Sua fiança foi paga... 82


Estou com várias sensações agora... eu irei para prisão? meu deus cara.

" ok, pode me acompanhar?" pergunta.

" é... posso me despedir primeiro?" concorda e completando 'rápido' com isso eu continuei a abraçar as meninas muito forte.

" ah amiga aquela roupa laranja não combina com você" Mair chora dizendo isso "estou triste" me abraça mais forte "não fique triste" arregalo os olhos porque não estou triste.

" não ficarei" rir "a roupa laranja irá ficar bonitinha" dou de ombro rindo, ela retribuí mordendo o lábio e enxugando umas lágrimas do seu olho rápido.

" você vai sair, iremos soltar você" Tayle fala firme me abraçando "adoramos você" dá um beijo em minha bochecha rápido.

" te amo" A gente falamos juntas e rimos, elas falam e eu digo em seguida. Sorrir, elas retribuiram e depois afastaram os seus corpos, meu olhar foi para os seus pais, abraço rápido a mãe da Mair e o pai da Tayle.

" fique bem Wahille" escuto a voz da mãe da Mair dizer, sorrir concordando.

" iremos soltar você mais rápido" o pai da Tayle disse, sorrir agradecendo.

Eles foram para as suas filhas se abraçando a elas e eu fui para a minha mãe a abraçando no maior conforto e saudades do mundo, puta merda estou chorando novamente nos ombros da minha mãe, ela massageia o meu cabelo levantando o meu rosto ficando cara a cara a sua.

" Wahille, Wahille" rir divertida "quando você voltar... mocinha irá ter que me fazer muito feliz, ser uma filha muito boa" sorriu.

" certo" rir, mas claro que no fundo eu estou sentindo muito ruim com isso tudo, minha mãe me encara com um olhar de muito triste e com isso fico te abraçando muito forte mesmo "não fique assim mamãe" dou um beijo em sua bochecha. 

" calada" diz brava mas no tom de brincadeira. Pentea rápido o meu cabelo me fazendo te encarar novamente "te amo Wahille, lembre que eu sou a sua mãe,  irei te proteger sempre, irei soltar você de lá mais rápido possível" só concordava com ela.

" ok, Te amo" abraço.

" vá falar com o seu avô" sorriu. Encaro ele de lado, respiro me afastando da minha mãe e chegando em meu avô, o homem que me protege sempre sem me avisar, o homem que cuida de mim sem precisar que mostre.

Caminho até em você ficando em sua frente, já sabendo que ele não gosta de abraços eu abro a minha boca para falar algo mas fui interrompida por um abraço seu me puxando para se aproximar do seu corpo. 

" um abraço né Wahille" fala sério, sorrir colocando os meus braços ao redor do seu pescoço para um abraço mais forte.

" desculpe" falo em sussurro. 

" Wahille não se desculpa" faz que eu olhe para te "aquele filho da puta irá se ferrar! Irei infernizar esse desgraçado" fala firme.

Sorrio concordando com a sua fala, por último de abraço mais forte ainda e me despeço. O polícial estende a mão para mostrar o caminho, entro dentro do seu carro mas com o olho pela a janela, vendo a Mair morrendo de chorar no braço da sua mãe, Tayle abraçando o seu pai e a minha mãe e o meu avô respirando, a minha mãe vai até nele para dá um abraço e ai todos começaram a acenar no gesto de tchau, faço o mesmo após eu abrir a janela.

Minutos depois que as suas pessoas já sumiram em minha visão eu descanso o meu corpo na costa do banco, fecho o olho pensando em tudo que acabou de acontecer... Porra!

Eu acho que não merecia isso, eu sou tão linda...

...

" por que querem me processar mesmo?" pergunto novamente.

" não sabe? está na lista, por isso que a senhorita está aqui" não sei porque a culpa não é minha. Coloquei tudo em meu nome e agora estou sendo culpada e julgada por algo que não fiz e nem sei.

" sério?" coloco a minha mão em meu peito com uma voz baixa "meu deus" faço bico.

" né"

" complete por favor" digo pensativa.

" eles também querem processar você pela vez em que você dirigiu seu range rover até a sala de estar, porque você não queria andar até a entrada da garagem" reviro o olho após estar ouvindo isso desse veredicto de nada.

" ok, e com isso irá me levar para a prisão?" franzo a testa na dúvida que depois soltando uma respiração para ficar mais calma.

" não exatamente senhora, isso não foi certo sabe né? por que não entrou pela a entrada certa?"

" é uma entrada tão longa!" faço rosto triste com um olhar para te tristeza e meu deus...

" ainda não consigo entender senhorita mas-" interrompo.

" irei para a prisão agora?! Ahhh não! Por quê? podemos negociar sabia?" sorrir gentil para ele que retribuiu só ao contrário da minha expressão de boa menina e moça gentil.

" não se preocupe senhora, Lualyys. Você, senhora, não vai para a prisão" diz seco, porém tem um leve riso de canto.

" obrigada" coloco as minhas mãos em meu peitoral com um riso de agradecimento, sorriso de orelha a orelha.

" você vai para um asilo" fala reto em minha direção.

" O que?!" franzo a testa te encarando com uma careta meio 'não acredito'

" na lista que está o seu nome, me preocupa, uma simples prisão não dá para te ajudar... um asilo sim... irá ficar trocando diversas vezes de lugares, prisão, asilo, asilo pra prisão" fico mais reta, ajeito a minha posição te encarando.

" ok, certo, isso não irá me alimentar" dou de ombro "um asilo dá para mim" sorrio tentando ser gentil... novamente.

" Senhora Lualyys, posso continuar? ou irá me interromper como está ocorrendo?" abro a boca chocada.

" nossa" sussurro só para mim.

" a senhorita é uma culpada eu sou o veredicto daqui, precisa me ouvir se não-" interrompo novamente o senhor, meu deus. Levanto a minha mão mas ele não dá uma importância a isso então me levanto "sente-se" me manda mas eu não ouso para continuar a minha fala.

" Estou escolhendo ignorar este veredicto" falo firme em minha voz.

" O que? Você não pode ignorar o veredicto" franze a testa com uma leve careta de confuso.

" que veredicto?" olho ao redor levantando os meus braços em dúvida, sorrio de lado.

Você abre a boca mas eu continuo com a minha fala, sorrio rápido para continuar de leve. Respiro ainda ficando em pé me sentando ainda com os meus braços em dúvida que foi se abaixando durante a minha fala de um leve deboche.

" veja, este sou eu ignorando o veredicto" abaixo os meus braços dando de ombro com um leve riso ainda. Descanso a minha costa na costa da cadeira que estou sentada.

O veredicto solta uma respiração, fecha os olhos e logo abrindo em seguida "leve-a"

" não" digo "motivo bom" cruzo os braços.

" isso" aponta para mim e para o local "grosseira com o Veredicto... sou eu" sorriu de lado.

" QUE DIABO É ISSO?!!!" sinto umas mãos segurando em meu braço "eu sei andar sozinha" me remexo "Me soltem" me soltaram.

" ande então Senhortita Lualyys"

" uma pergunta por fim" concorda o Veredicto "eu irei ter que ficar com essa roupa?" franze a mesma concordando "mas... laranja não é uma cor que combina comigo" sorrir "eu sei! Eu acho legal aquele roupinha listradas... irei parecer uma Zebra mas tudo bem né" dou de ombro "todos somos Zebras. Né?" o veredito fica confuso e encara os outos lados.

" levem" diz sem nada.

Eu me assusto vendo os guardas vindo em minha direção novamente... Solto uma respiração com um grito de susto e... Porra!

 Foram me levantando para dentro de um corredor e me levantando para um outro corredor.

Me param na frente de uma mesa, me fizeram umas perguntas e depois das minhas respostas me levaram por fim para dentro de uma sala sozinha.

" amanhã você irá para ao caminho do asilo, com isso acontecerá umas mudanças, vai ter que cuidar de umas senhoras e também se cuidar claro senhorita, a vida nesse tempo irá ficar trocando de lugar... uns dias lá e outros por fim aqui" sorrir para o moço de forma de agradecimento.

" ta certo senhor, estou com fome..." falo com um riso de canto. Você retribuí.

" ok, certo" sorriu "espere" sai da minha frente trancando a porta da cela.

Ok, irei ter que pensar muito sobre nesses dias para me recuperar, a minha mente está em uma confusão, estou já aqui mais ou menos a dois dias, fui para frente para me julgar, fui culpada como podemos ter visto.

Olho ao redor para dentro da sala que estou no momento, não gostei!

Sorrio para me lembrar do motivo que estou aqui, um simples lugar com um simples motivo que não sou culpada de jeito nenhum ou algum. A minha mente está no local que eu acabei o meu caso com o Dewrry.

Me lembrando dos nossos momentos juntos...

No clube que te vi pela primeira vez... no segundo você falando comigo e o nosso primeiro beijo, me levantando para o parque e uma ideia ótima de brincar de amarelinha da minha parte, me levando para a sua casa e nós beijando... os momentos pareciam que foram perfeitos e eram perfeitos.

Mas não passava de uma troca, como sempre.

Biblioteca... casa do campo, dos nossos momentos de brincadeiras, em sua casa, em minha... na sua cama ou na minha nos momentos de sexual ou só de amizade, quando conheceu a minha mãe, eu a sua, você indo para a festa do meu avô... quando nós abrimos mais um para o outro... no seu lago, no campo.

Em Las Vegas... uns dos melhores momentos e sensações que passei, na piscina, carro, no parque, a sua inteligência com convencido e debochado que me encanta.

Quando ele me chamou para o seu apartamento pela primeira vez... quando você fez uma leve surpresa lá em cima do seu apartamento, aquilo foi tão fofo, me sentir confortável com ele me ajudando no caso do David.

O nosso 'termino' que nem foi um caso de namoro, eu fui burra, só queria alguém do meu lado mas quando percebi das suas 'traições' para a sua ficante, isso me deixou triste, como o Dewrry fala sempre, eu sou gentil, legal, tento no máximo pensar no próximo e de uma possível segunda chance.

Isso fodeu a minha vida.

Precisava ouvir o Dewrry em relação a ele, mas não pude, com ele pareceu que a minha vida mudou, fui outra pessoa... fiquei mais sexy, mais reta, fui direta com as verdades que pude dizer e fui retribuída com mentiras.

Não gosto de me lembrar disso da sua parte, mas não dá, isso foi recentemente e a minha cabeça está uma bagunça de várias coisas com situações.

Mordo o lábio enxugando uma lágrima que deixei cair.

Respiro.

Irei ser outra pessoa após eu sair daqui! irei ser mais reta, mentiras ou algo assim eu irei falar, irei ser capaz de me ver, estou em uma cela de cadeia, irei para um asilo para cuidar de idosos e de mim, isso diz muito do que eu preciso.

Respiro, ouso passos percebendo que é daquele polícial bonitinho, dou um riso te olhando "aqui, tome" passa as minhas comidinhas por uma parte da grade bem pequena.

" obrigada" falo.

" sem problemas, qualquer coisa avise, estarei aqui senhora" sorriu mas parrou olhando pro seu lado concordando após uma voz aparecer "tenha uma boa noite, amanhã a senhora será levada para o asilo que irá ser como eu já tinha avisado antes" ele me olha mas vira de costa para ir embora, porém te chamo.

" ok, você irá ficar por aqui ou irá pro asilo também?" você solta um riso negando.

" irei ficar por aqui senhorita" sorriu "se você se sentir mais confortável comigo lá, eu posso pedir uma troca" dá de ombro. É um pouco esquisito pode ser por eu e ele já conversando assim, mas é que durante esses meus dias aqui ele sempre fica do lado da minha cela e ficamos conversando sobre muitas coisas, ele é gentil...

" não" sorrir "a gente se ver quando eu sair e quando eu voltar para cá mesmo" ele concorda coçando o pescoço.

" espero que aconteça rápido" gargalha "tchau, boa noite senhorita" abaixa a cabeça fazendo um gesto de educação. Digo o mesmo e ele some da minha visão.

Eu com as minhas comidas em minhas mãos, olho ao redor me lembrando que estou aqui já mais ou menos dois dias... um pesadelo para a minha vida, puta que pariu!

Me sento na cama colocando as comidinhas do lado de mim começando a abrir e a comer, estou faminta.

Um pouco depois que eu já comi, depois de tudo me me deito na cama me cumprindo com o lençol e acabando no sono totalmente.

Eu acordo já de manhã, o moço vem até em mim falando para se eu quiser ir ao banheiro, eu concordo e ele abre a cela e eu fui, termino de escovar o meu dente e fazer as necessidades, saio e começo a andar com ele ao meu lado me lavando para fora como ele tinha falado antes.

" tchau, se cuide" fala quando eu estou entrando dentro do carro da polícia.

" tchau, falo o mesmo" sorrir entrando, aceno durante abro a janela para ele, fecho me descansando no banco.

Fecho o meu olho me lembrando e pensando sobre tudo... Estou feia! 

O carro para e dizem que já tinhamos chegado, eu saio e eles me levam para dentro, apresentam a minha pessoa para as pessoas. Despois de mais uns tempos eu entro no local vendo já as senhoras e senhores, e mais umas pessoas pelo o local, entro na sala com dois policiais em minha trás, depois eles saem e olho para frente vendo uma senhora.

" olá senhorita..." olha para baixo para um papel exatamente "Lualyys?" sorriu.

" exatamente, Wahille" estendo o meu braço para um cumprimento, ela foi gentil fazendo o cumprimento.

" então, já sabe de tudo?" concordo "espero que se sinta bem e confortável aqui... qualquer coisa me avise, aqui você pode cuidar das nossas clientes, nossas pacientes e também se cuidar, pode ficar no campo ou sei lá, a sua decissão, espero que faça amigos e se conportar irá se livrar mais facilmente e rapidamente" sorriu gentil.

" eu sei de tudo, muito obrigada" respiro e penso "posso ir para o meu quarto?" assente falando o local, ela se levanta vindo até em mim me abraçando e com isso saio, olho ao redor do corredor não vendo mais os policias na porta, vou para a direção que ela me falou.

Entro no quarto vendo que só tem uma cama, então só para minha pessoa!

Estou feliz? NÃO! Estou triste? NÃO! Estou bem? NÃO! Estou ruim? SIM!

...

Eu entro na área da cozinha na cadeira vendo várias mulheres, sorrio ouvindo a porta se fechar e eu então começando a abrir, as pessoas me olhando como sempre, invejosas como são. 

Reviro o olho indo para uma mesa, sorrio me sentando na mesa, as garotas me olham indo se levantar, mas eu interrompo "oii" falo gentil, elas se olham e se sentam novamente respondendo "eu sou a Wahille Lualyys" sorrir estendendo a minha mão olhando para elas com um leve... ok.

" Neta do Sr. Lualyys?" uma diz. Concordo "ahhh" feliz.

" nossa, o seu avô é o empresário e tudo! Ahhh eu gosto muito dele, ele é um gato!" Paro de rir te encarando.

" Pare!" Falo na forma gentil.

" Não entendi..."

" Fico um pouco... Assim elogiando o meu avô, entende?" Faço o lábio reto e para baixo, concorda.

" Ok, então tirando ele da conversa e colocando você, eu acho o seu estilo top, você com o empresário Dewrry! Ahhh, tão fofos" sorriu alegremente.

" Pare!" Falo novamente, não quero colocar ele na conversa, pelo amor! Coloco as minhas mãos em meu peitoral com um leve riso no canto de forma que não perceba mas com um pouco claro.

" Ok, mas então, você é fofa!" Outra fala 

" cara, eu sou seu maior fã no instagram" encaro colocando as minha mãos no meu peito encarando elas da forma gentil... Claro ...

" Own" sorrir "que bom" digo sorrindo.

Esse momento passou mais por um tempo, essas meninas são as que mais falam comigo, isso mesmo! Eu passo a maioria dos meus dias conversando com essas pessoas.

Acontece!

Despois de um tempinho de conversa de elas me elogiando e me agradecendo por ter feito elas ficarem um pouco 'famosa' por ai ou 'popular' não sei... agradeci.

" Obrigado, pessoal. Eu nunca poderei repetir a gentileza que vocês me mostraram aqui" coloco as minhas mãos pouco para o alto os levantando e rapidamente os abaixando e uma leve expressão de agradecida.

" fico feliz por isso, você nós mostrou outro lado totalmente" uma moça falou.

" quero que sejamos amigas fora daqui" outra fala com um riso.

" melhores amigos para a vida" eu digo, sorrir apenas de um jeito gentil mas com um leve deboche.

Elas continuaram a falar mas de repente param após uma outra voz aparecer e sons de passos pela a escada de cima. Todas olham para aquela direção e eu ainda de olhar reto com um riso de canto.

" Sua fiança foi paga, Senhora Lualyys" me apoio na mesa olhando ainda para as meninas em minha frente para dizer algo.

Elas abriram a boca ficando feliz e indo me abraçar mas eu ainda apoiada apenas com as minhas palmas na mesa digo.

" tarde demais, perdedores" dou de ombro começando a andar, jogo umas mechas do meu cabelo para trás do meu ombro os retirando.

Começo a andar em direção da porta empurrando, passo e só escuto o som de se fechando, sorrio indo pelo o corredor indo para a recepção, e com isso indo para uma outra salinha que conversou comigo, entregou minha roupa.

Sair da sala para me vestir no banheiro do local.

Término indo para o corredor principal que é a direção a saída, sorrio para mim mesmo começando a andar com o meu look perfeito.

DIVA!


Saio finalmento desse inferno, paro na frente esperando por alguém que pagou a minha fiança, sorrio vendo o carro das meninas. Bob dirigindo e as meninas praticamentes de pés com os braços levantados pro céu, o carro para um pouco longe e as duas abrem a porta vindo em mim.

Abraçamos bem forte.

" você está linda" Mair diz, sorrir ao ouvir. Agradeço.

" como foi? um gatinho de polícial ou uma gatinha prinsonaira ou polícial?" sorrir negando mordendo o lábio, Tayle sendo Tayle.

" Vamos sair desse inferno" reviro o olho "só tem Vadias ali dentro" respiro começando a andar com elas.

" Todas somos Vadias" Tayle diz.

" Claro!" Mair completa rindo.

" Absolutamente" rir "Mais boa sorte para essas Vadias, até mais tarde" olho por cima do meu ombro olhando em direção ao portão fechado e gigante dando um beijo no ar de deboche ou até ser gentil!

Adorei!

Vamos lá para o outro lado da vida... Vadias!

xxx

AHHHHHH!!!

Chegou o fim gente...

Gostaram dessa história? Espero que sim, já está vindo o SEGUNDO LIVRO! Vejamos para o próximo suas VADIAS.

No próximo irei deixar uns recadinhos, bem importante que quero que vocês leam.

É isso... BYE, BYE, até o próximo livro.

Tristezas e muitas tristezas.

Vadias!!!

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