23| Inseguros.
— Consegui passagens para amanhã mesmo. Vamos sair desse país, finalmente! - Nos informou,Queilen. — É bom fazerem logo as malas. Tipo agora. Não quero ficar mais nenhum dia aqui.
O mal humor ainda a dominava. Ela até que se divertiu aqui, então foi de boca pra fora. Segui seu conselho/ordem. Simplesmente, guardei as roupas que eu havia usado. As outras, nem ao menos saíram da mala.
Coloco a espada junto as vestimentas. Meu medo era todos que poderia acontecer. Arranhar, sumir. ( Foram os que me vieram a cabeça. ) Eu não gostaria de voltar a ir naquele templo tão perdido.
Assistimos um pouco de vídeos do YouTube. Porque assistir programas japoneses, sem entender nada, era estranho.
Ficamos mais ou menos vinte minutos assistindo até cair no sono. Por mais longo tempo que dormimos lá, parecia que sofríamos de insônia de tão pesados que nossos olhos estavam.
Ao amanhecer..:
— Bom dia. - Digo sonolento.
— Bom dia. Vamos sair daqui que horário,Queilen?
— 9:00 horas em horário japonês. E talvez, chegaremos lá de noite ou prestes a anoitecer.
Coloco roupas leves e ao mesmo tempo aleatórias, não tinha tempo de escolher.
Treze minutos necessários; pegamos nossas coisas — Coisas dizendo, malas — e descemos para a recepção. Lá, nos despedimos de Ashuzia, a recepcionista que nos atendeu desde o início. E até da outra que não falava português, porque sabíamos falar uma das únicas palavras em japonês:
— Saionara!
Andei de costas até a porta, para apreciar aquele lindo hotel pela última vez. Eu sentia que não botaria meus pés aqui novamente. Não seria mais preciso.
Lá, o táxi que ia para o aeroporto nos aguardava. Canster e Queilen entram, e eu esperando por Hyde. Combinamos no dia anterior por SMS de se despedir um do outro. Mas não, ele não apareceu.
[...]
Finalmente! Dentro desse aeroporto gigantesco outra vez. Sinceramente, o 'gelo' que Hyde me deu me decepcionou. Causando uma incrível mágoa por cima de uma leve raiva.
Fomos até a funcionária para ver se nossos nomes estavam na reserva. Ela balança a cabeça em sinal de "sim" e mostra nossos nomes reservados. Você não vai vir mesmo né? Sinto muito. Pensei.
Ouço gritos abafados de alguém desesperadamente gritando por mim. Olho para os lados mas não vi ninguém que chamasse a minha pessoa. Passo pelo detector de metal e minhas malas também. Não detectaram nada ao revista-las. Um alívio e problema a menos.
Foi isso. Nada dele. Nada de alguém chamado Hyde. Antes que eu colocasse meus pés na escada para subir e embarcar, ouço novamente gritos por mim. Mas dessa vez, vejo, vejo alguém correndo com todo seu fôlego se esgotando em minha direção. ERA HYDE! Mas... Não... Por que?! Não..:
— Senhor, tem que embarcar agora! - Me avisaram.
Barraram Hyde. Ele parecia estar desesperado, como se quisesse me contar algo necessário a saber!
— Eu preciso falar com aquele moço! - Falei apontando.
— Não. Agora entre,senhor!
Sentamos nas poltronas. Eu precisava saber o que ele queria me dizer... Então, troco de lugar com Canster que estava na janela. Mesmo longe, tento ler o que ele dizia. O que conseguir ler, era: " Vá, porque, será." Apenas...
VISÃO HYDE:
— Senhor, não pode passar!
— Mas eu preciso falar urgentemente com uma pessoa que está naquele avião!
— Lamento. Mas tem que se afastar.
Hyde olha para Karley e, repete o mais devagar que consegue o que a Cigana havia lhe dito:
— Não vá! Porque será seu fim! Você vai morrer! MORRER!!!
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