10(capitulo final)| Olhos pretos
- Já pensaram que em todo esse ocorrido,a Kaytlen foi a única que não foi afetada? Tipo,ela jogou com a gente,e nada aconteceu com ela... - Disse Karley.
- Sim! E ainda mais que... Sabe... Senti que ainda vamos ser atormentados. Não consigo sentir aquela paz maravilhosa!
- Pois é,Queilen. Já investigamos casos assim uma vez,então,vamos novamente... - Deu a última palavra, Canster.
Sentaram na mesa dá cozinha. Pegaram as imagens dá call em vídeo de ontem e, olharam cada movimento estranho se quer. Na hora dá passagem do homem, encapuzado, ele olha para a webcam:
- Ei,deixe a imagem mais lenta e depois congele.
Com a imagem congelada e, um pouco de concentração, uma coisa é reconhecida.
- A-aquele rapaz! Ele... Ele está com os olhos completamente pretos! Sem branco,um olhar obscuro.
- Sim,Canster! Então... A Kaytlen está em perigo?! Aí meu Deus!
Resolvem ligar para Kaytlen.
*Chamando*
- Alô?
- Kaytlen,volte para o Brasil! É-é urgente!
- Estou descendo do avião. Encontro vocês na praça em frente a sorveteria.
- Tá,mas...
- Tchau! - Disse desligando na cara deles.
Trocam olhares. Respiram fundo.
- Canster,você aprendeu como hackear e "tal's" né?
- Um pouco... Mas,do que está falando exatamente?
- O Karley quer dizer Canster, se você poderia hackear e ter acesso as câmeras de segurança do aeroporto.
- Ah,sim. Vou ver. Mas, alguém sabe em que aeroporto ela desembarcou?
Mexem os ombros em sinal de não saber. Preocupados, vão para cada canto dá casa pensar em uma solução. Karley,vai ao banheiro tomar algumas pílulas contra dor de cabeça. E, encontra Ana novamente:
- A-ana? O que faz aqui? Não vê que não estou pra papo?!
- Karley,eu vim te ajudar!
- Pra começar. Foi você que nos meteu em toda essa furada!
Ana, percebe que o estresse dele é por conta dos medicamentos, então,fica serena.
- Karley,a Kaytlen...
- Ah! Você não entende mesmo né?! - Disse saindo do banheiro.
Ele senta no sofá ao lado de Queilen. Canster não estava na sala. Mas,nem perceberam sua ausência. Cansados dos problemas,tiram um cochilo.
Ao se passar três horas...
- Gente! Acordem!
- Aí.. O que foi,Canster?
- A Kaytlen acaba de chegar na sorveteria!
- Como você sabe disso?
- As câmeras... Eu tive acesso! Agora vamos!
Colocam uma roupa mais decente, se arrumaram. Mas, Queilen os lembra de uma coisa totalmente necessária:
- Ei,galera. Vocês não querem levar sal ou algo do tipo? Só pra prevenir.
- Ah,sim. É uma ótima ideia.
Pegaram sal,somente. Pois, sentiam que a corrente que Canster deu, funcionária.
Nada mais de enrolar. Pegaram a chave do carro e partiram. Logo na entrada,é possível avistar Kaytlen,bem séria,por sinal. Saíram do carro trocando olhares e,entraram tentando não demonstrar medo:
- Oi,Kaytlen. - cumprimentaram.
- Ah,oi. É.. Vamos para a casa de alguém? Esse lugar é um nojo!
A Kaytlen não reagia assim. Realmente tinha algo de errado.
Entraram no carro novamente,mas, dessa vez foram para a casa de Karley:
- Lar doce lar! - Disse Karley abrindo a porta.
Todos entraram,menos a Kaytlen que estava conversando com o cara encapuzado!
- Ei,Kaytlen,quem é esse cara encapuzado? - Perguntou Queilen.
Kaytlen se vira,com os olhos pretos. O rapaz começa a se aproximar.
- Ele?
- Prazer,me chamo Cãrniesley.
O fim?
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top