Capítulo 2

- Como você sabe meu nome? - Ele recuou desconfiado. Ah droga, perfeito! Quando ele finalmente encontrou seu alvo estragou tudo! Ensaiou diversas vezes o que faria quando se encontrasse com Tomura, ele tinha de ter sido mais cauteloso, agora o garoto o acharia suspeito! Pense Midoriya! De repente ele viu algo jogado ao lado das caixas, um jornal sujo e velho que seria sua salvação.

- A-Aquilo! - O garotinho apontou para o papel molhado no chão apressado - Você é o menino das notícias, né? - Ele respirou aliviado quando viu os ombros do grisalho relaxarem, no entanto, quando ele voltou a guarda novamente Midoriya ficou confuso - O que foi?

- Você - Ele recuou alguns passos - Vai me entregar? - Os olhos vermelhos demonstraram raiva, mesmo naquela idade Tomura era muito intimidador.

- Não, não! - O menino levantou histérico - Se você fugiu é porque não quer voltar pra casa, certo? - Tomura suspirou cansado e assentiu se rendendo ao tentador pote cheio de frutas, ele sentou no chão e olhou para a comida com receio - O que foi?

- Não posso tocar - Ele resmungou chateado - Vai desaparecer - Bem, Midoriya havia se esquecido que possivelmente Tomura não sabia como controlar sua individualidade naquela época. Talvez fosse o motivo dele ter fugido? Ele descobriria depois, mas agora precisava cuidar de uma criança problemática.

- Humm - O pequeno murmurou - Tive uma ideia! - Ele pegou um garfo de sua mochila e espetou um morango, sentou bem próximo ao garoto e sorriu - Se eu der na sua boca não vai desaparecer, certo?

- O-O que está fazendo tão perto?! - Quando estava prestes a se levantar Izuku enfiou a fruta na boca ressecada do maior, que pareceu ocupado demais mastigando para reclamar.

- É só não me tocar que vai ficar tudo bem! - Ele sorriu fazendo as bochechas pálidas do outro ganharem um tom rosado adorável.

Os dois ficaram assim por um tempo até que o grisalho terminasse por completo as frutas. Izuku demorou um pouco para fazê-lo interagir livremente consigo, era óbvio que o garoto não contaria sua história para um pirralho desconhecido, mas ele pelo menos conseguiu descobrir algumas coisas, como o fato de Tomura ter 8 anos, ou seja era bem mais velho do que aparentava, quatro anos de diferença não eram muito mas também não eram pouco.

Se Tomura pudesse parar o tempo ele faria, não lembrava de ficar calmo daquela forma á anos, ele por instantes voltou a ser uma criança normal, recebeu até um apelido fofo do menino, "Shiicchan", que inclusive insistiu para que o chamasse pelo nome "Izuku". Ele foi gentil em lhe emprestar um moletom quente e macio e tratou de seus machucados pacientemente, mas sinceramente Shigaraki estava surpreso, o quão fundo e grande era aquela mochila?! O menino tirou não só um kit completo de primeiros socorros como também comida e roupas, o que mais tinha ali? Outra coisa que o surpreendeu foi o fato de Izuku saber o nome que ele havia inventado, afinal apenas ele mesmo sabia que "Shigaraki Tomura" existia, já que achou melhor se livrar dos nomes que estavam nos noticiários, "Tenko Shimura". Então porque Izuku mentiu quando disse que leu seu nome no jornal? Bem, talvez a individualidade dele fosse ler mentes? O garoto não fazia ideia, mas estava com medo que se caso perguntasse ele desaparecesse, então resolveu calar as dúvidas.

O grisalho ficou mais envergonhado por ter sido ajudado por uma criança menor que ele, porém, ele admitiu que apesar da fala fofa e simples o garotinho era bem mais maduro que ele, e por alguns momentos ele deixou partes do que aconteceu escapar, óbvio que não havia dito que matara sua família acidentalmente, todavia ele revelara que por perder o controle de sua individualidade a poucos anos atrás machucara gravemente eles, resolvendo assim, fugir.

- Por quanto tempo? - Perguntou o esverdeado de cabeça baixa - Por quanto tempo ficou sozinho?

- Quatro anos, acho - Disse seco - Não lembro o dia exato que saí de casa, mas não podia voltar - Ele cerrou os punhos tentando conter os sentimentos negativos - Fiquei na rua por muito tempo, tinha sorte quando algum restaurante jogava sobras perto de onde estava, outras vezes roubava, mas quase nunca dava certo já que minhas pernas eram muito fracas - Riu de si mesmo - Não era fácil e eu - Ele congelou quando o pequeno garoto se aproximou e o abraçou apertado enterrando o rosto em seu peito. Tudo o que o garoto conseguiu fazer foi afastar ao máximo os braços do menino com medo de machucá-lo - E-Ei! Fica longe eu - Ele foi interrompido pelo menor.

- Você - Tomura arregalou os olhos quando ouviu um soluço e sentiu a roupa molhar levemente, ele estava chorando?! - Ficou sozinho... Por tanto tempo - Ah, aquele garotinho era tão estranho. Primeiro havia sido gentil em se aproximar sem medo, em seguida tinha o alimentado e conversado consigo como se fosse uma pessoa normal mesmo depois de falar sobre sua perigosa individualidade, e agora estava chorando por ele? Nem mesmo Tomura havia chorado, ele prometeu a si mesmo que não merecia chorar, e aquele gentil e pequeno menino fazia isso por ele? - Me desculpe - Izuku resmungou com a voz falha o apertando ainda mais.

- Mas não foi sua culpa - Disse nervoso, não gostou nem um pouco de vê-lo chorar. Ah, se ele ao menos pudesse abraçá-lo de volta. Naquele instante foi como se Izuku lesse os pensamentos do grisalho, pois logo depois ele disse algo que o surpreendeu.

- Está tudo bem, se não me tocar com todos os dedos eu não vou desaparecer - Sussurrou. O garoto de olhos vermelhos tremeu os braços suspendidos no ar antes de lentamente baixa-los, aproximou com medo as mãos da costa do pequeno e devagar obedecendo com receio, tocando-o com somente três dedos em cada mão. Ele sentiu os olhos marejarem, quanto tempo havia ficado sem sequer tocar em alguém com pavor e medo de si mesmo? Há quanto tempo não recebia calor humano? Ele não sabia, mas era óbvio que fora tempo demais já que apenas um abraço o fizera desmoronar de uma maneira tão miserável na frente de uma criança de 4 anos.

- Olha só o que temos aqui - Uma voz grossa e fria soou no fim do beco escuro - Você, pirralho - Apontou para Tomura - O chefe quer você - O garoto soltou o esverdeado e estremeceu - Bem, ele foi restrito quando disse que não deveriam ter testemunhas - Olhou para Midoriya sorrindo perverso - Não se preocupe, pirralho números 2 - Ele se aproximou - Vou ser rápido, não vai doer muito - Tomura que antes tremia agora se colocara na frente de Izuku com um olhar extremamente odioso encarando a sombra do homem.

- Não toque nele - Disse ríspido segurando firmemente o braço do menor sem lhe tocar todos os dedos, como ele havia lhe ensinado.

Midoriya estava longe demais, ele se prendeu em seus famosos murmúrios. Possivelmente o "chefe" de quem o homem falara era All For One, e como não reconhecia o rosto do vilão ele supôs que era um daqueles "capangas genéricos" que mostravam mais do que realmente eram, talvez pelo fato de Shigaraki ser uma criança Al For One deduziu que mesmo um homem de baixo nível conseguiria captura-lo, e tudo seria assim se Izuku não estivesse presente.... Porque? Bem... Izuku Midoriya era um herói com licença provisória, mesmo que naquele momento não parecesse.

- Shiicchan - Disse o esverdeado tocando gentilmente o braço do menino - Não se preocupe - Tomura olhou para o pequeno confuso - Eu tenho um plano - Ele sussurrou.

- Neh, onii-chan - Izuku usou uma voz mais fofa que o normal e se aproximou abrindo sua mochila casualmente - Quero te dar uma coisa! - Sorriu meigo.

- Izuku, volta aqui! - Gritou o maior desesperado.

- Que pirralho idiota - O homem zombou baixando a guarda - O que tem pra me dar? - Riu sarcástico, já que o mataria de qualquer forma ele ao menos deixaria o menino lhe entregar o que quer que fosse.

- É meu amuleto da sorte, onii-chan! - Ele tirou uma lanterna da mochila logo a colocando nas costas novamente - Se você ficar com ele, vai te trazer muita sorte! - Se aproximava cada vez mais do adulto que ria da ignorância da criança - Deixa eu ligar pra você ver o quanto ela brilha - Assim que completou a frase foi rápido, correu até o homem e empurrou com força o objeto em seu estômago apertando o botão que desferiu nele uma grande carga elétrica.

- Filho da puta - Resmungou o velho antes de cair paralisado no chão.

- Vamos, Shiicchan! - O esverdeado guardou a lanterna na mochila correu em direção ao maior e puxou o capuz do moletom para disfarçar a aparência de Tomura, em seguida segurando seu braço e o puxando para longe do beco em que o vilão que pretendia os atacar.

- Você é maluco?! - Gritou o maior correndo apressado a fim de acompanhar a criança menor que o puxava pela cidade.

- Não se preocupe, o choque era fraquinho! - Mentiu descaradamente - Ele não se machucou, só vai ficar sem se mexer por um tempinho! - Disse a verdade desta vez.

- Garoto estranho! - O maior riu histericamente por conta da adrenalina que acabara de passar - Muito estranho!

- Ei! - Resmungou o menor ofegante por correr sem parar.

- Obrigado por ser estranho, Izuku - Os dois se olharam e riram juntos - Aliás, pra onde vamos?

- Minha base secreta! - Ele gritou empolgado. Sabia que se aparecesse em sua casa com uma criança desconhecida sua mãe chamaria a polícia e quando chegassem levariam Tomura embora, com certeza para um hospital seguido de um possível orfanato? Ele sabia que os parentes do "Vilão" não estavam mais vivos, no entanto, ele percebeu que Shigaraki queria esconder esse fato e ainda não se sentia pronto para falar, por isso decidiu deixar daquela forma.

Os dois garotos correram por mais alguns minutos antes de chegarem em uma parte do bosque perto a sua casa que ainda não havia arrumado para os visitantes, mais a frente, escondida por altas moitas e outras plantas grandes estava uma pequena casa de madeira no alto de uma grande árvore. O esverdeado sorriu para o grisalho e começou a subir as escadas de corda empolgado sendo seguido pelo outro. Izuku explicou ao maior que ele poderia ficar em sua casinha na árvore por enquanto, era segura e ninguém sabia onde ela se encontrava, prometeu a Tomura que encontraria um jeito de ajuda-lo melhor depois, mas que por enquanto o mais seguro era que ele ficasse ali já que com certeza outras pessoas viriam atrás dele. Também pediu a ele que obedientemente esperasse pelo esverdeado, que passaria em sua casa para buscar sacos de dormir e comida, junto a remédios mais eficazes contra os cortes mais profundos do garoto.

Enquanto isso, um certo loiro temperamental resmungava em seu quarto brincando com uma pulseira de flores nas pequenas mãos. Deku sempre foi um esquisito, porém, desde o dia em que haviam ido caçar insetos ele parecia ter mudado. Bem, continuava chorão e desastrado, inútil como sempre. Mas ao mesmo tempo ele parecia mais confiante e independente, as vezes falava como um velhinho e Bakugou já o repreendeu várias vezes dizendo que ele assustaria os adultos, no entanto, ele mentia, dizia essas palavras apenas por temer que caso as pessoas grandes descobrissem tentassem levar Izuku embora, o que não lhe agradava nem um pouco. Desde aquele mesmo dia ele se sentia diferente em relação ao esverdeado, tinha ciúmes quando outra criança se aproximava muito, o protegia sempre que algum valentão judiava do pequeno e se envergonhava cada vez que Izuku lhe beijava na bochecha ou segurava sua mão. Era estranho, mas o pequeno Bakugou sabia que, no fundo, ele gostava de Midoriya, só não queria admitir em voz alta. Olhou mais uma vez para a pulseira florida que o menino sardento fizera para si antes de levantar decidido e sair de seu quarto gritando.

- VELHA! - Correu até a cozinha onde sua mãe preparava o jantar - QUERO VER O DEKU, AMANHÃ! - Berrou batendo na perna da mulher que se irritou.

- QUE INFERNO, KATSUKI! - Ela deu um cascudo na cabeça do filho - AMANHÃ LEVO VOCÊ, MAS PARA DE GRITAR, SEU PIRRALHO MIMADO!

- ENTÃO PARA PRIMEIRO, VELHA - Ele mostrou a língua a mãe que se irritou ainda mais.

- PORRA, JÁ FALEI PRA NÃO ME CHAMAR DE VELHA!

- Querida? - O pai do menino entrou na cozinha - A comida tá queimando - Alertou a loira que surtou.

- INFERNO!

•°•🕝°•°

Izuku chegou em casa correndo. Subiu em direção ao seu quarto, arrumou dois sacos de dormir rápido na sua fiel mochila amarela, colocou mais lanches saudáveis, pegou antibióticos e anti-inflamatórios junto a bandagens e curativos, colocou um pijama e as roupas mais largas que tinha. Shigaraki podia até ser mais velho, mas estava tão magro e pequeno que ele tinha certeza que suas roupas dariam no maior, por enquanto. Seus olhos caíram sobre um protetor labial que sua mãe esquecera em seu criado-mudo, os lábios de Tomura estava partidos e ressecados, na verdade desde que se lembre eles foram assim, talvez ele pudesse mudar aquele mau costume com o tempo começando agora, não pensou duas vezes em colocar o objeto no bolso da mochila. Depois de separar mais algumas coisas ele desceu apressado as escadas e andou até a cozinha, respirou fundo antes de cutucar as pernas de sua mãe que lavava a louça.

- Izuku, meu bem! - Ela se abaixou e afagou os cabelos verdes do filho - Você demorou, Katsuki já está em casa? - Ele demorou pra raciocinar a pergunta, afinal sua mãe pensava que ele estava "brincando" com Bakugou.

- S-Sim - Sorriu amarelo.

- Bem, o jantar já vai ficar pronto, mamãe fez uma sopa deliciosa e - Antes que pudesse terminar a frase o pequeno a interrompeu cutucando as perna novamente - O que foi?

- Mamãe - Disse com receio - Posso dormir na casinha da árvore hoje? - Ela pareceu a surpreender já que a mulher ficou sem fala. A casa da qual o menino falava era uma pequena construção que tinham feito juntos. Ela não ficava longe, como o bosque era atrás de sua casa parecia mais um grande quintal. Todavia, Izuku tinha medo de dormir sozinho desde que ela se lembra, Inko sempre tinha de deitar consigo em seu quarto até que ele adormecesse e as vezes quando acordava de noite ele corria assustado para a cama de sua mãe, então ela estava curiosa e preocupada, por que seu filho medroso repentinamente pediu a ela para dormir lá sozinho?

- Por que meu bebê quer dormir sozinho? - Perguntou sorrindo.

- Eu - Ele pensou antes de responder - Encontrei um cachorrinho! - Ela pulou assustada com a euforia do menino - Ele tá muito machucado e triste, mamãe - Izuku apelou para o seu "modo irresistivelmente adorável" - Sei que você é alérgica, espirra e espirra sem parar - Mexeu as mãozinhas demonstrando - E por isso deixei ele na casinha - Ela pareceu entender - Mas ele vai ficar sozinho e vai chorar se estiver no escuro - Choramingou - Então, por favor, mamãe! - Suplicou a fazendo suspirar, quem conseguia resistir a fofura de seu pequeno? Ninguém, com certeza nem mesmo os vilões, riu com o pensamento.

- Bem - Ela levantou e foi até um armário tirando dois walk tok's e voltando até sua criança - Se você manter contato com a mamãe todo o momento antes de dormir e quando acordar, eu deixo - Ele não deixou que a mulher terminasse e pulou alegre em seu colo a beijando na bochecha várias vezes.

- Obrigado, mamãe! Obrigado! Obrigado! Obrigado! - Repetiu pegando um dos rádios pulando histericamente, fazendo com que a mulher risse de sua empolgação.

- É melhor você ir logo, não quero que cruze o bosque no escuro - Disse olhando para a janela vendo o sol se pôr - Mas antes... - Ela pegou uma vasilha e uma colher, se aproximou da panela com o cheirinho gostoso e colocou o ensopado entregando ao pequenino - Leve para jantar, tenho certeza de que só colocou besteiras nessa mochila, por isso está tão grande - Ele corou envergonhado e aceitou a sopa - Jante direitinho!

- Pode deixar, mamãe! - Ele subiu na ponta dos pés e a fez se abaixar um pouco a fim de lhe dar um beijo na bochecha novamente - Até amanhã! - Correu até a porta eufórico e a fechou segundos depois.

Ele chegou rápido ao seu destino. Izuku estava contente por conseguir encontrar Tomura antes de All For One, óbvio que sua missão ainda não tinha sido concluída já que o amigo ainda era um alvo em potencial para o grande vilão, mas pelo menos agora confiava em Midoriya, o que já significava muito!

- Shiicchan! - Gritou subindo as escadas ofegante - Cheguei!

- Izuku? - O grisalho ajudou o pequeno pegando a mochila pesada e a jogando em um canto da casinha, não sabia como aquele corpinho da criança aguentava andar por aí com tanto peso - Pensei que nem ia voltar.

- P-Por que?! - Disse preocupado, afinal Tomura ainda não confiava nele? - Você pensou que ia abandonar você?! E-Eu nunca faria isso com você! E-Eu - Ele teve que parar e respirar, já estava sem fôlego por correr o caminho até ali e seu pulmão de 4 aninhos não resistiu a fala rápida e desesperada.

- C-Calma! - Disse segurando cuidadosamente o ombro do menino - Não é isso - Tentou concertar sua fala ao ver os olhos do pequeno encherem de lágrimas - Só pensei que sua mãe não o deixaria voltar.

-Só... Isso? - Fungou.

- É, só isso - Ele afagou os cabelos rebeldes - Eu confio em você, Izuku - Sorriu fazendo o menor se acalmar.

- Se confia em mim - Ele disse confiante - Então tire as roupas.

- O quê?! - O grisalho recuou o corpo.

- Isso mesmo, tire suas roupas, Shiicchan!

- Não vou fazer isso - Ele corou - S-Seu garoto precoce! - Gritou envergonhado.

- Se você não vai tirar, então eu mesmo faço!

___________________________________

Olá flores! Espero que tenham aproveitado o capítulo!

Bem, a programação nem era postar um capítulo dessa fic tão cedo, mas uma pessoinha maravi_linda me fez mudar de ideia, então resolvi fazer!

Aliás o capítulo ainda não foi revisado, se tiverem erros perdoem que aos poucos vou ajeitando, okay?

Rapaz nem sabia que o Tomura não se chamava Tomura, olha a ignorância da pessoa?! Só fui descobrir fazendo a fanfic kkk

Hoje novamente temos fotinhos pra vocês:

AMO DEMAIS ESSAS FOTINHO DO GOOGLE!

Adoraria que essa fic tivesse mais visualizações porque acho que foi a que mais me esforcei pra escrever, mas fazer o quê? Nada é perfeito né? O jeito mesmo é esperar por mais flores lindinhas aparecerem, tô até pensando em panfletar ksksksk

Um beijo pra quem quiser!
\(>3<)/

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top