Gli Amori Italiani


Aldo

Um corte limpo, como costumávamos chamar na máfia, Liah deu alguns pontos, e logo depois começou a tremer devido à adrenalina.
Eu a puxei para os meus braços, na tentativa de acalma-la.

— OK, tudo bem, já passou, vocês estão bem. — sussurrei, então ela virou o queixo para cima, seus olhos intensos e apavorados encontraram os meus, sua boca se abriu um milímetro e já bastou.

Eu a beijei duro possessivo e ela respondeu igualmente, mordendo meu lábio me enchendo de tesão.
— Não dá tempo para preliminares, gata eu preciso de você agora, diga que sim, por favor!
— Sim, eu não preciso de preliminares, estou pronta não demore, por favor!

Ela não precisou pedir novamente, sua calcinha minúscula foi parar aos meus pés e suas pernas longas e deliciosas já estavam em volta da minha cintura.
— Está pronta? — perguntei após vestir um preservativo, e ela acenou levemente.
Arremeti fundo, arrancando um grito de sua garganta, eu devia tê-la preparado para o meu tamanho, mas agora era tarde, suas paredes apertadas e encharcadas me receberam ajustando-se ao meu comprimento.

Seria muito rápido, então estendi uma mão entre nós e toquei seu clitóris com movimento em "v" e isso acelerou seu orgasmo e ela se apertou em torno do meu membro, e depois gozou chamando meu nome.
Eu me afundei mais uma e outra vez e me deixei ir em meu próprio gozo.

— Se você disser que foi um erro, eu vou te empalhar e pendurar na porta da loja. — Liah praguejou ao ver meu rosto, e como não fazia há muito tempo, eu gargalhei.

— Não diria isso linda, até porque eu estava louco de vontade de te foder assim, mas...

— Tem que ter um "mas", é claro! — ela revirou os olhos.

— Eu só ia dizer que não faço promessas, que não crio raízes, mas posso ser o melhor amante que você terá na vida.

— Amante, hein! Acho que posso usar o seu corpo por um tempo. — seus olhos travessos, passearam por meu peito nu. — parece que seus pontos continuam no lugar.

Olhei para a obra de arte que ela fizera, imagino que um curativo bem firme é mais necessário nos animais do que nos humanos, mas eu estava protegido. Mesmo sem dar nomes a nossa relação, nos meses seguintes já havia mais coisas dela, na minha casa do que em sua própria residência.

Era comum acordar com ela na minha cama, ou nua na minha cozinha.

— Fala sobre a sua família, eu sei que você não é viúvo, mas sei que tem alguém no seu passado.

— Como sabe que não sou viúvo?

— Fotos, não tem fotos. E você parece mais irritado do que triste.

— Às vezes me esqueço do quanto você é observadora, mas não, eu não sou viúvo e sim há uma pessoa no meu passado.

— Ela te traiu?

— Não, deixe esse assunto no lugar dele capisce?

— Desculpa, é que eu conheço você há tanto tempo e você nunca fala sobre si mesmo.

— E é assim que tem que ser. — respondi irritado

— Você deve ser um mafioso ou um daqueles assassinos procurados no mundo todo, por isso veio parar em Port Falls.

— Para de ler romances Liah, e não há nada em meu passado que você precisa saber. Eu sou todo seu aqui e agora. O antes e o depois não pertence a você, pode aceitar isso?

— Por enquanto sim. — Liah sentou em meu colo e mexeu o quadril até que seu sexo estivesse no ponto exato do alcance do meu pau.

— Não, não me toque ou vou amarrar você. — ela disse enquanto esticava minha orelha com os dentes.

— Gostaria de vê-la tentar principessa.

— Adoro quando você fala em italiano signori Aldo Mariani, é tão sexy.

— Mia Donna calda, sono pazzo di ricevere i tuoi gemiti di piacere, adoro raccoglierli uno per uno in bocca.

— O que significa — perguntou corada por seu esforço.

— Eu disse; minha garota gostosa, adoro receber seus gemidos de prazer, e amo coleciona-los um a um em minha boca.

— É depravado, mas é muito sexy. — ela sorriu e me recompensou com uma subida e depois desceu bruscamente se apertando e me espremendo dentro dela. Soltei um gemido rouco e ela o pegou sua boca.

— Acho que também gosto dos seus gemidos, tem um gosto bom. — ela disse exausta após o sexo louco em cima da mesa do café da manhã.

***

Estava tudo bem, um relacionamento sem crises, sem cobranças e sem promessas, pelo menos não dá minha parte. No entanto, a hora do pagamento havia chegado.
Até que havia durado muito tempo, seis anos? Isso jamais aconteceu antes na história das famílias. E a minha hora havia chegado, eu não precisava vê-los para saber que estavam na cidade. Eu podia sentir uma presença familiar.

Precisava romper com a Liah, não havia razão para esperar.

— Não, você não pode estar falar sério, como assim vai embora? E a gente?

— Liah, eu te disse que iria acontecer um dia, por isso concordamos com o "sem promessas" lembra?

— Não, você disse sem promessas, você não quis raízes, você não quis se envolver.

— Exatamente por saber que eu teria que ir um dia tesoro. Liah, eu sinto muito por ter que acabar assim, mas é necessário.

— Pelo menos me conta para onde você vai.

— Vou voltar para casa, algo que eu deveria ter feito há muito tempo.

— Na Itália?

— Cuida da Fortuna para mim! — pedi.
Eu provavelmente estaria morto em poucos dias, então não podia levá-la comigo.

— Eu cuido, ela... nós vamos sentir sua falta.

— Eu também tesoro. Adeus, bela! — me despedi beijando demoradamente a sua testa. E me abaixando peguei Fortuna no colo enquanto ela se debatia tentando escapar da guia.

— Cuida da doutora ok? Seja uma boa garota — o pequeno cão de pelo amarelado e emaranhado se agitava na corrente presa ao pulso de Liah, seu choro canino doía na minha alma, mas eu sabia que ela ficaria bem.

Voltei para casa bem devagar, sabia que ele estaria me esperando, eu suspeitava que Ricco Venni já havia tomado o controle das famílias, e como capo dei capi ele mandaria o melhor para executar a tarefa.

Senti saudades de Vennidit, dos meus antigos amigos e do meu avô, eu seria punido, mas esperava ter a chance de revê-los antes de morrer.
Havia apenas um carro na porta do chalé. Um Hummer preto que gritava "máfia" a quem ousasse olhar.

Dois homens, que não reconheci estavam ao lado do carro, um deles apenas acenou levemente com a cabeça, enquanto o outro, que mais parecia um lutador de rua, não se dignou a erguer o olhar em minha direção. Valia a pena lembrar que era bem mais alto e mais forte do que eu, só para o caso de eu pensar em fugir ou enfrentá-los.

Passei por eles e abri a porta de entrada, dei de cara com uma parede de músculos que me fez dobrar ao meio de dor.

— Bom ver você também, grandão. Como vai a esposa? — perguntei, mas me arrependi no minuto seguinte.

Sem que tivesse tempo de me recuperar ou reencontrar uma forma de respirar sem doer, A muralha me atingiu com seus punhos no estômago — cimento, essa deve ser a fórmula do hidratante para mãos do cara. — eu tossi e cuspi sangue após uma série de golpes certeiros.

— Você não tem permissão para falar, a não ser na presença do capo, e isso se ele quiser te ouvir capisce?

Capisco, cazzo!

Zitto! Stupido! — Jullius me atingiu com mais força e eu apaguei.

Horas depois acordei no avião da família Venni, eu estava voltando para casa. Gostaria de fazer perguntas, gostaria de saber o que me esperava na pista de pouso, mas se eu pretendia chegar lá vivo, era melhor manter meus questionamentos só para mim por enquanto.

****


Obrigada a todos que chegaram até aqui, não sei se foi uma tarefa fácil.
Estou amando escrever esta série, e é feita com todo carinho para vocês.
Por isso, se puder deixar uma estrelinha e um comentário você vai deixar esta, projeto de escritora, muito feliz
Diga o que acha da história, encomende a morte de algum personagem..., etc.

Amo vocês!🥰❤️❤️❤️

*Port Falls, assim como Vennidit é uma cidade fictícia, embora eu escolha uma determinada região de um país, para colocá-las.
Portanto, qualquer coincidência é mera semelhança.


                            ・✻・゚・✻・𝐸𝓁𝓁𝒶𝒟𝒪𝓁𝒾𝓋𝑒𝒾𝓇𝒶 ✻・゚・✻・゚

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