🌻Cap 15 - Casal mais fofo🌻
Ela sabe da sua beleza
Mas sabe que sua beleza
Não é nada pois sua simplicidade
É sua fortaleza
Ela voa sem asas
Encara a correnteza
...
Sou submisso ao seu feitiço e eu gosto disso,
Sei que uma vida inteira é pouco com você
Mas vou tentar me contentar com isso
Então já é
A gente fica junto se me quiser
Não vem mudar de assunto testei sua fé
E eu chego devagar porque ela é frágil, ela é frágil
Mas se for pra jogar
Ela é mulher feita
❤Mulher feita - Projota❤
❤❤Espero que gostem desse
capítulo especial da Lena. ❤❤
🌻🌻🌻🌻🌻🌻 Helena 🌻🌻🌻🌻🌻🌻
Acabei de falar com Ana Luiza pelo telefone, as coisas estão complicadas com o dono do morro, ela não me explicou direito, só disse que ele está magoado com ela e pelo visto eles ficaram próximos, estranho né, agora vou na praça um pouco pra esfriar a cabeça e ler meu livro, quem sabe até encontro o menino tatuado que só por eu ser baixinha vive esbarrando em mim, saio de casa as pressas antes que meu pai chegue e faça um interrogatório para eu sair, coloco minha carteira e meu celular na bolsa, pego o livro em mãos e vou andando até a praça, que é bem perto, estava tão concentrada no meu livro, que acabo esbarrando em alguém.
- Ai, desculpa - olho para frente, vejo que é o menino tatuado, deve estar me seguindo esse ser - Ah, é você... não cansa de esbarrar em mim.
- Você que não olha pra frente e eu que esbarro em você, sorte sua que eu segurei seu livro, se não ele ia cair na poça - sorrio por ele ter salvo o meu bebê - A escolha? Que livro ruim tem esse tipo de titulo? - olho pra ele incredula e pego meu livro de suas mãos.
- Você não entende nada de livros... não fala mal do meu neném - ele ri de mim
- Realmente não entendo nada desse montinho de folhas, filme é mais legal.
- Não acho isso e só pra você saber, esse livro é incrível, recomendo você ler ele - ele faz uma careta.
- E eu recomendo você ir tomar um sorvete comigo - ele sorri gentilmente - uma forma de se desculpar por esbarrar em mim.
- Eu não esbarrei em você, vou aceitar como forma de agradecimento por salvar esse bebê aqui - falo apontando para o meu livro e saimos em direção a uma sorveteria, que ficava do outro lado da praça.
- Eduardo Martins - ele estende a mão pra mim enquanto andamos.
- Helena ou Lena - falo meio timida e ele sorri.
- Nome bonito - sinto minhas bochechas corarem
- Obrigada.
- Mas então o que você sempre faz aqui nessa praça? - ele pergunta enquanto entramos na sorveteria.
- Eu moro aqui perto, gosto de esvaziar a mente da correria um pouco e você?
- Eu gosto dessa praça, de tudo aqui, ja morei aqui perto e nunca esqueci daqui, hoje moro no morro do Alemão.
- Bem que Ana Luiza disse, que la só tem gato - penso alto... merda, ele me olha sorrindo - ignora o que eu... - ele me corta rindo.
- Relaxa, eu sei que sou firmeza - eu reviro os olhos - essa Ana Luiza mora la no morro?
- Não, ela ta visitando, a gente ta fazendo um trabalho da faculdade que envolve o morro, e ela foi la com a nossa amiga Alice, fazer o traba... - ele me corta novamente, vou bater nele.
- Ah, ela é a patricinha que Jorgin queria, to ligado - olho pra ele totalmente confusa - Ah esquece, sua amiga tem cabelos longos pretos, sorriso bonito, patricinha?
- Sim... conhece ela? - pergunto enquanto pegamos sorvete.
- Não, só ouvi falar, todo mundo conhece ela la ja, o chefe salvou ela e tem muitos boatos que ela vai se tornar fiel dele, mas nada comprovado - fico pensativa, até que sinto algo gelado no meu nariz, vejo que ele passou sorvete no meu nariz.
- Não acredito que você fez isso - olho pra ele brava e ele levanta o braço em forma de rendição.
- Eu te chamei 3 vezes e você não escutava, tava em outro planeta, paciência.
- Paciência nada, vai ficar tudo melecado meu nariz - ele comeca a rir de mim e eu fico irritada, pego uma colher de sorvete e passo por todo o rosto dele.
- Não acredito, sabia que vou embora de ônibus? - ele me olha bravo.
- Legal, quero saber como vou limpar meu nariz, sem ficar grudento - ele chega perto de mim e lambe meu nariz rapidamente - eca, você é nojento.
- sei que gostou - ele ri - se quiser limpar pra mim meu rosto inteiro, inclusive aqui - ele passa um pouco de sorvete em sua boca.
- Vai sonhando meu anjo - ele me olha com cara de cachorro sem dono e eu pego um guardanapo para ajuda-lo com aquela sujeira em seu rosto.
Depois de nos limparmos totalmente, nos sentamos no banquinho da praça conversando sobre nossas vidas, até que me lembro dos meus pais.
- Eu preciso ir garoto da tatuagem - ele ri por eu chama-lo assim.
- eu te deixo na sua casa, está meio perigoso essa hora - sorrio por sua preocupação, mas rejeito a oferta por não conhece-lo:
- Não precisa, não quero incomodar
- Você do meu lado jamais me incomodaria
- Mas meu pai não iria gostar.
- Prometo só te deixar na frente, não vou me desculpar se acontecer algo com você - acabo cedendo, tenho um spray de pimenta na bolsa, qualquer coisa só usa-lo.
- Tudo bem entao - ele sorri vitorioso (sorriso dele é lindo) fomos o caminho todo falando sobre faculdade, ele não pensa em fazer, mas pensa em sair do morro, me falou sobre sua mãe e avó (elas são o motivo de ele não ter saido do morro ainda) - Bom... chegamos - falo assim que chegamos na porta de casa e ele me olha com a carinha de cachorro sem dono novamente.
- Que triste, nossa conversa tava muito da hora - ele me olha nos olhos e fico vermelha com isso - Você fica fofa com vergonha - ele sorri - amanhã podemos passear no calçadão da praia pra trocar umas ideia, o que ce acha? - acabo ficando hipnotizada pelo sorriso dele.
- Tu...tu..do be..m, claro - gaguejo e logo me recomponho com vergonha - onde nos encontramos? - ele me entrega o celular
- coloca seu número ai, depois te chamo e nós combina - coloco meu numero no mesmo.
- Agora preciso entrar, tchau - falo ja me afastando dele, mas ele me puxa.
- Da um beijinho de amigo - ele sorri apontando pra sua bochecha e quando vou dar o beijo em sua bochecha, ele vira, acertando em cheio naquela boquinha vermelha, dona do sorriso mais lindo que eu ja vi, me recomponho e dou um tapa em seu braço.
- Não me beije de novo, sem minha autorização - falo tentando ser brava, acho que pareci um gnomo de jardim bravo.
- Tecnicamente você quem me beijou, mas ok - reviro os olhos - agora beijos princesa, mais tarde te chamo, para combinarmos a praia - ele me abraca amigavelmente e eu sorrio com isso.
Entro em casa e ja sou repreendida pelos meus pais com interrogatórios de onde eu estava e com quem, acabo respondendo algumas perguntas, depois subo para o meu quarto e não consigo tirar o tatuado da minha mente, principalmente o momento que senti seus lábios carnudos no meu.
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1129 palavras
Espero que tenham gostado desse capítulo, não ficou tão legal, mas o próximo terá fortes emoções kkkkk
Beijinhos!! ❤ Votem e comentem ❤
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