CONSUMAÇÃO


Consumação

Receio que tanto na vida
Quanto na morte o poema
Ensaia na vida a despedida,
Qua na morte consome a pena.

Creio tanto na morte
E me dou tanto à vida
E o poema deixo a sorte
Para a pena da morte tão sentida.

Morte em vida o poema
Eternidade, depois da morte
O avesso da vida da pena,

Que lança na folha a sorte
Daqueles que em vida
Ressuscitam a pena da morte sentida.

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