Capítulo UM - Meu pai é um deus

A aula havia acabado, e eu estava aflite para ir para casa, era o último dia de aula antes das férias de verão, e essa foi a única escola que eu consegui ficar um semestre inteiro sem ser expulse, os professores não tinham muita paciência comigo, porque tenho dislexia e transtorno de déficit de atenção. Mas esse ano foi um ano de progresso, até porque fiz um amigo.

- S/n! - Olhei para trás, meu amigo Grover estava me chamando. - Você precisa vir comigo!

- Por quê?

- Não posso lhe contar agora, mas precisamos ir.

- Ir aonde? E minha mãe? Preciso avisá-la. - Assim que acabei de dizer uma bola igual a uma de boliche foi atirada a cinco centímetros da minha cabeça, e eu entendi que deveria ir junto com meu amigo.

Corremos uma quadra e Grover jogou uma moeda no asfalto, eu achei estranho porque estávamos sendo perseguidos por um cara com dentes de tubarão e ele estava brincando na rua de Nova York?

Depois de alguns segundos com a moeda no asfalto, um buraco negro surgiu no chão e dele saiu um táxi, não parecia sólido, parecia ser feito de fumaça, mas quando entrei nele, percebi que era como um táxi comum. Olhei para o banco do motorista e levei um grande susto, pois não havia um, havia três velhas, as quais brigavam por um olho!

- Agora é a minha vez de ficar com o olho! - A velha do lado esquerdo pegou o olho da mão da velha do meio e enfiou em sua órbita vazia. - Onde querem ir queridos?

- Acampamento meio-sangue.

- O que é isso Grover? - Perguntei assustade.

- É onde você deve ficar para não correr perigo.

- Ah! Você é o/a nove meio-sangue encontrade aqui em Nova York? - A velha do lado direito gritou.

- O quê?

- Te explico mais tarde.

Olhei para a janela e quase me dei uma martelada por causa disso, tudo passava em uma velocidade semelhante a da luz. Eu não via paisagens, apenas vultos e isso estava me causando um grande enjoo.

O carro parou no topo de uma colina, onde havia um menino e uma menina lutando contra um touro aparentemente feito de ouro.
Desci do carro assim que o garoto puxou o chifre do touro e ele se desfez em pó.

- O que é isso? - Olhei para o garoto que havia ferimentos no braço, ele tinha os cabelos pretos e olhos profundamente verdes, a menina ao seu lado era mais alta que ele, tinha os olhos de cor cinzenta e os cabelos eram loiros e revoltados.

- Um minotauro, eles sempre vêm aqui quando um meio-sangue está prestes a atravessar a barreira. - A garota loira disse.

- Barreira? O que é minotauro? - Minha cabeça estava a mil, eu estaria sonhando?

- Annabeth, leve o/a s/n até Quíron. Preciso conversar com Percy. - Grover disse para a garota loira.

- Está bem.

- Grover? Você não vem? - Perguntei.

- Daqui a pouco eu vou, você estará segure com a Annabeth.

Segui Annabeth colina a baixo, eu podia ver casas grandes, rios, floresta, e até mesmo uma praia.

- Você é uma meio-sangue? - Perguntei confuse.

- Sou, assim como você.

- E o que é meio-sangue?

- Um semideus, você é filhe de um deus ou deusa com um humano.

- Está entendido porque eu nunca tive notícias do meu pai... e por que vim para cá? Corro perigo do quê?

- Quíron, nosso diretor de atividades lhe explicará tudo o que você deve saber.

Quando acabamos de descer a colina pude ver direito o lugar, era enorme havia pessoas jogando esgrima, outros lutando com espadas de verdade e umas garotas ao canto passando maquiagem.

Segui Annabeth até uma casa grande e jurei ver um vulto passando no sótão.

- Quíron? - Annabeth entrou na casa, havia dois homens jogando cartas, o que eu imaginava ser Quíron estava em uma cadeira de rodas.

- Mais um/a meio-sangue? Esse acampamento vai explodir. - O cara que estava de frente para Quíron tinha a cara cheia e um olhar de tédio.

- Senhor D... - Quíron disse reprimindo o senhor D.

- Ah certo, faça o que se deve fazer, Quíron. - O senhor D saiu da casa e Annabeth se sentou em uma cadeira, a qual estava ao lado de Quíron.

- Sente-se s/n. - Quíron fez referência a cadeira que o senhor D estava sentado.

- Você deve estar confuse, não é?

- Sim, tenho tantas perguntas. Eu sou um/a meio-sangue? E que lugar é esse? Eu corro perigo?

- Sim, você é um/a meio sangue, esse é o acampamento meio-sangue aqui você será treinade para lutar.

- Por que tenho de aprender a lutar?

- Para sobreviver, meio-sangues são perseguidos a todo momento, mas principalmente você.

- Por quê?

- Segundo a profecia, um dos deuses maiores teve um filho a exatamente quinze anos atrás e esse filho ou filha quando completar dezesseis anos definirá o destino do olimpo.

- Deuses do Olimpo, isso realmente existe? Já ouvi falar.

- Sim e eles estão aqui em Nova York.

- Isso não é possível... e porque seria eu?

- Não estou afirmando que seja mas Grover sentiu que você fosse o/a escolhide. Pensávamos que poderia ser Percy, mas ele já completou dezessete e nada aconteceu, então estamos atentos a qualquer meio-sangue de quinze anos.

- E o que aconteceria se eu fosse o/a escolhide?

- Bem, você teria que... lutar.

- E se eu não fizer isso?

- Seria muito, muito ruim.

- A que nível?

- A nível de destruir o planeta terra.

- Oh... direto, não é? - Digo assustade e ao mesmo tempo tentando me controlar. O que estava acontecendo? Eu queria sair correndo gritando e chamando a minha mãe.

- Não se preocupe, talvez não seja você, mas por enquanto isso você vai para o Chalé onze, onde será bem recebide, até ser reivindicade.

- Chalé?

- Annabeth, o/a acompanhe por favor.

Eu estava muito confuse, eu acabará de descobrir que sou filhe de um deus, e que se eu realmente for filhe de um deus maior, bem o futuro da geração estaria em minhas mãos.

- O Chalé onze é o de Hermes, ele acolhe todos os campistas que não sabem de quem são filhos. - Segui Annabeth, havia doze chalés formando um U em volta de uma fogueira, o Chalé cinco era vermelho e havia uma cabeça de armadura pregada na porta, o Chalé seis parecia ser se ouro, era elegantemente bonito.

- Você é filha de quem?

- Atena, deusa da sabedoria.

- Legal!

- Este é o Chalé de Hermes. - Paramos diante a um chalé velho e que concerteza não via uma pintura a bastante tempo. - Os irmãos Stoll te acolheram, até mais s/n.

- Até mais.

Entrei no Chalé e minha claustrofobia atacou, era grande mas havia beliches para todo lado, me dava um pouco de pavor pensar que eu ia dormir entre tantas pessoas.

- Papai, apareça logo...

Agora era a hora da refeição, todos estavam no pavilhão que não era coberto, mas segundo um dos irmãos Stoll, no acampamento não chovia. Eu era o/a últime da fila, pois eu era novate. Antes de comermos fizemos um sacrifício diante a fogueira, eu não sabia o que dizer então apenas pedi a meu pai que aparecesse logo, porque eu tinha muitas dúvidas e claustrofobia.

Depois de todos terem feito suas refeições, Quíron me chamou até o centro do pavilhão para me apresentar aos campistas.

- Campistas, este/a é o/a nove campista do acampamento. Elu se chama s/n. Por enquanto não sabemos qual é o seu pai deus, mas... - Quíron parou de falar, todos me encaravam assustados, olhei para cima e vi o porquê, havia a imagem de um deus sobre minha cabeça, meu pai.

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Parabéns!! você chegou ao fim deste capítulo e há uma decisão para você fazer.

   Qual deus será o seu pai?
a) Zeus (deus do céu)
b) Poseidon (deus do mar)
c) Hades (deus do mundo inferior)

REDIRECIONAMENTO

Se você escolheu a alternativa "a" (Zeus) vá para o:
↳ Capítulo DOIS

Se você escolheu a alternativa "b" (Poseidon) vá para o:
↳ Capítulo TRÊS.

Se você escolheu a alternativa "c" (Hades) vá para o: ↳Capítulo QUATRO.

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