CAP.16 - Nós somos fogo e gasolina

Gente, a música acima é a cara do Nando e da Júlia; esse casal mega quente! Ouçam, vocês não vão se arrepender! ;)



"O nosso jogo é perigoso menina, nós somos fogo e gasolina..."



Eu estava paralisada e não queria encará-lo. Meu coração acelerou tanto que achei que fosse ter um ataque cardíaco. Seu perfume me distraiu e senti uma lágrima traiçoeira descer pela minha face.

- Ei! Eu to falando com você!

Estou segurando a chave que está na porta e permaneço de costas para ele.

- Nando é melhor você ir embora.

- Você só pode ta de brincadeira comigo! Olha pra mim Julia! Mas que porra, olha pra mim!!!

Ele grita e as lágrimas saem descontroladamente, como se eu fosse um cano furado. Viro-me.

- Por que você ta fazendo isso com a gente? _Me olha cheio de amor.

Ele puxa minha mão e me coloca nos seus braços. Eu mergulho no seu cheiro e queria ficar assim pra sempre.

Ficamos sentados no meu sofá abraçados por quase vinte minutos. Até que meu celular toca.

- Oi Cris.

- Oi Jujuzita! Como estão as coisas, amiga?

- Nada bom.

- O Rafa já saiu do coma?

- Já. Ele está no quarto, está se recuperando, só não lembra do acidente nem de nada que aconteceu naquele dia.

- Puta que pariu! E agora? Como você vai fazer?

- Eu estou de licença essa semana e vou ficar com ele no hospital. Agora é uma questão de tempo.

- Mas esse Rafa é um filho da puta de um sortudo! Além de não morrer, fica com amnésia.

- Cris não fala assim, credo. Ele vai se recuperar. Eu estou indo para o hospital daqui a pouco, depois a gente conversa.

- Ta bom amiga, se precisar de qualquer coisa é só me ligar. Posso passar a noite ai e fazer brigadeiro!

- Eu adoraria, mas to precisando ficar sozinha Cris. Obrigada.

- Voce que sabe. Um beijo amiga.



Nando está com o olhar impassível.

- Você não precisa fugir de mim.

- Eu preciso pensar. Você por perto não me ajuda muito.

- Porque não atendeu minhas ligações? Me ignorou quando bati na sua porta ontem.

- Preciso de um tempo. Não tenho estômago pra viver dessa maneira.

- Você pediu para a Rebeca me transferir. Ainda não to acreditando que você fez isso.

- Logo logo você nem vai trabalhar mais lá.

- Mas o tempo que eu ficar, eu estava ao seu lado. Você me prometeu.

- Nunca te prometi nada. As coisas estão acontecendo muito rápidas entre nós e agora, com essa tragédia, eu simplesmente não posso.

Ele se joga pra cima de mim e eu temo por não conseguir me controlar.

- Você se esqueceu de tudo que aconteceu com a gente? De como nossos corpos se encaixam?

Respiração forte.

- Seu cheiro já me deixa de pau duro, louco pra meter em você.

Me sinto desagurar de tão molhada. Arrepio forte e sinto meus mamilos endurecem. Ele percebe meu desiquilibrio, e está com a boca no meu pescoço.

- Tá vendo como nós somos? Fogo e gasolina. Não dá pra fugir disso.

Eu dou um pulo do sofá antes que eu pule em cima dele.

- Não Nando. Infelizmente não posso ter nenhum envolvimento com você. É melhor ir embora. Quando você sair, bate a porta. Eu falo e sigo para o meu quarto. Preciso tomar um banho e arrumar algumas coisas do Rafa pra levar para o hospital.

Mas ele não vai embora e antes que eu entre no banheiro, o sinto me agarrando muito forte pela cintura e minhas pernas ficam bambas. Ele começa a beijar meu pescoço e passar as mãos com muita vontade no meu corpo. Passa por baixo da blusa e alcança meus seios. Ele aperta, mexe nos mamilos, e sem perceber, gemo alto completamente louca de tesão.

- Não fala nada. Apenas deixa eu te dar prazer. Eu preciso do seu corpo.

Odeio admitir, mas adoro quando fala assim.

Ele continua atrás de mim, levanta minha saia e me da um tapa na bunda. Eu estremeço e caio na cama.

- De quatro delícia.

Eu prontamente fico em posição, louca pra senti-lo dentro de mim.

- Porra, você tem camisinha?

- Não.

- Merda. Nem lembrei de trazer.

- Eu tomo remédio. Agora mete logo que eu não to aguentando mais.

- Eu sempre uso, fica tranquila. Depois te mostro meus exames, se você quiser.

- Cala a boca e me come forte, Nando. Eu preciso de você dentro de mim.

Antes que eu termine a frase já o sinto lentamente. Ele quer me torturar e continua nesse ritmo.

- Por favor Nando, mais rápido...

- Quer rápido né gostosa? Assim ta bom, rápido e forte?

Enquanto ele mete muito forte eu começo a gemer alto.

- É assim que você gosta né? Então toma!

Nossa! O encontro de nossos corpos parece uma explosão. Ele está num ritmo frenético e eu sinto uma onda de calor se concentrar no meu ponto sensível.

.....

- Nando, isso não poderia ter acontecido. Mas que merda, o Rafa está no hospital e eu aqui, trepando com você!

- O Rafael vai ficar bem. Você não precisa se preocupar tanto com ele.

- Como você sabe do estado dele?

- Eu falei com a Mari.

AH! VOCÊ FALOU COM A MARI!!!!

- Ele não se lembra do acidente e nem da nossa briga sobre o divórcio.

- Até parece que ele não se lembra! Ele está jogando com você.

- Claro que não! Eu falei com o médico. Ele me disse que isso pode acontecer devido a gravidade do acidente!

- Isso é conveniente pra ele, será que você não vê?

- Olha Nando, eu realmente gostaria que você fosse embora e respeitasse a minha decisão.

- Então a sua decisão é ficar longe de mim por causa daquele filho da puta que ta com amnésia? Você vai desistir de nós por causa daquele imbecil?

Tive que fazer a voz mais convincente que existia em mim, mas não poderia mais continuar com ele.

- Nando, entenda uma coisa. EU NÃO TENHO NADA COM VOCÊ. NENHUM COMPROMISSO, NENHUMA...

- Então que porra é essa que aconteceu agora?

- Sexo. Isso se chama sexo. É isso que fizemos e... Já chega!

Me levanto e vou direto até a porta.

- Agora me faz a gentileza que sair da minha casa que eu preciso voltar para o hospital.

Tento não olhar para os seus olhos, pois a dor que vejo neles é aterrorizante.

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