• Love
Oi!
Como prometido, aqui está a one em agradecimento aos 1k de pessoinhas em minha família 🥺vocês são incríveis demais, juro.
Me perdoem qualque erro de ortografia! Revisei o capítulo, mas posso ter deixado passar qualquer coisinha.
Não esqueçam de deixar o votinho e comentarem sobre o que acharam da obra, é de sumir importância para mim!
Boa leitura 🤠
𓍯ㆍ⧫⬧⬥⬩
— Alô?— Atendi a ligação, segurando a risada quando meu melhor amigo soltou um barulho engraçado.
— Alô?! É assim que você me trata agora?! — Fez drama, assim que eu imaginei que faria — Lembro-me da época que você me amava.
— Tae!— Sorri, negando com a cabeça — Não seja assim, idiota, sabe que te amo.
— Não é o que parece, você só me liga para falar daquele bonitinho que trabalha contigo, ou dizer coisas chatas do seu trabalho.
Taehyung é o maior confidente das coisas que falo, dos desejos sujos que tenho em relação ao meu assistente; Jeon Jeongguk, um garoto lindo.
Me recordo da primeira vez que nos vimos, ele estava tão apressado para não atrasar-se para o emprego que um velho tarado havia lhe oferecido, no meio da rua, que nem notou quando caiu em cima de mim. Foi cômico sua reação naquele momento, suas bochechas fofas ficaram tão, mas tão vermelhinhas, que riu bobo toda vez que me recordo daquele pequeno incidente.
"—M-m-me perdoe, senhor!" foram as primeiras palavras que ele me disse, e logo depois disso, o arrastei para minha sala quando soube o porquê dele estar tão apressado e praticamente me atropelar com seu próprio corpo.
Senhor Choi, um dos velhos acionistas da empresa que comando, o encontrou na rua e lhe disse para vir aqui que lhe daria um emprego.
Eu sabia que era mentira, meu pai alertou-me antes de se apresentar, disse para tomar um certo cuidado com o velho, já que ele já foi avistado várias vezes entrando em seu carro acompanhado por outros garotos bem mais jovens que ele. Não disse nada ao meu progenitor, já que se o velho tentasse algo comigo, o mínimo que receberia era um não.
Por motivos desconhecidos, não deixei de maneira nenhuma que Jeongguk fosse de encontro com o velho, disse a ele de maneira bem explícita e realista o que o velho desejava com o mais novo. Ele sequer tem poder para fazer contratações na empresa.
"Se quiser sair daqui e ser mais um dos garotos fodidos pelo Choi, fique a vontade, senhor Jeon. Mas, se quiser um emprego de verdade, assine os papéis de contratação e seja meu assistente"
Sua expressão foi hilária, tão vermelho que se igualava a um tomate maduro. Fofo.
— Jimin?! — A voz de Taehyung me trouxe de volta ao presente, suspirei, relaxando na poltrona — Estou te chamando faz tempo, seu bocó! Para de idealizar seu assistente pelado e presta atenção na nossa conversa!
E ele não está errado, mesmo que eu não esteja idealizando Jeongguk pelado em minha frente, agora. Não tenho culpa se aquele desgraçadinho fofo ocupa a maior parte dos meus pensamentos.
— Quer sair para tomar um café mais tarde?— Chamei, esperando uma resposta sua. Taehyung soltou uma risada com certa ironia.
— Você sabe que eu odeio café! — Ri novamente, amava quando ele agia daquela forma engraçada — Prefiro ouvir você falando de como seu secretário é fofo.
— Eu não falo que ele é fofo. — Franzi as sobrancelhas, Taehyung era fofoqueiro demais.
— "Ah,Tae! Você precisa vê como ele fica fofo coradinho! As bochechas dele são tão gordinhas que me dá vontade de apertar sempre que ele sorrir!", " Seus dentinhos da frente, Tete! É tão fofinho quando ele sorrir daquele jeito!" — Ele fez uma voz irritante, revirei os olhos. — É sério, Jimin.
— Eu não falo assim.
— Não?— Questionou, me provocando. Respirei fundo.
— Ok, Jeongguk me deixa desorientado às vezes, confesso. — Isso era tudo que eu podia dizer.
— Desorientado? Ih… Lá vem você…
— Taehyung, eu juro que me seguro toda vez que ele entra aqui, em minha sala, e fala daquele jeito tão inteligente!— O interrompi. Suspirei, colocando para fora, mais uma vez, toda a euforia que sentia quando via Jeongguk — Minha vontade é de debruça-lo sobre minha mesa é fodê-lo até ele esquecer o próprio nome — Confessei baixinho, negando com a cabeça — Assim como sinto vontade de cuidar de cada partezinha sua, sempre que ele me conta algo sobre sua vida enquanto ainda morava com os pais. Fico confuso com meus próprios sentimentos. Jeongguk não sabe a maneira que me afeta.
— Você tá tão apaixonado, cara! — Ele disse então, me revelando algo que eu mesmo não quis aceitar.
Apaixonado. Apaixonado logo por Jeongguk. Logo por ele.
Não que tenha problema nisso, os maiores problemas são ele não poder saber e muito menos meu pai. De resto, eu estou tranquilo de estar apaixonado por quem eu ao menos imaginaria.
Tranquilo.
Desejo deixar essa paixão as escondidas por um tempo.
— Jimin? — Taehyung chamou minha atenção novamente, pelo seu tom de voz eu conseguia saber que ele estava quase dando risada.
— Não estou apaixonado — Mesmo com todos os indícios indicando que não estou apenas apaixonado por Jeongguk, eu neguei. — Só… Atraído.
— Sim, claro que sim. — Ele soltou uma risada soprada — Atraído pelo garoto a mais de cinco meses.
— Não tem culpa se ele é tão bonito ao ponto de me fazer perder o interesse em qualquer pessoa que não seja ele.
— Daqui algum tempo você vai estar chamando ele de amor, já vejo tudo!— Taehyung soltou uma risada mais alta que a anterior. Revirei os olhos.
— Olha aqui-
Parei abruptamente quando a porta de minha sala bateu do nada, me deixando meio assustado. Jeongguk já foi embora e ninguém entraria aqui sem bater antes.
Ou…?
— Taehyung, te ligo mais tarde!
Antes que meu melhor amigo me respondesse, dei fim a ligação e me apressei em levantar. Caminhei para fora da sala e minha respiração travou quando abri a porta.
A mesa onde Jeongguk trabalha fica em frente a porta da minha sala, fiz questão de diminuir o tempo de caminhada dele para chegar até mim. Mas, naquele momento, tudo que eu queria era não vê-lo ali.
— J-Jeongguk? — Gaguejei, vendo a forma afobada que ele guardava algumas coisas em sua mochila.
Ele ouviu? Ele não pode ter ouvido!
— D-desculpe, senhor Park. — Suas mãos estavam tremendo, pude notar a dificuldade que ele colocava alguns papéis empilhados na mesa — E-esqueci de esses o-outros relatórios para o s-senhor — Ele não me olhava, nem mesmo quando se aproximou o suficiente para me entregar os relatórios que estavam faltando. Quando ele iria se afastar, segurei em seu pulso com a mão livre.
— Jeongguk, espera.— Pedi, respirando fundo e torcendo para que ele não tenha escutado o que eu disse — Você… Você ouviu?
— S-senhor Park… — Soltei seu pulso, não quero que ele fique desconfortável comigo. Esperei que ele dissesse algo, mas tudo que fez foi continuar com a cabeça baixa. — Sinto… S-sinto muito, não queria invadir sua privacidade. Desculpe.
Não quero que se desculpe!
— Jeongguk-
— T-tenho que ir! — Ele me interrompeu, correndo em direção ao elevador sem ao menos me dar a chance de explicar toda aquela situação.
Não tive tempo de acompanhá-lo, sequer conseguia mover meu corpo quando vi ele se afastar. Era possível sentir a textura macia de seu pulso, em minha mão. Suspirei.
Tinha estragado tudo. Estava tudo errado.
—Droga! — Bati a mão na testa, negando com a cabeça.
Tudo que eu queria era correr até ele e abraçá-lo, beijar suas mãos trêmulas, dar um jeito naquela timidez que ainda existia nele.
Jeongguk viveu vinte anos de sua vida na casa conservadora de seus pais, pelo pouco que ele havia me dito, seus pais eram rígidos e completamente indiferentes a qualquer argumento que não eram os mesmos que os seus. Me sinto mal às vezes, pois um menino tão bom como Jeongguk viveu tanto tempo rodeado por comentários maldosos e ruins. Gostaria de conversar com ele mais vezes, mesmo que ele não consiga expressar verdadeiramente os sentimentos que sente.
Agora, ele mal olharia em meu rosto, mesmo eu sendo seu superior — profissionalmente falando— Jeongguk voltaria a me tratar como tratava no início, apenas seu chefe a quem ele deve obediência, foi o que ele mesmo me disse um mês depois de aceitar o emprego aqui. E eu não quero isso, quero pelo menos ter um diálogo amigável com aquele garoto tão bonito…
Eu fui pra casa naquele dia completamente desanimado, queria ligar para Jeongguk e perguntar se ele estava bem, como havia sido seu dia de folga e se comeu bem. Confesso que minha preocupação com sua saúde é bem maior que a preocupação que tenho com a minha própria, mesmo negando a todo custo para Taehyung, não estou apenas apaixonado por ele.
Eu o amo.
[... ]
Acordei sem ânimo algum, torcendo para Jeongguk aparecer hoje na empresa para que eu pudesse pedir desculpas por todas as palavras obscenas que ela havia escutado. Não me arrependo de dizer aquilo, já que é desejo meu cumprir cada coisinha que havia dito, mas com o consentimento total do garoto. Saber que aquilo o deixou desconfortável ao ponto de sequer olhar em meu rosto, me deixa tão decepcionado comigo mesmo.
—Bom dia, Senhor Park — Lee me cumprimentou como sempre, sorri para ele e entrei no automóvel, esperando que ele seguisse em direção a empresas.
Quando estávamos seguindo o caminho de sempre, do prédio onde moro até a empresa, passamos em frente a uma floricultura. Como se uma lâmpada iluminasse meus pensamentos, pedi para Lee voltar até aquela lojinha rapidamente.
— Obrigado, senhora! — Sorri para a senhorinha assim que ela entregou-me a rosa que havia pedido, uma única rosa branca e uma pequena caixinha de bombons, já que ali vendia várias coisas românticas para casais. E saí, colocando tudo dentro de minha maleta.
Coisas românticas para casais… Ah, Jeongguk, você mexe tanto comigo.
Quando paramos no estacionamento, desci do carro e corri para dentro do local. Jeongguk já deveria estar lá dentro e eu gostaria de resolver aquilo o mais rápido possível, ele é sempre pontual.
Foi o que imaginei, até chegar no último andar e não encontrar Jeongguk em sua mesa.
— Essa não… — Suspirei, apertando a alça da minha maleta com força. Ele não pode faltar assim! É seu trabalho.
Respirei fundo e me direcionei até minha sala, tentando esquecer aquele assunto pelo menos até o final do dia.
Mas tive uma surpresa quando entrei na sala, para minha alegria, Jeongguk estava lá!
— Jeongguk? — Senti que poderia chorar ao vê-lo ali, ele estavatão bonito e quietinho no sofá que ficava no canto da sala.
— Senhor Park… — Ele disse, levantando-se e abaixando o olhar, crispei os lábios e caminhei até minha mesa.
Ele ouviu, com toda certeza ele ouviu.
Normalmente, ele me recebe com um sorriso bonito e um "Bom dia, senhor Park!"
— Hum… Bem… — Eu comecei a dizer, sem saber muito bem o que falar, ou acabar falando algo que o deixasse ainda mais desconfortável — Primeiramente, eu gostaria-
— Eu gostei. — Ele me interrompeu, me deixando confuso com aquela frase.
Ele gostou?
— D-desculpe interrompê-lo assim, mas… M-mas preciso dizer antes que eu desista de tudo isso — Me aproximei, ouvindo atentamente cada palavra que saia de sua boca bonita. Sua boca me deixava hipnotizado.
— Diga, quero ouvir. Quero muito. — Meu coração já estava acelerado, minhas mãos suando de ansiedade e, talvez medo. Medo de ouvir alguma coisa que não seja o que realmente quero ouvir.
— Eu… Eu fiquei c-confuso com tudo aquilo que ouvi o senhor dizer e.. E-e fugi. — Naquele momento, tudo que eu queria era segurar Jeongguk em meus braços e beijá-lo muito, muito, muito! Até perder a consciência! — S-senhor? Está me ouvindo?
— Sim, estou. — Parei de me aproximar, respeitando seu espaço pessoal. — Continue.
— Desculpe por ignorá-lo daquela forma, o senhor me deu um emprego tão bom e eu agi daquele jeito tosco… S-so fiquei meio confuso e… E feliz. — Ele confessou.
Meu coração pulsava tão forte em meu peito que tive medo de Jeongguk ouvir, a felicidade e ouvi-lo dizer aquilo era tremenda!
—D-diga algo, senhor, por favor! — Jeongguk pediu, me fazendo soltar uma risada com aquele seu protesto. Então, ele me olhou nos olhos e, quando lhe encarei, quis beijar seus olhinhos avermelhados e marejados.
Imaginar Jeongguk chorando não é minha ideia favorita.
—Primeiramente, não me chame de senhor, Jeongguk — Toquei em seu queixo, esperando que ele não desaprovasse minha atitude. E, para minha surpresa, ele apenas fechou os olhos e aproveitou o mínimo carinho que eu lhe dava. Isto era bom. — E eu gostaria de perguntar se não o deixei desconfortável quando...Bem, você sabe, disse aquelas coisas.
Jeongguk ficou em silêncio, um silêncio ensurdecedor. A sensação que eu tinha, era que ele podia ouvir cada batimento do meu coração. Sua expressão ainda era a mesma, um sorriso mínimo e as bochechas coradas com um vermelho bonito.
Ele parecia uma criança fofa, recebendo carinho e soltando suspiros curtos.
— Não, Jimin… — Ele disse, me deixando muitíssimo aliviado — Como eu disse, fiquei confuso, mas também feliz.
Ele ficou feliz. Oh, céus. Ele ficou feliz!
— E você disse que gostou.— Sorri quando sua expressão mudou drasticamente. Jeongguk afastou o rosto da minha mão e encolheu-se um pouquinho no sofá, fechando os olhos.
— Fico envergonhado quando me olha assim, Jimin — Jeonguk falou baixinho. Sorri.
Ele é maior que eu, mas, daquele jeito, ele parecia tão pequeno.
— Gosto quando diz meu nome. Diga, diga meu nome novamente, por favor. — Me aproximei mais de si, tocando nossas coxas com a pouca distância. Suspirei, segurando-me para não tocá-lo mais.
— Jimin… — Ele disse, abrindo os olhos e me olhando.
Eu já estava quente, e Jeongguk não parecia mais uma criança fofa, tudo que eu podia ver ali, era um homem exalando luxúria.
Queria tocá-lo.
—Do que você gostou, Jeongguk? — Perguntei, mordendo o lábio em ansiedade pela resposta. Queria ouvir de sua boca, saber que ele ouviu tudo e gostou do que ouviu. — Diga, esqueça sua timidez e pense nos benefícios que suas palavras trariam a você.
Queria fazer tudo que disse ontem, mas antes, preciso de sua confirmação. Quero que ele esteja ciente do que sinto por ele.
— B-benefícios? — Sua cabeça tombou para o lado, seu rosto denunciava sua confusão e eu quis abraçá-lo. Ele não pode agir assim, num momento como esses!
—Sim. Não financeiramente, porque eu nunca seria capaz de lhe oferecer isso! — Neguei rapidamente, segurando em suas mãos — Os benefícios que eu estou dizendo… — Sorri, me aproximando mais de si e sussurrando em seu ouvido :— São carnais e sentimentais, Jeonggukie… Benefícios que você vai sentirá na pele e coração.
Sorri satisfeito quando notei os pelinhos ralos de sua nuca se arrepiarem. Suas reações me deixavam ainda mais excitado.
—J-jimim… Não fala assim, o senhor sabe como sou. — Sorri novamente, me aproximei mais ainda e deixando um beijinho curto em seu pescoço, afastando-me novamente e olhando em seu rosto, suas bochechas estavam mais vermelhas que o normal, se possível.
—Não me chame de senhor, Jeongguk — Ri, segurando em sua mão, beijando o dorso — Isso me excita.
Jeongguk engasgou, me fazendo rir do seu mínimo desespero.
— C-como pode ficar assim com uma simples palavra?! — Me encarou, seus olhos estavam tão grandes que eu pude me apaixonar mais ainda por eles. Dei risada de sua fala. — S-se controle, não podemos fazer isso aqui...
—Jeongguk, não é isso!— Neguei com a cabeça, tentando parar de sorrir de sua expressão confusa e meio assustada — Não fico excitado pela palavra em si, me sinto assim quando você diz. Você me deixa assim, meio...Quente. — Toquei em seu queixo novamente, aproximando meu rosto do seu.
Estava a um fio de finalmente beijá-lo.
— Q-quente? — Vi quando ele encarou meus lábios, tão nervoso que eu mesmo já estava nervoso com aquilo tudo. Suspirei, tentando me acalmar e acabar fazendo algo que ele não queira. — Você… Você t-também me deixa quente. É uma sensação nova, mas m-muito boa.
Talvez ele queira.
— Licença.— Me afastei de si, xingando a mim mesmo quando o vi com um biquinho nos lábios bonitos e seus olhinhos fechados. Quase gritei ao vê-lo assim.
Ele queria beijar! Queria me beijar!
Fui rápido até minha mesa, pegando minha maleta e levando até Jeongguk, sentando ao seu lado e segurando sua mão novamente. Agora que eu posso tocá-lo, não conseguiria ficar longe.
— Comprei isto para me redimir com você. — Abri a maleta preta,
Mas antes que eu pudesse falar algo, ele me interrompeu.
— Não quero que me compre com presentes caros, Jimin! Esta tudo bem, não precisa se preocupar.
Neguei com a cabeça, pegando a rosa branca e a caixinha de bombons que havia comprado.
—Sinto muito que você tenha descoberto o que sinto daquela forma, queria te contar diretamente e não que ouvisse uma conversa minha falando coisas tão obscenas.— Sorri, beijando sua mão macia.— Aceite, é meu primeiro presente para você. E não me diga que não irá aceitar meus presentes, pois eu vou da-los com todo amor e desejo a você, e quero que aceite da mesma for-
Fui interrompido quando ele me abraçou, jogando seu corpo contra o meu e entrelaçando seus braços em meu pescoço. Meu braços enrolaram sua cintura e meus olhos fecharam-se instantaneamente, sentindo o cheiro gostoso que Jeongguk tinha.
Não sei se conseguirei trabalhar hoje.
— Obrigado, de verdade, Jiminie!—Arregalei os olhos quando esse apelido saiu de sua boca, Jeongguk parecia recitar meu nome, uma melodia que atingia meu coração e deixava-me inteiramente feliz.— E não se desculpe, como eu disse, eu gostei de ouvir.
Ele gostou.
— Você gostou. —Repeti, passando meu nariz suavemente por seu pescoço e suspirando. Sua pele é deliciosamente cheirosa.
— Gostei, g-gostei muito de ouvir o senhor- você dizer aquilo— Sorri novamente, me afastando de seu corpo e olhando em seus olhos. Jeongguk é tão lindo que me deixa sem fôlego — G-gostei de saber que… q-que também sou desejado.
Suas palavras fizeram um efeito grandíssimo em mim. Ofeguei tão alto que tive medo de Jeongguk achar que estou tendo um ataque cardíaco.
— Jeongguk…
— E-Eu também sinto aquilo, Jiminie. Sinto tudo aquilo por você.— Ele disse com a cabeça baixa, sei que suas bochechas devem estar tão vermelhinhas!
Eu não poderia estar mais feliz, Jeongguk realmente sente o mesmo que eu. E eu sei que so dele esta falando isso, demonstrando seus sentimentos, deve estar sendo muitíssimo difícil para ele.
— Jeongguk-ah...— Apertei sua mão, levando uma das minhas até seu rosto e acariciando-o — Olhe para mim, meu bem.— O apelido saiu naturalmente de minha boca, e pela reação de Jeongguk, soube que ele havia gostado — Posso te chamar assim agora?
— Pode… — Ele me olhou, sorrindo tímido e apertando minha mão — Gostei disso também.
— Ninguém nunca falou algo assim para você? — Franzi as sobrancelhas.
Não é o momento certo para imaginar Jeongguk com outro alguém, mas preciso saber se ele foi tratado bem em seus relacionamentos e saber até onde posso ir. Quero ser bom para ele.
—Ninguém sequer chegou a me tocar como você está fazendo agora, não passaram de beijos.— Ele voltou a abaixar sua cabeça, esfregando sua bochecha em minha mão como um gatinho procurando carinho. — Por isso fugi daquele jeito ontem, fiquei tão confuso por ouvir aquilo pela primeira vez…
— Você é virgem? — Perguntei, sendo cuidadoso para não lhe assustar. Arrisquei uma proximidade maior e o abracei novamente, colocando sua cabeça em meu peito e começando a acariciar seus cabelos macios.
— S-sim — Responder depois de um tempo em silêncio, escondendo o rosto em meu peitoral — Tive medo de você desistir de tudo por isso…
— Você não entendeu, Jeongguk.—Comecei a dizer, sendo cuidadoso para não falar nada que o assuste — Estou apaixonado por você, não desistiria de ti por algo tão normal. Não se preocupe mais, ok? Meu amor por você não é simplesmente atração sexual.
— É que como você é mais velho, pensei que queria alguém mais... Experiente.— Ele continuou a dizer, afastei-me de si e o encarei nos olhos. Estou desacreditado que ele falou isto. — Eu… E-eu não entendo nada sobre isso, e-
O calei, beijando-o. Sentindo a textura macia de seus lábios, me entorpecendo com o sabor doce do gloss que usava. Meu coração estava batendo forte e minhas mãos apertando as suas, me sentia cada vez mais extasiado por seu sabor.
O beijei. Finalmente.
— Não me importo com a experiência, Jeonggukie — Disse ao me afastar, abraçando-o — Tudo que me importa agora, é você. O que mais quero agora, é lhe mostrar o que quiser saber, se você permitir-me, farei de tudo por você.
— T-tudo? — Ele se afastou minimamente, me encarando com o rostinho corado — É muita informação, n-não sei o que dizer…
— Não diga nada, apenas sinta tudo.— Segurei em sua mão é a coloquei em meu pescoço, aproximando nossos rostos e depositando um beijinho curto em seus lábios — E diga o que eu possa fazer, para não ultrapassar seus limites.
— Tudo. — Ele confessou baixinho, sua expressão angelical me deixava ainda mais quente e atiçado a corromper cada pedacinho imaculado seu. — F-faça tudo comigo, por favor, quero sentir tudo.
Ah, Jeonguk, não fala assim! Estou tentando me controlar para não lhe fazer meu aqui e agora, e ele falando desse jeito só está tirando a pouca sanidade que me resta.
— Fale ao meu secretário para desmarcar todas as minhas reuniões da tarde e qualquer coisa que preciso fazer hoje — Beijei sua boca novamente, prendendo o lábio inferior entre meus dentes e o sugando para dentro. O gemidinho curto que Jeonguk soltou, mexeu completamente comigo.
Quero mais desse som bonito.
— E-Eu sou seu secretário, Jimin-ssi!— Ele sorriu minimamente, afastando-se de mim e me olhando de um jeito diferente do que costuma me olhar.
Estou tão emocionado que havia me esquecido completamente que ele é meu secretário!
— Certo...Ok.— Dei uma risada curta, passando as mãos em meus cabelos e respirando fundo — Você poderia desmarcar minhas reuniões? Acho que tenho algo muito mais interessante para fazer hoje — Sorri ladino, o provocando. Jeonguk corou e concordou várias vezes. — Mas eu preciso te fazer uma pergunta antes.
— Que pergunta? — Ele perguntou confuso.
— Você sabe das intenções que eu tenho, não sabe?
— Sei, Jimin-ssi. Estou muito feliz que não se importe por eu não ter qualquer experiência, e também estou feliz por você querer ser meu primeiro! — Ele fala isso de um jeito tão adorável que nem parece estar falando sobre sexo, sério!
— Quero levá-lo para almoçar antes. — Beijei sua bochecha, querendo beijá-lo na boca novamente, e me afastei, sorrindo fraco — Se aceitar, claro.
— Aceito! — A forma como Jeongguk sorriu, encantou-me mais ainda. — Obrigado, Jimin-ssi! Vou fazer o que pediu, até mais tarde!
Eu mal tive tempo de respondê-lo, já que, antes que abrisse a boca para falar algo, Jeongguk havia se levantado e caminhado para fora de minha sala. Eu quis gritar de felicidade, o que eu imaginava ser um dia ruim, transformou-se em um dia surpreendente e cheio de felicidades.
Tentei assinar os papéis sobre minha mesa rapidamente, estava tão apressado que tive medo de fazer minha assinatura de maneira errada. Mas, naquele momento, tudo na minha cabeça gritava o nome de Jeongguk. Jeongguk, Jeongguk e Jeongguk! Minha nossa, ele iria me enlouquecer.
Passaram cerca de uma hora e meia desde que tudo aquilo aconteceu, e a textura de seus lábios ainda estava impregnado em minha mente, sentia necessidade de tê-lo novamente.
Quando acabei te assinar todas as papeladas de ontem e hoje - já que não tive disposição nenhum para fazer isto ontem. Já se passavam do meio dia, o que pensei ser algo rápido, durou a manhã toda.
— Senhor acabei de fazer o que me pediu. — Jeongguk disse ao entrar em minha sala, envergonhado novamente, e sorriu — Sinto muito pela demora.
— Não demorou. E Jeongguk, não me chame de senhor, me chame de Hyung ou Jimin. — Ele concordou, sorrindo timidamente. Eu mesmo não conseguia deixar de sorrir, e o chamei com a mão, indicando que ele sentasse novamente sobre o sofá — Aguarde só mais alguns minutos, sim?
Jeongguk sentou-se no sofá. Eu sabia que Jeongguk nervoso estava nervoso, pois eu mesmo estava quase colapsando de nervosismo e ansiedade de acabar com aquela demora toda.
— Você… V-você vai demorar? — Sorri, negando com a cabeça. O olhei e meu coração acelerou de uma forma absurda, o jeitinho que ele mexia as mãos e não conseguia sustentar seu olhar no meu, era incrivelmente lindo.
— Já acabei. — Levantei-me, andando até ele. Não tinha realmente acabado, voltaria ali mais tarde para terminar tudo. Agora, minha atenção estava totalmente voltada a Jeongguk. — Venha. — Estendi minha mão em sua frente, Jeongguk a agarrou e sorriu, levantando-se.
O toquei novamente, circulando sua cintura com meus braços e aproximei meu rosto do seu, olhando em seus olhos que tiravam-me o fôlego.
— Posso beijá-lo novamente? — Pedi, sei já nos beijamos e estamos cientes do que acontecerá mais tarde, mas ainda sim, ter a permissão dita por Jeongguk, era gratificante ao extremo.
— Pode, Jimin-ssi, me beije o quanto quiser.— Não posso negar que sua resposta me surpreendeu, mas fiz o que ele me deu autoridade.
Suguei seu lábio inferior gordinho e o mordisquei minimamente, sorrindo satisfeito quando Jeongguk suspirou e apertou-me nos ombros. Aprofundei o beijo, enrolando sua língua com a minha, ofegando satisfeito quando ele cedeu completamente ao beijo e passou a retribuir da forma que sabia. É tão bom beijá-lo, apertar seu corpo com minhas mãos e senti-lo tão próximo de mim, uma de suas mãos apertava-me nos ombros, já a outra bagunçava meus cabelos curtos da nuca, arrepiando cada pelinho existente em meu corpo.
— Vamos… — Dei sim ao beijo, segurando em sua mão e afastando-me de si por poucos centímetros — Quero levar-te ao meu restaurante favorito para almoçarmos.
— M-mas, Hyung… — Jeongguk murmurou, sorrindo de um jeitinho bonito. Aquele pronome de tratamento, pronunciado por si, trouxe-me sensações arrebatadoras. — Não sei se será uma boa ideia.
— Prefere comer em meu apartamento? Sabe cozinhar? Pois minha comida não é tão saborosa — Comecei a puxa-lo para fora de minha sala. Soltando a mão do moreno quando saímos.
— Seu apartamento? Oh…
— O que? Quero lhe dar a primeira vez mais memorável de todas as primeiras vezes que existem, Jeongguk — Sorri novamente, apertando o último botãozinho do elevador e observando as portas se fecharem — Não quero te ver deitado em uma cama de motel logo agora, você ficará lindo em minha cama.— Provoquei, sabendo qual seria sua reação.
Jeongguk ruborizou completamente! Eu sabia que sua reação seria essa e, para ser sincero, vê-lo vermelhinho é minha coisa favorita até o momento.
— M-muito obrigado, Hyung — Como se não bastasse sua fala, ele ainda deu-me um beijinho na bochecha. Jeongguk é tão adorável que me deixa completamente bobo.
Descemos todo o caminho em silêncio, afastados e ansiosos. Bem, pelo menos eu estou. Jeongguk sempre foi silencioso, às vezes eu queria ser capaz de ouvir seus pensamentos, para saber que preciosidade ele estava pensando naquele exato momento.
— Pode tirar o resto da tarde de folga, Lee.— Disse ao meu motorista assim que chegamos na garagem, com Jeongguk ao meu lado.
— Não precisa dos meus serviços hoje, senhor?
— Irei precisar apenas do carro, pode ficar tranquilo.— Sorri, Lee curvou-se e suspirei aliviado quando saiu do meu ponto de vista, murmurando um agradecimento curto. Me distânciei de Jeongguk e abrindo a porta do carro para que ele entrasse.
— Não precisa disso, senhor! — Neguei com a cabeça, tanto para seu protesto, quanto para a forma que havia me chamado. E entrou no carro.
— Qual sua comida favorita, Jeongguk? — Perguntei quando me sentei no banco do motorista, ligando o veículo.
Eu sabia que ele era apaixonado por doces, já que havia me contado isso em uma das conversas que tivemos. Mas ele também deve ter uma comida, salgada, favorita.
— Não tenho preferências para isso, Jimin-ssi. Mas gosto bastante de comida chinesa. — Sorri satisfeito, nosso gosto era igual quanto a isso, tenho uma preferência absurda para comidas típicas da China também.
Seguimos rumo ao meu restaurante favorito— que, por sorte, ficava próximo do prédio onde eu morava— Ali servia uma comida deliciosa, mas na companhia de Jeongguk, aquilo estava mais saboroso ainda.
Ele pouco falava, mas muito me olhava. Apenas respondia algumas de minhas perguntas e sorria de qualquer baboseira que eu falasse. Seu sorriso é lindo, sinto-me cada vez mais apaixonado por ele.
Quando dêmos fim a nossa refeição, seguimos para meu apartamento.
— Sua casa é muito longe, hyung? — Jeongguk perguntou assim que entramos no carro novamente, neguei com a cabeça e sorri. Ele queria chegar rápido então. — Posso fazer uma pergunta?
— Quantas quiser. — O olhei, encarando seu rostinho bonito e sentindo uma vontade enorme de beijá-lo novamente. Agora que havia sentido o sabor e textura de seu lábios, só pensava em que momento o beijaria novamente.
— Desde de quando você… Bem, você sabe… — Ele sorriu tímido, encarando suas mãos em seu colo — Gosta de mim?
— Mais tempo do que você pode imaginar.— Disse sinceramente, segurando em sua mão com a minha livre. Suas bochechas ficaram ainda mais rubras, deixando-o, se possível, ainda mais lindo.— No começo, pensei ser apenas atração sexual, já que você é tão lindo que deixa qualquer um doidinho! — Ri alto, voltando minha atenção a estrada — Mas, depois de uns dias, percebi que o que eu sentia não era apenas uma atração passageira. Eu me importo imensamente com você, Jeongguk, sua felicidade acaba se tornado a minha.
— J-Jimin… — O olhei, sorrindo minimamente e me preocupando no segundo seguinte quando notei seus olhos marejados. Eu fiz algo ruim?
— Está bem? Fiz algo ruim?! — Me apressei a perguntar, disposto a parar o carro para socorrê-lo. Mas Jeongguk sorriu, limpando as poucas lágrimas em seus olhos e se aproximando de mim. Beijando meu rosto.
— Estou emocionado, Hyung. Ninguém nunca disse algo assim para mim, estou muito feliz.
Quis parar aquele carro naquele momento e beijar cada parte de seu rosto, secar as lágrimas de seus olhos e abraçá-lo com força! Como pode um cara desse tamanho ser tão adoravel?
Durante o resto do percurso, ficamos em silêncio e, quando minha mão não estava no volante para fazer alguma curva, estava junto a sua. Quando chegamos no prédio, suspirei, estava cada vez mais ansioso, Jeongguk parecia ainda mais, já que suava, mesmo estando frio hoje!
Saímos do carro e entramos, em todo o percurso do elevador até meu apartamento, o silêncio predominava.
— Seu apartamento é muito bonito, Jimin-ssi! — Ele disse quando entramos no local, e eu não pude mais me conter. Peguei-o pela cintura e lhe coloquei contra a porta, já fechada — J-Jimin?!
— Desculpe se o assustei.— Sorri. Jeongguk negou com a cabeça e deu um mínimo sorriso, apertando suas mãos em meus ombros. — Não pude resistir, qualquer centímetro longe de você, já é um castigo para mim.
— V-você é tão bobo… — Envergonhado, ele apoiou sua cabeça em meu ombro, escondendo as bochechinhas que eu sabia está coradas — Me beije logo, por favor.
Não posso negar que me surpreendi com seu pedido, mas estava totalmente feliz. Então fiz o que me foi pedido, afastei-me minimamente de si e lhe toquei no queixo, olhando-o nos olhos. Sei que já comentei isso, mas Jeongguk é incrivelmente lindo.
O beijei, selando seus lábios com calma, iniciando um beijo lento, querendo passar confiança a ele. Jeongguk retribuiu a isso, agarrando-me pelo pescoço e passando a mover seus lábios junto aos meus, soltando risadinhas entre ao osculo.
— Venha, vamos ao meu quarto. — Segurei em sua mão, puxando-o em direção ao meu quarto e sorrindo para si.
— Você promete ser calmo, hyung? — Ele perguntou-me, me fazendo parar os passos e olha-lo no mesmo instante. Eu iria explodir de amor por esse garoto a qualquer segundo! — É-é minha primeira vez, você sabe…
— Prometo ser aquilo que você quiser, Meu bem. — Segredei a si, aproximando nossos rostos e beijando a pontinha de seu nariz, acariciando sua bochecha com uma de minhas mãos — Posso lhe chamar assim, não é? — Sorri, notando a derme quentinha de sua bochecha torna-se ainda mais avermelhada.
— Me chame do que quiser também, Jimin-ssi. — Pela primeira vez desde que começamos a nos envolver ( hoje mais cedo) Jeongguk tomou a iniciativa para algo, mesmo que tenha sido apenas um único beijinho nos pabios. Aquilo deixou-me incrivelmente mais feliz.
Um beijo na boca não é quase nada perto do que faremos daqui a alguns minutos, mas, para mim, é grande coisa.
Em menos de três minutos, já estavamos em meu quarto. Jeongguk já não parecia tão nervoso, e pelo que eu mesmo estou sentindo, era notável a felicidade em seu rosto. O deitei com certa delicadeza sobre a cama grande— onde já me senti tão solitário— e me coloquei sobre seu corpo, encarando seu rosto bonito e sua pele brilhante, chamando por mim, pela minha boca.
— Você é tão lindo, Jeongguk… — Coloquei uma madeixa de seu cabelo negro, caído sobre seu rosto, atrás de sua orelha. Rindo bobo. — Poderia adimira-lo pelo resto da vida.
— N-não diga essas coisas assim, hyung! — Ele riu, tapando o rosto com as mãos. — Tento não ficar envergonhado, mas você me deixa tão bobinho…
Vou gritar!
Supri aquela minha imensa vontade de fazer barulho o beijando, enlaçando sua cintura com um das mãos e precionando nossos quadris. Jeongguk ofegou alto quando nossos membros rijos tocaran-se pela primeira vez, agarrando meu cabelo com força. Fiquei assim, estimulando seu corpo com o meu, sugando seus lábios, acariciando sua língua com a minha e apreciando cada resposta de Jeongguk, seus suspiros e ofegos baixinhos.
— J-Jiminie. — Ele disse, recuperando o fôlego desconcertado, me olhando de uma forma que deixou-me hipnotizado.
— Diga, meu bem. — Beijei a pontinha de seu nariz, acariciando suas bochechas rubras. Pode parecer errado dizer isto em um momento como este, mas Jeongguk é fofo a todo custo.
— Vá com calma comigo, por favor. — Ele pediu, fechando os olhos calmamente. Sorri, selando sua boca várias vezes.
— Como quiser, Jeonggukie.
Com calma, como ele havia me pedido, comecei a despi-lo, desabotoando sua camisa e a retirando do corpo forte que tinha.
— Achei que não pudesse me surpreender mais, Jeongguk. Mas você é uma caixinha de surpresas. — Ele riu baixinho, levando as mãos até minha gravata e desfazendo o nó.
— N-não me deixe nu sozinho, Jiminie, quero ver seu corpo também. — E ele me surpreendeu novamente. Mas não fui louco em negar seu pedido.
Me coloquei entre suas pernas e me despi em sua frente, sentindo minha pele queimar com seu olhar hipnotizado em minha direção.
— Se olhar tanto, vou achar que não gostou. — Menti, segurando minimamente no cós de sua calça, sorrindo quando tive a permissão de tirá-la.
— S-seu corpo é lindo, hyung— Ele disse de um jeito engraçadinho, ofegando quando o livrei de qualquer peça de roupa.
Seu corpo era tão bonito, não sei descrever o que senti, foi algo tão avassalador que faltei sentir meu pau estourar com aquela imagem.
Fiz o mesmo comigo, livrando-me das roupas formais que usava, sorrindo na direção de Jeongguk quando seu olhar não desviava do meu corpo.
— Jiminie…
— Eu vou fazer uma coisa agora, juro que você irá amar — Sorri, tocando em seu membro pela primeira vez, ouvindo um suspiro longo ser solto de seus lábios.
Posso ter dito que iria com calma, mas o próprio Jeongguk pediu para que eu fosse mais rápido quando eu estava lhe chupando. Suas mãos macias presas em meus fios de cabelo, descontando em meu couro cabeludo o prazer que sentia ao ter uma boca em seu membro.
Confesso que seus gemidos são, de longe, o som mais melodioso que já ouvi na vida. Suas reações são extremamente excitantes, mesmo que no começo ele tentasse esconder seus barulhinhos, mas tudo se tornou parcialmente impossível depois que passei a chupa-lo.
— J-jimin! Eu… A-ah! Eu vou gozar! — Ele avisou depois de um tempo, soltando meus cabelos e levando as mãos até o próprio rosto, tapando a melhor imagem que já presenciei. Parei com os movimentos que fazia com minha boca, tomando o lugar com minhas mãos, voltando a estimula-lo rapidamente.
— Tire a mão do rosto, meu bem. Quero ver seu rostinho corado. — Pedi, mas ele pareceu não me ouvir, recluso no prazer que eu estava lhe proporcionando — Jeonggukie… — Parei de estimular seu pau, sorrindo contido quando ele me olhou visivelmente frustrado por ter seu orgasmo atrasado. — Descupe, apenas continue assim, quero ver seu rosto no momento exato que gozar. — Disse, e Jeongguk gemeu manhosinho quando voltei a por seu membro na boca.
Ele não voltou a agarrar meus cabelos, apenas fechou as mãozinhas no cobertor da cama.
Eu já tive várias experiências sexuais em minha vida, fui um rapaz bem rebelde quando o assunto é sexo. Bem, não devo dizer rebelde, fui bastante… curioso, disposto a aprender algumas coisinhas. E bem, consequentemente, me deitei com várias pessoas no decorrer dos anos, mas Jeongguk é completamente diferente, ele entregou-se tão facilmente, confiou em mim de uma forma absurda. E como recompensa disso, recebi a imagem mais linda que pude presenciar em meus vinte e nove anos de vida.
Jeongguk é lindo de qualquer maneira, mas no meio de um orgasmo, ah, esse garoto fica lindo a níveis absurdos! Ofegante, os olhinhos fechados, o lábio inferior entre seus dentinhos avantajados, o corpo trêmulo… Porra, me sinto o cara mais sortudo por ter essa visão.
— Esta cansadinho? — Perguntei, me colocando sobre seu corpo e beijando suas bochechas rubras — Se quiser podemos parar por aqui.
— N-nem pensar.— Ele soltou um risinho curto, segurando nas laterais de meu rosto e aproximando-se para beijar-me, aproveitei esse momento para pegar o tubinho de lubrificante que havia deixado ao lado de minha cama.
— Prometo ser bastante calmo com você, meu bem. — Sussurrei ao separar nossos lábios, derramei uma boa quantidade daquele líquido gélido em meus dedos e abri um tantinho mais suas pernas, ofegando baixinho quando vi aquele lugarzinho tão atrativo — Se doer bastante, não tenha medo para me dizer, ok? — Ele acenou positivamente, coradinho por estar exposto daquela forma para mim. Sorri contente.
Aproximei meus dedos de sua entradinha e passei boa parte do lubrificante ali. Jeongguk soltou um gemidinho surpreso quando sentiu a temperatura do gel em sua intimidade, sorri, tentando lhe mostrar que pode sim confiar em mim. Com um sorriso sincero, ele balançou a cabeça em concordância e só quando tive aquele gesto, que o introduzi o primeiro dedo. Sua expressão vacilou por instantes, mais logo deu lugar a uma expressão linda de puro deleite.
— Já fez isso, Jeonggukie? — Perguntei o provocando, movimentando meu dedo lentamente. — Ou é a primeira vez que algo entra em você também ?
— J-ja me toquei v-varias vezes, Jiminie… — Ele suspirou, visivelmente afetado quando introduzi um segundo dedo — Você de terno e-e o rosto comp-pletamente concentrado, me rendem bastante fantasias durante a noite.
Quando Jeongguk confessou aquilo, meu pau pulsou tão forte que jurei gozar naquele exato momento. Aquele desgraçadinho com rostinho inocente não pode falar algo assim, sabendo que me trará diversos efeitos!
— Ah, Jeonggukie… — Não pude conter, torcendo meus dedos em seu interior, encarando seu rosto contorcido.
— J-jiminie, por favor! — Ele pediu alto quando meus dedos tocaram seu pontinho de prazer, levando sua mão até o próprio pau, que já estava duro como pedra novamente — Quero seu pau, por favor…
Aquele Jeonggukie tímido sumiu completamente, tenho prova disso agora. Se eu falar algo amanhã sobre o que ele acabou de me implorar agora, conhecendo bem esse homem, suas bochechinhas ficaram intensamente vermelhas!
Sem ter forças para negar seu pedido, tirei meus dedos dali e peguei um preservativo que havia deixado ao lado, encaixando em meu membro. Me aproximei de seu rosto novamente, deixando beijinhos, marcas roxas e róseas por todo seu tronco. Aproximei-me de seu rosto, beijando rapidamente seus lábios e olhando atentamente seu rosto bonito e corado pela excitação e a pouca timidez ainda presente.
— Você é lindo. — Acariciei sua bochecha, selando seus lábios novamente.— Desconte a dor que sentir em mim, faça o que quiser, tudo bem? — Ele assentiu, sorrindo de uma forma linda.
— Não seja fofo num momento como esse, hyung! — Ele pediu, abraçando-me pelo pescoço e contornando minha cintura com suas pernas bonitas, rindo baixinho.
— O que me importa é seu bem estar, meu bem.— Sussurrei, segurando na base de meu pau e pincelando sua entrada, ouvindo seus suspiros monhosos.
Devagar movimentei meu quadril e empurrei-me para seu interior, Jeongguk se agarrou ainda mais em mim e soltou um gemido dolorido. Com calma, desfiz o aperto de seu braços em meu pescoço e entrelacei nossas mãos ao lado de sua cabeça, olhando-o com certa dor no peito vendo sua expressão dolorosa. Para destrai-lo da dor, pelo menos tentar, segurei em seu membro com a mão livre e o estimulei.
Ficamos assim por alguns minutos, beijei seu rosto, estimulei tanto seu pau quanto seus mamilinhos sensíveis. Em pouco tempo, Jeongguk começou a gemer de prazer novamente, apertando minha mão com a sua própria e minha cintura com suas pernas. E como consequência disso, entrei em si até o fim, suspirando e contendo minha vontade de fode-lo rapidamente ao sentir seu aperto me envolvendo. Faziam meses que não sentia essa sensação tão acolhedora, mas, por motivos inexplicáveis, com Jeongguk é mil vezes ainda melhor.
— Jiminie, se mova, por favor...— Ele pediu, soltando minha mão e me abraçando pelo pescoço novamente.
Acatei seu pedido, me apoiei em minhas mãos e tomei impulso para me mover, saindo lentamente de si e voltando, repetindo isso até ouvir seus gemidinhos manhosos novamente.
Cada sensação que Jeongguk esta me proporcionando, parece ser novidade para mim. Até mesmo o ardor em mim nas costas pelos arranhões leves que ele faz, descontando o prazer avassalador que estamos compartilhando. Quero ser o melhor para ele, fazê-lo saber que não deve arrepender-se de se entregar a mim, para ser seu primeiro, e se depender de mim, único homem.
Em certo momento, ele pediu rouquinho em meu ouvido para que eu fosse mais rápido, como não sou louco o suficiente para ignorar um pedido seu, distânciei meu tronco do seu e firmei minhas mãos em sua cintura, seus braços caíram ao lado do próprio corpo, com suas mãos agarrando com força o cobertor completamente bagunçado abaixo de nos.
— Que delicia… — Eu disse, observando seu corpor curvelineo, apertando sua cintura e passando a meter com mais velocidade nesse garotinho ganancioso. Jeongguk gemeu alto, chorando poucas lágrimas de pura satisfação e prazer descomunal.
Não demorou para que ele gozasse novamente, sujando nossos abdómens com seu sêmen. Fiz questão de levar minha mão até sua barriguinha lisa e capturar ali um tanto do líquido esbranquiçado e levá-lo até meus próprios lábios, gemendo em deleite ao sentir o gosto agridoce em meu paladar. Jeongguk é tão gostoso que até sua porra é deliciosa.
Não demorei muito a gozar também, derramando meu prazer no preservativo, soltando gemidos roucos e caindo por cima do corpo amolecido de Jeongguk, que não demorou a me abraçar.
— Você é perfeito. — Falei em seu ouvido, ouvindo sua risadinha baixa — Incrível, meu bem, completamente incrível.
— Não diga isso num momento assim, Jiminie, estou sensível.— Sorri com sua fala, afastando-me para olha-lo.
— Como se sente? — Perguntei, tirando a franja molhada de suor de sua testa, beijando o local. — Te machuquei no início?
— D-doeu um pouco, hyung, mas eu me senti tão bem depois. Foi tão gostoso. — Ele confessou, desviando o olhar do meu, a voz sonolenta e as bochechas coradas, sem me olhar nos olhos.
Sem fazer qualquer outro tipo de pergunta, afastei-me de si e me levantei, suspirando quando tirei meu pau de seu interior, já sentindo falta dali. É tão acolhedor.
— Quer tomar um banho, Meu bem? — Jeongguk não me respondeu em palavras, apenas negou com a cabeça. Ele estava tão cansadinho.
Decidi deixa-lo descansar, limpei tudo que havia ali é trouxe lencinhos umedecido do banheiro para limpar Jeongguk, passando os lenços com cuidado por cada partezinha de seu corpo, só ouvindo seus suspiros e ofegante longos e bonitinhos, vesti uma de minhas cuecas limpas em si, sorrindo bobo com a forma que ele resmungar baixinho a cada movimento brusco que eu fazia.
Quando acabei, Jeongguk já estava dormindo agarrado ao meu travesseiro, decidi juntar-me a ele, deitando atrás de seu corpo e o abraçando pela cintura, sorrindo todo apaixonado ao tê-lo em meus braços novamente.
Porque, agora, eu sou o homem mais feliz do mundo. Sabendo que o garoto que eu amo, sente o mesmo por mim e se entregou por completo a mim.
𓍯ㆍ⧫⬧⬥⬩
É issokkkk desculpa se o sexo foi meio fraco, é que fazia um tempinho que não escrevia algo assim😳
Caso queiram, eu posso escrever um bônus para a fic!
Obrigado por lerem, de verdade.
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