10| Cigana

Resolvemos não ir hoje pra lá. Primeiro, por nossa segurança, decidimos ir para uma loja espiritual comprar armamento.

Nos arrumamos e partimos.

A loja era pequena, mas com bastante coisa útil que era necessário. Vou até a uma funcionária, ou mesmo dona da loja e pergunto:

— Oi, você vende algo que seja forte o suficiente para enfraquecer um demônio?

— Olá, Karley,temos sim. Algo compatível a Ragatã, é esse totem. Ele prendi o demônio no inferno por poucos minutos, mas acredito que irá ajuda-los.

— Como sabe meu nome? - Perguntei.

— Óh,garotos, eu sei de todos vocês. Os espíritos, digo, Ana me contou.

— Quanto cus... - Tentou perguntar,Canster.

— É por conta da casa. Pegue um pra cada e boa sorte! - Nos desejou enquanto íamos embora.

Mais uma cigana, talvez seria bom para nos informar. Só talvez.

Voltamos para casa. Acho que só o totem era mais preciso no meio de todo armamento. Eu já tinha algumas armas em minha passagem secreta, e assim pego-as e coloco sal. Queilen pegou uma mochila grande para cada, que era para pôr as armas. No máximo, cada um estava com seis armas. Não sei porque, mas fiz com que levassem bala de prata. Quem sabe a próxima criatura que poderia surgir.

Enquanto Queilen fazia comida, Canster estudava sobre anjos, demônios, espíritos... Eu procurava estrelas, de rituais, e seus significados para o caso de ser preciso.

Um tempo depois, tipo uma hora e meia, Queilen nos chama para almoçar:

— Hum... Parece estar bom. Obrigada pela refeição,amor.

Sei, sei que é difícil eu chamá-la de algum apelido carinhoso. Mas era tanta coisa, que sem pensamentos ruins, a gente não ficava.

— O que vamos levar para comer? Isso se vamos. - Disse Canster.

— Olha, comida não é recomendável. Melhor goloseimas mesmo não dando aquela força que vamos precisar. - Disse ela.

Tudo arrumado. Poderíamos ter esperado o amanhã, mas seria melhor hoje. Então, a invasão começaria. Sim, invasão porque... íamos tentar entrar sem o guarda ranzinza nos avistar. O problema era como.

Saímos da casa. Queilen tranca a porta e entramos no carro. A galeria de arte fecharia as 23h, como faltava seis minutos pra dar o horário, talvez desse tempo de entrar lá e ele nem ver. Depois, era outra pergunta. Como iríamos sair?

Chegamos. Colocamos o carro bem distante do guarda ranzinza. Descemos, e com cautela, espiamos-o. Ele falava no telefone celular, dava pra ouvir tudo:

— Oi? Pode falar. Falta apenas alguns minutos e já vou embora. Tá. Pode deixar. Aham. Olha, falta pouco pra fechar. Só irei no banheiro e já vou. Tá,beijos,tchau!

Opa,uma coisa boa, uma ajuda indiretamente:

— Ouviram? É nossa chance! - Disse Queilen.

Corremos até lá e entramos! Vimos câmeras de segurança, que filma próximo a onde teríamos que passar.

Queilen sugeriu:

— Chame Ana!

— Por que? Pra passar de uma câmera? - Sussurrei.

O segurança estava vindo. As portas eram de vidro, então daria para enxergar tanto dentro quanto o reflexo de fora.

— Chame-a logo,Karley! - Exclamou Canster.

— Pra que?! - Sussurrei.

Os passos se aproximavam, e de repente, o segurança nos avista.

— Ei! O que fazem aí?!

— Ana!

Fomos teleportados para dentro do quarto. Como? Ana chegou a tempo! Nos salvou de policiais e mais atraso.

— Agradeço,Ana.

— Eu não posso salva-los de motivos estúpidos. Mas ainda bem que cheguei a tempo. Quando for realmente algo que precise de ajuda, muita ajuda, não enrole, tá? - Encerrou desaparecendo.

— É... Tá bom então né. - Disse.

— Ouviu,Karley?! - Disse Queilen ao jogar a mochila em minha barriga.

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