claro que senti tesão... 06
Ainda segurando em sua mão para você me acompanhar a subir na escada. Mordo o meu lábio quando empurro a porta do seu quarto entrando para dentro sorrindo, você passa em seguida se encostando na porta e segurando a minha cintura para perto de te...
Juntando os nossos lábios profundamente, minhas mãos vão para o seu cabelo o puxando para ficar mais perto e que nos conecte mais.
Você puxando mais a minha cintura para perto de te, eu fui rápido te puxando para sair da porta e indo ao caminho da sua cama, você fica sentando nela e eu subo em cima do seu colo lentamente.
" nossa" diz em sussurro "esse olhar" te olho mais fundo empurando o seu peitoral para você ficar deitado na cama.
" shi" levo o meu dedo no meio da minha boca fazendo um gesto de silêncio e em seguida eu faço isso na sua boca já indo te beijar. Começando a remexer o meu corpo para frente e para trás, sinto sua mão indo para a minha bunda a mexendo junto, reviro os olhos seprando da minha boca da sua.
Levo as minhas mãos para a barra da sua blusa levantando para que retire do seu corpo, você ajeita o seu corpo tirando a sua blusa e jogando em algum canto.
Me encara quando se ajeita na cama e de repente eu sinto o meu corpo sendo virado para que eu fique agora com a costa para o colchão. Sorrio com aquele sorriso inocente, mas não é mesmo, ele se aproxima e me beija, suas mãos vão para as minhas coxas ajeitando a minha posição mais ainda.
Eu coloco os meus braços ao redor do seu pescoço para aproximar mais, descanso lentamente para que massageie os fios do seu cabelo.
Enquanto esse momento está acontecendo a minha mente está para eu esquecer de tudo apenas aproveitar, eu gosto dele... gosto até, ele é lindo, bonito, tem um abdômen que eu fico querendo tocar e mais coisas.
Mas né...
Claro que há algo negativo com ele, tem diversas coisas.
Por enquanto que estamos entre os beijos ele se levanta um pouco confuso me perguntando que eu havia ouvido o seu celular tocar, nego mas você respira se levantando e indo pegar no seu celular que estava em cima de uma mesa no canto do quarto.
" puta merda" mexe no celular colocando no ouvido "sim, sim, estou indo" desliga deixando em cima da mesa, ele me encara e eu sorrio para te que não fez o mesmo, apenas se abaixou para pegar em sua roupa e em seguida vai ao caminho da porta do seu guardo.
Respiro vendo ele vestir a sua blusa e saindo do quarto... encaro o teto pensativa e logo me levantando da sua cama, ajeito a minha pessoa e pegando em meu celular que estava em cima de uma mesinha, em seguida eu vou ao caminho da porta do seu quarto, abro mais para eu passar e depois eu fecho, eu caminho para a escada ficando parada ainda em cima dela e vejo você já indo para a porta principal.
" já volto" me encara e sai em seguida. Apenas concordo revirando os olhos, eu começo a descer a escada e chegando na sua sala, me sento no sofá para me descansar um pouco.
Ligo a televisão para eu poder me acalmar mais, esqueci a merda do meu remédio.
Ajeito o meu corpo ficando aparentemente deitada no sofá um pouco, respiro novamente procurando por uma posição boa, achando a posição boa eu fecho os meus olhos e adormeço.
Eu tomo um susto com vários sons vindo do meu celular que estava no canto do meu corpo, seguro um pouco ainda confusa, mas antes olho para o relógio e percebo que eu havia dormido mais ou menos umas 2h ou 3h... Agora já são 10pm.
Só vejo mensagens das meninas no nosso grupo e umas ligações delas, sorrio ficando um pouco alegre que irei falar com elas e com isso irá passar o meu tédio.
Me levanto indo para o banheiro do andar de baixo, para fazer minhas necessidades e levar o meu rosto. Saio de lá indo para a sala novamente e começando a conversar com as meninas super normal.
A gente três temos umas brincadeiras para jogarmos quando ficamos no tédio e tal.
Então ficando jogando esse jogo e com a ligação ainda na linha, rimos gritamos muitos! Mair é super escandalosa com tudo que ela fazia no jogo, ganhando, perdendo, morrendo, se atrapalahndo com algo, e por outro lado, Tayle a mais séria, mas quando perde... meu amigo, ela fica puta e fica calada no meio do jogo. Ela só pedia para Mair parar de gritar porque ela estava na casa do seu pai e que ele estava no seu quarto já "dormindo" sim... ela falou no modo com os aspas nas suas falas "a Letícia está aqui, ouvi uns leves gemidos mas tudo bem, o meu pai merece se divertir mesmo eu não gostando dela" e blá blá.
" ei, eu acho que já estou acabada" rir me ajeitando no sofá.
" eu acho também" Mair fala.
" por quê?! Eu estava chegando em vocês, falsas"
" Tayle..." rir "depois jogamos novamente e com isso deixaremos você ganhar gata" ele revira os olhos e começando a resmungar.
" que chatas" diz rindo "vadias mesmo" ainda resmungando.
" meu deus, que mimimi Tayle!" Mair fala rindo.
" calada Mair, você também está perdendo querida"
" mas estou mais do que você amiga" sorriu me fazendo rir.
" vai para merda, vocês duas se juntaram para me fazer perder" a gente três rimos "ah cara... perai" silêncio "sim... calma pai, vá lá pro seu quarto papaizinho lindo" riso "ah pare, estou na ligação com as meninas apenas... ah okay, ui, todo todo ele rapaz... veio beber pagua para tirar o seco que o senhor está?" risos "claro hein... BOA SORTE PAI... ah cara" em seguida um palavrão "paiii! Não fale palavrão"
" oi meninas" retribuímos o oi "é... terminem ai ok? é hora para a Tayle dormir"
" PAI! Já sou uma adulta sabe né?"
" então por que está em minha casa?" um som da Tayle resmungando "garotas, desculpem ok? a Tayle tem que ir encontrar a sua mãe no aeroporto de manhã"
" sério?" Mair falou e ele concorda.
" Tayle, você nem falou" deu de ombro.
" não é interessante, so irei ver a sua pessoa" seca.
" sua mãe Tayle" o seu pai diz calmo... em seguida a Tayle começa a falar mais baixo e ele também "é... irei ir agora, boa noite gente, tchau, Tayle..." silêncio.
" taaa" riu "é vou ir né" Tayle gargalha "puta merda, eu tinha esquecido que eu tinnha que encontrar com aquela moça" complicado, bem difícil para a Tayle, mesmo ela levando na brincadeira, mentindo que está bem, eu sei, eu e Mair sabemos que ela não está, não gosta de falar e nem ver a sua mãe.
" ok Tayle, vá lá, eu agora também irei" Mair fala calma.
" beleza gatas, tchau!" falou alegre.
" tchauzinho!" digo já desligando a ligação e me ajeitando no sofá para me relaxar novamente. Respiro me deitando mais confortável no sofá, deixo o celular em meus peitos...
Olhando por teto até escutar a porta sendo aperta, eu toco um leve susto mas nada assim.
Te olho chegando e fechando, vindo em minha direção se sentando no chão, eu desvio para te olhar, sorrio carinhosa e ela sorriu também, com isso eu levo o meu dedo para o seu queixo para um beijo, quando ia se aproximar ele desvia me fazendo beijar a sua bochecha.
Solto uma outra respiração negando, fico reta olhando pro teto.
" ei" ouço ele me chamar.
Não respondo e ficando na mesma posição, olhando pro teto respirando. Ele se levanta e se senta no sofá, levanda os meus pés deixando eles em cima do seu colo, sinto os seus dedos passeando pelas minhas coxas, foi entrando para mais o meio e ai eu me levanto tirando os meus pés em cima do seu colo.
" que foi?" ele fala me olhando.
" nada" diga calmo me ajeitando no sofá.
" fala vai" sinto sua mão se posionando em cima da minha coxa.
" é..." seguro nela a tirando depois "você está querendo mandar em mim" falo não te olhando.
" estou?" confuso.
" claro... é... quando eu te conheci quando eu estava presa, você não parecia ser assim, mas agora... quando eu saio você pergunta e quando você sai é de boa..." fala por cima de mim.
" estou sendo normal Wahille, pare de frescura, só estou meio preocupado" te encaro.
"um pouco preocupado estranho, se vale para mim, vale para te não?" concorda "eu só te conheço a dois meses? um mês? você foi o meu apoio na prisão, me ajudou e quando eu saio de lá você não é nada igual como era" franze a testa "não sei" me levanto do sofá.
" você está se confundindo a minha pessoa, sempre fui assim, você pode ter pensado muito e-"
" e não, eu sei como você era, me perguntava que eu estava bem, não tocava em mim estranho, do nada" falo calma 'e agora estou fazendo isso?' ele perguntando se levantando "eu entrei aqui praticamente chorando..." ele concorda "você nem perguntou oque houve, rapidamante me beijou e me pedindo para eu ir pro quarto porquê você estava com tesão da porra" ele olha para baixo "o ruim é que eu estava precisando de alguém e adivinha, eu também claro que senti tesão e te beijei, mas parei, você continuou com o beijo mesmo eu falando que não... hoje eu me acordo e não vejo você, você chega de boa, não me explicando o porquê que você sumiu ontem e ter me deixado dentro da sua casa sozinha"
" eu não preciso te explicar nada Wahille"
" não, claro que não, mais tenha mente por favor, eu estava aqui em sua casa sozinha porra, eu não conheço aqui, vim aqui por sua causa e você me deixa sozinha depois eu ter negado de beijar você"
" hm" fala isso.
" de boa, hoje eu fiquei mais boa, ou não... esqueci do meu remédio e sair de mim novamente te beijando, subimos para o seu quarto, entre o beijo o seu celular liga e você sai... me deixando novamente sozinha"
" o meu trabalho é mais importante Wahille, você sabe"
" eu sei, mas me fale antes né 'ei, o trabalho está me chamando' mas você não faz isso, me deixou com uma cara de tonta" cruzo os braços.
" desculpa" me encara, respira e começa a andar até a sua cozinha, te sigo "eu, é... não pensei"
" tudo bem" falo me sentando no banco da sua cozinha.
" gosto muito de você Wahille" ele sai da cozinha e fica na frente dos bancos, segura em meu queixo me beijando fundo... fica só com os nossos lábios colados "é... muita coisa em minha mente, é difícil trabalhar de policia"
" não, não é" falo e ele separa da minha boca com um rosto confuso nada bem.
" por eu saiba, eu que sou um policial e não você" cruza os braços, a sua voz estava firme, muito firme.
" o meu avô é, e eu também sou um pouco... você sabe disso"
" não, o seu avô é um puto de policial de merda, fica fazendo contrado com ladrãos, e você? me faça favor, eu trabalho com isso já a mais ou menos 5 anos, não é nada fácil, você é apenas uma ajudante do seu avô" fico calada, sorrio de lado meio, ok...
" ta, não quero é-" me interrompe.
" eu sei do seu ex namorado" fico confusa, eu não tenho um ex namorado "o tal do David" concordo, filho da puta que nunca me pediu em namoro e diz que fomos ex namorados "eu trabahei no cado da família dele, eu discordava com tudo que ele me dizia de te, você é perfeita para ele mesmo"
" hm" falo meio na dúvida... eu perfeita? eu sei mas...
" foi bom mesmo você ter terminado com ele" sorriu "pense, se você estivesse com ele agora, a gente dois não estariamos aqui, ou sim?" morde o lábio.
" não" reta "eu não traiu" ele gargalha.
" eu sei, você é perfeita" segura em minhas mãos me levantando do banco e me virando fazendo que eu encoste a minha costa na parede.
" por que você acha isso de mim?"
" ah, você é tão linda, me encanta o seu jeito, sua pessoa me de enlouquecer" eu só concordava "e ainda mas, não tome mais aqueles remédios, você fica mil vezes mais sexy sem eles" sorriu mais maliciosamente.
" sério?" confusa, concorda "mas eles me acalmam..."
" você fica perfeita assim" se aproxima do meu corpo que estava na parede, você segura em minha cintura me beijando com força.
Eu respiro não querendo o beijo mas mesmo assim indo com o beijo... não...
Seguro em seus ombros afastando o seu corpo, ele me encara confuso e um pouco com raiva, eu nego para você.
" eu não sou perfeita" nego com a cabeça te olhando.
" meu deus" coça os olhos "ninguém é perfeito Wahille" fico confusa "falei isso para te conforta caralho, não seja dramática"
" o que?"
" você é muito dramática"
" eu dramática?" aponto para mim mesma "estou sem o meu remédio porra, claro que serei dramática, eu te falei ontem que se eu não tomar meu remédio eu fico mais sei lá, e você sabe disso, eu te falei isso também na prisão"
" não falou" arregalo os olhos.
" falei isso... é, quer saber?" passo pela sua pessoa "vou ir embora, cansei de você ficar jogando coisas em mim, sério" falo indo ao caminho da porta. Pego em minha bolsa e meu celular, indo ao caminho da porta eu sinto o meu braço sento puxado.
" fique, já está a noite"
" não, não sou dramática? irei fazer o meu drama agora" sorrir.
" mas aonde que você vai? você não conhece esse lugar"
" aeh? meu deus" abro a sua porta "sem resposta, fique na dúvida igual eu fiquei quando você saiu sem me dar uma explicação" saio da sua casa, olho para trás vendo você saindo e cruzando os braços.
Me abraço respirando, reviro os olhos.
" que porra" falo para mim.
Ele é um carinho que ficava na frente da minha cela da cadeia, ele foi meio gentil comigo, achei ele legal, ele estava namorando naquele tempo de dois meses atrás, mas mesmo assim ele soltava umas cantadas para mim.
Não gosto dele, só o acho bonito e super gostoso.
As meninas ficaram meio falando para ele beijar ele e testar se ele é bom... testei, normal, um beijo normal.
Ainda andando na rua cansada só pensando que ele é uma coisa que não vem em minha mente.
Agora eu preciso dos meus remédios, isso sim.
Hoje e ontem foi um dia péssimo para mim, essa semana está péssima para mim, isso sim, nossa! Cansada, muito cansada.
xxx
Calma Wahille, se acalme ou quer que uma outra pessoa te acalme?...
hmmm.
Não gosto dele com a Wahille, mas eu sei que a Wahille irá fazer algo.
Um capítulo simples que está apenas mostrando ele.
Nem não lembra, ele é o cara que a nossa Angel criou amizade quando ele estava presa... hmmm.
Interessante mas estranho.
Bye!!! Ansiosa para os próximos.
Vadias!
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