonhee sonhava agora terminar com chave de ouro a noite. Agora que ele sabe que seu amado era o Kim Seoho e não o Lee Seoho. Ele estava mais que feliz. Ambos estavam assim.
Porém, sei bem que essa noite não iria ser um mar de alegria, e que algo estava a espera de ambos, o arrepio percorreu a minha coluna só de saber que algo maléfico estava aguardando a chegada de ambos naquela noite.
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