Implore quente / O começo

Um ano antes
Ferguslie Park, em Paisley (Renfrewshire).

O ambiente ao redor é estranho, o som da cidade lateja no fundo, as ruas lotadas de pessoas, mas já passando da meia-noite. Tudo parecia ter parado, e eu segui sem saber porquê. A noite tinha um toque diferente, como se algo acontecesse.

"Me siga."

Era só o que ele dizia, com uma voz suave, mas firme. O homem à minha frente tinha algo nele - um charme inconfundível, como se suas palavras carregassem uma carga que eu não consegui entender, mas senti profundamente. Ele passava pelas pessoas, apenas assentindo com a cabeça, e elas o acenavam, como se ele fosse parte do lugar.

"Muitas pessoas na rua..." Eu falo sem pensar, aproximando-me um pouco mais.

"Festa." Sua resposta foi seca, direta, e ele atingiu em frente.

"E você é introvertido, que não está participando?" Eu ri, tentando quebrar a distância que se formava entre nós.

"Exatamente." A resposta veio como um desafio, mas não era hostil. Ele não se incomodava com o que pensava.

Eu apenas assentia, sem saber muito bem o que dizer, enquanto ele me guiava pelas ruas. Quando ele virou uma esquina, a vista que se abriu diante de mim me surpreendeu, o mar, profundo e escuro, se estendia até onde a vista alcançava. Olhei para ele, que já estava dentro de um prédio, me observando com um olhar que não conseguia ler.

"Não se distraia" ele falou de forma cortante, e eu, com um movimento rápido, desviei o olhar. Ele entrou em um prédio, e eu o segui, sentindo que aquele lugar não era um simples endereço, mas algo diferente. O ambiente parecia acabado, com marcas do tempo em cada canto. Não era feio, mas tinha algo que me desconcertava.

"Você mora sozinho?" Perguntei, tentando quebrar o silêncio.

Ele me ignorou por um momento, então decido repetir no caso que ele não tenha escutado.

"Você mora sozinho" Ele para no degrau e me olha, e me responde sem rodeios.

"Não." Volta a andar e a sua mão vai para o seu ouvido perecendo em mexer alguma coisa que me deixou curiosa, mas ele depois bagunça o cabelo e repete "Não. Moro com um colega" Ele pausou. "Ele não está aqui. Foi transar."

Entrei atrás dele, a era local peculiar. Quase acabado, mas ainda assim, algo sobre ele me atraía. Era um lugar distante, mas eu estava lá, talvez por curiosidade ou apenas por não ter mais um lugar para ir. O fato de ele ser caridoso, me receber ali, tornou tudo um pouco mais aceitável. Se fosse o meu fim, ao menos seria algo diferente.

A sala e a cozinha eram interligadas, um espaço amplo, mas simples. Entre elas, uma mesa pequena e um muro baixo dividiam o ambiente. Ao fundo, uma varanda com cortinas fechadas. No corredor, uma porta sem graça. Tudo era simples, mas de algum jeito, acolhedor.

"É simples" ele disse enquanto ia até a cozinha pegar uma cerveja. Abriu a lata e deu um gole. "Você bebe?"

Eu hesitei por um momento, antes de negar com a cabeça e me aproximar dele.

"A casa é bonita." Eu disse, tentando ser educada, observando o ambiente ao meu redor.

"Seu rosto diz outra coisa" ele enviou, mais pelo sarcasmo do que por gentileza. "Ignore isso. Você vai dormir no meu quarto, lá está mais arrumado, acho." Ele deu de ombro, sem dar muita explicação.

"E você?" Perguntei, mais curiosa do que qualquer outra coisa.

"Quarto do meu colega. Não se preocupe com isso, ajeito tudo depois." Ele bebeu mais da cerveja, abriu a geladeira e colocou um energético sobre a mesa. "Aqui não tem muita coisa, Amore. Seja caridosa." Pegou uma garrafa de água e deixou na mesa. "Só tem isso. Beba algo, já volto."

Ele se afastou, indo pelo corredor. Fiquei ali, observando a sala, um pouco perdida, mas também intrigada. O sofá parecia convidativo. Eu me sinto, liguei a TV. O som era bom, embora a tela um pouco dificultasse ver qualquer coisa com clareza. No entanto, consegui-me distrair com um canal de investigação. As histórias me prenderam, as reviravoltas me interessaram. Por um momento, parecia que minha mente se afastava do que estava acontecendo ali.

Eu poderia estar correndo perigo. Poderia estar cometendo um erro enorme. Mas naquele momento, eu não queria pensar nisso. Eu queria viver, até que o dia virasse amanhã, e talvez me arrependesse. Mas o que mais eu tinha? Minha mãe me expulsou da minha casa. Eu só queria sair, viver por um dia.

"Esse canal é uma droga." Ouvir sua voz ao meu lado, interrompendo meus pensamentos. Ele se sentou ao meu lado, agora sem o casaco, usando apenas uma camisa social. Sua postura, firme, presença sua, forte. Eu o olhei, tentando entender o que ele queria dizer. Mas que droga, ele é tão bonito.

"Por que é uma droga?" Perguntei, sem saber o que mais dizer.

"Tudo mentira. Uma armação. Esse programa... é tudo combinado." Ele se explicou, e sua voz, simples, mas cheia de certeza, me fez prestar atenção. "Nos sábados, eles mostram os bastidores. Como arrumar as cenas, os policiais com roteiros. É uma piada, mas ninguém vê. Se você olhar de perto, verá que um policial está comendo um salgadinho ou bebendo refrigerante pois é um combinado com as marcas, mas mesmo assim, no momento disso finge que está investigando. É tudo para enganar."

Eu o observo, absorvendo suas palavras. "Entendi", murmurei, terminando uma conexão com ele que eu não sabia se era boa ou ruim. "Você sabe muito" comento, mais para quebrar o silêncio do que qualquer outra coisa.

"É óbvio. Nos sábados, eu fico em casa, assisto essas coisas." Ele deu de ombro, mas como se fosse algo comum para ele.

"Você não sai?" Perguntei, curiosa sobre ele, sobre como ele vivia.

"Saio. Saí hoje." Ele riu, e sua risada foi baixa, quase provocante.

"Sim, sim." Eu ri também, mas não sabia bem por quê. A risada dele, a maneira como ele falou, tudo estava me deixando confusa. "Gostou da saída?" Sua concordância é mais como um eco, tentando me agradar, mas ainda assim, de alguma forma, eu gostei. Olho para ele, mas não posso deixar de desviar os olhos para a televisão. O ambiente entre nós está carregado de algo que ainda não posso nomear.

Sinto seu toque na mecha do meu cabelo, uma sensação que percorre minha espinha, e, sem pensar, respiro fundo, os olhos fugindo para o lado, vendo seus dedos enrolando aquela mecha delicadamente. O gesto, tão simples, me afeta de uma maneira que eu não esperava. Eu o olho de novo, agora mais atenta, e o segundo espaço entre nós parece diminuir a cada. A conexão entre nossos olhares é palpável, e, sem perceber, meus lábios quase se tocam, uma dança silenciosa de desejo.

Nos separamos, e por um momento, mal consigo respirar. A pressão no meu peito aumenta, e sinto a língua passando pelos meus lábios, um gesto involuntário, talvez para me rir. Mas, naquele instante, mal me dou conta do que estou fazendo quando ele se aproxima de novo, tocando meu pescoço com a mão que desceu até meus cabelos, puxando-me para mais perto dele. Seus lábios encontram os meus com uma calma, mas uma calma cheia de urgência que me atinge como um furacão.

Nos beijamos devagar, quase como se o tempo tivesse parado, e tudo o que posso sentir é o toque suave, mas tão cheio de significado. O calor de sua boca se fundindo com a minha, as línguas se tocando timidamente primeiro, mas logo se conectando mais intensamente. Cada movimento parece me transportar para um lugar distante, onde não há mais razão ou lógica, apenas sensações. Algo dentro de mim clama por mais, e a curiosidade se mistura com o desejo.

O beijo vai se intensificando, os corpos se aproximando mais, eu sinto o seu toque firme nas minhas costas, me puxando para mais perto. A mão dele sobe pela minha coxa, um toque que me faz estremecer. Meus lábios se movem contra os dele, em busca de mais, de algo que eu não consigo definir, mas que sei que preciso. A proximidade, a sensação de estarmos em um só corpo, me faz perder a noção do que é certo ou errado, mas, ao mesmo tempo, é como se fosse o único lugar onde eu queria estar.

Me lembrei.

Beijei.

"Desculpe" seguro no ombro dele fazendo ele se afastar.

Ele parece perceber a minha luta interna, e, com um movimento suave, interrompido o beijo. Fico ali, sem conseguir pensar direito, sentindo a falta do contato. Sinto sua mão no meu queixo, me forçando a olhar, e o que vejo nos seus olhos é algo que me deixa sem palavras. Ele me olha sério quase como se soubesse exatamente o efeito que tem sobre mim.

"Sem problemas" ele diz, sua voz baixa, com um toque de humor, mas também com algo mais. Algo que não sei identificar. Eu, por outro lado, sinto ainda sem fato, o beijo ainda vivo na minha boca, na minha pele. Ele se afasta de mim, indo até a geladeira, e, sem dizer mais nada, pega minha energia e o guarda. "Vá para o quarto" ele diz, sua voz agora mais firme, e eu quase sinto a necessidade de argumentar, mas, ao mesmo tempo, não sei o que responder. Ele começa a caminhar para o corredor, e, sem pensar, corro atrás dele.

"Posso tomar um banho rápido antes?" minha voz sai quase trêmula, mas ele apenas concorda com um gesto, sem palavras. Eu o sigo até o quarto, onde ele pega uma camisa social azul e uma toalha. Ele me olha por um momento, mas o olhar não me diz nada, apenas me faz sentir ainda mais perdido. Quando ele se vira e entra no quarto, fico ali, sem saber o que fazer, mas a necessidade de ficar sozinho por um momento me toma.

Eu me dirijo até o banheiro, sentindo o peso da situação, minha mente confusa. No espelho, vejo meu reflexo, mas a imagem se distorce. O espelho está quebrado, e talvez aquilo seja uma metáfora do que eu sinto dentro de mim. Eu não entendo, mas, de algum jeito, me sinto bem. Mesmo que saiba que não deveria.

Após o banho, visto a calcinha branca e a camisa social dele, que me cobre mais do que deveria, mas ainda assim é confortável. Olho meu reflexo mais uma vez e dois de ombros, sem realmente saber o que esperar. Saio do banheiro e, ao fechar a porta, sinto um arrepio na espinha.

O corredor está mais escuro agora, e eu o vejo, sentado no sofá, brincando com um isqueiro. Seu olhar parece perdido, mas algo nele me faz ficar nervosa. Ele apaga a chama e, sem dizer uma palavra, começa a se aproximar de mim. Eu congelo, sem saber o que fazer, mas, de alguma forma, continuo ali, esperando. Ele para na minha frente, olhando para mim com aquela intensidade que me prende.

"Está bela, Bella luna" ele diz, e eu não entendo o que ele quer dizer com isso, mas não tenho tempo para perguntar. Ele me olha com algo diferente nos olhos, algo mais fundo, e eu me sinto vulnerável. "Vá dormir" ele ordena, e, por um momento, hesito. Eu queria argumentar, mas, ao invés disso, sigo em silêncio, ainda sentindo a tensão no ar.

"Não estou com sono" respondo, e ele, sem sequer olhar para trás fala depois.

"Fique no quarto, então."

Eu o observo, sentindo uma onda de emoção, mas nada que consiga controlar. "Você vai dormir aqui?" pergunto, apontando para o sofá, onde um lençol aparece de repente. Ele apenas concorda com a cabeça, e algo em mim se sente desconfortável com a distância, mas a sensação logo passa. "Durma no seu quarto" eu digo com uma voz calma, ele me olha rígido, e eu não posso negar que me sinta desafiada, algo que não deveria, mas sinto.

"Não, vá dormir" eu ignoro te olhando. "Me ouviu?" ele insiste, e eu, com um olhar quase desafiador.

"Não" perdida.

Eu te olho, respiro fundo, sentindo o peso do seu olhar em mim. Meus olhos percorrem seu corpo, do alto até o baixo, e não posso deixar de perceber como sua camisa te deixa ainda mais encantador. Cada movimento seu é um convite silencioso, algo que me atrai irresistivelmente.

Sinto seu olhar em mim, pesado, quase como se estivesse me devorando, mas em silêncio. E eu, sem poder negar, também o 'consumo' com os olhos, absorvendo cada detalhe. Eu queria sentir mais, um toque leve, um beijo para me perder mais uma vez. Ele se aproxima de mim, e, sem separar os nossos olhares, permite que o espaço entre nós se reduza. Eu respiro fundo, deixando a tensão aumentar, e então, quando ele chega mais perto, vejo seus olhos se aproximando dos meus lábios. O que eu não esperava era a atenção com que ele toca os meus, seu beijo é como uma promessa de algo mais profundo.

Abro a boca, permitindo que ele me explore, mesmo sabendo que nunca gostei de beijar, de deixar alguém me sentir dessa forma. Mas, com ele, é diferente. Ele tem algo, algo que eu não posso deixar escapar, pelo menos não por hoje.

Sinto minha costa se orientada contra a parede, e então ele me puxa para mais perto. Sua mão agarra minha cintura com força, e, no mesmo momento, meus braços se envolvem ao redor de seu pescoço, enquanto o outro, quase como um reflexo, se enrosca nos fios do seu cabelo, trazendo-nos ainda mais próximos. O aperto na minha cintura me faz erguer, e, enquanto me levanto, sinto a camisa social se levantar, revelando minha calcinha, uma vulnerabilidade que me faz estremecer, mas que, de alguma forma, me excita ainda mais.

Ele me levanta, e eu sinto como se fosse uma pena. Sair do chão parecendo tão leve, e, instintivamente, enrolo minhas pernas ao redor do seu quadril.

Nosso beijo continua enquanto caminhamos. Eu o beijo e ele retribui, mas me sinto estranha. Não é que eu nunca tenha beijado alguém antes, mas o traje seja seletivo. Beijei poucas bocas, e gosto de escolher com quem faço isso, mas com ele, o beijo é firme, e eu não quero que pare.

Ele me leva para o corredor, e seu beijo desce para trás da minha orelha. Mordi os lábios e abaixei a cabeça, sentindo o cheiro delicioso do seu pescoço. Ele continua me beijando, mordendo levemente a minha pele. Quando chegamos a uma porta, ele abre e depois a fecha atrás de nós. Sinto seus lábios voltando para os meus, ainda rápidos, querendo mais. Uma das mãos dele vai para a minha bunda, enquanto a outra bagunça meu cabelo.

Meu corpo é jogado na cama, e vejo ele vindo na minha direção, beijando meu pescoço. Reviro os olhos, olhando para o teto, e depois para ele. Seguro seu cabelo, puxando-o para mim, não para beijá-lo, mas para aproximá-lo mais do meu pescoço, enquanto seu beijo se torna mais firme. Solto um suspiro que, imagino, foi alto, pois vejo ele morder meu pescoço, fazendo meus suspiros se intensificarem.

Ele se afastou e eu observei. A minha blusa já está levantada, mostrando minha calcinha branca. Ele nega com a cabeça, mas logo vem em minha direção, agora beijando meu peito, próximo aos meus seios.

Eu seguro o primeiro botão da camisa social, e ele se afasta. Respiro fundo enquanto ele respira pesado. Desabotoou o segundo e o terceiro botão, e eu percebo quando a sua mão vai para o quarto. O movimento é rápido, e, quando percebo, ele puxa minha blusa completamente para fora. Ri, mas parei quando notei que estava totalmente exposta.

Ficamos trocando olhares, sem palavras. Ele então tirou lentamente as minhas mãos de onde estavam, prendendo-as acima da minha cabeça, e a peça de roupa que cobria meus seios vai sair. Ele me observa com um olhar que parece ter visto algo precioso.

"Tão linda, Amore" ele diz, e eu me sinto bem.

Seu olhar era como se ele tivesse encontrado algo de outro mundo, algo que valia a pena. Seu toque é calmo e suave, me fazendo fechar os olhos.

"Abra" ele manda com uma voz firme. Respiro fundo, vendo ele se aproximar e começar a açúcar o bico do meu seio. Minha boca se abre, soltando o ar que eu tinha prendido. O toque dele, em um seio e depois no outro, me faz arrepiar. Meu corpo se eleva, e ele continua a descer com os beijos, indo em direção ao meu umbigo. Fecho os olhos, mas paro quando sua mão se move para as minhas bochechas, apertando-as para que eu o olhar.

Ele segura a manga da minha roupa e a tira dos meus braços, me deixando sem nada. Joga a peça no chão e me observa. Levanta minhas mãos novamente para o alto, enquanto começa a chupar meus mamilos de uma maneira que me deixa louca. Eu quero mais dele.

Já o beijei, então já rompi uma das regras da minha lista. Transar também pode sair dessa lista.

Tento sair do seu aperto, soltando um gemido alto ao sentir uma leve mordida em meu seio. Ele me morde em outro seio, e depois no outro, várias vezes. Ele me solta e segura meu cabelo, fazendo eu gemer mais alto. Minhas mãos vão para os seus braços, apertando com força.

Fecho os olhos quando suas mãos que pressionaram meus seios, e ele me olha. Eu molhei os lábios e ele me encara ainda, soltando o aperto em meus seios e descendo para minha barriga. Eu abro meus olhos, sentindo o toque dele.

"Continue assim" ele manda, eu não paro.

Mas eu quero ele. Quero satisfazê-lo.

Ajeito meu corpo, ficando mais reta. Ele fica confuso, observando o que eu iria fazer. Seguro o cinto da sua calça e começo a tirar, mas ele me impede. Fico frustrada.

Ele se afasta, sai da cama, se ajoelha, e eu sinto os meus pés sendo puxados, me fazendo ficar mais perto da beira da cama. Eu paro quando sinto o desejo de cair em seu encanto, o caminho de beijos entre as minhas coxas me faz sonhar alto.

Não sei quando ele fez isso, mas a calcinha é puxada rapidamente, sem que eu consiga entender. Talvez porque eu estava focada em apertar o lençol da cama. Então, sinto sua língua me tocando, e é como se eu tivesse ido para o céu. O toque me faz pirar.

Quero mais dele.

Deixo de apertar o lençol e me ajeito para puxar seu cabelo. Ele me olha enquanto continua o trabalho com sua língua, e eu puxo seu cabelo com força. Ele segura minha mão e a tira de lá.

Estou ficando irritada, quero tocá-lo, sentir mais dele.

Mas isso desaparece quando ele me penetra, sua língua vai rápido, me fazendo revirar os olhos, esquecendo a raiva que sentir. Meu humor melhorou, e eu soltei alguns sons.

"Isso..." Grito, apertando o lençol, enquanto ele aumenta o ritmo. Sua língua e o toque no meu clitóris me fazem sentir como se a luz me tivesse tocado. Quase tive meu primeiro orgasmo. "Me beije" eu falo quando ele se levanta, ainda confundindo com o seu dedo no meu lugar mais sensível. Ele para, e me faz encostar na cama, acompanhando-me quando me deito. Quando abre a boca, ele começa novamente com o dedo no meu clitóris, fazendo meu corpo tremer.

Eu que estava sentada, agora me deito, meu corpo se eleva novamente.

O movimento dele me faz ver a lua, literalmente. Olho para o teto, feche os olhos, e logo sinto o dedo dele entrando em mim.

"Meu Deus" falo, sentindo a rapidez com que ele entra e sai.

Te olho e vejo ele dentro dos meus seios, colocando um dentro da sua boca e depois o outro. Sua mão livre vai para o meu cabelo.

Ele se aproxima de mim, e vejo seu rosto se aproximando do meu. Sinto a sua boca perto da minha, mas me viro, fazendo com que ele beije minha orelha. Ele desce e traça um beijo no meu pescoço, uma lambida que me faz revirar os olhos. Eu o olho quando ele fica na minha frente. Abro a boca, com seu dedo ainda em mim, e sua mão no meu pescoço, apertando forte.

Sua boca encontra a minha, mas eu me viro, e ele beija meu pescoço. Ele dá uma mordida forte, e fecha os olhos, sentindo-me no paraíso das sensações.

Eu abro com força, e me faz olhar para ele.

"Não vai me beijar?" Ele pergunta. Nego mordendo o lábio. "Então vai ter que implorar" responde.

Eu ia dizer algo, mas sou interrompida por um gemido meio alto. Minhas mãos apertam o lençol. Está tão bom, ele faz tão bem.

"Me implore" ele diz.

"Meu Deus" falo, sentindo mil sensações.

"Me implore."

×××

Eu imploraria, óbvio!

GENTEEEE, oque estão achando? Eu estou achando quente e pensativo hein.

Curiosa para o próximo.

Suas vadias!!!

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