Pedras no sapato

A cobiça movediça da barreira sonolenta,

começando a sorver baterias: que tormenta!

O senso esvaindo-se grãos abaixo.

A minha disposição é algo que não acho.


Canções imaginárias na ida entregue

de quem gasta a mágica de uma vida breve.

Sem recordar-me do último despertar.

Tolice tamanha, tentar me vangloriar.


Irrequieto com o teto que não escurece acima.

Predileto e incerto sobre a próxima rima.

Mendigando descanso para o vazio...

Alardeando a pobreza: inútil insone.


01/02/2008

Rafael S P Valle

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